Pré-pagos aceleram crescimento de app’s de serviços P2P

Negócios baseados em compartilhamento, como apps de entrega, alimentação e serviços de mobilidade usam cartões pré-pagos para tornar a cadeia de remuneração mais segura e eficiente.

Com o boom das plataformas de serviços como Uber e 99 foi dado início a uma corrida de negócios realizados por pessoas comuns que prestam serviços diretamente a outras pessoas que precisam desses serviços. Esses aplicativos, mas conhecidos como plataformas P2P (peer-to-peer), geraram a “economia do compartilhamento” e crescem de forma orgânica, pela integração simples entre quem usa e quem presta o serviço.

A “mágica”, no entanto, acontece mesmo é na hora de pagar: é só chamar o encanador pelo Helpie, ele vem, faz o serviço e vai embora. Tudo debitado automaticamente no cartão de crédito de quem pediu o serviço, sem cheque ou ter que sair correndo para sacar o dinheiro no caixa eletrônico.

Mas e do lado do encanador? Qual é a “mágica” para quem vai receber pelo serviço prestado? Até pouco tempo atrás, essa era uma das principais dores de cabeça de empresas como a 99, que tendo mais de 300.000 motoristas em sua rede, precisava fazer transferências bancárias manualmente em um complexo e, por que não dizer, arriscado processo financeiro.

Quem não tinha conta em banco recebia por meio de cheque ou ordem de pagamento, o que obrigava o motorista a ir até um banco sacar o dinheiro.

Hoje contudo, essa realidade é bem diferente. Inspirados nos modelos de vale-alimentação e vale-transporte, as empresas dos mais diversos “apps” estão adotando cartões pré-pagos para remunerar os prestadores de serviço. A solução é simples: cada prestador tem um cartão pré-pago recarregável, e assim que o serviço é realizado e o sistema aponta que o cliente pagou, a empresa que administra o aplicativo faz uma carga automática do valor diretamente no o cartão pré-pago de quem prestou o serviço.

Como resultado, apenas em 2017 esses cartões receberam um total de 175 bilhões de reais, de acordo com a consultoria Boanerges, especializada em varejo financeiro.

Bancarização

Num país em que cerca de 60 milhões de adultos não tem conta em banco e que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, quase 40% dos pagamentos são feitos em dinheiro vivo, o uso do cartão pré-pago para remunerar funcionários ou prestadores de serviço é um recurso que pode alavancar os mais diversos tipos de negócio.

Outro fator importante, é que a emissão desses cartões não necessita da interferência dos bancos. Em 2013, o Banco Central autorizou empresas não-bancárias a emitir cartões pré-pagos. Esse fator não só simplifica, como barateia as operações, permitindo que operadoras de cartões pré-pagos emitam cartões de forma rápida e com as características específicas de cada empresa contratante.

Para quem tem um negócio, seja varejo ou prestação de serviços   e não quer ficar de fora da onda dos aplicativos, o cartão pré-pago pode ser meio caminho andado na hora de remunerar seus prestadores de serviço.


foto: freepik

Games online: saiba como entrar nessa festa digital

Um número de 2,3 bilhões de pessoas. Esse é o tamanho do mercado consumidor de games divulgado na última edição da E3 Expo, maior feira do setor que ocorreu no mês de junho em Los Angeles. Uma indústria que vai além dos jogos propriamente ditos, comercializando consoles, computadores tunados, acessórios, periféricos, e obviamente, muitos smartphones. É uma cadeia comercial forte e poderosa da qual está ficando difícil não participar.

Por sua vez, o e-commerce é convidado de honra dessa festa online. Em termos mundiais, esse público ávido por novidades deverá movimentar em 2018, segundo o último relatório da Newzoo, US$ 137,9 bilhões — crescendo 13% em relação a 2017. A maior taxa de crescimento, contudo, emerge dos players de smartphones, subindo 25% ao ano desde 2007 — quando o primeiro iPhone foi lançado -, devendo alcançar a cifra de US$ 70 bilhões em jogos mobile até dezembro de 2018.

O mesmo estudo revela que o gamer brasileiro está trabalhando duro para se destacar nesse segmento. São 66,3 milhões de pessoas que consumiram em 2017, US$ 1,3 bilhão colocando o Brasil em 13.o lugar no ranking mundial da categoria.

Afinal, quem é o gamer?

Segundo a Pesquisa Game Brasil, há algumas classificações que diferenciam quem apenas joga de quem se considera efetivamente um gamer, ou heavy-user da categoria. Mas em termos de ticket médio, ambos são significativos: 4 em 10 gamers afirmaram gastar de R$ 100 a R$ 500 em jogos, enquanto os usuários de games “comuns” afirmaram gastar entre R$ 50 e R$ 300. E todos ávidos por ofertas: a cada 10 gamers, 4 fizeram alguma compra de jogo na Black Friday 2017. E, para 2018, 7 respondentes do estudo disseram que estão esperando ansiosos por boas ofertas de jogos nessa data promocional.

E onde esse povo está? Segundo pesquisas, nada menos de 38% da aquisição de games no Brasil ocorrem nos varejos online. Ou seja, o jogador online nada mais é do que um consumidor online bastante ativo. Isso demonstra que talvez esteja na hora dos SKUs de games ganharem destaque nas principais homepages das lojas virtuais.

O comportamento de compra também deve ser observado. Busca, compra e uso concentrados em uma única plataforma, é drive de consumo nessa categoria. E a melhor ferramenta do varejo online para atender à essa necessidade é sem dúvida a oferta dos Digital Codes*, ou créditos digitais pré-pagos de jogos online, o que colabora para a relevância no search dos buscadores.

Medidas simples para atrair os gamers para sua loja utilizando Digital Codes:

  • Diversidade: O leque de jogos para todos os tipos de público deve ser o maior possível e incluir marcas de portais como XBOX Live e Google Play, que ampliam as opções.
  • Frete grátis: O público que dá preferência pela compra de jogos em ambiente digital quer acima de tudo comprar e usar nesse mesmo ambiente. Procure evidenciar para seu consumidor essa experiência de uso: ao comprar Digital Codes não há perda de tempo nem custo de frete. É comprar, baixar e sair jogando.
  • Customização: Se seu varejo oferece eletroeletrônicos, PCs e acessórios, crie estratégias de “attach” dessas categorias com os Conteúdos Digitais de jogos. Se possível, aplique promoções, bundles ou micro-temas pontuais no seu calendário. Ex.: Game Today!, PlayGame Total, Fim-de-semana Live, Maratona PC, etc.
  • Categorização: Desenvolver categorias ligadas aos hábitos de consumo é um caminho certeiro praticado por varejos do Brasil e do mundo. “Orgulho Nerd”, “Semana Geek” e “Festival Games” são formas de categorização que podem aumentar a relevância em sites de busca.

Outra verdade absoluta: quando o mercado interno não atende a um determinado segmento, o consumidor acaba nos sites internacionais. Com gamers não é diferente. De acordo com o Webshopers 2017, o crossborder na categoria de games está em quarto lugar entre as de maior compra de brasileiros, com 18% do volume das 24 milhões de transações do ano passado.

Embora mandatória, a presença do e-commerce no mercado de game deve ser vista à luz da estratégia do varejista. Oferecer jogos online em sua loja não deve ser encarado como uma onda, mas como resposta à uma necessidade continua do seu consumidor. A oferta de qualquer produto ou serviço é resultado do foco em relações de longo prazo e engajamento dos consumidores, visando permanentemente cativar e manter o relacionamento do público com sua loja. A marca de 2 bilhões de consumidores anunciada pelos players do setor altera oficialmente o “game” do status de nicho de mercado, para o de uma categoria altamente relevante. Parece que essa festa não tem hora para acabar.

*Digital Codes são meios de pagamento pré-pagos de conteúdos de serviços. Permitem compra, acesso e uso 100% online para jogos, entretenimento, filmes, música, etc. Após adquiridos, pode ser usado para compra desses produtos na plataforma do provedor do conteúdo ou para enviar de presente à outra pessoa. Não precisa ter uma conta bancária para usar os créditos digitais.

 

Consumidores do futuro: como vender para a geração Z?

Eles só procuram lojas físicas quando precisam resolver um problema. São tão consumistas quanto seus antecessores (a geração Y) e têm acesso a uma infinidade de conteúdos gratuitos, entendendo que essa prática é normal e que nem sempre “comprar” significa “pagar” por algo. Bem-vindo à era da geração Z, os consumidores do futuro!

Você certamente já ouviu falar dos perfis geracionais, utilizados há bastante tempo na área de recursos humanos e que correspondem aos “baby boomers”, ao lado das gerações X, Y e Z.

Gerações X, Y e Z

Numa visão geral, os “baby boomers” são aqueles que nasceram entre 1946 e 1964. Apesar de terem criado o movimento hippie e outras formas de contestação, essas pessoas sentem dificuldade em adaptar-se a um mundo em constante mutação.

A geração X, surgida em meados dos anos 60, presenciou o nascimento da computação e a chegada dos aparelhos eletrônicos às casas e escritórios. E, finalmente, a geração Y, que cresceu em meio à revolução proporcionada pela internet, é aquela que vê a inovação como algo natural e inevitável.

Ainda que haja algumas divergências, classificações como essas estão se tornando importantes aliadas do mercado, no momento em que varejistas de todos os tamanhos buscam identificar quem são e o que querem seus clientes. Vamos conhecer agora o mais novo integrante dos perfis de consumo, a chamada geração Z.

Os consumidores do futuro vão às compras

Basicamente, a geração Z é formada por crianças e adolescentes para os quais não faz sentido falar em “conectar-se”, uma vez que eles estão sempre conectados e não conhecem outro tipo de relação com o mundo. O smartphone é uma extensão de suas mãos e, na interpretação deles, as interações online são tão “reais” quanto qualquer outra.

Um de seus passatempos favoritos é fazer downloads gratuitos de livros, filmes, músicas, HQs e todo tipo de conteúdo relacionado ao entretenimento. Gastar dinheiro com itens em formato físico não é tão comum, a não ser que o objeto de desejo seja um gadget ou outro produto de tecnologia.

Dinâmicos e autossuficientes, os integrantes da geração Z não veem problema em mudar de opinião o tempo todo, o que pode ser tornar o pesadelo dos estrategistas de marketing. Além disso, são críticos ao extremo, com baixa tolerância à frustração e ao descumprimento das promessas feitas por marcas e fabricantes.

Como as lojas devem se preparar para atender à geração Z

Quer vender para a geração Z? Então não abra mão do conceito de sustentabilidade, que é um dos mais apreciados por esses jovens consumidores. Atentos ao discurso sobre o impacto da ação humana no ambiente, eles entendem que as empresas devem assumir a responsabilidade e agir eticamente em qualquer circunstância.

A geração Z também quer que as marcas se relacionem com ela de forma transparente, sem subterfúgios ou táticas enganosas. A comunicação precisa ser simples e honesta, mantendo portas abertas para o diálogo e as sugestões.

Os nativos digitais também preferem atendimento via mensagens de texto, chats e redes sociais, ao invés do telefone. Gostam de resolver dúvidas e problemas rapidamente e, se possível, por conta própria (via tutorial em vídeo, por exemplo).

Consumidores do futuro? Nem tanto, afinal eles já estão aí e também já influenciam bastante nas decisões de compra de seus pais. Portanto, o melhor é tratar de adaptar-se a eles o quanto antes!

E então, o que achou do texto? Deixe um comentário e compartilhe sua opinião sobre os consumidores do futuro!


Rogério Lima é Diretor de Marketing e Vendas da epay Brasil e escreve sobre tendências para o varejo.

Cartões presente pré-pagos: entenda por que eles têm conquistado o mercado

Desde 2013, o Brasil vem acompanhando o crescimento constante e rápido da atuação de cartões pré-pagos, tanto em relação a consumidores quanto a empresas que passaram a disponibilizá-los — ou seja, está é uma tendência de mercado que se consolidou e progride.

Esse advento proporciona segurança, facilidade no uso e até mesmo possibilita que pessoas sem conta bancária ou com nome negativado consigam pagar por assinatura de conteúdo ou fazer saques.

Veja agora por que essa forma de movimentar valores e fazer pagamentos segue em curva ascendente.

Funcionamento dos cartões presente pré-pagos

Há dois principais tipos de plataforma. Uma é de uso contínuo, mas sem vínculo bancário, com uma bandeira administradora. Para utilizá-lo, é necessário inserir valores previamente. Então, o cliente pode fazer compras nas funções débito e crédito à vista, pagar contas, transferir dinheiro e até receber depósitos e pagamentos.

Outra forma de facilitação para consumidores é a ferramenta destinada a pagamento de assinaturas de conteúdo. Basta que o comprador digite o código do cartão no site do provedor dos serviços e imediatamente a assinatura é efetuada.

Inclusão de pessoas sem crédito no sistema financeiro

Segundo pesquisa da Federação do Comércio (Fecomércio) do Rio de Janeiro, aproximadamente 36% dos brasileiros maiores de 18 anos não possuem conta em banco ou poupança. E conforme o Serasa Experian, o Brasil tem cerca de 59 milhões de negativados por inadimplência.

Esses dois dados mostram um número grande e relevante de consumidores que não possuem crédito no sistema bancário e nem formas de movimentar dinheiro, exceto na lida com moeda em espécie.

Com os cartões pré-pagos  — que funcionam como os de débito tradicionais —, esses grupos da população têm acesso a fornecedores de conteúdo e aplicativos e formas de movimentação de valores e aquisição de produtos.

Controle de despesas

Especialmente em relação aos cartões para utilização na função crédito à vista por recarga, não há como se perder nas contas e se endividar. Esse é um dos grandes motivos que fazem a ferramenta ter a preferência de muitas pessoas.

Também não existe fatura com juros sobre juros em porcentagens astronômicas. Diferentemente dos cartões de crédito comuns, os pré-pagos geralmente não possuem mensalidade ou anuidade — um custo fixo independentemente da utilização.

Segurança

Além de o usuário sentir-se seguro financeiramente, não precisa de dinheiro em espécie sempre, como vimos anteriormente. Com isso, em caso de furto ou perda de carteira ou bolsa, basta bloquear o cartão e adquirir um novo — os valores não serão perdidos.

Facilidade para aquisição

Além de não precisar ter conta em banco e poder estar negativado, o cliente pode apenas comprar o magnético e começar a usar — sem cópias de documentos e comprovações de renda.

Para adquirir formas de pagamento de assinaturas, o mesmo é feito. Basta ir a um supermercado ou qualquer local que os venda e pagar o valor referente ao crédito para uso disponibilizado pela ferramenta.

Cartões pré-pagos trouxeram ao país facilitação e possibilidades a uma grande parte da população e às classes sociais menos abastadas, maioria no Brasil. Mas revelando-se bons instrumentos, as classes A e B também passaram a utilizá-los — ainda que em menor número — por segurança, pouca burocracia e controle de gastos.

Sua empresa tira proveito dessas plataformas para agilizar processos ou maximizar resultados atingindo e inserindo públicos distintos? Deixe seu comentário e opine sobre essas ferramentas!

É hora de expandir seu negócio físico para o digital!

Expandir sua base de clientes é importante em qualquer ramo, mesmo que você só atue com um pequeno número de lojas físicas. E uma forma de conseguir esse resultado é montar um e-commerce para sua empresa. Mesmo que seu negócio seja altamente bem localizado, ainda há muitas oportunidades que você pode ganhar com uma loja virtual.

Atrair mais clientes, facilitar o processo de venda e atendimento, engajar seu público com conteúdos: tudo isso pode ser atingido com um e-commerce bem desenvolvido. Mas, claro, para chegar a esse ponto, você precisa saber como abrir essa nova loja. Isso sem descuidar de seus estabelecimentos físicos.

Para ajudar um pouco com essa tarefa, trouxemos aqui 4 passos simples para saber como montar um e-commerce de sucesso. Confira!

1. Abra um domínio e um site

Não é possível ter uma loja no ambiente virtual sem um domínio. De forma bem simples, ele é um nome e um link que identifica uma ou mais máquinas por meio da internet. É o ponto central de qualquer identidade profissional online. Com ele, você pode criar um e-mail corporativo e, claro, um site para vender seus produtos.

Conseguir um domínio não é difícil. Basta encontrar uma plataforma e registrar o seu nome, considerando que ninguém tenha registrado um nome igual até o momento. Depois disso, é hora de desenvolver a página, com anúncios e informações importantes sobre suas lojas físicas. Não se preocupe tanto com aparência agora. O importante para começar é ter uma página.

2. Monte um estoque conjunto

Este é um ponto muito importante na hora de entender como montar um e-commerce, mas que muitos ainda esquecem. O estoque da sua loja física e virtual, ao menos a princípio, será o mesmo. Ou seja, quando algo for vendido no site, também será vendido em uma loja.

Se você não usar ambos em conjunto, é bem provável que acabe com problemas de quebra do ponto de vendas. E, acima de tudo, considere ambos na hora de calcular a reposição.

3. Tenha um sistema de entregas e pagamento eficiente

Compras online, a menos que sejam de infoprodutos, precisam ser entregues. Isso significa, primeiro, que você precisa de uma equipe ou empresa terceirizada que leve a mercadoria até o endereço do cliente. Escolha com cuidado, pois isso afeta o sucesso da sua loja.

Além disso, você também deve lembrar que seu cliente online precisa de outras formas de pagamento. Boleto, débito, crédito, bitcoin etc. Providencie tudo isso o quanto antes, ou você pode perder alguns clientes.

4. Informe-se sobre marketing digital

Por fim, mas não menos importante, você deve saber como marcar a presença da sua loja digitalmente. Para isso, você deve estudar os princípios do marketing digital, como uso de redes sociais, Google Adwords etc. Quanto mais você entender do assunto, maiores são as chances de sucesso da sua loja virtual.

Agora que você conhece os passos para conseguir entender como montar um e-commerce de sucesso, é hora de colocar esse conhecimento em prática! Quer esclarecer mais dúvidas sobre o tema ou deixar alguma sugestão? Então deixe um comentário com sua opinião logo abaixo.

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Saiba tudo sobre o mercado de games no Brasil!

De acordo com a consultoria Newzoo, foram registrados 66,3 milhões de gamers brasileiros em 2017, o que coloca o país na posição de 13° maior consumidor de jogos eletrônicos no mundo. O setor vem se mostrando resistente à crise e apresenta evolução significativa a cada ano: entre 2014 e 2016, o faturamento do mercado de games no Brasil aumentou 25%.

Em 2017, o investimento dos jogadores foi de US$ 1,3 bilhão e a projeção de crescimento até 2020 é de 13,4%. Você já pensou sobre como pode aproveitar essa oportunidade no seu negócio? Nós preparamos um guia completo para que o varejista possa entender o universo dos games e lucrar com ele. Confira!

Insights sobre os consumidores de jogos

Em primeiro lugar, jogos eletrônicos estão longe de ser brincadeira de criança. 67% do público tem um perfil mais maduro, entre 25 e 54 anos, segundo a Pesquisa Game Brasil 2017. Inclusive, o crescimento do mercado se deve muito às mulheres, que agora representam 53,6% do total de usuários.

Além disso, a maior parte desse percentual é de jogadores de games para celulares e tablets, que movimentam US$ 606 milhões anualmente. 83% dos entrevistados costumam baixar aplicativos com essa finalidade, especialmente social games.

A Newzoo também fez um levantamento sobre os hábitos de consumo dos jogadores brasileiros, fornecendo dados muito relevantes para a compreensão das atuais demandas no setor de consoles. De modo geral, a maioria dos usuários ainda é de homens, mas o público feminino também conquista cada vez mais espaço no segmento: 41% são mulheres com idade entre 21 e 35 anos, representando 20% do grupo.

Também é importante ressaltar que o perfil do gamer brasileiro é multiplataforma: 74% deles gostam de jogar em mais de um dispositivo, sendo que 77,9% desse total prefere smartphones e tablets. Ademais, 66,4% têm mais inclinação para os computadores e 34% são fãs dos consoles.

Fatores de crescimento

Também é importante identificar que movimentos de mercado permitiram esse fenômeno. Em primeiro lugar, o pleno acesso à banda larga e aos equipamentos eletrônicos nos lares brasileiros viabilizou o hábito de jogar de modo nunca antes visto.

Assim, não apenas os aplicativos e softwares, mas também a indústria de hardware lucrou muito com as novas demandas. Em uma entrevista ao jornal Valor Econômico, a gerente de produtos da Dell anunciou a expectativa de US$ 30 bilhões de movimentação nesse setor em todo o mundo, sendo que o Brasil é um dos mercados prioritários para a empresa.

Outro fator de virada foi o barateamento dos equipamentos, por conta da instalação de novas fábricas no Brasil. Quando o Playstation foi lançado no país, por exemplo, custava cerca de R$ 4 mil, devido aos custos de importação. Hoje, é possível encontrá-lo por aproximadamente R$ 1.300,00.

As tendências do mercado de games no Brasil

Os números já provam que o mercado é promissor. Mas o que se destaca entre tantas possibilidades? O que podemos esperar da indústria de games? Veja para onde o mercado deve crescer nos próximos anos!

Jogos para celular

Os jogos para celular têm modelos mais flexíveis de monetização, como as microtransações dentro de jogos grátis. É o caso de fenômenos como o Candy Crush, The Sims Mobile, Bubble Witch e Pokémon GO, por exemplo.

Em 2016, jogos como Pokémon GO foram sucesso de mídia e também em arrecadação. No entanto, a pesquisa Game Brasil mostrou que o sucesso não perdurou: dos entrevistados que aderiram ao jogo, apenas 23,7% continuaram a caça de Pokémons.

Em entrevista ao El País, o especialista Aarón Rodriguez acredita que não houve fidelização porque o jogo esgotou rapidamente as possibilidades de interação, entediando o usuário. Por isso, esse modelo deve continuar em alta em 2017, mas apostando em uma mistura de engajamento com ganho recorrente em pequenas compras e assinaturas.

Os varejistas são parceiros essenciais para facilitar a compra de conteúdos mobile. Um ótimo argumento de venda, nesse caso, é reforçar a capacidade dos smartphones para rodar jogos mais modernos. Alguns deles estão à altura até mesmo dos principais consoles, com alta complexidade e qualidade gráfica. É o caso do Modern Combat Versus, Galaxy On Fire 2, Implosion: Never Lose Hope, entre outros.

Realidade virtual

A realidade virtual foi a grande aposta da indústria de games nos últimos anos. Os principais acessórios que permitem essa experiência diferenciada são os headsets e óculos VR (Virtual Reality). Grandes empresas do ramo, como Sony e Valve, entraram de cabeça na novidade e lançaram kits com jogos desse tipo.

A repercussão, entretanto, não aconteceu conforme o esperado. Acredita-se que o alto preço dos equipamentos e a necessidade de computadores de ponta para rodar os jogos desestimulou os gamers. Além disso, há poucos títulos atrativos para o segmento.

A própria Microsoft deu indícios da falta de mercado para Realidade Virtual no mundo dos games. Seu console Xbox One X — lançado em 2017 e considerado o mais poderoso no mercado até o momento — não oferece suporte para essa tecnologia.

Já a Samsung encontrou uma boa saída ao incorporar o VR em modelos especiais de smartphones, como o Samsung Gear VR, que marcou o pioneirismo no ramo da telefonia. Com essa referência, as especificações mínimas para um smartphone tendem a mudar e tornar a experiência de realidade virtual mais acessível, com aparelhos em diversas faixas de preço.

E-sports (esportes eletrônicos)

Os esportes eletrônicos promovem competições em games e têm uma audiência cada vez maior no mundo todo. O famoso jogo de futebol FIFA Soccer já evoluiu para esse formato e hoje é o FIFA 18 — estrela dos campeonatos internacionais ao lado dos já consagrados games virtuais de estratégia, como League of Legends, DotA 2, Counter-Strike, Starcraft, entre outros.

Para se ter uma ideia, a pesquisa da Newzoo mostrou que há 11,4 milhões de entusiastas dessa modalidade só no Brasil. Hoje, não só a indústria de games movimenta o mercado de e-sports, mas há diversos outros segmentos investindo nesse público. Com o aumento de visualizações e discussões online, as cotas de publicidade e patrocínio de empresas aos jogadores mais famosos também é uma tendência.

Como um varejista pode aproveitar esse cenário

Já está pensando em como aproveitar todo esse potencial do mercado de games no Brasil dentro do seu varejo? Investir nesse público pode ser uma forma de passar na frente da concorrência e aumentar seu faturamento. Veja as nossas dicas:

Aposte em estações para demonstração

Experimente montar em sua loja estações com demonstração de consoles, Smart TVs e tecnologias diversas do setor de games. Além de chamar a atenção do público, a estratégia permite que os consumidores vivenciem a experiência de jogo, ganhando confiança e estímulos importantes para uma decisão de compra favorável.

Garanta variedade de plataformas

Uma peculiaridade desse mercado é que muitos clientes já estão fidelizados por marcas específicas, como Sony, Microsoft ou Nintendo, e não consomem as outras. Por isso, tente oferecer produtos de todas as plataformas, assim você conseguirá atingir um público muito maior.

Ofereça os produtos licenciados

O público do mercado de games consome muitos produtos ligados aos seus jogos favoritos, como bonecos, filmes e acessórios de moda. Invista também nos produtos licenciados das marcas mais famosas para lucrar de diversas maneiras.

Aposte na venda adicional de periféricos

Gamers costumam ser bastante exigentes não só com os consoles, smartphones, tablets e computadores, mas também com itens periféricos. Por isso, existem diversos acessórios específicos, como teclados, mouses e headsets especiais. Para se ter uma ideia, estima-se que 41% desse público tenha seu próprio teclado para jogo, segundo a Newzoo.

Também existem mesas e cadeiras com ergonomia para garantir o conforto dos jogadores hardcore — como são chamados os que passam boa parte do dia competindo. Tenha itens desse tipo expostos com o devido destaque para estimular o desejo dos seus clientes.

Promova workshops e apresentações

48% dos gamers gostam de assistir a vídeos sobre o assunto, principalmente os que mostram outros jogadores em ação. Que tal fazer uma apresentação ou workshop ao vivo para fisgar esse público? Convide os jogadores da cidade para uma sessão aberta e a atenção será garantida!

Invista na venda de conteúdo in-game e assinaturas

Muitos jogos apostam em formas diferenciadas de monetização, como as assinaturas e as microtransações in-game, principalmente nas modalidades para celular. Geralmente, o download desses aplicativos é grátis, mas o jogador precisa pagar para ter vantagens ou itens especiais dentro da história.

Nesse sentido, os cartões pré-pagos se tornaram uma grande fonte de renda para o varejo. Ao comprá-los na loja, o gamer ganha um código para adicionar crédito utilizável dentro do jogo. Em caso de assinaturas, essa compra é recorrente, o que aumenta o potencial de ganhos e estimula a fidelização, além de impulsionar o ticket médio pela venda de acessórios.

O mercado de games no Brasil é um gigante que ainda tem potencial para crescer bastante — e pode contar muito com o varejo nessa jornada. Lojistas que estiverem atentos a essa demanda conseguirão sair na frente e se tornarão referência para um público engajado, fiel e fanático por seus hobbies.

Portanto, pense nisso: o que você pode começar a fazer para explorar essa oportunidade? Se gostou das nossas dicas, compartilhe o post nas suas redes sociais e ajude a disseminar essa ideia!

 

Inteligência artificial no varejo: o impacto da evolução nos negócios

O crescimento da tecnologia é um dos principais marcos da geração atual. Cada vez mais pessoas utilizam a internet e seus recursos digitais diariamente, além de uma grande evolução da inteligência artificial, ou IA. Esta que, em muitos aspectos, se tornou uma excelente ferramenta a favor do setor de varejo.

Inteligência artificial, de forma bem simples, é um conjunto de padrões e premissas que uma máquina usa para “pensar”. Geralmente toma a forma de “Se A acontece, eu devo fazer B”. A realidade é bem mais complexa e muitos softwares já conseguem aprender certas coisas por conta própria. E é justamente essa capacidade que pode beneficiar suas lojas.

Para esclarecer o assunto, trouxemos aqui 4 efeitos que a inteligência artificial pode ter no funcionamento do seu varejo. Confira:

1. Detecção rápida de padrões de consumo

Como acabamos de mencionar, uma IA trabalha com padrões, ou seja, uma série de acontecimentos que se repetem. Em geral, esses softwares são muito utilizados para analisar gráficos e estatísticas, pois a máquina encontra vários padrões usando modelos matemáticos complexos. Tudo em muito menos tempo que uma pessoa comum.

Graças a esta capacidade, você pode ter um programa dedicado a avaliar os padrões de consumo de seus clientes. Tipos de produtos mais consumidos em determinadas épocas, variáveis que afetam as chances de conversão, entre outras coisas, podem ser observadas mais rapidamente, te dando uma vantagem sobre a concorrência.

2. Integração de diversos meios de compra

Outra mudança que a inteligência artificial trouxe para o dia a dia do varejo é a maior troca de informações entre os diferentes canais de venda disponíveis. Quando as ferramentas de análise são muito limitadas, vendas por e-commerce, presenciais e telefone tendem a ficar separadas entre si.

Porém, com um sistema inteligente, é possível identificar correlações entre esses números mais facilmente. O resultado é o maior controle sobre o desempenho das suas vendas e mais informações para gerar melhorias.

3. Campanhas de marketing mais eficientes

Avaliar o desempenho das ferramentas de propaganda da empresa costumava ser um grande problema. Na maior parte do tempo, não era possível entender exatamente de onde cada cliente vinha. Porém, com cada vez mais foco no marketing digital, já é possível acompanhar mais detalhadamente a jornada do seu cliente.

O trabalho da inteligência artificial aqui é coletar e analisar esses dados. Com um pouco de orientação humana, a máquina pode destacar os dados de maior relevância para o seu negócio, prever cenários e, inclusive, fornecer algumas opções mais rentáveis de marketing.

4. Melhorando a experiência do cliente

Já se perguntou como redes sociais e diferentes páginas escolhem quais conteúdos recebem prioridade nas suas buscas? É uma IA que decide, com base em um algoritmo e nas suas atividades ao longo do tempo.

Da mesma forma, essa tecnologia pode ser utilizada para melhorar o atendimento dos seus clientes, oferecendo melhores anúncios online, evitando divulgar para pessoas que não tem acesso ou perfil adequados etc. Tudo isso melhora a experiência de compra e aumenta a eficiência das suas ações.

Agora que você entende o que é a inteligência artificial, é hora de aplicá-la no seu varejo. Quer mais dicas para utilizar os dados a seu favor? Então veja aqui algumas métricas de marketing para ficar sempre de olho.

Gostou de saber mais sobre Inteligência artificial no varejo: o impacto da evolução nos negócios? Se você quer mais novidades, venha nos seguir no Facebook e no LinkedIn!

Neuromarketing: razão ou a emoção? Descubra o que vende mais!

O neuromarketing é uma realidade. No mercado moderno, e principalmente no segmento varejista, a união de duas áreas de conhecimento — neste caso, a medicina e o marketing — abre novos caminhos para que as empresas lancem mão de técnicas eficientes para conquistar e fidelizar clientes, melhorando seus resultados de modo sustentável.

Se você ainda tem dúvidas a respeito do tema, não deixe de ler este conteúdo até o final. No post, você vai entender um pouco mais sobre o conceito, sobre os empregos da técnica como motivadora de compra e, claro, como novas experiências podem alavancar as vendas. Razão ou emoção? Descubra a seguir! Boa leitura.

O que é neuromarketing?

O precursor do neuromarketing é Gerald Zaltman, médico e pesquisador de Harvard. A fim de obter informações mais científicas e exatas a respeito das preferências de compra, aprofundando hábitos e necessidades individuais, Zaltman empreendeu estudos que contemplaram as engrenagens do cérebro diante da decisão de adquirir determinado produto ou serviço.

Na prática, o neuromarketing pontua que esse processo não é lógico e racional. Ou seja: optar por um item específico aciona atividades cerebrais que estão intimamente ligadas ao resgate de memórias, fortalecendo a importância das emoções na decisão de compra.

Quando se fala em neuromarketing, portanto, recorre-se ao conhecimento que delimita as três áreas do cérebro:    

  • reptiliano, que está ligado ao instinto de sobrevivência e é acionado por meio de emoções primitivas, como raiva e medo;    

  • límbico, que lida com emoções complexas, ativando as reações proporcionadas pelos cinco sentidos;

  • neocórtex, que encabeça o raciocínio e controla o aspecto social.

Dessa forma, é válido pontuar que a decisão de compra, ao envolver essas três áreas, toma uma forma bastante peculiar: muito embora haja a predominância do aspecto emocional, a racionalização da aquisição, via neocórtex, embute a percepção de que a compra foi efetuada com base na lógica e consciência.

Como aplicar os conceitos de neuromarketing no seu negócio?

Amparadas pelas descobertas do neuromarketing, as empresas contemporâneas vêm buscando novas formas de atrair, conquistar e reter seus consumidores. Desde então, o acúmulo de vivências tem gerado uma série de insights a respeito do que funciona, construindo uma inteligência acerca das ativações emocionais no processo de venda.

Na prática, o neuromarketing pode ser encontrado em comerciais de TV, anúncios online e em experiências no ponto de venda. Para aplicá-lo no seu negócio, extraindo resultados positivos, certifique-se de estimular os sentidos e as memórias do consumidor, ativando sensações e lembranças que fortalecem aspectos emocionais e favorecem a decisão positiva de compra.

Entre as estratégias comumente utilizadas, destacam-se, por exemplo, o apelo aos sentidos (principalmente ao olfato, com fragrâncias atrativas), o emprego da psicologia das cores e a valorização do ancoramento social.

Quais experiências podem motivar a decisão de compra?

Agora que você já entendeu o destaque do neuromarketing no mercado moderno, por que não conhecer algumas das táticas que podem ser eficientes para aumentar a conversão de compra do seu negócio?

No ponto de venda, a utilização de cartões com conteúdos diversos proporciona a valorização da experiência, diretamente ligada ao resgate de sensações e emoções — que, por sua vez, são propulsores de compra.

Ao oferecer um cartão diferenciado, zelando pelas características do público-alvo, é possível ativar áreas cerebrais que se ligam a memórias e a preferências de perfil. Cartões pré-pagos de jogos, ingressos e cursos, por exemplo, são ótimas oportunidades de envolver o cliente e conduzi-lo a uma experiência que vai além da lógica.

Afinal, conforme já ressaltamos, o neuromarketing assevera que, para além da razão, é justamente a emoção que nos faz optar por determinado produto ou serviço. Aposte nisso!

Acredita que as suas vendas podem ser positivamente impactadas por estratégias de neuromarketing? Entre em contato com a gente e saiba como podemos ajudá-lo!

As 4 principais métricas de marketing para ficar de olho

O desenvolvimento de campanhas de marketing faz toda a diferença no rendimento de um negócio. Afinal, são elas que atuam para atrair mais clientes e consolidar a empresa no mercado.

Porém, você ainda precisa ter alguns critérios para determinar se suas ações tiveram resultados ou não. Para isso, são adotadas certas métricas de marketing. Tenha em mente que se você não consegue medir, não pode melhorar.

Graças aos recursos da era digital, é possível acompanhar praticamente qualquer variável, incluindo as mais banais. Mas, como a grande maioria delas não é relevante para sua tomada de decisão, o ideal é que você escolha alguns indicadores-chave para medir seu desempenho e melhorar seus resultados.

Para te ajudar com esta tarefa, trouxemos aqui 4 das principais métricas de marketing que você deveria acompanhar. Confira:

1. Custo de Aquisição por Cliente (CAC)

Abreviado como CAC, este indicador representa o quanto você investiu para obter cada cliente. Por exemplo, se uma campanha custou R$100,00 para o seu negócio e você obteve um total de 10 vendas como resultado dela, seu CAC neste período foi de R$10,00. Em geral, quanto menor for esse custo, melhor.

Essa métrica é muito útil ao ser comparada com as vendas. Se o custo de aquisição por cliente for superior ao valor deixado pelo cliente durante as compras, então sua campanha sofreu um prejuízo, você precisa analisar seus dados novamente e reavaliar seus meios de divulgação.

2. Retorno Sobre Investimento (ROI)

Do inglês “Return Over Investment”, ou ROI, essa é uma das métricas de marketing mais fundamentais. Como o nome indica, ela fala da quantidade de lucro obtido com base naquele investimento específico.

Por exemplo: antes de começar uma campanha, seu lucro médio era de R$200,00. Então, foi feito um investimento em marketing de R$100,00, que fez os lucros aumentarem em R$300,00. Subtraindo o valor investido, seu ROI aqui será de R$200,00. Já que o resultado foi positivo, o melhor a fazer é reforçar esse investimento.

3. Taxa de Conversão

A preocupação do seu negócio não deve ser estar em todos os lugares, mas sim onde ela é mais relevante. Uma forma de identificar isso é por meio da sua taxa de conversão, que é, basicamente, a porcentagem de leads que fecham negócio com a empresa a cada mês.

Se esta taxa for alta, significa que você está aproveitando melhor seu investimento em marketing. Em geral, esta métrica anda lado a lado com o CAC, pois, ao obter mais clientes em uma mesma campanha, você também reduz o custo individual.

4. Ticket Médio

Esta é uma das métricas de marketing mais simples, mas com maior relevância. O ticket médio é o valor que normalmente é recebido por venda dentro da sua empresa, sendo a base esperada para qualquer cliente.

Investimentos para aumentar esse indicador são muito úteis. Em vez de apenas adquirir novos clientes, você passa a aproveitar melhor a sua base atual.

Agora que você conhece algumas das principais métricas de marketing, é hora de acompanhar o desempenho da sua campanha. Tem mais alguma dúvida? Então deixe um comentário com sua pergunta e logo responderemos!

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Cartão pré-pago: uma solução para economizar no IOF

Você sabia que existe uma maneira de economizar utilizando o cartão pré-pago? Ao optar por essa modalidade de transação, não acontece a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incide sobre os cartões de débito, crédito e saques — e quando ela acontece, é menos onerosa.

Só para você ter uma ideia, a porcentagem do imposto é de 6,38%, índice que pode fazer uma boa diferença caso as compras atinjam um valor elevado. Por isso, vamos mostrar neste post as vantagens do cartão pré-pago.

Venha com a gente e economize em sua próxima compra seja em uma viagem ou para presentear alguém querido!

Tenha mais segurança nas transações

Além de economizar com o IOF, a compra do cartão pré-pago é uma forma de aumentar a segurança, já que você deixará de circular com dinheiro em espécie na bolsa, evitando possíveis transtornos, como perdas, furtos ou roubos.

Sabendo-se que esses cartões são aceitos em vários tipos de estabelecimentos, de lanchonetes a lojas de departamentos, é possível utilizá-los em diferentes momentos, inclusive para realizar as compras tão sonhadas.

Afinal, ele é aceito em qualquer lugar que tenha as maquininhas da Visa, Mastercard ou American Express. Além disso, compras online, no exterior, também podem ser efetuadas por meio desse cartão.

Outro ponto positivo é que você pode consultar o saldo online e ainda cadastrar uma senha para tornar o uso mais seguro nas transações comerciais.

Em caso de furto ou perda, basta entrar em contato com a central de atendimento que fará o bloqueio imediato. A empresa enviará um novo cartão em um período de 7 a 10 dias, sem custos, e mantendo o seu saldo.

Adquira um cartão pré-pago sem dores de cabeça

Com IOF bem menor em comparação aos cartões de crédito e débito, o pré-pago pode ser adquirido no Brasil em vários estabelecimentos comerciais.

Já a aquisição no exterior, onde não existe a cobrança do imposto, a compra também é bem simples. Basta inserir os valores fixos solicitados pelas bandeiras, de US$ 500 para Visa e Mastercard e US$ 1.000 para o American Express.

No momento da definição da bandeira, não são exigidas informações burocráticas, como endereço do país de origem ou documentações pessoais — tudo é muito rápido.

Apesar de existir uma taxa de 5,95 dólares para os cartões das bandeiras Master e Visa, além de US$ 3,95 na escolha do American, a economia nas compras é considerável, já que o IOF que incide nos cartões de crédito e débito gira em torno de 63,80 dólares.

Dessa maneira, o valor economizado, cerca de 50 dólares, pode ser muito bem utilizado em momentos de lazer, como para pagar uma entrada de show musical, teatro, jogo esportivo, enfim, é possível direcionar o dinheiro para o seu bem-estar.

Conheça os momentos em que o IOF incide

A economia total com o IOF ao optar pelo cartão pré-pago só acontece se você inserir os créditos no exterior.

Mesmo existindo a opção de creditar o seu cartão pela internet, se a transação for feita no Brasil, o IOF será cobrado. Com isso, a compra do cartão precisa ser feita nos Estados Unidos e em dinheiro.

Também não é possível realizar saques com o cartão pré-pago e nem recarregá-lo. Dessa forma, é importante você planejar os seus gastos, mantendo uma média de consumo para não exceder os créditos disponíveis.

E você, já utilizou um cartão pré-pago para economizar IOF? Se interessa pelo assunto? Então assine a nossa newsletter e fique sempre bem informado!