Como ganhar dinheiro com marca própria?

Uma tendência que cresce a cada dia no mercado varejista é a criação de marca própria para os produtos comercializados em diferentes tipos de estabelecimentos.

Trata-se de uma maneira de ganhar mais concorrência por meio do barateamento dos produtos, além de manter a qualidade do que é vendido.

Com isso, grandes redes estão, definitivamente, investindo pesado de olho no aumento da lucratividade e também na participação no mercado consumidor.

Por isso, decidimos elaborar este post para demonstrarmos as vantagens deste investimento. Quer faturar mais? Então venha com a gente!

Quais são as vantagens de oferecer uma marca própria?

A criação de marca própria é uma excelente forma de agregar valor aos seus produtos. Neste aspecto, a primeira dica é conhecer bem o mercado que você pretende entrar, realizando uma minuciosa pesquisa.

Veja se existem estabelecimentos do mesmo ramo nas redondezas, se os preços praticados são justos, os tipos de produtos comercializados e também a qualidade do que é oferecido aos clientes.

Ao conhecer bem o seu público-alvo, estabeleça um vínculo para se sintonizar com as preferências dos consumidores, fator que ajudará no desenvolvimento da sua marca própria no segmento escolhido.

Afinal, é preciso obter informações muito bem apuradas antes de lançar um produto, evitando possíveis avaliações negativas ou até mesmo poucas vendas.

Ao lançar uma marca própria, certamente o seu negócio ganhará mais competitividade, principalmente por conta da diferenciação em relação à concorrência. Dessa maneira, o seu produto poderá ter a cara do seu público, com um posicionamento adequado.

Além disso, o comprometimento com a qualidade é outro ponto positivo, já que os consumidores terão uma maior proximidade com o processo produtivo da marca, fato que está nitidamente ligado com a valorização do que é comercializado.

Podemos citar ainda como aspecto favorável o abastecimento. Isso porque a linha de produção ficará bem mais próxima do mercado consumidor, evitando faltas nas gôndolas dos supermercados ou nas vitrines das lojas.

Como grandes lojas investem em marcas próprias?

Você já fez compras no Carrefour? Ou no Extra? E nas lojas Renner? Walmart? O que estes estabelecimentos têm em comum? Marcas próprias.

Por meio de estudos mercadológicos, as grandes lojas e supermercados conseguem saber quais segmentos têm carências de novas marcas, lançando produtos próprios para desbancar a concorrência.

Com preços mais acessíveis e mesma qualidade em relação às marcas tradicionais, o investimento compensa consideravelmente.

Para isso, os especialistas afirmam que as marcas próprias precisam ser completas, tendo um bom relacionamento com o público, investimentos em divulgação, ações de responsabilidade social e também ambiental, além de inovação no que é oferecido aos clientes.

No Carrefour, por exemplo, além das já consolidadas marcas próprias de higiene pessoal e de alimentação, há 318 itens de presentes, decorações e utensílios de cozinha intitulados “casa&deco”, que integram as gôndolas há mais de 10 anos.

Os preços são, no mínimo, 10% menores em relação aos concorrentes diretos. Fora isso, a diferenciação é encontrada no design e no posicionamento dos produtos.

As lojas Renner também contam com roupas com produção própria, movimentando as vendas em razão da versatilidade. Com design bem próximos das grandes grifes, os produtos se destacam nas vitrines e são bem recebidos pelos consumidores.

Isso porque os preços são mais acessíveis e as opções variadas. Em razão do custo de produção ser menor em comparação às grandes marcas, as redes que investem neste setor do mercado acabam se destacando consideravelmente.

Outro exemplo é o Walmart Brasil. Além dos produtos das principais marcas existentes no mercado brasileiro, o hipermercado conta com linhas exclusivas. Somente em 2015, foram lançados 294 produtos com marca própria.

Tendo a referência mercadológica, os produtos trazem qualidade, boas performances e são sintonizados nas preferências dos clientes, sempre com valores inferiores à concorrência.

O que levar em conta para desenvolver marca própria?

O processo de desenvolvimento de uma marca própria passa por todos os estágios existentes no lançamento de qualquer produto que vise atingir o mercado consumidor.

Assim como fazem as grandes empresas, é preciso realizar uma pesquisa para identificar os principais gargalos existentes em determinado segmento de consumo.

Conhecer as preferências do seu público-alvo tão quanto as necessidades que não estão sendo atendidas também são ações que auxiliam na criação de uma marca própria, independentemente do ramo de atuação.

Quanto mais informações você tiver sobre os potenciais clientes, melhores serão as chances de sucesso. Isso porque as pessoas querem resolver suas demandas, valorizando preços justos e qualidade no que é oferecido.

Busque uma diferenciação no seu produto, como uma fórmula potente caso seja um sabão em pó ou um tecido mais leve se for uma roupa. A definição dos objetivos e metas deve sempre acompanhar o processo produtivo. Por isso, invista na autenticidade.

Outro ponto que não pode ficar de fora é a fidelização dos clientes, ou seja, crie atrativos para manter a rotina de compras e ofereça vantagens, como um cartão presente, de descontos ou pré-pagos para auxiliarem nas vendas.

Nos primeiros anos de entrada no mercado será preponderante o investimento em divulgação assim como em marketing, fazendo com que sua marca própria entre no inconsciente dos consumidores.

A criatividade se faz necessária para que o seu produto se destaque no mercado. Acompanhe as tendências das grandes marcas e inove em sua ideia. Da embalagem à eficácia, passando pelo preço e atenção aos consumidores, esteja sempre perto dos seus clientes.

Outro aspecto que não pode escapar do seu investimento é a criação de uma equipe de alta performance, engajada e preocupada em sempre fazer o melhor. Dessa maneira, certamente os desejos dos consumidores estarão sendo atendidos eficazmente .

Para isso, crie programas de incentivo destinados aos colaboradores e também bonificações para quem atingir metas na linha produtiva, ou seja, mantenha um bom relacionamento não só com os clientes como também com os colaboradores.

Assim, a sua marca própria poderá se diferenciar no mercado, auxiliando no crescimento empresarial e também na lucratividade, influenciando no desenvolvimento de novos produtos em curto, médio e longo prazo.

E aí, gostou do nosso post? Que tal descobrir agora as soluções que temos para que sua marca própria alcance mais clientes no varejo? Cresça conosco!

8 tendências no varejo offline que você precisa implantar

O varejo é um setor da economia que está sempre mudando e atualizando-se para atender de forma mais completa e eficaz os consumidores. As tendências no varejo surgem como boa oportunidade para algumas empresas despontarem, tornando-se mais competitivas e relevantes para os clientes.

Ao analisar as tendências no varejo é importante verificar quais delas são mais interessantes e aplicáveis ao cenário do negócio. Entretanto, manter o espírito de inovação é sempre fundamental para diferenciar-se.

Quais as principais tendências no varejo offline?

Identificamos 8 tendências no varejo offline que podem ser inseridas em segmentos diversos. Confira!

1. Experiência do consumidor

Proporcionar uma experiência ao consumidor que seja positiva, mas também diferenciada do que propõe outras marcas, é o primeiro passo para alcançar a fidelização de clientes e aumentar o ticket médio das compras.

Compreender quais as demandas do consumidor quando ele procura pela empresa permite atendê-lo mais prontamente e com maior eficiência. Para isso, realizar pesquisas de satisfação com clientes proporciona informações valiosas para a companhia.

A expressão no-friction, que significa sem atrito, resume um pouco como deve ser a experiência do consumidor ao entrar em contato com a loja, ou seja, o mais fluída possível.

2. Campanhas de marketing

Ainda que o varejo tenha um foco no offline e não conte com uma loja virtual, por exemplo, investir em campanhas de marketing tanto offline como online é essencial para impactar um público mais amplo e assim tornar-se referência para mais consumidores.

O mais adequado é que, ao identificar o público-alvo do negócio, seja possível determinar quais as fontes de pesquisa e informação mais usadas. Assim, o varejo pode investir em campanhas mais alinhadas com as preferências do público, independentemente da plataforma escolhida.

Uma forma de tornar-se relevante para os clientes é manter experiências offline interessantes, ao mesmo tempo em que avança nas práticas digitais de atração e relacionamento com o cliente, por exemplo, por meio das redes sociais e de um site bem desenvolvido.

3. Intervenções tecnológicas

Quando utilizada corretamente, a tecnologia proporciona diversas experiências inovadoras para o cliente, tornando a relação com a loja mais completa.

Um exemplo de intervenção tecnológica que se tornou referência é a disponibilização de tablets, no ambiente físico da loja, para que o cliente possa:

  • realizar pesquisas no estoque da loja;

  • conferir preços e ofertas;

  • acessar um mapa da loja que indique a localização de produtos;

  • cadastrar-se na newsletter da empresa para receber ofertas.

Essas são algumas das ações possíveis apenas com esse tipo de intervenção. Outra tecnologia que pode ser implantada são os Beacons, que enviam mensagens diretas para o smartphone do cliente de acordo com a localização dele.

4. Soluções pré-pagas

As soluções pré-pagas também podem ser implantadas no varejo com o objetivo de melhorar a experiência do cliente e aumentar as vendas.

Um exemplo de solução pré-paga que pode ser oferecida é o cartão presente. Com ele o cliente que deseja presentear outra pessoa, mas não sabe o que escolher, pode optar por um cartão.

Funciona assim: o cliente vai até a loja e adquire créditos que são registrados em um cartão presente customizado, no valor de R$ 50, por exemplo. Quando ele presentear outra alguém com o cartão, basta o presenteado ir até a loja, realizar as compras que deseja e usar o cartão com os créditos pré-pagos.

O cartão presente de marca própria torna a rede varejista mais interessante para o cliente, oferecendo uma opção diferenciada de consumo e atendendo a uma necessidade específica dele.

5. Customização

Um recurso que se torna mais comum entre redes de varejo e já demonstrou um alto potencial de conquistar os clientes, proporcionando uma experiência diferenciada, é a customização de soluções.

Por exemplo, um cartão fidelidade com o qual o cliente recebe vantagens personalizadas pelas compras que realiza.

Outro exemplo é a oferta personalizada, como as encontradas em algumas redes de farmácia. A partir do histórico de compras, o cliente recebe ofertas com base nos produtos que já adquiriu, aumentando a relevância para ele e as chances de aumentar o ticket médio da compra.

6. Cartão de marca própria

O cartão de marca própria é outra tendência no varejo gerando vantagens como aumento das vendas, fidelização de clientes e aumento do ticket médio das compras.

Muito semelhante ao cartão de crédito regular, o cartão de marca própria permite oferecer crédito ao cliente com baixa burocracia e mais agilmente. Entre as vantagens para o consumidor está o crédito adicional e mais parcelas para realizar os pagamentos.

Além dos benefícios relacionados com a compra diretamente, algumas empresas oferecem descontos para compras com o cartão da loja, possibilidade de participar de programas de capitalização e seguros.

Qualquer empresa de varejo pode ter um cartão de marca própria, alcançando resultados positivos para a marca, ao mesmo tempo em que gera benefícios para os clientes.

7. Curadoria

A curadoria, no varejo, seria uma customização da experiência do cliente a partir de uma cuidadosa seleção de itens que seriam mais relevantes para o perfil de consumidores da loja.

Um exemplo de curadoria é a criação de um showroom no qual o cliente pode experimentar determinados produtos, interagindo com a marca de forma a tornar o processo de decisão de compra diferenciado.

Outro exemplo é realizar alguns serviços no espaço interno da loja utilizando os produtos, como um espaço para beleza no departamento de moda, um espaço para petiscos em um departamento de venda de eletrodomésticos, entre outros.

8. Parcerias de negócios

Também é tendência no varejo a parceria com empresas que possam complementar os produtos e serviços oferecidos aos clientes.

Para campanhas de marketing mais eficazes, por exemplo, existem agências especializadas que terceirizam os serviços. Assim, a empresa pode beneficiar-se da parceria.

Também é possível ter parceiros de outros setores, como moda, para realizar um desfile interno. As parcerias de negócios são uma tendência, pois permite que ambas as empresas foquem nos próprios segmentos, sem perder as vantagens de conhecer soluções que melhorem a experiência do cliente e implantar soluções conjuntas.

Outro exemplo é apostar em uma empresa especializada no desenvolvimento de cartões de marca própria, sendo uma parceria relevante para o varejo que deseja implantar a solução, uma vez que a empresa já tem o know-how da área.

Entre em contato com a epay Brasil e saiba mais dessa e de outras tendências no varejo que podem ser implantadas no seu negócio!

Como conseguir antecipação de receita no varejo?

Com a instabilidade econômica observada nos últimos anos no Brasil, o setor varejista teve que inovar para manter a competitividade no segmento, tornando a antecipação de receita uma estratégia para melhorar o capital disponível.

A antecipação de recebíveis consiste em tornar duplicatas de venda a prazo, como parcelas no cartão de crédito, em capital para saldar dívidas ou realizar investimentos.

Normalmente, ao falar de antecipação, o varejista pensa diretamente nas operadoras de cartão de crédito. Essa estratégia não deve ser esquecida, mas outras oportunidades podem ser exploradas.

O cartão presente, por exemplo, é uma tática interna da loja e que, além de representar uma nova opção para o cliente, também é uma forma de antecipar receitas no varejo. A seguir conheça melhor algumas opções.

Negociação com operadoras de cartão de crédito

Quando o varejista está buscando por opções de antecipação de receitas, um dos primeiros recursos a serem analisados é a negociação com as operadoras de cartão de crédito. O benefício é que ele está utilizando um recurso da própria loja, entretanto, deve ser avaliado se essa ação não prejudicará o fluxo de caixa da empresa futuramente.

No caso da negociação com as operadoras, uma taxa será cobrada para antecipar os valores. Normalmente, a proporção é menor do que em outras linhas de crédito, entretanto, se a taxa estiver mais alta, compensa que o varejista busque por empréstimos, pois a antecipação deixa de ser a opção mais vantajosa.

De acordo com o volume de vendas e a previsão de vendas futuras, o varejista tem um melhor poder de barganha para negociar com a operadora de cartão de crédito.

Outra estratégia de negociação é firmar exclusividade com uma operadora, opção vantajosa para ela. Nesse caso, o varejista deve analisar a estabilidade do serviço disponível e ter outra operadora de backup.

Soluções pré-pagas no estabelecimento

A antecipação de receitas também pode ser obtida por meio de soluções internas adotadas no estabelecimento comercial, como as pré-pagas. A seguir vamos abordar três estratégias que, quando implantadas corretamente, oferecem uma série de vantagens ao varejista.

Cartão presente

O cartão presente de marca própria é uma estratégia eficaz e segura para antecipar as receitas. Com ele um cliente da loja que pretende presentear alguém, em vez de comprar um produto, adquire um cartão com determinada quantidade de créditos, por exemplo, R$ 50.

O pagamento do valor referente ao cartão presente é realizado no caixa, como ocorre com mercadorias, entretanto, a escolha do produto só vai ocorrer posteriormente, quando o presenteado for até o estabelecimento e trocar o cartão presente por um produto.

A estratégia, simples de ser adotada, oferece uma opção a mais para os clientes, garantindo variedade na escolha de presentes.

No caso do cartão presente de marca própria, o design do cartão também é personalizado, sendo um diferencial a marca que atua com essa opção.

Recarga de celular

A recarga de celular também é uma opção pré-paga que pode ser disponibilizada no estabelecimento. A demanda por locais que realizam recarga de celular é expressiva, sendo um diferencial importante de ser oferecido em pontos comerciais.

Uma vantagem proporcionada por esse serviço é que o cliente, ao entrar no estabelecimento para realizar a recarga de celular, pode se interessar por outros produtos, aumentando o ticket médio da compra.

Algumas empresas que disponibilizam serviços de recarga de celular ainda oferecem vantagens para o varejista que adota a opção, como a premiação corporativa.

Cartão pré-pago

O varejista ainda pode operar com o cartão pré-pago, sendo uma estratégia prática e eficaz de antecipação de receitas. Com a solução é possível disponibilizar crédito para consumidores que não possuem crédito bancário, por exemplo, atendendo uma demanda do cliente ao mesmo tempo em que aumenta as vendas da loja.

Com o cartão pré-pago o cliente adiciona determinado valor em créditos no cartão, podendo, futuramente, usá-los para efetuar as compras. Entre os benefícios gerados pela opção pode-se destacar:

  • oferecer uma opção de crédito para consumidores que não possuem conta em banco;

  • aumentar a segurança do cliente que não precisa andar com dinheiro vivo;

  • auxiliar consumidores que desejam um controle financeiro mais rígido;

  • facilitar a aquisição dessa opção de pagamento, uma vez que não exige comprovante de renda e outros documentos.

O lojista, assim, beneficia-se ao gerar novas opções de pagamento para o cliente e também por tratar-se de uma alternativa que antecipa a receita, pois o valor adicionado ao cartão pré-pago será consumido posteriormente.   

Cartão de marca própria

O cartão de marca própria é uma solução muito procurada por profissionais do setor do varejo que desejam diferenciar-se da concorrência, ao mesmo tempo em que garante melhorias nas vendas.

O cartão pode ser tanto pré-pago quanto pós-pago, sendo interessante que o lojista disponibilize as duas opções para os consumidores. No caso dos cartões pré-pagos, como explicado, um dos benefícios será a antecipação de recebíveis.

Uma das principais vantagens de disponibilizar esse tipo de forma de pagamento está relacionada com a fidelização de clientes. Ao avaliar em qual loja a compra é mais vantajosa, os consumidores tendem a optar por locais nos quais já fizeram boas compras e oferecer o cartão próprio ajuda no processo de decisão de compra do cliente.

Também é possível associar vantagens ao uso do cartão de marca própria. Por exemplo, acúmulo de pontos em cada compra para obter um crédito futuro, descontos especiais, melhores formas de pagamento, parcelamento em mais vezes etc.

Adotar o cartão próprio, seja pré-pago ou não, como um tipo de programa de fidelidade gera aumento nas vendas e impacta diretamente os resultados do varejo.

Quando optar pela antecipação de receita no varejo?

A antecipação de receita no varejo tem como vantagem que o lojista pode transformar o que seria um crédito futuro em capital de giro atual, investindo em melhorias ou proporcionando mais estabilidade financeira para um momento economicamente ruim.

Entretanto, ao trabalhar com soluções de antecipação de recebíveis é necessário avaliar se tal ação não vai prejudicar o caixa futuro da loja, melhorando as condições atuais, mas com danos posteriores.

No geral, as opções para antecipar receita, como cartão pré-pago, cartão-presente e cartão de marca própria são seguras ao varejista, oferecendo baixos riscos de instabilidades de caixa.

Quer saber mais como adotar essas estratégias de antecipação de receitas no seu comércio, varejo ou loja? Entre em contato com a nossa equipe e saiba mais sobre as soluções que podemos oferecer a você!

Cartão Marca Própria: quando ter e para quem?

A tendência de desbancarização do brasileiro é ao mesmo tempo um desafio e uma oportunidade para os varejistas. E é dessa oportunidade financeira que surge a opção do cartão marca própria.

Você com certeza já viu todo tipo de cartões desses por aí, mas já parou para pensar se essa é uma boa saída para a sua empresa faturar mais? Nós te explicamos tudo o que você precisa saber!

O que são os cartões marca própria?

A mudança no padrão de consumo do brasileiro e na forma como ele lida com o crédito e instituições financeiras abriram caminho no varejo para opções de faturamento alternativas, além do dinheiro e do cartão de crédito bancário.

A marca cartão própria é uma solução para oferecer aos seus consumidores uma opção de crédito e facilidade de pagamento, além de garantir para a empresa um controle maior das vendas, fidelização e aumento do tíquete médio de venda.

Existem várias modalidades de cartões com marca própria. Alguns varejos, principalmente grandes cadeias, preferem usar o private label, um cartão de crédito personalizado que funciona como em uma instituição financeira.

Mas a maioria das empresas escolhe investir nos cartões pré-pagos ou no cartão vale presente que, além de oferecerem comodidade ao cliente, são incentivos para compras recorrentes e transformam o ponto de venda em mais uma frente de divulgação.

Como eles vêm sendo utilizados no mercado?

O cartão vale presente é uma solução de varejo já bem conhecida para estimular as vendas principalmente nas datas comemorativas.

Com o recente movimento de desbancarização do consumidor, eles estão ganhando força como uma opção complementar de pagamento e uma nova forma de relação entre cliente e varejo.

Com isso, o cartão vale presente está sendo usado como solução pré-paga em cartões físicos ou cartões digitais, que aumentam a comodidade para o consumidor.

Qual tipo de empresa deve adquirir uma marca de cartão?

Não existe muita restrição para um varejo que deseja contratar a solução do cartão próprio. Basta que exista um objetivo bem definido e uma estratégia bem traçada para aproveitar ao máximo a solução.

O cartão marca própria também é uma boa saída para empresas que desejam conhecer melhor o seu público e adequar seus esforços de marketing e vendas.

Com total controle da forma como esses créditos são gastos, é possível entender melhor padrões de uso, poder financeiro e se adequar aos hábitos de compra do seu consumidor.

Portanto, que tipo de empresa deve adquirir um cartão próprio? Muito provavelmente a sua. A questão não é tanto sobre o tipo de varejo ou a forma de negócio, mas o momento certo para tomar essa decisão.

Quando é o momento certo de investir em uma marca de cartão própria?

Se você começou a pensar na ideia de adotar esse tipo de solução em sua empresa, deve estar se perguntando, então, se esta é a hora certa.

Não existe uma resposta precisa para essa pergunta. O que existem são alguns sinais que podem ajudá-lo a entender o momento da sua empresa e avaliar a viabilidade do cartão próprio.

Nós listamos algumas situações que você precisa prestar atenção:

Quando você precisa aumentar o volume de vendas sem grandes reformulações

O cartão marca própria é, antes de tudo, uma motivadora de vendas. É um crédito faturado para a empresa e uma razão para que o consumidor volte mais vezes.

Ou seja, o varejo está garantindo uma receita antecipada e ainda criando um vínculo entre ele e seu consumidor. Junto com programas de atração e fidelização que falaremos mais abaixo, essa é uma plataforma muito eficiente para aumentar as vendas.

Quando for integrada a uma campanha de atração

Não é raro que os varejos usem o cartão de marca própria como um elemento em suas campanhas de atração. Geralmente isso se dá por meio de vantagens que estimulam o cliente a fazer a primeira compra.

Essa vantagem pode ser um desconto inicial ou um brinde para o consumidor novato. É possível criar campanhas do tipo tanto em private labels como em cartões pré-pagos digitais (ou os convencionais, caso integrados com um sistema de cadastro).

O importante é que esse primeiro contato seja tão atraente e prático que converta o cliente ao mesmo tempo para a venda e para a fidelização. Lembre-se, além de presentear com os vales, as pessoas costumam dar dicas de compra umas às outras o tempo todo.

O cartão presente marca própria pode se tornar um instrumento de campanha boca a boca, bom o suficiente para que o cliente sinta vontade de divulgar por conta própria como ele está levando vantagem em suas compras.

Quando o objetivo é fidelizar o consumidor

A grande vantagem do cartão marca própria é a possibilidade de reter um cliente de uma forma muito mais efetiva do que a maioria dos programas de fidelização.

Isso acontece porque o consumidor que adquire um cartão pré-pago está convertido automaticamente. Ele vai voltar. Saber trabalhar com essa relação pode alavancar o faturamento, já que a comodidade do uso do cartão fará com que o cliente compre sempre no mesmo lugar.

Quando o objetivo é conhecer melhor o consumidor

Este ponto é mais claro em cartões private label pós-pagos, mas são também uma oportunidade nos pré-pagos para coletar dados financeiros e hábitos de compra.

Você pode usar as informações de uso do próprio cartão aliadas a campanhas de fidelização e pesquisas de hábitos de compra para traçar um perfil bastante preciso do seu público-alvo.

No futuro, você terá uma boa base de dados também sobre frequência de compras, preferência de uso de crédito e hábitos de pagamento dos clientes fidelizados.

Aumentar vendas, atrair, conhecer e fidelizar. A marca de cartão própria é uma solução incrível para quem busca alavancar o faturamento, uma que não está mais restrita às grandes cadeias do varejo e com volumes absurdos de venda.

Quem sabe a sua empresa não seja beneficiada com essa solução? Pense bem nos itens que descrevemos, analise com atenção as opções no mercado e tome essa decisão agora!

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Saiba por que investir em um cartão presente marca própria para o varejo

Você quer atrair e fidelizar clientes, ao mesmo tempo em que pretende oferecer crédito com pouquíssima burocracia e condições especiais de pagamento, que incluam prazos generosos e grande número de parcelas? Então, você precisa adotar um cartão presente com marca própria para o seu varejo.

A estratégia que alia marketing com condições de pagamento é a queridinha da maior parte das varejistas multinacionais, como GAP, Macy’s e Bloomingdale’s, desde pelo menos meados do século passado.

Os cartões de marca própria também já conquistaram adeptos entre as grandes marcas brasileiras do varejo, como C&A, Renner, Cobasi, Extra Hipermercados etc.

A premissa do cartão é a de garantir crédito a clientes que não poderiam comprar à vista boa parte dos itens vendidos na loja. Munido de crédito, a ideia é que o cliente volte mais vezes às compras e compre ainda mais do que havia planejado inicialmente. Quanto mais comprar, mais vantagens e prêmios ele terá.

Existem alguns tipos de cartões de marcas próprias no mercado. Destacamos abaixo os 3 tipos principais e mais utilizados no varejo:

Cartão presente

Alguma vez você foi convidado para um aniversário, casamento ou formatura e não sabia o que dar de presente? Fique tranquilo, você não foi o único a passar por essa situação. Muitas pessoas gostam de dar presentes, mas nem sempre é fácil saber o que comprar.

Foi pensando nessas pessoas que o comércio criou um tipo específico de cartão de marca própria: é o cartão presente. Esse cartão nada mais é do que uma espécie de crédito ao portador.

Funciona assim: em vez do cliente comprar um presente para alguém, ele vai até a loja e adquire alguns créditos, digamos, R$ 50. Esses créditos ficam registrados no cartão. Em seguida, o cliente presenteia seu amigo com o próprio cartão presente.

Depois, é só a pessoa presenteada ir até a loja e escolher qualquer mercadoria dentro do valor registrado. Simples, não é mesmo?

O cartão presente de marca própria permite que os créditos sejam utilizados apenas na troca de produtos e serviços do mesmo estabelecimento que emitiu o cartão. Dessa forma, não se corre o risco de ver o dinheiro sendo utilizado em outros locais.

Em geral, os cartões são simples. Muitas vezes de plástico com uma faixa magnética ou série de números para registrar o valor. Com as lojas online em crescimento, o cartão presente virtual também está ganhando espaço.

Pode ser enviado por e-mail, SMS ou para aplicativos mobile. É uma opção extremamente prática e que agrada principalmente às gerações mais novas de consumidores.

Cartão fidelidade

Como o próprio nome diz, cartão fidelidade tem como principal objetivo o de fidelizar o cliente, de fazê-lo voltar com frequência e realizar mais compras na loja. É uma opção que ficou famosa com a adesão das companhias aéreas, mas também é largamente utilizada pelo varejo.

Para fidelizar o cliente, o estabelecimento comercial cria uma espécie de prêmio. Quanto mais o cliente consumir, mais pontos acumula no cartão. Depois de atingir uma pontuação mínima (determinada pelo próprio comerciante), o consumidor poderá trocá-la por algum produto ou serviço da loja.

Vamos ilustrar com o caso de um supermercado. Sempre que passar as compras no caixa, o consumidor ganha pontos que são registrados no cartão. Quando atinge, por exemplo, 500 pontos, o cliente poderá trocá-los por algum produto da loja, como ferro de passar ou um teclado de computador.

Isso é uma grande vantagem para o cliente. Perceba que ele adquiriu um novo produto sem precisar pagar um centavo por isso. Tudo o que precisou para acumular pontos foi fazer compras com frequência no mesmo estabelecimento. Na prática, o cliente foi fidelizado pelo supermercado.

O cartão fidelidade, portanto, é uma excelente opção para quem busca aumentar a recorrência dos clientes.

Cartão de crédito

O cartão de crédito de marca própria no varejo se parece muito com o cartão de crédito usado no dia a dia. A ideia é oferecer ao consumidor opções de pagamentos flexíveis, vantajosas e com condições que caibam no orçamento do cliente.

Para o cliente, o cartão de crédito pode ser uma excelente alternativa. O consumidor terá acesso a crédito sem burocracia e de maneira mais ágil do que nos bancos. Além disso, os estabelecimentos oferecem preços e promoções especiais para quem efetua o pagamento com o cartão da loja.

Junto com o cartão, vêm muitos outros benefícios para o cliente. Entre eles, destaque para acesso a serviços diferenciados, como seguros e programas de capitalizações, além de uma pontuação maior do que a praticada quando o cliente usa apenas o cartão fidelidade.

Para o lojista, conceder todos esses benefícios por meio do cartão dá mais segurança financeira e, ainda, incentiva que o consumidor faça compras com mais frequência. Outra grande vantagem é no custo para manter o cartão.

O lojista tem taxas menores com o cartão próprio se comparadas às taxas dos cartões tradicionais, aplicadas pelo mercado. Isso significa aumento imediato da margem do comerciante.

Quem pode ter um cartão marca própria?

A decisão sobre ter um cartão com marca própria e qual tipo se encaixa melhor aos interesses da empresa dependerão da análise e das expectativas do varejista. Qualquer empresa, de qualquer porte, pode ter um cartão próprio, com segurança e praticidade.

Se você acredita que chegou a hora de adotar essa estratégia para a sua empresa, destacamos abaixo as principais vantagens de adotar o cartão de marca própria.

Conquiste novos clientes

Por serem mais restritos, circulando apenas em uma pequena parcela do mercado varejista, os cartões de crédito de marca própria exigem menos garantias de seus titulares do que cartões de crédito tradicionais de bancos ou instituições financeiras.

Dessa maneira, pessoas que não estavam incluídas no mercado do crédito por não cumprirem critérios, como comprovação de renda mensal mínima, passam a compor a clientela de seu varejo. E, como esse grupo populacional possui menos opções para compra do que o público em geral, o cartão de crédito os tornará clientes fiéis.

Um case de sucesso que ilustra bem essa estratégia é o do Magazine Luiza, que foi capaz de tornar brasileiros de classe D e E em grandes e fiéis compradores por meio da política de créditos do cartão.

Além de atrair um público que antes estava praticamente excluído, os cartões com muitos benefícios embutidos também ajudam a atrair clientes que só compravam em outros estabelecimentos.

Oferecer prazos mais vantajosos e preços especiais para quem usa cartão é um excelente atrativo para trazer novos consumidores. Enquanto os concorrentes utilizam métodos tradicionais para vender, seja diferente: inove, saia na frente e ofereça uma opção extra para os clientes. Consumidores adoram novidades, principalmente quando os beneficiam.

Faça os clientes voltarem

As condições exclusivas de pagamento e de prazo oferecidas por meio do cartão de crédito de marca própria funcionam como um grande atrativo para clientes que, de outra maneira, optariam por não fazer gastos em dados momentos ou em lojas em que eles não gozam de tais vantagens. Graças ao crédito, eles sentem a segurança de que serão capazes de pagar as dívidas.

Por sentirem-se amparados com todos os benefícios oferecidos pelo cartão de crédito, a tendência é que o consumidor aumente a frequência na loja. Afinal, tem certeza de que lá poderá realizar as compras que precisa.

Lógica parecida funciona para o cartão fidelidade, que gera estímulos para que o cliente prefira a sua loja em detrimento de concorrentes que vendam produtos semelhantes, mas que não ofereçam prêmios e vantagens de acordo com o volume de compras e gastos.

Porém, é importante que o lojista tenha a consciência de que é preciso evidenciar os benefícios do cartão. Muitos consumidores não percebem valor no serviço, pois acreditam que os pontos não se convertem em trocas por produtos de qualidade.

Outra opção de uso para o cartão fidelidade é conceder descontos importantes. Quem tem o cartão fidelidade, paga menos pelos produtos. Essa estratégia é muito utilizada por grandes varejistas do setor de farmácia, por exemplo. Ao identificar uma redução imediata no preço, o cliente entende rapidamente o valor de ter o cartão e de se manter fiel à loja.

Já o cartão presente faz com que o próprio cliente traga mais um potencial comprador para a loja. É comum que a pessoa que recebeu um cartão presente da sua loja não se satisfaça apenas com o valor do cartão e acabe gastando mais. Além disso, o presente, em muitos casos, atrai algum consumidor que ainda não conhecia a loja.

Aumente o ticket médio de compra

Ticket médio de compra é o quanto será gasto, em média, por um cliente na loja — uma empresa varejista de sucesso precisa conseguir aumentar constantemente seu ticket médio.

Uma das melhores maneiras de conseguir isso é por meio de um cartão de crédito de marca própria. Se o cliente sente-se confortável com as condições de pagamento, ele tenderá a aumentar o volume de dinheiro gasto na loja. Por conta disso, cartões de marca própria são bons promotores de compras por impulso.

O cartão presente também tem papel importante no aumento do ticket médio, como citado anteriormente. Quem ganha um cartão pré-pago de presente, na maioria dos casos, acaba consumindo mais do que o valor creditado no cartão. Para entender melhor essa questão, vamos lançar mão de um exemplo.

Uma pessoa ganhou de presente do amigo um cartão de R$ 40. Quando foi à loja percebeu que a camiseta que gostou está por R$ 50. Então, ele utiliza todo o crédito do presente e paga mais R$ 10 para ter a camiseta. Além de conquistar mais um cliente, o varejista aumentou o ticket.

Outra vantagem do cartão presente é que em cerca de 10% dos casos os cartões ficam com um valor residual, ou seja, o portador não gasta todo o crédito. Na verdade, efetua uma compra com valor menor do que o creditado. Esse dinheiro, após o vencimento do prazo de uso do cartão, entra como margem para o varejista.

Fortaleça sua marca com o cartão marca própria

Oferecer um cartão de marca própria vai muito além de aumentar as vendas ou a frequência do cliente na sua loja. O cartão ajuda a elevar a percepção que o consumidor tem da própria marca, da empresa na qual é cliente.

Por isso, um cartão de marca própria se tornou uma maneira eficiente de fazer o nome da sua empresa circular pelo mercado, entre a população e de se tornar conhecido por um número cada vez maior de pessoas.

Um cartão de crédito com boas condições de pagamento, vantagens e prêmios de acordo com o volume de compras são capazes de gerar um marketing positivo espontâneo nos círculos sociais dos clientes. Clientes satisfeitos tornam-se “embaixadores” da marca e vão contar para amigos e familiares dos benefícios de usar o cartão.

Algo parecido ocorre com o cartão presente. Esse cartão funciona também como uma peça de divulgação. Afinal, um consumidor da sua loja pode presentear um amigo que nunca foi até o estabelecimento ou nem sequer conhecia a sua loja. Então, você terá uma grande chance de conquistar mais um cliente.

Quando for trocar o cartão pelo produto, será uma bela oportunidade de mostrar a ele todos os benefícios do seu estabelecimento. Se tudo der certo, ele voltará outras vezes.

Conheça seus clientes

Ao longo do tempo, conforme o comprador use reiteradas vezes o cartão da sua loja, o padrão de gastos de cada cliente ficará evidente para você. Que tipo de produtos ele prefere? Quanto pode gastar por mês? Quais os gostos e necessidades dessa pessoa? Esse banco de dados é extremamente valioso e compõe o que o mercado tem chamado de Big Data.

A partir dessa enxurrada de informações privilegiadas, você será capaz de determinar o perfil de sua clientela e até mesmo de personalizar algumas das suas ações de marketing — como enviar e-mails com ofertas e promoções específicas que terão grande probabilidade de se converterem em vendas — para ir ao encontro dos interesses e necessidades do seu público.

Hoje, a venda direcionada é, junto com o apelo do marketing nas redes sociais ou as vendas multicanais, uma das estratégias mais vencedoras e modernas dos grandes varejistas mundiais. A novidade está chegando com força ao Brasil e a sua empresa deve aproveitar para investir nessa tendência.

Enfrente a crise econômica

Com a crise econômica que se instalou no Brasil, o acesso ao crédito tornou-se mais restritivo e muitas famílias reduziram o poder de consumo.

Quando um varejista oferece o cartão de marca própria, dá aos clientes uma grande oportunidade de continuar consumindo. Esse crédito mantém as vendas do varejo em bons patamares e evita quedas na receita.

Porém, é importante que o varejista também seja mais cuidadoso na liberação do crédito. Em tempos de crise, a inadimplência tende a crescer provocada pelo desemprego em massa. Para evitar esse cenário, não deixe de dar crédito, apenas aumente a cautela e monitore com atenção as métricas de inadimplência.

O crédito próprio ajudou muitos varejistas a manter os níveis de vendas em plena crise econômica.

Tenha um cartão próprio, mesmo se você for um pequeno varejista

Os cartões de marcas próprias chegaram por meio dos grandes varejistas, mas não se restringem apenas a esse mercado. Com a evolução da tecnologia e o surgimento de vários serviços, os cartões passaram a ficar ao alcance também dos pequenos e médios comerciantes.

Isso vale para qualquer uma das três opções: cartão presente, fidelidade e crédito. O mercado oferece várias alternativas para atender os mais variados públicos. Pesquise bem e veja qual se encaixa melhor no seu perfil e na sua demanda.

Lembre-se de que você poderá vivenciar no seu pequeno negócio todas as vantagens que os grandes varejistas têm nos cartões. Entre elas, fidelizar os clientes, oferecer opções diferenciadas de pagamento e atrair consumidores de baixa renda.

Ganhe com cartões temáticos

Uma dinâmica bastante útil para varejistas é mudar o visual dos cartões de tempos em tempos. O objetivo nesse caso é potencializar a sazonalidade ou atender o cliente em alguma necessidade específica.

Você pode, por exemplo, criar um cartão pré-pago como um Vale DVD. Nada mais é do que um cartão presente com uma cara diferenciada para atingir o público que consome muitos filmes e músicas.

Além disso, podem ser criados vale fralda, vale vinho, vale chocolate e muitos outros. Customizar a aparência e o foco dos cartões atrai clientes e aumenta o consumo.

Em relação aos cartões de crédito próprio, também é possível mudar a aparência para conquistar consumidores. Cartões temáticos podem ser ligados a alguma causa, loja ou instituição. Digamos, por exemplo, que as compras feitas por um determinado cartão ajudam a manter uma organização não governamental (ONG).

É bom para a ONG, é bom para o consumidor, é bom para você. Então, pense bastante nas opções que o seu varejo tem de criar cartões personalizados. Isso gera reconhecimento e engajamento com a marca.

Venda para consumidores do Google e Netflix

Alguns serviços de conteúdo, como Google Play e Netflix, criaram uma alternativa para alcançar brasileiros que sonhavam em acessar essas tecnologias, mas não conseguiam por não terem cartão de crédito nem de débito.

Visando atingir o público desbancarizado (sem acesso aos serviços bancários), as empresas passaram a oferecer cartões pré-pagos. A estratégia é muito simples: em vez de usar cartão de crédito para acessar os serviços, o consumidor vai a uma loja e compra um cartão pré-pago. O pagamento pode ser realizado em dinheiro ou cheque.

Com o cartão em mãos, o usuário acessa a Google Play e fica livre para baixar algum aplicativo dentro do valor adquirido — o mesmo vale para a Netflix. Em vez de pagar a mensalidade, o usuário adquire créditos e assiste ao conteúdo por tempo determinado.

A boa notícia é que Google e Netflix vendem esses cartões por meio de varejistas. Então, essa é uma excelente chance de atrair um público novo para o seu estabelecimento. Ao oferecer os cartões, você tem novos produtos à disposição dos clientes e melhora a experiência de compra.

Atraia consumidores de parceiros comerciais

Quem disponibiliza um cartão fidelidade para um cliente atrai consumidores de outras empresas. Como isso é possível? Simples! Em geral, os varejistas não criam seu próprio programa de fidelidade. O mais comum é participarem de sistemas maiores, mais robustos e que abrigam muitas outras empresas.

Dessa forma, quando um cliente faz uma compra na empresa X, estará acumulando pontos que também valem para a empresa Y. É uma excelente estratégia e que pode ser boa para o seu negócio.

Imagine um consumidor da sua loja que adora viajar e que sempre busca as melhores promoções de passagens. Se ele souber que os pontos que acumula ao comprar na sua loja podem ajudá-lo a conseguir um ticket aéreo a um preço menor, com certeza vai ficar feliz.

Em vez de fazer as compras em uma loja que não oferece um cartão fidelidade, vai preferir gastar no seu estabelecimento.

Por isso, é muito importante definir bem qual é o programa de fidelidade que você irá escolher. Caso decida-se por um plano com vários parceiros, lembre-se de deixar isso bem claro ao cliente.

Faça o cliente compreender que, ao consumir na sua loja, ele ganhará pontos que poderão ser utilizados para muitos outros fins, de acordo com a vontade dele. É mais valor agregado ao cliente, e ele precisa saber disso.

Melhore a experiência de compra

Oferecer diferentes alternativas de cartões para o seu público é uma excelente maneira de melhorar a experiência dos consumidores na jornada de compra. Os cartões criam novas formas de pagamento, novas interações com a loja e dão acesso a produtos que antes o público não tinha.

Essa experiência positiva reforça a marca junto ao consumidor, gera mais engajamento e aumenta o nível de satisfação. Com clientes satisfeitos, a loja vende mais e melhor.

Acredita que o cartão de marca própria é o caminho para o seu varejo? Saiba que a implementação do sistema é simples e bastante tecnológica. Então, não perca tempo para adotar a ferramenta!

Agora que você já aprendeu por que investir em um cartão marca própria, quer modernizar ainda mais os seus negócios e não sabe como? Que tal aprender um pouco mais sobre vendas em dispositivos móveis, como celulares? Assine agora a nossa newsletter e fique por dentro de dicas e novidades!

 

6 dicas para aumentar as vendas no dia das mães

O dia das mães é a segunda melhor data para o comércio brasileiro. É por isso que já desde o começo do ano o varejo precisa se preparar para atender a demanda e conquistar novos clientes.

E você? Já está se planejando para aproveitar as vendas no dia das mães? Neste post, daremos 6 dicas para encantar o público e aumentar o seu faturamento. Confira:

1. Invista em comunicação visual

A comunicação visual é importante para qualquer varejo durante todo o ano. É a forma de criar uma identidade para o seu negócio e se comunicar de forma eficiente com o seu público.

No dia das mães, aposte em dobro no seu material de divulgação. Crie uma campanha atraente e pensada tanto para conquistar as mães quanto atrair os filhos.

É importante que sua mensagem seja focada em relacionamento e carinho, e que seja usada para divulgação dentro e fora da loja. Tenha em mente que toda a experiência visual que você oferece ao cliente será importante para realizar a venda.

2. Reorganize a loja

O dia das mães é uma época atípica, com muito movimento de famílias andando em grupos e carrinhos de bebê. Tente reorganizar sua loja para dar mais espaço de circulação às pessoas.

Além disso, identifique seus produtos que mais têm a ver com a data e não tenha medo de levá-los para a frente da loja ou em locais de destaque. Exponha os campeões de venda nas vitrines e aproveite ao máximo o ímpeto de comprar dos consumidores em datas especiais como essa.

3. Dê atenção especial às redes sociais

As redes sociais são um dos grandes canais de divulgação já faz alguns anos, então abuse do poder que o engajamento e compartilhamento trazem para o seu varejo.

Aproveite que mães e filhos estão no Facebook e crie campanhas especiais. Incentive seu público a entrar em contato com a família, conversarem mais e marcarem os entes queridos em suas postagens. Mostre a eles que também para a sua loja o dia das mães não é só sobre vender e presentear.

4. Treine a equipe para atender os filhos

Uma característica comum desse tipo de data é receber consumidores que entram na loja sem saber exatamente o que querem comprar. Essas são oportunidades incríveis de conquistar novos clientes.

Treine sua equipe para ajudar o público a escolher os presentes. Ensine como não empurrar qualquer mercadoria, mas realmente ouvir o que ele precisa e tentar encontrar a melhor opção para que ele acerte no presente.

5. Ofereça uma opção de cartão presente

Em um mundo de pessoas sem tempo, é difícil às vezes pesquisar o presente ideal para agradar parentes ou amigos. Este é um problema em todas as datas comemorativas, e muitas pessoas deixam de presentear por medo de errar.

Um cartão presente é um crédito que você presenteia alguém para comprar em determinada loja. Além de incentivar aqueles que sabem a marca que a mãe gosta, mas não o produto, você ganha um cliente na hora que o filho adquirir o crédito e outro quando a mãe presenteada for trocá-lo por uma mercadoria.

Por essa data ser muito lucrativa, muitas lojas não se preocupam muito em se preparar de acordo. Mas é exatamente o esforço em atrair clientes em uma época de muito consumo que pode potencializar em muitas vezes as suas vendas no dia das mães!

Sua loja já está se preparando? O que você está pensando fazer de diferente neste ano? Compartilhe com a gente a sua experiência sobre o assunto nos comentários!

Cartão Fidelidade Marca Própria: por que apostar nesse recurso?

Uma das formas mais simples de manter clientes fiéis a um negócio é investindo em um programa de fidelidade. Essa abordagem, utilizada por vários empreendimentos, busca atrair consumidores para um comércio e, ao mesmo tempo, desenvolver um conjunto de vantagens que incentivem a criação de um longo vínculo com o estabelecimento.

Dessa forma, o público-alvo de uma empresa passa a ter mais engajamento e receptividade com as ações de marketing planejadas.

Em um cenário econômico em que a busca por clientes tornou-se acirrada, os investimentos em ações de fidelidade são cruciais. Assim, empresas conseguem manter-se lucrativas em médio e longo prazo sem grandes dificuldades. Nesse sentido, o cartão fidelidade com marca própria pode ser visto como uma abordagem eficiente e de alto retorno.

Quer saber mais? Então, leia o nosso texto de hoje e saiba como a sua empresa pode manter-se como uma marca que possui consumidores engajados e fiéis! Confira:

Como ações para a retenção de clientes podem impactar no seu resultado financeiro

O investimento em marketing faz parte das estratégias de qualquer negócio. Ele torna a divulgação de novos serviços e produtos mais abrangentes, melhora a imagem do empreendimento e mantém consumidores mais engajados. Ele pode incluir ações de panfletagem, comerciais e até mesmo campanhas nas redes sociais.

Além dessas opções, o gasto com ações de fidelização pode ser considerado uma opção com alto custo-benefício. Ao criar vínculos com o seu público-alvo, o negócio consegue incentivar com mais eficácia compras futuras.

Ao mesmo tempo, clientes sentirão mais motivados a divulgar espontaneamente as ações do negócio para outras pessoas, aumentando o alcance de campanhas de vendas.

Vale destacar, também, o crescente acesso à informação em meios digitais e os efeitos da expansão da internet. Hoje, graças ao e-commerce, as pessoas não precisam mais contar apenas com empreendimentos que estão localizados próximo a sua residência.

E nesse cenário, em que o número de opções de consumo é alto, competir por novos clientes passou a ter um custo muito maior. Em alguns casos, conseguir captar um novo consumidor pode ter um custo até 7 vezes superior ao de manter um cliente fiel a uma marca.

Diante da expansão dos meios de comunicação, como o Facebook e o Twitter, o investimento em publicidade passou a ter um impacto maior no orçamento do empreendimento. Fazer propaganda tornou-se custoso e, em muitos casos, pode não gerar o retorno desejado.

Nesse cenário, é crucial garantir que a perda de clientes em determinado período seja baixa, criando um aumento de gasto médio em longo prazo.

Para que um negócio prospere, não basta mais ter um bom produto, serviço ou atendimento. Os fatores que influenciam no lucro de um empreendimento são outros e incluem, entre outras coisas, o estímulo para que clientes se mantenham fidelizados a um estabelecimento e sempre retornem a ele em busca de novas mercadorias e serviços.

Ao desenvolver políticas de retenção, a empresa passa a ter um fluxo de criação de receitas contínuo.

Quais são os fatores que devem ser considerados ao criar uma estratégia de fidelização de clientes?

O desenvolvimento de um programa de fidelização de consumidores é uma forma simples de manter clientes engajados em longo prazo com as ações de um negócio. As medidas tomadas terão um impacto direto nos lucros do empreendimento, influenciando a divulgação espontânea do negócio e a forma como novos consumidores são atraídos.

As medidas implementadas devem envolver uma série de processos, uma vez que elas se relacionam com outras estratégias do negócio. O serviço de pós-vendas, por exemplo,possui uma grande influência na forma como consumidores enxergam uma empresa e como eles irão avaliar a capacidade do empreendimento atender às necessidades de seu público-alvo, caso algo de errado ocorra.

Diante disso, os responsáveis pelo programa de fidelidade devem garantir que ele atue da melhor forma possível.

Outro fator a ser levado em consideração é o público-alvo do negócio. O conhecimento sobre os clientes da empresa auxilia na criação de uma linguagem que tenha um maior impacto nas receitas do negócio. Além disso, a recepção às estratégias adotadas tende a ser mais positiva.

As recompensas escolhidas também devem estar alinhadas com o perfil do negócio e do seu público-alvo. É preciso entender profundamente os gostos de cada pessoa, quais são os seus tipos de produtos preferidos e o que pode ter um impacto maior na criação de um vínculo entre pessoas.

Produtos de terceiros (como capinhas, pen drives e canetas) também podem ser adotados junto com a parceria com outras empresas. Essas são formas simples e econômicas de tornar o programa de fidelidade mais atraente e com maior impacto no vínculo entre a empresa e o consumidor.

A importância do cartão fidelidade com marca própria para os negócios

O cartão fidelidade com marca própria é a principal peça para a criação de uma campanha de fidelização de clientes em longo prazo. Ele auxilia na identificação de consumidores, torna a experiência de uso dos serviços da empresa mais agradável e o acompanhamento dos hábitos de cada pessoa mais preciso.

Mas, antes de implementar um cartão marca própria, é primordial entender como ele funciona. A seguir, vamos fornecer alguns detalhes importantes, como as diferentes formas de sua operação e os pré-requisitos para a adoção dessa estratégia de vendas.

Também vamos detalhar melhor as vantagens que o varejista conquista ao optar por esse recurso e dicas de como alavancar o negócio, potencializando as oportunidades oferecidas pelo cartão fidelidade marca própria. Acompanhe!

O que é um cartão de fidelização marca própria?

O cartão de fidelização é um recurso físico que vai estabelecer a relação entre a empresa e o cliente, gerando identificação com a marca. É como uma carteirinha de um clube que a pessoa precisa apresentar para entrar e usufruir de um espaço privado.

Ele pode ser feito em papel, onde são colados selos que comprovem a venda feita, no qual o cliente conquista um prêmio ao alcançar um número de compras. Mas, em plena era digital, esse tipo de recurso é minimizar os potenciais ganhos com a estratégia de fidelização.

Queremos aqui dar um passo adiante e mostrar uma alternativa capaz de gerar melhores resultados no varejo: o cartão digital.

Como ele funciona?

O sistema é parecido com o do cartão de crédito, com uma diferença: quem estabelece as regras do pagamento é o varejista! Em outras palavras, essa ferramenta permite expandir o número de parcelas, estabelecer regras de descontos e ainda somar pontos a cada venda realizada.

O empreendimento pode optar por apenas computar pontos ou dar acesso a descontos com a apresentação do cartão ou efetuar o pagamento por ele. Nesse último modelo, o varejista pode optar por administrar o serviço (private label) ou fazer parceria com instituições financeiras (co-branded).

A que é feita apenas pela empresa limita as compras ao varejo que a emitiu. Já a co-branded acrescenta ao cartão uma bandeira tradicional, o que o habilita a comprar em outras lojas, como um cartão de crédito, o que por um lado pode chamar a atenção do comprador, mas, por outro, enfraquecer o vínculo desejado. A opção vai depender da estratégia de marketing a ser adotada.

É importante também ficar atento a alguns requisitos que as operadoras de cartões de fidelização de marca própria exigem para que sua empresa possa oferecer esse serviço:

  • ausência de pendências jurídicas no cadastro da Junta Comercial do estado onde a empresa é sediada;

  • possuir a documentação do empreendimento em dia, com fluxo de caixa que comprove a saúde financeira da empresa e a liquidez. Em outras palavras, as operadoras verificam a capacidade do varejo se autofinanciar;

  • garantias de possuir espaço físico que dê condições ao cliente de adquirir o cartão fidelidade.

Quais as vantagens do cartão fidelidade?

Pode, em princípio, parecer um trabalho a mais, mas estabelecer um cartão fidelidade de marca própria dá a possibilidade ao seu negócio de alcançar volume de vendas.

A lógica é simples: para adquirir um produto de pequeno valor, não há necessidade de uma comprovação de crédito significativa, o que atrai a população de baixa renda, que muitas vezes nem possui conta bancária.

Os números da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) comprovam o sucesso dessa estratégia. Segundo um levantamento feito pela instituição, cartões de marca própria devem movimentar R$239 bilhões em 2022.

Essa projeção de faturamento se deve a uma série de vantagens diretamente atreladas ao cartão fidelidade que, se bem utilizadas, podem ajudar a alavancar as vendas. Separamos 5 benefícios, confira!

Gera um banco de dados do cliente

O número de identificação de um cliente pode ser vinculado a um banco de dados corporativo. A empresa conseguirá criar um histórico de vendas relacionado a um consumidor e, com isso, identificar padrões de consumo e produtos que possam ter um impacto maior no dia a dia de cada pessoa.

Se o cadastro for bem-feito, com identificação de gênero, idade e contatos do cliente, é possível traçar um melhor perfil e, a partir dele, definir o mix de promoções a ser oferecido, o tipo de linguagem indicada e ainda direcionar ofertas personalizadas por meio de e-mail marketing.

Simplifica a recuperação de benefícios

Voltemos àquela opção de papel repleta de adesivos. Você já deve ter sido apresentado a ela na hora do almoço, e também já deve ter ficado frustrado ao retornar ao restaurante e notado que o cartão ficou em outra bolsa ou na carteira.

O cartão de fidelidade digital torna a recuperação de benefícios mais simples e direta. Basta que ele seja apresentado ao vendedor ou caixa para que seja possível recuperar dados do consumidor, o seu histórico de vendas e os prêmios aos quais ele tem direito.

Para modalidades mais simples, como concessão de descontos, basta o número do CPF do cliente. Consequentemente, erros serão evitados e o processo de fidelização de consumidores será mais eficaz.

Expande as opções de consumo do cliente

A identificação do cartão fidelidade também é multimeios, de tal forma que o cliente se beneficiará das vantagens oferecidas nas compras realizadas, tanto em meios offline como em sites e aplicativos de vendas.

Essa possibilidade expande os hábitos de compra do consumidor, uma vez que apresenta diferentes oportunidades (e facilidades) que talvez ele ainda não tenha experimentado com a sua marca.

Faz com que seus clientes gastem mais

Imagine a seguinte situação: o consumidor X precisa comprar uma calça jeans para usar no trabalho. Mas, ao chegar na loja (ou acessar o site) do varejista Y, ele é surpreendido com uma promoção incrível para quem possui cartão fidelidade na qual ele pode comprar três calças pelo preço de duas!

Ele não precisa de três peças de roupa, mas vai começar a imaginar possibilidades – presentear alguém, experimentar um modelo diferente do que está habituado, ou simplesmente se deixar levar pela economia oferecida. Facilitar a compra por impulso é uma das grandes vantagens do cartão fidelidade.

Atrai novos compradores

Como já dissemos, o cartão fidelidade é uma opção muito atrativa para uma parcela significativa da população. Trabalham na informalidade, não conseguem comprovar uma renda mínima e, por esse motivo, não têm acesso ao sistema bancário ou a cartões de crédito.

Essa fatia do mercado quer (e precisa) consumir bens e serviços, mas muitas vezes encontra dificuldade para adquirir determinados produtos por só ter a possibilidade de pagar à vista.

Com o cartão de marca própria, esse perfil de consumidor conquista capacidade de compra, podendo parcelar, pagar a prazo e obter descontos.

É claro que alguns cuidados na hora de estabelecer uma linha de crédito, são necessários! Especialmente para os que optaram pelo modelo private label, é preciso treinar a equipe para fazer um cadastro bem-feito, checando as informações fornecidas pelo consumidor.

Outra medida importante que o varejista precisa tomar é avaliar, junto ao seu RH, a formação de uma equipe para trabalhar com crédito e cobrança, no caso do private label, além de contar com o apoio de uma empresa especializada para ajudá-lo sistematizar os padrões a serem oferecidos.

Agora que as vantagens de se oferecer um cartão fidelidade ficaram bem claras, você precisa ter em mente como ele pode ser uma ferramenta que vá realmente trazer resultado e não cair em erros comuns praticados pelo varejo. Veja a seguir!

Como alavancar as vendas com o cartão fidelidade?

O uso de cartões para auxiliar na fidelização do cliente não é nenhuma novidade. Eles já eram usados por grandes lojas de departamento, como a Mesbla e o Mappin desde os anos 1970. O que também não é novo é o receio que o varejista brasileiro possui em abraçar inovações nas formas de consumir.

Um exemplo que comprova esse comportamento é o fiasco em forma de promoções promovidas durante a Black Friday. Um carrossel de descontos irreais somado a exploração excessiva do apelo que chega a transformar todos os dias de novembro em sextas-feiras.

Para implantar um sistema de cartão fidelidade marca própria é preciso ter conhecimento, visão de marketing e estratégia. A seguir, apresentamos 4 dicas que vão transformar esse benefício oferecido ao cliente em um grande aliado do varejista.

Desenvolva ações de marketing para o cartão fidelidade

Algumas empresas chegam a adotar o cartão fidelidade, mas não sabem ao certo o que fazer com ele. Daí orientam abordagens desconexas dos vendedores, ou pior, escondem o cartão atrás do balcão e só vão se lembrar da possibilidade quando algum consumidor mais antenado pergunta por ele.

Ao adotar um cartão fidelidade marca própria, é preciso pensar em uma estratégia de marketing que o torne conhecido do público-alvo! Um bom exemplo é o Clube Extra. Além de possuir um sistema de cadastro online, a rede de supermercados também disponibiliza uma explicação detalhada e atrativa em seu site.

Nas lojas físicas, por todo lado, estão marcadores de preços diferenciados para os “sócios” fidelizados.

Assim, o cartão fidelidade deixa de representar uma corrida com obstáculos para entrar na loja, repleta de vendedores persuasivos a ponto de intimidar o freguês. Ele passa a ser um objeto de desejo para quem quer ter acesso a melhores descontos e benefícios.

Ofereça vantagens atrativas ao consumidor

Outro erro muito comum é não estabelecer benefícios que despertem o interesse do cliente. Oferecer descontos reduzidos ou prêmios inalcançáveis acabam por enfraquecer o relacionamento com o consumidor, que passa a olhar a marca com desconfiança.

É o que acontece, por exemplo, com algumas empresas que entram no mundo das compras coletivas: oferecem produtos e serviços de segunda linha, limitam seus bônus a determinados dias e locais e perdem a grande chance de encantar um novo cliente.

Com o cartão fidelidade marca própria não é diferente! É preciso oferecer vantagens que realmente valham a pena. É claro que é importante encontrar um equilíbrio nesse processo que vá beneficiar ambas as partes.

Procure oferecer um mix de ofertas que reúna descontos por volume de compra, parcelamento e/ou prazo de pagamento estendido e benefícios por tempo de fidelidade.

Evite prazos distantes para a conquista do benefício

Sistemas tradicionais de fidelização costumam pedir que o cliente retorne à loja 8, 10 ou até 12 vezes para ter acesso ao benefício. Para o varejista isso parece pouco, mas para o freguês, dependendo do produto oferecido, isso pode ser uma eternidade! O resultado é o desinteresse pela marca.

Para evitar esse tipo de deslize de estratégia, é importante conhecer bem o produto oferecido e o consumidor potencial. Procurar enxergar com os seus olhos, pensar em suas motivações para chegar a um benefício que seja irresistível, que seja capaz de impulsioná-lo a comprar mais ou esperar pelo prazo estipulado.

Obviamente não é possível oferecer um grande prêmio em um curto espaço de tempo! Uma solução para esse dilema é implementar um sistema de pontos que possam ser trocados por produtos em curto, médio e longo prazo.

Aproveite o cadastro para falar com seus clientes

Uma grande arma que listamos entre as vantagens em adotar o cartão fidelidade marca própria é o cadastro de clientes. Se ele for bem-feito, pode se transformar em uma arma poderosa de vendas. Para isso, é muito importante que todos os campos sejam preenchidos, especialmente os de contato.

Como dissemos, e vamos reforçar aqui, cruzando dados de informações de consumo, é possível detectar nichos de atuação e oferecer produtos direcionados por meio de e-mail marketing. Apesar de ser o sistema de comunicação digital mais antigo, segundo pesquisas, 20% das pessoas que recebem ofertas por e-mail costumam acessá-las.

Procure também conversar com o seu cliente! Incentivá-lo a avaliar produtos, conhecer mais de perto sua experiência de compra, verificar se o pós-venda tem atendido suas expectativas.

Separe seus clientes por nichos e faça contato telefônico com alguns representantes de cada segmento para um bate-papo sincero. Os resultados podem ser surpreendentes!

Além de descobrir informações que talvez tenham passado despercebidas, seu cliente se sentirá mais importante por ser ouvido e você pode garimpar mais embaixadores para sua marca. Quando as relações são personalizadas são ainda mais valorizadas pelo consumidor

Cartão fidelidade marca própria X tempos de crise

O poder de compra do consumidor brasileiro foi reduzido com a crise. Por isso é muito importante saber ser estratégico e se valer dos melhores recursos de venda para não perder o cliente.

Nesse cenário, o cartão fidelidade marca própria pode se apresentar para o consumidor como uma possibilidade de economia na aquisição de produtos e serviços.

Apesar dos tempos difíceis, pesquisas recentes atestam que o cliente que possui um cartão marca própria gastam até 55% mais que os que utilizam outras formas de pagamento. Isso acontece porque eles estão 33% mais presentes que os não fidelizados.

A matemática aqui é simples: mais compradores presentes representam mais vendas. Cuidar dos clientes atuais, buscando formas de estreitar o relacionamento por meio de recursos de fidelização pode ser uma forma de enfrentar a crise sem grandes perdas.

Como as informações que compartilhamos aqui, é possível estabelecer uma estratégia de sucesso que garanta um fluxo de vendas saudável e resultados palpáveis em curto, médio e longo prazo.

Seu negócio será mais competitivo e mais atrativo, com a possibilidade de conhecer melhor seu cliente, estabelecendo com ele um relacionamento duradouro que pode convertê-lo em um agente divulgador de sua marca.

Gostou do nosso texto e já está pensando em criar o seu próprio programa de fidelização de consumidores? Então, entre em contato com um de nossos especialistas e conheça mais sobre o tema!

Os 5 pecados capitais do giro de estoque

Ser responsável pelo giro de estoque de uma empresa é uma tarefa desafiadora e que requer muita sabedoria e pensamento estratégico.

Se você quer conseguir manter uma boa fluidez dos itens e garantir a lucratividade do negócio, ter uma atuação bem planejada é o caminho ideal, mas, na prática, essa gestão acaba sendo um pouco mais complicada. Alguns erros acabam sendo cometidos e o resultado final pode ficar comprometido.

Para que você possa ficar mais atento e evitar cair nesses erros, listamos os principais e como trabalhar para evitá-los. Confira:

1. Falta de planejamento

Uma das piores atitudes que um gestor de estoque pode ter é não planejar o giro do estoque, afinal de contas, ser gestor é exatamente isso: planejar.

Seus recursos de espaço físico e disponibilidade de fluxo de caixa são limitados e é preciso entender bem isso para conseguir programar o que será feito.

Comprar de menos pode implicar na falta de produtos para a venda e aí a empresa perde receita.

Comprar em excesso pode acabar enchendo demais o seu depósito, ao ponto de ser preciso baixar o preço de alguns itens para liberar espaço — nesse caso, a margem de lucratividade vai acabar caindo.

Para evitar essas situações, avalie como vem se comportando o histórico dos tipos de produtos que você trabalha. Considere o giro de cada um e lembre-se também de levar em conta a sazonalidade, evitando, assim, dinheiro parado ou falta de produtos.

2. Não controlar o giro dos produtos

Uma das principais causas de problemas na gestão de estoques é a falta de controle do giro dos produtos.

Ela implica em problemas como acabar deixando o pessoal de compras trazer mais material repetido para o estoque ou deixar prateleiras vazias e clientes indo para o concorrente.

Cada tipo de mercado e de mercadoria possuem características próprias e devem ser administrados também de maneira individual. Respeite o efeito que a demanda do seu público exerce sobre seus produtos.

Aproveitar o frete de um item que está em falta para reforçar o estoque de outro é uma boa ideia somente se este segundo não for ficar só ocupando mais espaço e deixando o dinheiro parado.

Uma sugestão a ser considerada é rever o seu inventário cíclico. Fazer um levantamento de tudo que está no estoque dá trabalho, mas é necessário, de tempos em tempos, conferir como andam seus controles.

3. Comunicação ineficiente junto a outras áreas

Um grande erro que pode ocorrer na gestão do giro de estoque é imaginar que o ritmo de reposição e saída de mercadorias, assim como suas condições financeiras, são estáveis.

Por vários tipos de influências externas, como economia e política, um item que quase nunca tem alterações de preço pode ter seu valor bruscamente modificado. Se você ficar olhando só para o seu depósito, não vai perceber isso até que seja tarde demais.

É muito importante que você se comunique com as outras áreas da empresa e tente identificar o que pode acontecer no mercado que precisa de uma medida antecipada da sua parte.

Às vezes, alguma nova tendência surgiu no mercado e deve ser considerada na próxima reposição. Nesse caso, uma boa conversa com o pessoal do marketing e vendas seja interessante.

Pode ser também que algum fornecedor esteja oferecendo alguma condição especial de um produto que tem um bom giro na sua empresa. Esteja alinhado com o setor de compras e pensem em como podem usar esta informação ao favor do seu negócio.

4. Ausência de um bom sistema de gestão

Muitas são as informações que precisam ser geridas e analisadas para uma boa gestão de estoque e fazer isso sem um bom sistema pode sair bem mais caro do que investir em uma boa ferramenta.

Mesmo que não seja cometido nenhum erro na gestão do estoque, feita por meio de controles manuais, o próprio tempo gasto nessa tarefa já não vale muito a pena. É mais serviço operacional e menos foco na parte estratégica.

O melhor mesmo é ter sistemas automatizados e que forneçam relatórios atualizados para facilitar a tomada de decisão.

Ter procedimentos previamente estruturados e bem ajustados à realidade da empresa é algo também a se preocupar, já que eles evitam que as pessoas se percam ou gastem mais tempo para fazer atividades rotineiras.

5. Desconsiderar o tempo médio de estocagem

Muito gestor de estoque foca nos valores dos produtos avaliando somente a diferença entre o gasto para a aquisição e o recebimento de vendas, mas o fato é que o tempo de estocagem também é um indicador muito importante.

Além de indicar o tempo médio que os recursos financeiros ficaram imobilizados, esse período representa custos de manutenção do estoque que vão desde gastos com a iluminação e taxas de funcionamento da empresa como hora paga aos funcionários.

Não deixe de avaliar o tempo médio de estocagem dos seus itens. Talvez sua estratégia de reposição de mercadorias possa ser melhorada trocando alguns produtos que possam até ter uma margem um pouco menor de lucratividade por outros que tenham uma melhor saída de vendas.

Agora que apresentamos esses pecados capitais na gestão e planejamento do giro de estoque, temos ainda uma dica bem útil para você conseguir colher melhores resultados:

O cartão de marca própria e o aumento no giro de estoque

Uma boa estratégia para varejo é considerar as soluções pré-pagas. Em forma de cartões como o gift card (cartão presente) ou vale-compras, essa ferramenta é ótima para ajudar a gerar mais rentabilidade no seu negócio e também impulsionar vendas.

Além de trazer para o seu negócio o público desbancarizado, a utilização do cartão pré-pago implica que o portador dele irá, necessariamente, gastar os créditos em sua empresa, o que significa mais vendas.

Como é bem provável que o dono do cartão não consiga usar o valor exato creditado nele, pode acabar deixando uma pequena sobra de créditos (o que significa mais lucro para o seu negócio) ou complementar a compra (o que implica em maior faturamento).

Sendo de fácil gestão e não ocupando espaço, considere deixar o vale-compras no seu PDV e veja seus resultados aumentarem.

Se você quiser ter acesso a mais informações sobre como manter um bom giro de estoque ou saber mais sobre como utilizar cartões de marca própria em sua empresa, siga-nos no Facebook e no LinkedIn!

Como otimizar os processos de cartão pré-pago de marca própria

O ramo de varejo é um dos mais concorridos em todo o mercado. Desde os pequenos estabelecimentos de bairro até as grandes redes de lojas, todos estão sempre procurando diferenciais para atrair mais clientes e aumentar o rendimento médio.

Porém, depois de expandir e abrir algumas novas lojas a questão não é mais o alcance, mas sim a eficiência. Uma das técnicas que tem ganhado bastante força neste quesito é o cartão de marca própria.

No post de hoje, veremos como otimizar os processos que envolvem esse recurso e entenderemos mais sobre as suas vantagens para o seu negócio. Acompanhe!

Eduque o seu público sobre o que é o cartão de marca própria

Essa ferramenta é, basicamente, um cartão com crédito pré-pago que é disponibilizado pelo próprio estabelecimento. A forma mais conhecida de uso é para presentear, mas ele pode ser utilizado de diversas maneiras como por exemplo por pessoas que precisam enviar um funcionário para fazer compras no supermercado, mas não quer dar o cartão do banco e senha pessoal ou por empresas que tem como benefício a cesta de alimentos e ao invés de dar a cesta física, disponibiliza um valor no cartão pré-pago para que o próprio funcionário possa escolher o que comprar no supermercado.  

Isso deve ser divulgado para o seu público-alvo, a fim de que eles possam entender melhor e confiar na sua utilização.

Para comprar o cartão pré-pago, o cliente não precisa de nenhuma comprovação de crédito, o que é um facilitador para pessoas que não possuem contas bancárias. 

É uma ótima estratégia de fidelização e ferramenta para aumentar o ticket médio de cada cliente sem correr um grande risco ou ter que criar mudanças estruturais muito significativas.

E são várias as formas de otimizar o sistema de cartão pré-pago de marca própria que podem ser aplicadas no dia a dia da empresa.

Ofereça benefícios para os clientes mais fiéis

Programas de fidelidade já são utilizados em praticamente todas as redes de varejo por um bom motivo. Além de estimularem o aumento do ticket médio de cada cliente, contribuem para crescer o número de compras ao longo do tempo.

O cartão pré-pago pode ser utilizado como uma importante ferramenta na sua estratégia de fidelização sendo utilizado para acumular crédito para o cliente em cada compra realizada. 

Eles também garantem a proximidade com os clientes, já que o cartão só pode ser utilizado na própria rede.

Equilíbrio nas relações de crédito

Um dos maiores receios do varejo ao oferecer crédito a um cliente é a inadimplência. Com a crise financeira e a consequente redução do poder aquisitivo, muitas pessoas não conseguiram pagar suas dívidas de compras, o que deixou muitos lojistas no prejuízo.

Com o cartão pré-pago de marca própria este problema não existe já que o varejo recebe antes do cliente fazer a compra, o que significa zero inadimplência e dinheiro no caixa antes mesmo da baixa no estoque. 

Tenha variantes do mesmo cartão

Cartões presente pré-pagos podem ser tematizados de acordo com uma campanha ou necessidade específica do seu público. 

Temas como chá de fraldas, chá de cozinha, natal, dia das mães etc costumam fazer sucesso entre os clientes pois se tornam personalizados para a ocasião. Praticamente qualquer pessoa que não saiba o que comprar para presentear alguém pode recorrer ao cartão de marca própria da loja e ter acesso a qualquer um dos produtos.

Isso evita os longos períodos de dúvida sobre o que enviar, facilitando a decisão de compra. E mesmo que o cartão não seja utilizado, a loja já terá recebido o valor.

Crie promoções exclusivas para o cartão

Se você quer que mais pessoas usem o seu cartão de marca própria, terá que fazer algo para chamar a atenção delas para esse recurso. A solução mais comum em tais casos é colocar promoções exclusivas para clientes que utilizarem o cartão da loja como forma de pagamento.

Pequenos descontos, créditos cumulativos, algum produto de brinde: tudo isso contribui para estimular a utilização do cartão.

Avalie se deve terceirizar ou assumir a administração do cartão

O cartão de marca própria não é uma exclusividade das grandes franquias. Médias empresas, com apenas algumas lojas, também podem obter esse benefício. Porém, de acordo com a estrutura da loja e do seu BackOffice, pode ser ou não uma vantagem administrar o sistema por conta própria.

Se sua rede conta com uma central de informações, aparatos tecnológicos necessários e recursos para investir em uma área para isso, assumir a responsabilidade pela administração do cartão pode ser uma alternativa.

Porém, se não há um escritório central nem uma equipe preparada, o serviço terceirizado pode representar a melhor relação custo-benefício diante da qualidade oferecida.

Reduza o custo de uso do cartão de marca própria

Uma das principais qualidades de qualquer ferramenta de aceleração de vendas é o seu custo. É sempre promissor ver que o rendimento das lojas está aumentando, mas se o método utilizado para conseguir tal resultado representa um custo muito alto para a empresa, então ele não é tão vantajoso quanto aparenta.

Por isso, o ideal é reduzir ao máximo o custo de manutenção e utilização do cartão. Por exemplo, reduzindo a burocracia em sua emissão e liberação, terceirizando esse serviço ou buscando um sistema mais barato para cumprir suas metas.

Leve em consideração todos os tipos de clientes

Diferente de um cartão tradicional, não é necessário ter uma conta para adquirir um cartão de loja, o que amplia consideravelmente o número de clientes que você pode ter.

Agora que você sabe como aplicar o cartão de marca própria, é hora de se preparar para alavancar as vendas.

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O cartão vale presente é uma boa opção em datas comemorativas?

As datas comemorativas são períodos em que, geralmente, o varejo costuma elevar as suas vendas. No entanto, essa mágica não funciona sozinha e não adianta esperar a boa vontade do público em comprar, ainda mais em um momento econômico tão complicado para a população como o atual.

Logo, se soluções criativas e que estimulem as pessoas a consumirem não forem implementadas, as datas festivas serão como outras quaisquer. Por isso, propomos a utilização do cartão vale-presente.?

Só para recapitular, os cartões vale-presente são pré-pagos e com seus valores carregados pelo cliente ou estipulados pela loja. Eles podem ser digitais ou físicos e os presenteados ficam à vontade para gastar posteriormente.

Neste artigo, mostraremos como essa solução é interessante tanto para o lojista quanto para os clientes. Continue acompanhando:

Vantagens do cartão vale-presente?

Para você ter uma ideia de que o investimento nessa modalidade durante as datas comemorativas vale a pena, separamos uma pequena lista com os seus três principais benefícios. Confira:

Ideal para quem não sabe como presentear?

Muita gente tem dificuldade de encontrar os presentes certos para dar nos momentos especiais. Visando compensar esse pequeno problema, uma saída interessante para esse público é vender cartões vale-presente personalizados da loja. Com isso, as pessoas dão aos presenteados a liberdade de escolherem o que bem entenderem, e que estejam dentro do valor adquirido.

Esse modelo é interessante também porque se adapta a qualquer comemoração, como aniversários, dia dos namorados, dia das mães, Natal, etc. Para cada momento, o cartão vale-presente pode ser usado de uma forma diferente. Uma solução flexível tanto para quem presenteia quanto para quem é agraciado.

Atrai mais clientes para a loja?

Quando usados em datas comemorativas, os vale-presentes garantem a presença de um cliente a mais na loja. Pois a partir do momento que uma pessoa adquire um cartão pré-pago no intuito de presentear alguém, a pessoa que o recebe tende a se tornar um cliente — ou ao menos ela já passa a ter contato com sua marca. Isso ajuda a aumentar o fluxo de pessoas dentro das lojas, gerando mais oportunidades de vendas.

Ganho extra de receitas?

Se há mais gente visitando a loja e trocando os vales por produtos, há também maiores chances de comprarem mais e, assim, aumentar as receitas do seu negócio.

É o que acontece nas compras extras, ou seja, quando o cliente presenteado resolve adquirir mais produtos além do limite do cartão, gastando somente o excedente. Por exemplo: ele tem um cartão vale-presente de R$ 100,00 e troca por R$ 120,00 em compras. Nesse caso, ele só gastará 20 reais.

Você também pode sair no lucro ao ganhar com o saldo residual (a sobra que não é gasta). Os cartões geralmente possuem valores diferentes dos produtos. Ex.: Cartão de R$ 50,00 e produto mais próximo desse valor a R$ 47,90 — essa ainda é uma diferença pequena, pois há situações nas quais sua loja pode faturar ainda mais.

Tipos de loja que usam esses modelos de cartão?

A utilização de cartões vale-presente já é difundida em muitos players conhecidos do mercado. A forma como é disponibilizado pode variar entre modelos digitais e físicos, entre os valores do cartão (25, 50, 100 até 2.000 reais, por exemplo) ou pela validade (30, 60, 90 dias, etc.).

São algumas das categorias e marcas que aderem ou já aderiram a essa solução:?

  • Varejistas: Pão de Açúcar, Extra, Casa&Vídeo;

  • Livrarias: FNAC, Saraiva;

  • Moda e acessórios: Dafiti, C&A, Marisa;

  • Eletrônicos: Amazon, Fast;

  • Bandeiras de cartão de crédito: MasterCard, Visa, dentre outros.

Benefícios para quem compra o vale-presente

Claro que se o cartão de presente beneficiasse apenas a loja, nenhum cliente compraria. A utilização dos vales também oferece grandes vantagens para quem compra o cartão e para quem recebe. Veja aqui 3 destes benefícios:

Mais tempo para decidir o que comprar

Um problema comum na hora de entregar um presente é o tempo curto. Ninguém quer perder a data da comemoração e entregar o presente atrasado, mas também pode ser que aquilo que o presenteado realmente quer esteja fora de estoque.

Com um vale-presente, por outro lado, é possível dar mais tempo ao presenteado para conseguir aquilo que realmente deseja, sem perder a chance de entregar algo no dia da comemoração.

Economia em pacotes maiores

Uma vantagem oferecida na maioria dos cartões de presentes é um bônus de crédito sobre grandes compras. Quando alguém compra um vale-presente em um valor bem alto, pode ser que o crédito oferecido no cartão seja maior do que o valor pago.

Por exemplo, um cartão de R$200,00 pode chegar com R$250,00 em crédito, como incentivo. Essa economia torna o vale ainda mais atrativo na hora de entregar um presente mais caro.

Variedade de opções

Apesar de algumas lojas oferecerem cartões de presente próprios, muitas trabalham com uma grande rede que atende outras lojas. Isso significa que não há aquela restrição sobre o tipo de produto ao qual o presenteado terá acesso. Ele não será obrigado a escolher uma roupa, um objeto de decoração, um livro ou um carro necessariamente.

Possibilidade de fazer múltiplas compras

Algo importante a se lembrar é que um vale-presente não equivale a apenas um produto. Ele é um valor de crédito que pode ser trocado por vários itens, desde que o total esteja dentro do valor estipulado. E mesmo que a compra fique acima desse valor, ainda é possível completar com outras formas de pagamento, como cartão e em dinheiro.

O cartão vale-presente é um recurso interessante porque traz vantagens para todos os envolvidos nesse processo de compra. O primeiro é o cliente, que tem dificuldades para escolher um presente e opta por uma solução flexível.

O presenteado, que fica livre para escolher quantos presentes caberem dentro do orçamento do cartão. Por fim, a loja, que recebe novos clientes, fatura com um saldo antecipado e ainda pode aumentar as vendas em aquisições extras.

Percebeu como o cartão vale-presente pode trazer bons resultados para as suas lojas nas datas comemorativas? Para saber mais sobre essas e outras vantagens para o seu negócio, assine nossa newsletter!