7 maneiras de tornar uma loja virtual mais atrativa

Já não é novidade que o mercado do comércio eletrônico tem crescido cada vez mais, em contramão a crise econômica brasileira. Prova disso, é o crescimento nominal do setor de 7,5% em relação ao mesmo período em 2016, de acordo com o relatório Webshoppers.

Porém, os bons resultados do e-commerce interferem diretamente no aumento da concorrência. Ora, se o setor tem faturado tanto, é natural que mais empresas invistam nas vendas online. E como a internet possibilita uma pesquisa mais facilitada para o consumidor, a competição é ainda mais incisiva do que no comércio tradicional.

Por causa disso, mesmo que o seu negócio já tenha se estabelecido, é fundamental estar atento às novas demandas do público e do mercado em geral, de forma que sua loja virtual seja atrativa diante de tantas opções. Quer saber como fazer isso? Confira nossas dicas!

1. Conheça seu público profundamente

Não basta fazer uma pesquisa e usar os mesmos resultados para sempre. O público muda com o tempo e sua loja virtual precisa estar atenta a essas alterações para conseguir criar estratégias que continuem a cativar as pessoas. E não estamos falando apenas para visitar o seu site, mas também para que sejam (ou continuem a ser) clientes fiéis.

Uma boa forma de conhecer bem o público e, consequentemente, fazer ações mais direcionadas e assertivas, é a criação de personas.

Basicamente, a persona é a representação fictícia do seu cliente ideal, baseada em dados mais realistas sobre suas características e comportamento. Assim, você consegue conhecer mais profundamente o seu público com informações como as suas necessidades, objetivos, desafios, histórias pessoais e até mesmo quem tem interferência no processo de compra do seu cliente.

2. Faça promoções

Se uma pessoa visita a sua loja virtual e pesquisa produtos específicos, muito provavelmente ela já sabe o que quer/precisa. E que tal você oferecer um atrativo especial para ela fechar negócio? As promoções são fortes aliadas para aumentar as vendas, mesmo que seu site já seja conhecido.

Você pode aproveitar a sazonalidade do seu negócio ou ainda criar promoções em épocas de baixa. Se possível, é interessante também conceder frete grátis nas compras acima de um determinado valor, o que pode, inclusive, aumentar o tíquete médio das vendas.

Outra boa dica é disponibilizar descontos progressivos. Suponhamos que você tenha uma livraria virtual, a cada novo livro, maior será o desconto dado ao cliente. Por exemplo: 2 livros 5% de desconto, 3 livros 10% de desconto, 4 livros 15%, e assim sucessivamente.

3. Divulgue sua loja virtual

Independentemente do seu tamanho, divulgar é essencial. E nada melhor do que divulgar sua loja virtual exatamente onde ela está inserida: na internet com o marketing digital.

Além do marketing digital ter como uma de suas vantagens o baixo custo, se comparado com mídias tradicionais, como a televisão e o rádio, é também uma estratégia muito assertiva.

Isso porque as campanhas, geralmente, possuem muitos recursos de segmentação, possibilitando que sua mensagem chegue apenas para os usuários que realmente podem se interessar pelo seu produto/serviço.

Há uma série de canais e ferramentas para você criar sua estratégia virtual, como as campanhas pagas nas redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter etc), aplicativos para smartphones e anúncios em mecanismos de pesquisa (Google e Yahoo!)

Nesse momento, o ideal é entender sobre cada uma das opções disponíveis e analisar qual delas têm mais relação com a sua marca, público e objetivos.

4. Ofereça diferentes formas de pagamento

A variedade pode ser uma arma poderosa para tornar sua loja virtual mais atrativa. Em vez de ter apenas o básico, como dinheiro, cartão e boleto, que tal investir em diferentes possibilidades?

Os cartões-presentes, por exemplo, são ótimos para aqueles que estão em dúvida do que presentear um amigo. Desse modo, facilita a vida do seu cliente nessas situações e permite que o presenteado escolha exatamente o que quer ganhar. Sem contar que é mais uma pessoa que passa a conhecer a sua loja, podendo se tornar um novo cliente.

Além dos cartões-presentes, há outras opções diferentes de pagamento, como os cupons promocionais, cartões digitais etc.

O importante é pesquisar e descobrir novas oportunidades que ajudem a sua loja virtual a se destacar e a atrair novos clientes e vendas.

5. Cuide da segurança

Um dos pontos principais quando falamos em loja virtual é o quesito segurança. É preciso ter um cuidado extra para que seus clientes se sintam seguros para comprar no seu site.

Lembre-se de que seus clientes vão fornecer informações sigilosas (como o número do cartão de crédito) e dados pessoais, e sempre surgem novas modalidades de golpes, até mesmo envolvendo a emissão de boletos bancários falsos.

Uma das maneiras de proteger sua loja contra possíveis fraudes, é com o Certificado Digital SSL — serviço que garante que os dados de seus clientes sejam armazenados de forma segura e sigilosa.

6. Atente-se aos prazos de entrega

As compras online costumam gerar uma grande ansiedade no cliente. Ao contrário da venda in loco, ele vai precisar esperar para concluir o seu processo.

Isso significa que você deve sempre estar atento para não atrasar no envio e, até mesmo, criar um sistema de avisos que ajudem o consumidor a saber que o seu produto já está a caminho.

Uma boa ideia utilizando o prazo de entrega a seu favor é surpreendendo seu cliente positivamente. Para isso, analise a possibilidade de entregar o item antes do estimado, proporcionando uma satisfação ainda maior com a rapidez do envio.

7. Ofereça uma boa experiência ao usuário

De forma bem resumida, a experiência do usuário consiste nas sensações que uma pessoa sente ao usar um produto ou serviço.

Como estamos falando da sua loja virtual, nesse caso a experiência do usuário está associada ao conjunto de emoções tidas quando ele navega pelo seu site, ou seja, se o cliente encontra facilmente o que está buscando, se as informações são claras, se o design é atrativo etc.

Para isso, listamos abaixo alguns aspectos importantes relacionados à experiência do usuário:

  1. o conteúdo deve ser útil e interessante para o público;

  2. o layout deve ser responsivo para que se adapte a qualquer dispositivo móvel (celular ou tablet);

  3. o carregamento das páginas deve ser rápido;

  4. a identidade visual da empresa deve estar presente por meio das cores e imagens, de maneira coerente e que facilite a leitura e compreensão das informações.

Agora que você já descobriu algumas maneiras para atrair mais clientes para a sua loja virtual, que tal continuar a sua visita aqui no blog e descobrir mais informações para melhorar as suas vendas? Aprenda aqui 6 dicas de como elaborar promoções para crianças no Natal!

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4 dicas indispensáveis para lidar com clientes inadimplentes

Os resultados de uma empresa não estão somente ligados ao volume de vendas. Embora o faturamento seja um indicador muito importante de ser acompanhado e sempre estimulado, é preciso também cuidar do efetivo recebimento dos valores devidos.

De nada adianta ter uma expressiva quantidade de vendas, se a inadimplência também é alta e acaba corroendo o resultado líquido da organização.

Para conseguir manter a boa rentabilidade das operações diárias da empresa, é necessário ter um controle eficiente dos clientes inadimplentes. Neste sentido, algumas atitudes podem e devem ser consideradas.

1. Ter um bom cadastro de clientes

O primeiro passo para conseguir controlar a inadimplência de um negócio é ter um cadastro de clientes bem-feito. Sem saber exatamente quem é o seu cliente e como chegar até ele, a sua empresa acabará tendo que arcar com a inadimplência.

Por isso, se o negócio está passando por problemas dessa natureza, confira como anda a situação do cadastro dos seus compradores. Ele precisa estar o mais completo e atualizado possível. Nesta hora, contar com um sistema de gestão interligado ajuda bastante.

2. Criar políticas de cobrança

Uma vez constatado o problema da inadimplência, é hora de tomar providências. Criar uma política de atuação para lidar com o assunto ativamente faz parte do plano de ações e é algo que merece bastante atenção.

Pode-se avaliar a criação de uma equipe para realizar as cobranças ou, se for o caso, contratar uma empresa que tenha mais expertise no assunto. Adotar um sistema de notificações automáticas também é uma boa ideia para manter os clientes inadimplentes cientes sobre a situação.

Outro ponto importante é definir qual deve ser a linha das negociações para a recuperação do crédito. Descontos para a quitação integral, tempo de parcelamento, inclusão do nome dos devedores em serviços de proteção ao crédito, entre outros.

3. Premiar bons pagadores

A adoção de ações que possam premiar bons pagadores ajuda também na mitigação da inadimplência do negócio.

Pode-se fazer isso por meio de descontos para pagamentos à vista, acumulação de pontos em programas de vantagens ou ainda concedendo créditos para compras futuras, utilizando cartões de marca própria.

Assim, ao mesmo tempo em que se consegue diminuir a inadimplência, pode-se também trabalhar o marketing da empresa.

4. Prevenir a inadimplência

Melhor do que ter que precisar corrigir o percentual de inadimplência de um negócio, é trabalhar para evitá-lo.

Sendo assim, ter atitudes que possam prevenir a inadimplência é um hábito bastante saudável em todas as empresas. Para conseguir fazer isso, o ideal é que sejam adotadas algumas práticas, como diminuir ou eliminar a aceitação de cheques na hora do pagamento e conceder descontos atraentes para pagamentos à vista.

Quanto ao parcelamento de compras no cartão de crédito, deve considerar, além das taxas do cartão, o nível de inadimplência da modalidade.

Refletindo sobre todos estes pontos, vai ficar mais fácil conseguir reduzir os problemas com clientes inadimplentes na sua empresa.

Aproveite o momento para também conferir outro conteúdo que preparamos para te ajudar na sua gestão financeira: 5 melhores práticas para realizar uma conciliação financeira!

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Como ganhar dinheiro com marca própria?

Uma tendência que cresce a cada dia no mercado varejista é a criação de marca própria para os produtos comercializados em diferentes tipos de estabelecimentos.

Trata-se de uma maneira de ganhar mais concorrência por meio do barateamento dos produtos, além de manter a qualidade do que é vendido.

Com isso, grandes redes estão, definitivamente, investindo pesado de olho no aumento da lucratividade e também na participação no mercado consumidor.

Por isso, decidimos elaborar este post para demonstrarmos as vantagens deste investimento. Quer faturar mais? Então venha com a gente!

Quais são as vantagens de oferecer uma marca própria?

A criação de marca própria é uma excelente forma de agregar valor aos seus produtos. Neste aspecto, a primeira dica é conhecer bem o mercado que você pretende entrar, realizando uma minuciosa pesquisa.

Veja se existem estabelecimentos do mesmo ramo nas redondezas, se os preços praticados são justos, os tipos de produtos comercializados e também a qualidade do que é oferecido aos clientes.

Ao conhecer bem o seu público-alvo, estabeleça um vínculo para se sintonizar com as preferências dos consumidores, fator que ajudará no desenvolvimento da sua marca própria no segmento escolhido.

Afinal, é preciso obter informações muito bem apuradas antes de lançar um produto, evitando possíveis avaliações negativas ou até mesmo poucas vendas.

Ao lançar uma marca própria, certamente o seu negócio ganhará mais competitividade, principalmente por conta da diferenciação em relação à concorrência. Dessa maneira, o seu produto poderá ter a cara do seu público, com um posicionamento adequado.

Além disso, o comprometimento com a qualidade é outro ponto positivo, já que os consumidores terão uma maior proximidade com o processo produtivo da marca, fato que está nitidamente ligado com a valorização do que é comercializado.

Podemos citar ainda como aspecto favorável o abastecimento. Isso porque a linha de produção ficará bem mais próxima do mercado consumidor, evitando faltas nas gôndolas dos supermercados ou nas vitrines das lojas.

Como grandes lojas investem em marcas próprias?

Você já fez compras no Carrefour? Ou no Extra? E nas lojas Renner? Walmart? O que estes estabelecimentos têm em comum? Marcas próprias.

Por meio de estudos mercadológicos, as grandes lojas e supermercados conseguem saber quais segmentos têm carências de novas marcas, lançando produtos próprios para desbancar a concorrência.

Com preços mais acessíveis e mesma qualidade em relação às marcas tradicionais, o investimento compensa consideravelmente.

Para isso, os especialistas afirmam que as marcas próprias precisam ser completas, tendo um bom relacionamento com o público, investimentos em divulgação, ações de responsabilidade social e também ambiental, além de inovação no que é oferecido aos clientes.

No Carrefour, por exemplo, além das já consolidadas marcas próprias de higiene pessoal e de alimentação, há 318 itens de presentes, decorações e utensílios de cozinha intitulados “casa&deco”, que integram as gôndolas há mais de 10 anos.

Os preços são, no mínimo, 10% menores em relação aos concorrentes diretos. Fora isso, a diferenciação é encontrada no design e no posicionamento dos produtos.

As lojas Renner também contam com roupas com produção própria, movimentando as vendas em razão da versatilidade. Com design bem próximos das grandes grifes, os produtos se destacam nas vitrines e são bem recebidos pelos consumidores.

Isso porque os preços são mais acessíveis e as opções variadas. Em razão do custo de produção ser menor em comparação às grandes marcas, as redes que investem neste setor do mercado acabam se destacando consideravelmente.

Outro exemplo é o Walmart Brasil. Além dos produtos das principais marcas existentes no mercado brasileiro, o hipermercado conta com linhas exclusivas. Somente em 2015, foram lançados 294 produtos com marca própria.

Tendo a referência mercadológica, os produtos trazem qualidade, boas performances e são sintonizados nas preferências dos clientes, sempre com valores inferiores à concorrência.

O que levar em conta para desenvolver marca própria?

O processo de desenvolvimento de uma marca própria passa por todos os estágios existentes no lançamento de qualquer produto que vise atingir o mercado consumidor.

Assim como fazem as grandes empresas, é preciso realizar uma pesquisa para identificar os principais gargalos existentes em determinado segmento de consumo.

Conhecer as preferências do seu público-alvo tão quanto as necessidades que não estão sendo atendidas também são ações que auxiliam na criação de uma marca própria, independentemente do ramo de atuação.

Quanto mais informações você tiver sobre os potenciais clientes, melhores serão as chances de sucesso. Isso porque as pessoas querem resolver suas demandas, valorizando preços justos e qualidade no que é oferecido.

Busque uma diferenciação no seu produto, como uma fórmula potente caso seja um sabão em pó ou um tecido mais leve se for uma roupa. A definição dos objetivos e metas deve sempre acompanhar o processo produtivo. Por isso, invista na autenticidade.

Outro ponto que não pode ficar de fora é a fidelização dos clientes, ou seja, crie atrativos para manter a rotina de compras e ofereça vantagens, como um cartão presente, de descontos ou pré-pagos para auxiliarem nas vendas.

Nos primeiros anos de entrada no mercado será preponderante o investimento em divulgação assim como em marketing, fazendo com que sua marca própria entre no inconsciente dos consumidores.

A criatividade se faz necessária para que o seu produto se destaque no mercado. Acompanhe as tendências das grandes marcas e inove em sua ideia. Da embalagem à eficácia, passando pelo preço e atenção aos consumidores, esteja sempre perto dos seus clientes.

Outro aspecto que não pode escapar do seu investimento é a criação de uma equipe de alta performance, engajada e preocupada em sempre fazer o melhor. Dessa maneira, certamente os desejos dos consumidores estarão sendo atendidos eficazmente .

Para isso, crie programas de incentivo destinados aos colaboradores e também bonificações para quem atingir metas na linha produtiva, ou seja, mantenha um bom relacionamento não só com os clientes como também com os colaboradores.

Assim, a sua marca própria poderá se diferenciar no mercado, auxiliando no crescimento empresarial e também na lucratividade, influenciando no desenvolvimento de novos produtos em curto, médio e longo prazo.

E aí, gostou do nosso post? Que tal descobrir agora as soluções que temos para que sua marca própria alcance mais clientes no varejo? Cresça conosco!

Quais os benefícios de oferecer recarga de celular no seu PDV?

Desenvolver estratégias inovadoras para valorizar o seu ponto de venda é essencial para aumentar os lucros do negócio. Existem diversas formas de alcançar esse objetivo e uma delas é investindo em um serviço bastante interessante: a recarga de celular.

Acontece que muita gente ainda tem dúvidas sobre como isso funciona e se o retorno realmente vale a pena. Por isso, mostraremos aqui alguns dos principais benefícios de oferecer recarga de celular no seu PDV. Confira!

1. Diversos estabelecimentos podem vender

Em primeiro lugar, é importante destacar que a recarga de celular pode ser vendida em diversos tipos de estabelecimento. Desde mercearias, lojas de conveniência e até salões de cabeleireiros, são muitos os locais nos quais o produto pode ser um sucesso.

E o motivo para isso é simples: não há como prever o momento em que o usuário de celular pré-pago vai precisar de uma recarga.

Isso significa que, logo de cara, você pode se beneficiar oferecendo esse serviço, seja qual for a área de atuação do seu negócio. Basta contar com um sistema simples, como computador ou smartphone, com acesso à internet.

2. Boa rentabilidade

O retorno sobre investimento é bastante significativo na recarga de celular. Não há segredo: você pode investir de acordo com a possibilidade financeira do seu negócio e conquistar um lucro interessante em pouco tempo.

Além do próprio valor financeiro, a venda não exige o aumento no quadro de funcionários para atender exclusivamente os clientes de recarga — o processo é simples e rápido.

3. Aumenta o fluxo de caixa

Outro ponto a ser destacado em relação às vendas é que, a partir do momento em que você passar a ofertar a recarga de celular, poderá ver o fluxo de caixa aumentar. Isso é algo importantíssimo para quem atua no varejo, já que a saúde financeira do negócio depende de um caixa com fluxo constante para bancar o estoque e os gastos em geral

4. Torna o PDV uma referência

Como já dissemos ao longo deste post, é quase impossível prever em que momento uma pessoa vai precisar de uma recarga de celular. Entretanto, sempre que isso ocorrer, o consumidor pensa em suas opções de ponto de venda.

Por isso, disponibilizar a recarga de celular torna seu PDV uma referência para seus clientes, não só pela recarga em si, mas por aumentar a gama de serviços e produtos que você oferece.

5. Aumenta as vendas de outros produtos

Todo cliente que vai a um ponto de venda acaba entrando em contato com outros produtos além daqueles que pretendia comprar a princípio. Estudos relacionados ao marketing mostram que a disposição dos produtos nas lojas influencia diretamente no fluxo de vendas e, em geral, é comum que as pessoas sejam convencidas a comprar também esses itens.

Portanto, a recarga não significa apenas um extra para seu negócio, mas pode atrair clientes que, ao chegarem no PDV, compram também outros produtos.

6. Não exige logística

A recarga de celular é, na prática, um serviço digital. Isso influencia diretamente no modelo do produto que, na prática, não exige logística. Tampouco ele exige atenção a questões como estoque ou prazo de validade.

Como você pode ver, são muitos os benefícios proporcionados por oferecer recarga de celular pode gerar para seu PDV. Faça uma avaliação você mesmo e invista nesse serviço!

Quer saber mais sobre o assunto? Então veja quais são os modelos de cartão pré-pago que podem ser oferecidos no varejo!

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4 dicas de inovação no varejo para geração de novos negócios

Diante de um mercado cada vez mais dinâmico e de consumidores cada vez mais exigentes, uma questão imperativa tem sido cotidianamente enfrentada pelos gestores envolvidos no comércio: como (e de que forma) é mais adequado e viável investir em inovação no varejo?

Se você ainda tem dúvidas acerca da importância de incorporar novas técnicas e metodologias ao seu ponto de venda, não deixe de ler o conteúdo até o final. Neste post, você entenderá a relevância das inovações varejistas e receberá dicas valiosas para torná-las reais e rentáveis no seu negócio. Preparado? Vamos lá!

Por que é importante apostar em inovação no varejo?

O varejo é um segmento altamente competitivo. Ao se voltar completamente ao consumidor final, atendendo-o de modo contínuo e direto, as empresas do segmento precisam estar sempre atentas às alterações que afetam os desejos, as necessidades e as preferências de consumo de seu público-alvo, captando tendências e esforçando-se para torná-las disponíveis em seus produtos e serviços.

Neste âmbito, a inovação desempenha um papel essencial: a agilidade na incorporação de novas técnicas e tecnologias é determinante para endossar o crescimento e a prosperidade das organizações varejistas.

Somente ao agir proativamente, atendendo com consistência aos mutáveis anseios de consumo, é possível criar e fortalecer uma posição de vanguarda. E não se engane: por mais que você acredite na fidelidade do seu cliente, jamais negligencie a missão de satisfazê-lo — e conte com as inovações para mantê-lo leal à sua marca e ao seu produto!

Quais são as possibilidades para inovar no varejo?

Agora que você já está entendeu a importância de perseguir a inovação no contexto da sua loja, chegou a hora de conhecer algumas dicas estratégicas que favorecem a competitividade e a perenidade do negócio:

1. Automatizar processos

A vitalidade do mercado de consumo não tolera a inércia — e empresas que se acomodam geralmente acabam por enfrentar sérios (e, por vezes, até mesmo fatais) problemas administrativos — e requer a agilidade operacional.

Para simplificar, padronizar e conferir alta performance às rotinas do negócio, a automação de processos é essencial à boa gestão. Entre os benefícios dessa manobra tecnológica, despontam a segurança das informações, a eficiência operacional e credibilidade das transações.

2. Investir na experiência do consumidor

O ponto de venda deve encantar o cliente. Para que isso seja possível, porém, o gestor precisa ter a convicção de que zelar pela aparência da loja e oferecer um atendimento de excelência são condições essenciais à positiva recorrência de compra.

Para proporcionar a melhor experiência de consumo e maximizar as chances de fidelização, é interessante que todos os detalhes do ponto de venda atendam às particularidades do público-alvo — do layout das lojas às formas de pagamento disponíveis.

Se os produtos têm apelo aos jovens, por exemplo, convém apostar em uma loja mais descontraída e oferecer atendimento prático e vastamente multicanal — a julgar pela forte vertente tecnológica dessa geração.

3. Oferecer um cartão presente de marca própria

Os cartões presente de marca própria representam uma inovação no comércio varejista e atendem, de modo direto e eficaz, a uma demanda de consumo cada vez mais evidente: a flexibilização das formas de pagamento.

Ao disponibilizar a modalidade, a loja ganha em competitividade e potencializa seus lucros, uma vez que vai ao encontro das preferências do cliente e pode planejar ações promocionais mais específicas e segmentadas.

4. Apostar no big data

O big data é a grande aposta para viabilizar a alavancagem de negócios. Aos varejistas, a realidade não é diferente: os gestores estão cada vez mais engajados no desafio de utilizar a tecnologia de dados para conquistar e manter seus clientes.

Com o recurso de armazenagem de informações, essa inovação no varejo permite identificar tendências de consumo, tabular sazonalidades e conhecer preferências, por exemplo. A partir disso, é possível valer-se dos dados para formular campanhas e aumentar as vendas.

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5 dicas para avaliar um bom serviço de recarga de celular

Embora as companhias telefônicas estejam acompanhando uma diminuição na participação de planos pré-pagos no Brasil, dois terços dos aparelhos brasileiros ainda utilizam o serviço por crédito.

E como o padrão de consumo nesse caso é de pequenas compras frequentes, implementar um serviço de recarga no varejo é uma excelente opção para aumentar o tíquete médio e fidelizar o cliente.

Mas como contratar o melhor parceiro para oferecer essa solução ao público? Neste artigo, vamos te mostrar 5 dicas para avaliar um bom serviço de recarga de celular:

1. Qualidade do serviço

É claro que você precisa começar a sua pesquisa pela qualidade dos serviços oferecido. O pagamento é rápido e eficiente? Outros clientes dessa empresa têm reclamações quanto à estrutura do sistema? Ele está disponível sempre ou sai do ar constantemente?

Essa busca deve ser feita principalmente por referências. Entre em contato com outras empresas que adotaram cada opção e pergunte sobre sua satisfação com o serviço oferecido.

2. Confiabilidade do serviço

Outra questão a ser abordada em sua pesquisa com as referências é a confiabilidade do sistema e da forma como a transação é feita. O pagamento é feito de forma clara? O cliente sempre recebe o que ele espera? Há muitas reclamações?

A sua empresa não será a responsável pelo sistema, mas é responsável pela entrega ao público. Essa é uma situação delicada para se colocar quando não há confiança no parceiro tecnológico. Nunca feche negócio sem antes ter certeza de que a recarga de celular será transparente com você e com as operadoras.

3. Cobranças e taxas

Grande parte da decisão na hora de contratar um serviço de recarga de celular ficará por conta dessa avaliação, portanto pesquise com cuidado.

Pressione as empresas a deixarem claras todas as taxas e cobranças que envolvem o serviço. Eles têm equipamento próprio ou uma solução por software? Você deve pagar uma mensalidade? Qual é a comissão?

Esse tipo de pergunta definirá o poder de negociação que você terá no futuro, caso a parceria seja lucrativa para as duas partes. Ter noção completa de onde está pisando vai te ajudar a não cair em armadilhas.

4. Praticidade para o cliente na recarga de celular

Para tirar o máximo proveito dessa solução no caixa da loja, é preciso se preocupar também com a experiência de compra do cliente. A máquina é fácil de ser usada? O sistema pode ser integrado com o ERP? É possível fazer a transação por celular?

Essas são as questões que definem a qualidade do serviço no ponto de vista prático. Quanto mais fácil for a recarga, mais lucro você terá no PDV e mais armas de marketing a empresa ganha para atrair e fidelizar.

5. Suporte técnico

Por último, claro, a qualidade de um serviço de recarga está muito ligada à capacidade da empresa contratada de prestar suporte rápido e eficiente. Problemas vão sempre acontecer e você deve escolher o serviço que estiver preparado para lidar com eles.

Vocês têm um plano de ação para crises? Como é feita a segurança do sistema? Contam com um suporte remoto e presencial? Esse é o tipo de pergunta que pode extrair dos entrevistados as melhores informações para um comparativo.

Oferecer a recarga de celular no varejo é uma opção incrível para aumentar o tíquete médio e atrair novos consumidores para dentro da loja. Se a ideia te interessou, comece agora a avaliar o melhor serviço para você. É só questão de fazer as perguntas certas e buscar boas referências.

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Dispositivos móveis: quem compra nesta plataforma?

Assim como o acesso às redes sociais e sites, as compras em lojas virtuais via dispositivos móveis vêm crescendo constantemente. E isso deve-se muito ao enorme e progressivo número de aplicativos que facilitam e agilizam as aquisições, bem como as inovações para facilitar a navegação por meio desses aparelhos.

Conforme pesquisa feita pelo site Zoom em conjunto com a Consumoteca, 76% dos brasileiros compram ou pesquisam mercadorias em smartphones e tablets — e a tendência é que essa porcentagem aumente progressivamente.

Neste post, você vai entender mais sobre esse comportamento, também como e o porquê que o varejo deve se adequar a ele. Continue lendo e confira!

Participação do mobile no e-commerce

A maioria das pessoas no Brasil, como vimos, utiliza a internet para pesquisar antes de comprar algo, mas outro parecer relevante é que 15% das aquisições efetuadas em lojas virtuais são feitas a partir de celulares e tablets, segundo dados da plataforma Paypal em parceria com a Ipsos. Dentro desse total, 10% das transações estão atribuídas aos smartphones.

Além disso, 18% das vendas em e-commerce na Black Friday do ano passado ocorreram em aparelhos mobile, conforme números da empresa Criteo.

Crescimento contínuo das transações em dispositivos móveis

Na mesma pesquisa que citamos acima, Paypal e Ipsos apuraram ainda que a participação do mobile nas operações virtuais tem aumento projetado de 46% entre 2013 e 2016 — esse número, por sinal, supera a média global de 42%.

Isso significa que cada vez mais as pessoas têm optado por acessar a internet e executar ações a partir desse tipo de aparelho. Sendo assim, explorar essa fatia do mercado pode ajudar a aumentar a receita progressivamente.

Praticidade dos aparelhos móveis

A Pagtel, em estudo encomendado à Mobi.life, revelou que o fato de os aparelhos móveis serem práticos é a maior causa de estarem abrangendo grande número de vendas no e-commerce — entre as pessoas entrevistadas, 46% deram essa resposta.

Além da praticidade dos aparelhos, os aplicativos também deixam as ações ainda mais fáceis, intuitivas e rápidas. E a acessibilidade a ambos tem sua quota de participação, pois a maioria dos brasileiros possui smartphone — utilizado durante grande parte do dia e conectado à internet por 3G, 4G ou Wi-Fi.

Adequação do varejo à mudança de comportamento

O comércio precisa acompanhar tendências e movimentos de consumo para não perder clientes e ficar atrás da concorrência. Então, no cenário que estamos acompanhando, os negócios precisam ter em mente a praticidade e outros aspectos positivos para a experiência do usuário.

Veja alguns pontos e recursos que precisam de atenção e merecem destaque nesse processo de adequação:

Responsividade

Sites responsivos são aqueles que se adaptam a diferentes plataformas, mantendo boa navegação, carregamento rápido e configurações de visualização e uso normais.

Um site sem essa qualidade pode repelir o visitante — tanto que na pesquisa encomendada pela Pagtel, 32% dos participantes disseram que têm ressalvas quanto a comprar via mobile por conta de muitas lojas virtuais não serem responsivas.

Aplicativos

Melhor ainda do que um site responsivo é um aplicativo especialmente desenvolvido para tablets e smartphones. Com eles, a navegação é perfeita, as funcionalidades da loja funcionam de fato e a compra é mais rápida.

Interação

Preço e produto não resumem a experiência do consumidor. Seja em um site ou em um app, o visitante precisa ter à sua disposição boas fotos — de preferência com a possibilidade de dar zoom —, formas de avaliar e visualizar outras avaliações, ferramentas de compartilhamento nas redes sociais e simulação de frete.

Benefícios das compras por dispositivos móveis

Depois de adaptar-se ao mundo virtual, agora as lojas têm o desafio de acompanhar a tendência do mobile também. Embora sejam necessárias algumas mudanças para alcançar essa fatia de mercado, é muito interessante para as vendas adequar o negócio.

Isso porque as compras realizadas por dispositivos móveis trazem vantagens para a empresa, e algumas delas são:

Alcance do usuário

Que o celular é utilizado como ferramenta para pesquisas de preço e acesso à internet, já debatemos, mas se o usuário não puder realizar suas compras por ali, as chances de ele esperar para quando for possível usar o desktop para isso são menores.

É mais provável que ele saia da loja e procure por outra que ofereça o mesmo produto, mas com a vantagem de poder adquiri-lo utilizando o meio do qual dispõe daquele momento.

Oferecer ao cliente a oportunidade de finalizar uma compra por aparelho móvel faz com que ele adquira o produto ou serviço imediatamente. Afinal, é mais prático, mais rápido e ele não corre o risco de perder o site ou o produto que visualizou.

Além disso, algumas pessoas utilizam apenas o celular para suas ações na internet, e não mais computadores. Sendo assim, sem oferecer a opção de compra por aparelhos móveis, perde-se uma grande parcela de clientes em potencial. Eles vão preferir a concorrência, que disponibilize aquilo que buscam, o que coloca o seu negócio em segundo plano.

Anúncios em redes sociais

Os dispositivos móveis são muito utilizados para acessar as redes sociais. As pessoas observam seus perfis várias vezes por dia e, sendo assim, investir em anúncios para esse tipo de aparelho traz um excelente resultado.

Os anúncios direcionados para a tecnologia mobile, e que encaminham o usuário para uma página de compra rápida, podem ajudar a aproveitar o momento. Muitas compras são realizadas em função da oportunidade, contribuindo para que ofertas, promoções e preços especiais sejam um atrativo para captar o público que vem dos aparelhos móveis.

Também é possível explorar o imediatismo e trabalhar jogadas de marketing que façam com que as oportunidades sejam únicas e imperdíveis, visando o aumento das vendas.

Interação entre marketing e vendas

Facilitar a compra por meio de dispositivos móveis também pode ser uma estratégia de marketing para o seu negócio. Apesar de muitas empresas já oferecerem esse serviço, aquelas que destacam a facilidade da compra pelo celular podem se tornar as preferidas.

O usuário quer praticidade e rapidez, especialmente aqueles que utilizam mais os aparelhos mobile. Então, se for dito para ele que pode fazer compras facilmente em sua loja, utilizando esse tipo de aparelho, ele não perderá tempo procurando em outros lugares.

Aqui cabe uma boa estratégia de marketing para captar esse público e fidelizá-lo, ao mesmo tempo em que se divulga os diferenciais da empresa. É interessante manter o contato com os clientes, e utilizar as já citadas redes sociais para disparar anúncios e vantagens para quem utiliza esse recurso.

Devido aos números e fatos que vimos neste post, é inegável que os dispositivos móveis têm grande e crescente participação nas vendas pela internet.

Por isso, é fundamental que os empreendimentos do varejo, independentemente de já possuírem lojas virtuais, desenvolvam ferramentas para servir a esse público da forma que ele deseja e de maneira que o fidelize.

Sua empresa já está adaptada para captar essa fatia de mercado? Tem acompanhado as mudanças no comportamento do consumidor? Compartilhe com a gente a sua experiência!

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5 melhores práticas para realizar uma conciliação financeira

A gestão saudável de uma empresa, principalmente no setor de varejo, está firmemente amparada no manejo correto dos recursos do negócio. Neste âmbito, as atividades que envolvem movimentação monetária e, entre elas, a conciliação financeira, despontam como tarefas estratégias e absolutamente essenciais.

Se você ainda não está convencido da necessidade determinante de acompanhar, com consistência e efetividade, os processos de conciliação financeira, leia este conteúdo até o final.

Neste post, você entenderá um pouco mais sobre a importância da atividade e saberá de que forma pode realizar a operação na sua empresa, conferindo mais assertividade às decisões do negócio. Confira:

O que é conciliação financeira e qual a sua importância para a empresa?

Na rotina empresarial, a conciliação financeira é uma tarefa rotineira que tem caráter fundamental à manutenção saudável do negócio. A adequada gestão dos recursos monetários é imprescindível para assegurar a perenidade operacional e garantir o desenvolvimento da organização.

Em essência, a conciliação financeira baseia-se na conferência das contas bancárias em contraste à relação de recursos aplicados na operação corporativa.

Trata-se, portanto, de um mecanismo eficiente para que o gestor se certifique das transações efetuadas pela empresa no período analisado, encontrando eventuais inconsistências e checando os saldos disponíveis. A rotina garante que haja conformidade nas contas e permite que novos investimentos sejam feitos de forma coesa e segura.

Diante disso, a importância da conciliação financeira no cotidiano corporativo é inegável! Afinal, somente ao deter total controle das movimentações de recursos monetários, analisando-os e validando-os, é possível executar estratégias que efetivamente contribuam para o crescimento e para o desenvolvimento da empresa.

Qual é a melhor forma de realizar a conciliação financeira?

Agora que você já sabe da importância de realizar a conciliação financeira, obedecendo a uma rotina regular de análise, chegou a hora de entender qual é a melhor forma de conduzir o processo.

1. Conheça todas as contas ativas

Antes de qualquer coisa, certifique-se de conhecer quais são as contas bancárias ativas na sua empresa. É muito provável que, em função das práticas de mercado, haja mais de uma agência envolvida nas rotinas financeiras do negócio — e, em alguns casos, até mesmo várias contas distintas com objetivos específicos.

2. Verifique saldos

Após estabelecer o período de análise mais adequado à sua operação (diária, semanal, mensal etc.), é preciso estabelecer a rotina de conferência de saldos. Contrapor a disponibilidade de recursos na data inicial àqueles identificados na data final é essencial para resgatar o montante investido no espaço de tempo determinado.

Assim, será possível alinhá-los aos registros de pagamentos armazenados pelo financeiro.

3. Fique atento (e utilize sempre) aos relatórios de controle

Para facilitar a tarefa de conferência, conciliando os valores de saída com a documentação de pagamento, abuse dos relatórios de controle. O acompanhamento do fluxo de caixa, por exemplo, é importante para que seja possível visualizar, de forma ampla e crível, o histórico de movimentação monetária.

4. Confira operações e compare-as com extratos bancários

Para realizar a conciliação financeira, portanto, reúna toda a documentação administrativa interna — notas fiscais, comprovantes de pagamento etc. — e compare-as com os extratos bancários (incluindo todas as agências e contas).

Seja criterioso na avaliação e cheque com cuidado cada transação efetuada, garantindo que estejam idênticas no histórico de pagamentos e no débito bancário.

5. Corrija eventuais incoerências

Infelizmente, no ato da conciliação financeira, não é incomum encontrar divergências entre os lançamentos identificados e os documentos comprobatórios reunidos. Diante de um possível erro, é fundamental que a equipe envolvida se apresse a entendê-lo e a corrigi-lo, trabalhando para que o desvio não volte a acontecer.

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Como se prevenir de fraudes e perdas no varejo offline?

A fraude no setor do varejo é configurada por atos enganosos, criminosos, com intuito de lesar a empresa em razão de benefício próprio ou de terceiros. São os roubos de ativos físicos dentro das lojas, os desvios de produtos ou dinheiro ligados a fornecedores e até o roubo de informações.

Infelizmente, as perdas no varejo, por conta de fraudes, estão cada vez mais frequentes no Brasil. Mas já existem meios de minimizar este problema. Por conta disso, no post de hoje, vamos ensinar o que deve ser feito para se prevenir contra fraudes no varejo. Confira:

Conheça as principais fraudes que causam perdas no varejo

As diversas fraudes existentes no setor varejista podem ter conexão com pessoas de fora ou de dentro da empresa.

Veja alguns dos exemplos mais comuns de fraude:

  • autenticações falsas;

  • falsificação de assinaturas;

  • clonagem de cartão;

  • embalagens fechadas com produtos trocados;

  • roubos internos;

  • troca de mercadorias;

  • alterações na transferência ou recebimento de mercadorias;

  • consumo de mercadorias no estoque ou dentro das lojas;

  • registro incorreto de preços de produtos;

  • falta de registro de mercadorias no checkout (utilizando apenas o sistema de consulta de preços);

  • adulteração no inventário periódico.

Conte com em um sistema de gestão confiável

Com todos estes tipos diferentes de fraudes, é preciso focar as estratégias na melhoria do gerenciamento, da organização e do controle de mercadorias. Para isso, utilize sistemas de gestão confiáveis, que possibilitem um controle rígido da entrada e saída de mercadorias, mantendo o estoque organizado e atualizado.

Um bom sistema apontará divergências entre o estoque real e o inventário, tornando muito mais fácil a identificação de furtos, de entradas e saídas incorretas de mercadorias, além de preços em discordância.

Sabendo também que 40% das perdas internas ocorre no momento do checkout, procure investir em ferramentas de gestão que monitorem as operações realizadas nos caixas.

Invista em tecnologia no varejo

A tecnologia tornou-se indispensável na prevenção de fraudes — sobretudo para as grandes empresas, que possuem muitos dados e informações para compilar e analisar. Hoje, o mercado dispõe de soluções estratégicas nesta área, como:

  • cofre inteligente: essa máquina faz a contagem automática de notas, eliminando erros de contagem e desvios de dinheiro das vendas;

  • monitoramento de imagens: trata-se da utilização de câmeras que filmam e gravam imagens dos PDVs. Esse tipo de monitoramento inibe furtos internos, externos e gera mais segurança nos casos de assaltos.

Conte com um banco de dados cadastrais

Os bancos de dados cadastrais, completos e atualizados, auxiliam a prevenir golpes no varejo. Isso porque, na hora de realizar transações, é possível verificar, por meio de ferramentas, os dados pessoais da vítima, como: nome dos pais, endereço, data de nascimento, entre outras informações relevantes.

A consulta e comprovação desses dados dificultam que os fraudadores tenham sucesso em suas ações.

Aposte em soluções de cartões private label

Os cartões private label, além de serem uma forma de fidelização de clientes, também podem ajudar na prevenção de fraudes. Uma vez que sua empresa já terá os dados dos clientes que fizeram o cartão de sua marca, tornando mais difícil ações como clonagem ou uso indevido do cartão de terceiros.

Agora que você já conhece as formas de prevenir perdas no varejo, avalie quais destas soluções já podem ser implementadas em sua empresa para evitar fraudes. Lembre-se de que é fundamental investir em estratégias que visem organizar os estoques, atualizar inventários, cruzar informações e confirmar dados de compra dos clientes.

Você investe na prevenção de fraude? Comente no blog o que utiliza para minimizar as perdas no varejo e torne a experiência de nossos leitores ainda mais rica!

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4 dicas de como criar valor no canal offline

É normal que os empreendedores atuais foquem seus esforços de marketing no canal online, afinal, a internet é atualmente o meio mais usado pelo consumidor para encontrar opções de compra e soluções para os seus problemas.

Essa estratégia não está errada, porém, você não pode se esquecer do canal offline que ainda é um grande meio de aquisição de clientes e merece atenção especial.

Criando valor no canal offline, sua estratégia online também sai ganhando! Não basta um bom marketing online se, ao chegar em seu empreendimento, o cliente se depara com um ambiente nada convidativo.

Por isso, para ajudá-lo a conduzir uma estratégia firme e eficiente no canal offline, separamos 4 dicas de ações que você pode começar a colocar em prática o quanto antes! Veja:

1. Ambiente convidativo: layout e vitrines

Quando um cliente em potencial chega ao seu empreendimento, ele precisa encontrar um ambiente agradável e atraente. O ideal é que o layout do local (não só a estrutura, mas também a disposição dos objetos) seja planejado para proporcionar ao cliente uma experiência única e convidativa.

O layout precisa proporcionar conforto ao cliente, ser arejado e contar com um bom espaço para locomoção de um corredor para o outro. Mas para que essa estratégia funcione, o cliente precisa, primeiro, entrar na sua loja — e as responsáveis por esse primeiro passo são as vitrines.

As vitrines devem exibir os melhores produtos da loja, organizados de forma simétrica e harmoniosa, para convencer o cliente a entrar e conhecer suas propostas.

2. Marketing sensorial: conquistando os clientes por meio dos quatro sentidos

Outra ótima forma de conquistar o seu cliente presencialmente é investir no marketing sensorial. Ele se trata de uma estratégia que consiste em agradar o visitante do seu empreendimento utilizando alguns de seus principais sentidos.

Você pode apostar em essências aromáticas distribuídas pelo ambiente, assim, seus clientes associaram a sua loja a uma experiência olfativa agradável.

Música ambiente, decoração harmoniosa ou pequenos petiscos e aperitivos disponíveis aos clientes enquanto eles avaliam as suas propostas também são válidos na hora de conquistar o seu público.

3. Criando valor no canal offline: brindes e promoções

Quando falamos em canal offline, é impossível deixar de fora as promoções. Elas são extremamente importantes para criar a sensação no seu cliente de que ele está levando vantagem na compra.

Por isso, invista em promoções e torne-as visíveis por toda a sua loja para atrair a atenção dos visitantes. Porém, não se esqueça de que promoções não são apenas descontos nos preços dos produtos ou serviços.

Você pode apostar em promoções do tipo “compre 5 e leve 6” ou em kits que reúnam vários produtos que se relacionam entre si, por um preço menor. Além disso, pacotes, brindes, benefícios: são vários os tipos de promoções nas quais você pode investir.

4. Fidelização de clientes: a chave para o sucesso

Por fim, não poderíamos deixar de falar no relacionamento com o cliente, ou o chamado pós-venda. Você sabia que fidelizar um cliente chega a ser 5 vezes mais barato do que conquistar um novo?

Clientes fiéis retornam e consomem com frequência. Portanto, é importante se preocupar com o relacionamento pós-venda. Uma forma de fidelizar o seu público é oferecer benefícios àqueles clientes mais frequentes.

Utilizando cartões fidelidade, você pode investir em descontos, brindes e até promoções especiais para aqueles que mais frequentam o seu empreendimento.

Uma boa ideia é realizar pré-lançamentos exclusivos para os clientes fiéis, assim você estará dizendo que valoriza esse público e os encantará ainda mais.

Então, o que achou dessas dicas? Está pronto para começar a criar valor offline e incrementar a sua estratégia online? Para receber mais dicas e informações relevantes para o seu negócio, curta as nossas páginas nas redes sociais! Acompanhe nossas novidades pelo Facebook e mantenha-se informado por meio do Linkedin também!