Para quem o cartão recarregável é uma ótima solução?

Desde o ano de 2013, o uso de cartão recarregável no Brasil tem só aumentado. E as transações com a ferramenta já estão consolidadas entre consumidores e empresas do comércio.

Além de esse tipo de cartão fornecer mais uma opção para compras, vendas e transações que envolvam dinheiro em geral, abriu espaço para uma massa de milhões que não são bancarizados e/ou possuem restrição ao crédito.

Quer saber por que a solução tem tantos adeptos e beneficia a pessoas físicas e jurídicas? Confira:

Inclusão da classe C e de negativados

Pessoas com menos recursos e salários baixos apresentam dificuldade em ter cartão de crédito junto ao sistema bancário. Além disso, esse perfil torna-se inadimplente mais facilmente, o que esgota definitivamente as possibilidades de acesso ao crédito.

Com o surgimento e a disseminação dos pré-pagos, passaram a utilizá-los como forma de poderem ter acesso a serviços de assinatura de conteúdo, compra de aplicativos e jogos mobile e até a aquisições no e-commerce. Anteriormente, tudo isso era dificultado.

Expansão às demais classes

A facilitação ao consumo não ficou de exclusividade da classe C. Os mais abastados também viram no cartão de crédito recarregável uma forma segura, prática e ágil de usar o dinheiro.

Basta acessar a página da empresa emissora do cartão e facilmente gerenciar valores e fazer transações online. Tudo é simples como a própria adoção à ferramenta, feita sem sair de casa ou ter de fazer cópias de documentos.

Possibilidade para compradores de mercadorias importadas e nacionais

Uma das grandes vantagens do pré-pago é não pagar juros e ter um limite intransponível. Desse modo, fica mais fácil controlar gastos e economizar. Para pessoas que desejam comprar produtos não disponíveis no Brasil ou mais baratos no exterior, pode ser a única solução. Pois nem sempre se consegue obter um cartão (principalmente internacional), ainda mais com crédito, no banco do qual se é cliente. E o recarregável torna possível fazer essas aquisições.

Algumas vezes, comprar online do território nacional também só é possível na modalidade crédito, tornando esse cartão indispensável.

Viagens com cartão de crédito recarregável

Mesmo que viajantes em geral tenham boas condições financeiras, grande parte deles passou a utilizar o pré-pago nas idas ao exterior.

Isso ocorreu pela segurança financeira percebida por eles na ferramenta. Os cartões podem ser carregados em moeda nacional ou já na estrangeira e usados nas opções crédito à vista ou débito. Na volta ao Brasil, não há fatura com juros, taxas e uma possível conta maior pela possibilidade constante de valorização das moedas estrangeiras.

Aumento de vendas no varejo

Segundo pesquisa encomendada pela administradora Mastercard ao Boston Consulting Group, cerca de R$ 100 bilhões foram movimentados no Brasil em 2014 em transações com pré-pagos. E mais, o número teve aumento de 30% em 2015. Muitas vendas, especialmente na classe C, não teriam ocorrido sem essa possibilidade de pagamento. Aliás, tudo isso ocorreu em meio a uma grave crise econômica. Essa movimentação se deu pela facilitação, citada anteriormente, da aquisição de produtos para todas as classes e também pela segurança monetária obtida nos gastos em viagens.

Ainda há muitos negócios abrindo mão de fatia de negócio por não darem essa possibilidade de pagamento ou não contarem com uma solução personalizada para sua própria empresa — como cartão presente ou pré-pago da organização. E não percebem que tais formas de aquisição ajudam a fidelizar clientes.

Ainda tem dúvida sobre o impacto do cartão de crédito recarregável no varejo brasileiro? Seu comércio proporciona esse tipo de facilitação aos consumidores? Compartilhe a sua opinião com a gente!

Como melhorar as vendas? 7 dicas para começar hoje

Se atualmente há uma expressão presente nas conversas sobre comércio e vendas é “crise econômica”. Ela até justifica a queda no setor, como os – 10,9% em abril de 2016, mas não pode ser motivo para conformismo. Esse é o momento para saber como melhorar as vendas, fazendo com que sua empresa não seja uma das responsáveis por esses números da nossa economia.

Para ajudar a impulsionar suas vendas, preparamos 7 estratégias que farão sua empresa se destacar durante a crise. Acompanhe!

1 – Utilize cartões pré-pagos

Os cartões pré-pagos são tendências que se consolidaram nos últimos anos no Brasil. É uma alternativa boa para o varejista e para o consumidor, especialmente aquele que sofre com a falta de crédito — como o pagamento é feito antecipadamente, o cliente tem controle sobre o que gastará. Para a loja, é interessante porque ela terá mais previsibilidade sobre as receitas e poderá faturar um extra com o saldo excedente ou não gasto pelo público.

2 – Fidelize seus clientes

Como manter um cliente é mais barato do que trazer novos, todo esforço é válido para fidelizar seus consumidores. Os cartões de presente, cartões pré-pagos, programa de pontos, marketing de defensores e melhora no relacionamento com o público são algumas ações que ajudam a tornar seus atuais clientes em admiradores da sua marca. Consumidores fiéis são importantes porque continuam comprando, promovem sua empresa e trazem novos compradores por indicações.

3 – Atue em mais pontos de venda

A crise também é momento de investir. Uma das possibilidades é dar mais capilaridade ao seu negócio e aproximá-lo dos consumidores. No entanto, é importante identificar se a região na qual sua loja será inserida tem potencial de consumo para as suas ofertas. Este é um investimento que destaca sua empresa em relação aos concorrentes, que normalmente cortam seus gastos, porém deve ser muito bem estudado.

4 – Amplie o seu mix de produtos

Adicionar um novo produto ou serviço ao seu mix é uma estratégia que requer mais investimentos e muitos estudos. Entretanto, a ideia de diversificar suas ofertas é interessante para gerar diferenciação e entregar uma experiência mais completa aos clientes. Pense, por exemplo, em um varejista de eletrodomésticos que, além de vender suas ofertas, resolve abrir centros de reparos dos seus próprios produtos.

5 – Revise o seu atual mix de produtos

Se você tem uma visão mais conservadora e ainda tem dúvidas sobre como melhorar as vendas em seu empreendimento, outra opção é reavaliar as suas atuais ofertas. Trata-se de uma revisão sobre os seus custos de comercialização e formatos de entrega. Por exemplo, uma rede de lojas que trabalha com produtos importados pode migrar para fornecedores nacionais, diminuindo gastos de abastecimento. Isso pode se refletir em preços menores para os clientes.

6 – Invista no e-commerce

O comércio eletrônico caminha na direção contrária ao varejo tradicional. Com uma expectativa de crescimento de 8% para 2016, segundo a e-bit, as compras online são uma realidade cada vez mais presente na vida dos consumidores. Para o público é interessante porque o consumo é mais prático e rápido. Para o lojista é a oportunidade de expandir o alcance da sua marca, relacionar-se de perto com seus clientes e melhorar suas vendas.

7 – Aprimore a experiência do cliente

Comece a pensar seus processos e estratégias com foco total nos clientes. Isso vai desde um atendimento mais personalizado e eficiente, passando por um ambiente de loja agradável e favorável à compra, até o suporte pós-compra — mais atencioso e rápido para resolver os problemas do público. Além disso, é importante também fazer pesquisas de satisfação com seus atuais clientes.

Enfim, são formas de mostrar-se mais preocupado com a satisfação dos consumidores, que, por sua vez, sentem que a sua empresa se importa com a opinião deles.

Para sair da crise é preciso inovação, novos investimentos e mudanças no mix de produtos. E você conseguiu perceber o que todas as dicas têm em comum? A intenção de facilitar a vida do cliente, motivá-lo a continuar comprando e entregar uma experiência de compra qualificada. É sempre importante lembrar que os consumidores estão gastando menos, mas nem por isso deixaram de consumir.

Entendeu como melhorar as vendas em sua empresa em meio à crise? Você já aplica ou usou alguma dessas estratégias? Compartilhe suas experiências nos comentários!

 

5 excelentes dicas para superar a crise econômica no varejo!

Já é comum ouvirmos o noticiário anunciar altas na inflação e na taxa de juros do Banco Central, aumento de inadimplentes e do desemprego e a crescente restrição de crédito. Não há como negar que uma grave crise econômica assola o país, dificultando a vida dos empreendedores.

Mas apesar de o cenário não estar propício para as empresas, não é impossível reverter a situação. A primeira dica é não se desesperar diante da recessão e manter o foco, porque o varejo conta com fatores que o ajudam a ter sobrevida e superar a crise. Quer aprender como? Então, acompanhe o nosso post de hoje!

1 – Manter o foco

Para passar pelo período de adversidade econômica, é importante não desviar a sua empresa de seus objetivos e ideais. Foque a força do seu empreendimento naquilo que ele oferece de melhor, mantendo a qualidade dos seus produtos e serviços e o preço competitivo. Não deixe que a crise afaste o seu negócio dos seus objetivos — este é o primeiro passo para vencê-la.

2 – Oferecer qualidade e inovação

Os momentos de crise são também momentos em que o consumidor faz escolhas certeiras. Por isso, o seu varejo precisa oferecer qualidade e, melhor ainda, inovação. Afinal, o que desperta mais o interesse de compra dos clientes do que um serviço inovador?

Durante a recessão econômica, o poder de compra fica diminuído, fazendo com que os consumidores comprem apenas o essencial ou aquilo que desperte muito o interesse. Manter o foco volta a ser importante nessa etapa, para que a sua empresa consiga agregar valor aos seus produtos.

O valor que um cliente enxerga em seus produtos é subjetivo e variável, porque depende do que cada consumidor busca encontrar na sua loja. Mas é inegável que qualidade, durabilidade, exclusividade e preço justo são fatores que agregam valor e aumentam as vendas.

3 – Fazer boa gestão

Em tempo de crise, ter uma gestão eficiente pode ser um propulsor do sucesso para os empreendedores. Procure fazer cortes de gastos: reduza as despesas possíveis, renegocie dívidas, aluguéis e contratos com fornecedores, e valorize as suas boas parcerias comerciais.

Busque eliminar os desperdícios, além de evitar e diminuir despesas. Pequenos cortes, como materiais de escritório, papéis e tintas já podem gerar economias significativas. Ser proativo e criativo nesse ponto é fundamental.

Inevitavelmente, alguns fatores fugirão ao seu controle enquanto gestor — como a concorrência e o volume de vendas —, mas ter conhecimento pode ser o fator determinante para contornar a situação.

4 – Investir em atendimento e marketing

Para vender mais, é interessante transformar o atendimento do seu negócio em um diferencial competitivo. No varejo, o atendimento prestado é completamente decisivo para o futuro dos negócios, especialmente em tempos de crise econômica.

O cliente tem de passar pela sua loja, se interessar, entrar, comprar e acabar voltando. Para isso, pode ser interessante apostar produtos diferenciados que aumentem o seu mix. Além disso, investir em um marketing bem direcionado e atrativo pode fazer toda a diferença e trazer mais clientes para o seu empreendimento.

No entanto, é importante ter cuidado para não exceder as despesas investindo em atendimento e marketing. Busque soluções eficientes, como fazer uma orientação da sua equipe de vendedores e dê preferência a produtos alternativos e com baixo investimento como recarga de celular e cartão presente.

5 – Liderar e planejar

Tempos de incerteza e recessão pedem, mais do que nunca, líderes focados e envolvidos com sua própria equipe e com seu negócio. Decisões difíceis podem surgir, então é importante estar em constante aperfeiçoamento.

Sua equipe pode precisar de motivação a mais nesse período. Para deixá-la mais empenhada, o líder deve assumir o papel de energizar o seu time de vendas e mostrar a importância de se dedicar ao trabalho para conseguir superar a crise por meio da produtividade. Para tanto, é importante ter planejamento e estabelecer metas claras às quais o seu empreendimento deverá ser dirigido.

Agora você conhece as melhores dicas para superar a crise econômica no varejo e lidar melhor com as adversidades da recessão, permitindo que seu negócio continue a crescer. Para ficar sempre por dentro das nossas dicas, assine agora mesmo a nossa newsletter!

5 tendências do mercado no exterior para ficar de olho!

É indispensável dispor de uma visão ampla e pensar estrategicamente para acompanhar as inovações que o mercado — cada vez mais instável e dinâmico — exige. Executivos tomadores de decisão devem ficar antenados em busca de reflexões e insights para multiplicar ideias dentro da organização e assegurar que sua empresa não fique para trás em meio a um cenário tão competitivo.

Que tal saber mais sobre as tendências do mercado no exterior? Confira, neste post, como elas podem influenciar o varejo brasileiro em 2016!

1 – Integração de canais de venda

O fato de os consumidores estarem conectados e expostos a informações 24 horas por dia, faz com que empresas e líderes tenham a necessidade de abandonar ações que separam o online e o offline, para dar lugar ao novo conceito de venda All line, que visa integrar os canais de vendas e evidenciar que marca deve ser única, independentemente do meio.

Trata-se de um processo complexo — por exigir muita capacitação, um forte propósito da marca e um senso de pertencimento entre os envolvidos — e revela a necessidade das empresa buscarem ações e ferramentas capazes de obter informações e, assim, gerar conhecimento assertivo sobre os clientes, produtos, necessidades e desejos.

Um exemplo disso é o Big Data que, cada vez mais difundido, é utilizado para proporcionar um atendimento personalizado e de acordo com o perfil de cada consumidor.

2 – Ampliação da Tecnologia de Smartphones

Em tempos de alta conectividade e velocidade, a tecnologia móvel já é uma realidade, com o aumento do números de aparelhos smartphones. A grande sacada é desenvolver estratégias de marketing, pensando nesse tipo de dispositivo e focando na experiência do usuário ao criar uma aproximação e ampliar a interação do consumidor com a marca.

Entre os recursos tecnológicos, estão as ações que integram o cartão de crédito ou da conta do telefone para efetuar pagamento por meio do aparelho móvel.

3 – Geração do Streaming

A geração do streaming cresce velozmente e é composta, em sua maioria, por adolescentes, segundo pesquisa do ConsumerLab. São consumidores vorazes e que estão dentro de plataformas, como o YouTube, Netflix e de jogos online.

Desse modo, fica clara a importância de oferecer a alternativa do uso de cartão pré-pago para facilitar o acesso a tais conteúdos para um público que talvez não poderia comprar sem o uso de cartão de crédito ou débito.

4 – Experiência de Consumo

Como os clientes estão mais exigentes — com acesso facilitado ao leque extenso de opções para consumo — é um ponto vital a forma como estes interagem com a empresa. Alguns fatores como a qualidade de performance dentro do site, pagamentos eletrônicos com segurança ou a qualidade no atendimento são capazes de influenciá-los de positiva ou negativamente.

Nesse sentido, a Experiência de Consumo é uma preocupação que a empresa deve ter para direcionar suas estratégias de maneira efetiva e com foco no consumidor. Desse modo, resoluções, inovações e autenticidade contribuirão para o engajamento dele com a marca, produtos e serviços.

5 – Economia de Compartilhamento

Na Economia de Compartilhamento e colaborativa, investir em parcerias estratégicas — entre indústria e varejo, empresas de meios de pagamentos e prestadoras de serviços, por exemplo — é um fator fundamental para as empresas alcançarem níveis superiores de performance e garantir sua sobrevivência no mercado.

Essa atitude leva à redução de prazos de desenvolvimento de produtos e soluções, ou seja, reduz o tempo entre análise de um produto e a sua disponibilização para a venda.

Em meio ao cenário econômico atual brasileiro, reciclar os processos e aplicação da tecnologia, capacitação de equipe e eficiência de todo sistema de valores alinhando às mudanças e evoluções da sociedade e do comércio, certamente garantirá a construção de bases consistentes e sustentáveis para superar metas e desafios próximos — só assim será possível posicionar sua empresa à frente no mercado.

Já conhecia essas tendências do mercado no exterior? Deseja receber mais notícias sobre o mercado varejista? Assine nossa Newsletter e não deixe escapar nenhuma novidade!

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Como aproveitar a crise econômica para vender mais?

A crise econômica impõe inúmeros desafios ao varejo: juros altos, crédito mais restrito, diminuição do poder de compra das famílias e consequente retração no consumo, aumento da inflação, índices crescentes de desemprego e achatamento da renda.

Este cenário é a senha para que muitos empreendedores se sintam desanimados e digam coisas do tipo: “não tem jeito, as vendas estão caindo e não há nada que eu possa fazer; só me resta aguentar e esperar a onda passar”.

Nada disso! Você já deve ter ouvido por aí que a crise de uns é a oportunidade de outros, e isso é a mais pura verdade, desde que o empresário saiba exatamente o que fazer. Em situações como esta que o Brasil atravessa, a primeira providência é abrir mão de posturas conformistas ou derrotistas, pois elas nublam a capacidade de ação e julgamento.

Crise é superação

Ao invés de lamentar-se, é preciso buscar informação e conhecimento qualificado sobre o mercado, investindo especificamente no seu segmento de atuação, a fim de entender como a crise muda o comportamento dos clientes e de que forma a empresa pode adaptar-se para atender a essa mudança e gerar mais vendas.

Analise o contexto em que o seu negócio está inserido e faça uma lista dos riscos prioritários que devem ser enfrentados, em virtude da conjuntura atual. A ideia é estabelecer um plano de ação com etapas claras e realistas, revendo totalmente o planejamento estratégico.

Capacidade de foco

Para sobreviver às adversidades do mercado o empresário deve estar focado naquilo que é essencial: quais são as maiores qualidades e os diferenciais dos produtos e serviços que você oferece? Em que áreas você pode realmente se destacar e relação à concorrência? Como os processos de vendas podem ser aprimorados?

E ainda: Que fatores podem ajudá-lo a aumentar as conversões? Mais agilidade na entrega? Melhorias na percepção sobre o atendimento ao cliente? Diversificação de produtos e serviços? Revisão da política de preços? Investimento em técnicas de pós-venda?

Ao responder honestamente a estes questionamentos você estará, na verdade, reavaliando o planejamento estratégico e concentrando energias na adaptação da empresa ao momento atual, o que o deixará apto não apenas a “enfrentar a crise”, e sim a superá-la, até mesmo com possibilidade de crescimento. Exatamente! Crescer na crise é possível e viável, mesmo em meio às dificuldades.

Confira as estratégias utilizadas por alguns setores para virar a mesa:

O que aprender com quem consegue aumentar as vendas na crise

Acessórios esportivos

O segredo é não ficar dependente deste ou daquele perfil de cliente. Empresas especializadas em itens esportivos costumam atender ao maior número possível de pessoas, pulverizando as vendas. Além disso, elas trabalham com estoques enxutos, já que muitos produtos estão ligados a tendências de moda e comportamento, podendo perder a atratividade rapidamente.

Franquias

O setor de franchising é um dos que mais cresceram no Brasil durante o ano passado, na contramão do restante do mercado. Especialistas garantem que atuar em rede é uma vantagem, sobretudo em segmentos, como esporte, saúde, lazer e beleza. Outro fator que coloca as franquias em destaque é a facilidade de adquirir um ponto comercial.

Tecnologia

Empresas que comercializam ferramentas de gestão e conteúdo digital podem ensinar muito sobre como vencer obstáculos, fazendo o contrário do que se espera: em vez de demitir pessoas e diminuir a capacidade de atendimento, muitas delas mantêm suas equipes e diversificam a cartela de produtos, melhorando o portfólio e atraindo novos clientes, recorrendo ao marketing para comunicar bem este posicionamento ao mercado.

Lembre-se: se você se torna mais forte enquanto a concorrência encolhe e fica mais limitada, a tendência é que a sua empresa sobressaia. Além disso, quando a conjuntura econômica melhorar, você estará preparado para sair na frente e recuperar o desempenho.

Os setores que menos sofrem com as flutuações econômicas do país

Certos setores parecem simplesmente imunes à palavra “crise”. Enquanto empreendedores sofrem para manter-se de pé, outros surfam tranquilamente, expandindo as vendas e aumentando o faturamento. Confira alguns dos segmentos que são verdadeiros oásis em meio ao caos:

Cosméticos

Historicamente, esta é uma área que resiste bem aos momentos de recessão, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos e em mercados europeus.

Cuidados com a saúde

Enfermeiros e cuidadores de idosos e portadores de necessidades especiais estão em alta, pois o envelhecimento da população é uma realidade cada vez mais presente no Brasil. Para esses profissionais, a procura é constante. Vale a pena pesquisar todo o segmento que diz respeito à melhora das condições de vida para encontrar nichos promissores.

Comida saudável

Produtos orgânicos e outros que se encaixem no perfil “saudável” têm tido cada vez mais procura no Brasil. Uma boa alternativa pode ser adotar uma ou mais linhas desses produtos, expandindo aos poucos a oferta, mediante o aumento da demanda.

Bebidas

Praticamente nada parece abalar este segmento, pois ele está associado a um hábito, o que independe de circunstâncias sazonais. Se o empresário souber oferecer produtos mais acessíveis, certamente terá retorno de vendas. Vale lembrar que a alta do dólar tem deixado o consumidor atento a outras possibilidades, com aumento expressivo na procura por itens nacionais. Basta pesquisar e entender as necessidades dos clientes.

Dicas práticas para aumentar a performance do varejo em meio à crise econômica

Agora que você já tem uma perspectiva ampliada sobre algumas das oportunidades que a crise representa, vamos conhecer algumas medidas práticas que podem ser adotadas para ampliar as vendas e o faturamento.

Capriche na gestão comercial

Mantenha sua agenda de contatos atualizada, pois isso significa ampliar o potencial de vendas do negócio. Revise sua carteira, agende mais visitas e faça mais prospecções, pois “ser visto” é o caminho. Não deixe que apenas os clientes o encontrem, vá até onde eles estão!

Invista em conhecimento

Sem informação não há mágica que faça um empresário prosperar. Pesquise o mercado, entenda as reais necessidades do brasileiro que enfrenta a crise no dia a dia e ofereça soluções customizadas. Adapte-se ao momento, adquira novas competências, treine sua equipe e procure colocar-se no lugar do cliente: do que ele realmente precisa nesses tempos difíceis? Conhecimento é poder!

Comunique-se excepcionalmente bem

Use as redes sociais com Inteligência e bom senso, alimente seu site com conteúdo útil e qualificado, comunique as novidades que você vier a oferecer e faça com que todos saibam que sua empresa tem um diferencial: seja no atendimento, no produto, no pós-venda ou em outro quesito. E o mais importante: faça isso com regularidade, não viva de espasmos!

Venda mais para a carteira atual de clientes

Um ótimo jeito de melhorar o faturamento é investir no atendimento aos clientes que você já possui. Faça ofertas estimulantes e exclusivas, que possam realmente encantar as pessoas. A ideia é impactar o volume de transações feitas, o que vai incidir diretamente na sua média mensal de vendas!

Faça do cartão pré-pago um trunfo

Os cartões pré-pagos apresentam inúmeras vantagens aos lojistas, a começar pela praticidade e diversidade: podem ser usados em livrarias, drogarias, supermercados, lojas de departamento, jogos e eletroeletrônicos, dentre vários outros segmentos; e nem é preciso investir em estoque, pois o valor é ativado no momento da compra.

O cartão pré-pago também é um meio eficiente de agregar valor ao negócio, pois, com ele, muitas pessoas desbancarizadas passam a ter acesso a uma poderosa ferramenta de consumo. Além disso, muitas vezes, os clientes acabam gastando mais que o valor estabelecido, o que ajuda a ampliar o faturamento.

Avalie os esforços aplicados

Sem medição de resultados não há como avaliar a eficácia das mudanças que você vier a implantar. Faça um controle minucioso do efeito de cada medida, a fim de saber se foi proveitoso ou se é melhor empregar recursos em outra área. As vendas aumentaram? Houve mais conversões de clientes? Eles responderam bem à campanha de marketing? Só assim você será capaz de entender o que é um investimento e o que foi apenas um gasto dispensável.

E então, gostou do texto sobre como aumentar as vendas do varejo em meio à crise econômica? Então, aprenda também a identificar gargalos de produção e melhorar ainda mais seus resultados!

Conheça os 6 erros mais comuns na gestão do varejo que você não pode cometer!

O momento econômico atual pede que cada vez mais empreendedores estejam atentos para o mercado e para os seus concorrentes. No entanto, durante uma crise, você não deve olhar apenas para fora: é imprescindível conhecer os pontos de ineficiência na gestão do varejo que você administra. Eles, com certeza, estão impedindo que seus negócios tenham melhores resultados!

Para ajudá-lo a identificar onde pode estar errando nas suas lojas, vamos apresentar neste post as falhas mais comuns que costumam ocorrer na gestão do varejo. E, não se preocupe, é muito provável que seus concorrentes estejam errando também. Confira!

Os 6 erros mais comuns na gestão do varejo

Quando olhamos para os erros mais comuns no varejo, percebemos que muitos deles estão em operações de suporte às vendas, ou seja, gestão de pessoas, financeiro e marketing, entre outras. Sabemos que vender é sua principal preocupação neste momento, mas vale a pena olhar para as questões sobre as quais vamos falar a seguir:

1 – Não pensar no seu consumidor

Uma falha comum e bastante grave na gestão do varejo é não olhar com atenção para seu público-alvo. Se você não faz análises e pesquisas constantes sobre o que seu cliente busca e o que o torna satisfeito, pode estar perdendo bons negócios — tanto para a busca de novos consumidores quanto para a fidelização dos atuais.

2 – Não personalizar as estratégias de venda

Uma vez que conhece seu público consumidor, você precisa entender que ele não é formado por um perfil único. Existem diferenças etárias, regionais e de gênero que devem ser consideradas tanto na divulgação quanto no atendimento. Este fator é particularmente importante se você possui mais de uma loja, localizadas em diferentes bairros ou cidades. É possível que seja necessária adaptação até mesmo no portfólio de produtos oferecidos em cada ponto de venda.

3 – Não balancear estoque e capital de giro

Muitos empreendedores, assustados com a inflação, estão abarrotando seus estoques com produtos, para conseguir manter o preço final para o consumidor por mais tempo. Tome cuidado! Apesar de conseguir se diferenciar da concorrência por conta do preço, você pode estar perdendo importante capital de giro para novos investimentos. Outro ponto que deve ser considerado é que os produtos podem acabar se deteriorando se ficarem parados muito tempo.

4 – Apostar sempre nos mesmos produtos

Por mais que a sua empresa tenha um portfólio de produtos que garante bom volume de vendas, é preciso estar atento a oportunidades — o ideal é que você inclua novos itens antes que seus clientes busquem por eles. Além disso, sempre existe a possibilidade de apostar em serviços que contribuam para aumentar o ticket médio, como um vale presente, por exemplo.

5 – Não envolver seus colaboradores

De nada adianta ter uma excelente estratégia se os colaboradores do seu negócio não estão engajados com ela. Seu papel como empreendedor e como líder é manter este envolvimento, seja de forma direta ou por meio dos gerentes da loja. Tenha sempre em mente que os seus funcionários são, normalmente, o principal ponto de contato de seus clientes com a sua marca.

6 – Não manter um histórico de suas operações

É normal que, em momentos de maior prosperidade, não haja necessidade (ou tempo) de olhar para as informações que seu negócio fornece. Dados como ticket médio, recorrência de compra, custo por novo cliente e rentabilidade de produtos são muito valiosos para sua estratégia e é um grande erro você não analisá-los agora. Use as informações que suas lojas fornecem para tomar decisões mais assertivas e para conseguir estar à frente de seus concorrentes.

Como você pode identificar seus erros?

Mesmo conhecendo quais são os principais erros que os gestores de varejo costumam cometer, é provável que você não consiga identificar perfeitamente todos os que acontecem em sua empresa. Não se preocupe, isso é normal. Afinal de contas, o olhar de quem está totalmente envolvido na operação pode muitas vezes se tornar “viciado”.

Mas se você quer mesmo encontrar as ineficiências do seu negócio, não deixe de buscar recursos externos. Você pode procurar um Coach para melhorar suas habilidades e competências como gestor, contar com o auxílio de consultorias especializadas para as áreas que mais demandam melhorias ou, até mesmo, contratar sistemas de gestão para garantir agilidade e eficiência para suas lojas. Apenas não fique alheio ao que pode ser melhorado, pois investir em mudança trará ótimos resultados!

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5 alternativas de inovação no varejo

Um dos assuntos que, desde 2015, mais preenchem os noticiários na mídia é a crise econômica no Brasil. Os números realmente são desanimadores, como a taxa de desemprego batendo 9%, retração do PIB de 3,8%, inflação passando dos 10% e uma queda acumulada de 7,6% no consumo das famílias, segundos dados levantados pelo portal Exame e pelo Serasa Experian. O comércio é um dos setores que mais sentem e a inovação no varejo pode ser uma das saídas para gerar bons resultados em meio a esse difícil momento.

No artigo de hoje, você conhecerá 5 alternativas estratégicas para o seu negócio se destacar mesmo em tempos de crise. Acompanhe!

1 – Investimento em mobile

Não é nenhuma novidade que as pessoas estão tendo mais acesso às tecnologias móveis e as consumindo com maior frequência em seus dispositivos móveis. Só para ter uma ideia, o consumo em lojas virtuais por smartphones e tablets chegou a 15% do total de toda a participação financeira, segundo o relatório Webshoppers.

Diante desse cenário, é preciso olhar para os dispositivos móveis como uma alternativa interessante para atrair mais consumidores. Ações como ter um site responsivo ou desenvolver aplicativos para interagir com esses usuários são opções para extrair mais resultados no mobile.

2 – Melhorar a experiência de consumo

Você já parou para pensar se o seu cliente está satisfeito com tudo que ele vivenciou e experimentou até comprar algum produto em sua loja? E quais fatores poderiam aprimorar ainda mais a experiência de consumo do seu público?

Pensar nessas questões é importante para entregar uma experiência que encante os seus clientes. Eles precisam superar suas expectativas, encontrar motivos que os façam voltar a comprar e indicar suas lojas para amigos e pessoas próximas. O momento é de reter compradores e nada melhor do que fazê-los felizes a cada vez que forem em seu estabelecimento.

3 – Estratégias de SAC 2.0

Com o crescimento do número de usuários das redes sociais, o telefone hoje não é mais o único meio onde as empresas podem oferecer suporte e atender seus clientes. Facebook, Twitter, Instagram, WhatsApp, Viber, e-mail, todos são alternativas para se comunicar diretamente com seu público e resolver problemas pontuais. Para muitos consumidores, esses novos canais podem ser até mais cômodos e práticos para entrar em contato com as lojas.

Uma boa estratégia de SAC 2.0 envolve um atendimento rápido (o Facebook sinaliza com um selo as páginas que respondem rapidamente as mensagens enviadas pelos usuários), abertura para solucionar problemas por fotos e vídeos, ouvir o seu público e investir no relacionamento para gerar engajamento e fidelização dos clientes.

4 – Marketing de defensores

Também conhecido como Advocate Marketing, esse tipo de marketing usa os clientes mais satisfeitos e engajados com a marca para servirem como referências aos potenciais compradores e que precisam de um estímulo mais concreto para comprar em uma das suas lojas.

Marketing boca a boca, recomendações e indicações costumam funcionar bem mesmo durante as crises, pois tão importante quanto preço baixo (que é o que a maioria das lojas fazem) é conquistar o consumidor pela confiança, ou seja, pela opinião de alguém satisfeito com seus produtos — usando de provas sociais para estimular o consumo.

5 – Uso de cartões pré-pagos

Os cartões pré-pagos são ótimas alternativas do ponto de vista do controle financeiro, tanto para o cliente quanto para o varejista. O consumidor sabe quanto tem para gastar e evita surpresas indesejáveis na chegada da fatura. Além do mais, passa a ter uma experiência de compra mais personalizada e pode usufruir de descontos.

O varejista passa a ter controle sobre o saldo a ser utilizado e pode ganhar com o valor que não for gasto. Ele ainda pode aproveitar esse cartão como ferramenta em uma estratégia de fidelização e em ações promocionais.

A busca pela inovação no varejo deveria ser constante, independentemente do momento econômico de um país. Contudo, alternativas inovadoras costumam se sobressair durante a crise.

E você, conhece outras ideias que poderiam entrar nessa lista? Compartilhe suas dicas com a gente!

4 dicas para tornar o PDV irresistível!

Para o seu cliente, será que é a primeira impressão é a que fica ou, para ele, o “livro” não é julgado pela capa? Pode ter certeza de que ele se comporta de acordo com a primeira opção. Isso porque, hoje, o consumidor está cada vez mais exigente e espera que as empresas ofereçam a melhor experiência de compra para ele. Além da satisfação promovida pelo serviço ou produto, portanto, ele deve se sentir bem no seu ponto de venda.

O PDV é o primeiro contato que o cliente vai ter com a sua empresa. Na verdade, essa pode ser considerada a sua primeira abordagem de venda, afinal, caso ele não ache o ambiente aconchegante ou atrativo, certamente irá diretamente para a concorrência. Por isso, você deve investir em estratégias para torná-lo realmente atrativo.

Nesse post, vamos passar uma lista com 4 dicas para que você consiga sucesso neste aspecto! Confira!

1 – Padronize o design

Em primeiro lugar, na hora de arquitetar o design do seu PDV, você tem que pensar nos aspectos materiais do seu negócio. Quais são os produtos vendidos no seu PDV? Como é o logotipo do seu negócio? É preciso que tudo isso se comunique com um visual atrativo e coerente, afinal, o ideal é quando os clientes conseguem associar rapidamente as cores, a tipografia, entre outros fatores, à sua marca. Essa é uma etapa fundamental para o branding da sua empresa, ou seja, a consolidação da marca no mercado.

2 – Observe os aspectos subjetivos

Existem, também, os aspectos mais subjetivos. Por exemplo, analise e pense qual é o perfil do consumidor na hora de elaborar a arquitetura da sua loja e qual é a experiência que você quer transmitir. Esse ponto deve ser avaliado tanto do ponto de vista da arquitetura do local – um estabelecimento com um público idoso deve evitar escadas, por exemplo –, quanto do ponto de vista da decoração – a loja será mais discreta ou extravagante?

3 – Cuidado com a composição de vitrines

Se o design e a arquitetura são importantes por conta de aspectos de branding, a composição de vitrines, por outro lado, é o cartão de visitas da sua loja. A exposição correta de produtos e promoções podem ser juntas um grande chamariz. Se você não tem talento para esse tipo de exposição, não deixe de contratar algum vitrinista, ou procure entre os profissionais que já atuam na sua loja alguém com sensibilidade para a tarefa.

4 – Atenção aos Hot Points

Existem pontos na sua loja que podem induzir o cliente à compra e, portanto, é preciso que você fique muito atento a eles. Basicamente, os principais pontos são a entrada e o caixa. Exponha os produtos mais requisitados bem na entrada, para que os clientes sejam surpreendidos já no início. No caixa, por outro lado, é importante deixar alguns dos produtos mais baratos, afinal, o cliente certamente já escolheu o que pretendia, mas pode ter interesse em algum acessório, lembrancinha, entre outros itens.

Gostou das nossas dicas? Que outros aspectos você considera importante na composição do ponto de venda? Deixe o seu comentário!

Como manter o varejo aquecido em tempos de crise?

Quando a economia de um país não vai bem, o consumidor tem menor poder de compra e, com isso, quem sofre é o comércio. O varejo, que fechou 2015 com queda real de 3,9 nas vendas, precisa encontrar formas de repensar suas estratégias de negócios, comunicação e vendas para minimizar os impactos negativos. Entre receitas antigas e inovadoras, existem soluções interessantes para as empresas se destacarem em tempos de crise.

Fizemos a nossa parte e separamos 6 ideias. Confira!

Fortaleça a relação com seus atuais clientes

Um dos maiores erros durante uma recessão é perder os clientes mais fiéis. O ideal é investir naqueles que estão com a empresa mesmo nos momentos mais difíceis, pois são esses consumidores que enxergam mais valor no empreendimento. Portanto, é válida a criação de programas de fidelidade, promoções exclusivas, personalizar o atendimento, interagir mais com eles nas redes sociais e mandar felicitações ou presentes em datas comemorativas.

São ações que variam seus custos relativamente baixos e reforçam o vínculo com os consumidores, mantendo-os próximos e com mais chances de continuar comprando.

Aumente sua prospecção

Além de cuidar de quem é fiel à sua marca, os gestores devem estudar o mercado para identificar os consumidores mais voláteis. Nesse grupo, excluem-se, também, os clientes leais aos concorrentes, mais difíceis de mudarem. O foco deve ser a parcela do público que enxerga poucas diferenças entre as marcas.

Qual a solução para isso? Fazer pesquisa de mercado, conhecer as reais necessidades desse grupo de consumidores e investir no mix de marketing para propor mais valor.

Use cupons promocionais

Os cupons funcionam bem para atingir o público que coloca o preço como fator principal em uma compra, além de ser uma alternativa na fidelização de clientes. Eles podem ser distribuídos em ações promocionais na loja, no site, nas redes sociais ou, no caso de leads e atuais clientes, por e-mail e SMS.

Qualquer tipo de redução de preço é bem-visto pelo consumidor, principalmente com a inflação alta, e faz a marca sempre ser lembrada pelo público que busca por soluções mais viáveis financeiramente.

Otimize os investimentos em comunicação

Comunicação e marketing são duas áreas que costumam ser afetadas com reduções no orçamento global de uma empresa em tempos de crise. Nesse caso, o melhor é alocar os recursos em opções mais baratas, mas que geram um grande retorno. É o caso, por exemplo, do marketing digital e suas ferramentas: como o Inbound marketing, e-mail marketing, social media e compra de tráfego.

Além de serem mais baratos para anunciar e se comunicar que os meios tradicionais, são excelentes fontes de receita e possuem uma capacidade de mensuração que dá ao gestor total controle sobre suas campanhas digitais.

Foque em nichos pouco explorados

Isso pode ser feito de duas formas: acrescentando produtos e serviços para atingir um público-alvo mais específico ou aumentando o número de pontos de venda para conquistar território.

Em relação a primeira opção, analise quais podem ser essas novas ofertas e o quanto elas se alinham com as atuais, bem como as possibilidades do seu target presente não se sentir desprestigiado pela empresa.

A segunda situação é tão arriscada quanto a primeira, mas pode ser uma experiência compensadora se os mercados dos novos pontos de venda forem promissores e não terem a presença de um concorrente forte na região.

Adote novas formas de comercialização

Um gestor pode inovar nas formas de venda dos seus produtos e serviços. Um modelo cada vez mais adotado é o uso de soluções pré-pagas, como cartões presente e cartões digitais (virtuais) da própria marca. São alternativas eficientes para facilitar o processo de compra, fidelizar os clientes (o cartão só pode ser usado nas próprias lojas da rede) e gerar receitas com o saldo não gasto pelos consumidores.

Em tempos de crise, o melhor que o varejo pode fazer é não deixar de investir em soluções que mantenham os atuais e tragam novos clientes. Relacionamento, prospecção, promoções, comunicação e estratégias inovadoras fazem parte desse pacote para não deixar que a recessão afete ainda mais o comércio.

E você, o que tem feito para que as vendas em sua rede de lojas continuem aquecidas? Participe nos comentários e compartilhe suas ideias!