O cartão vale presente é uma boa opção em datas comemorativas?

As datas comemorativas são períodos em que, geralmente, o varejo costuma elevar as suas vendas. No entanto, essa mágica não funciona sozinha e não adianta esperar a boa vontade do público em comprar, ainda mais em um momento econômico tão complicado para a população como o atual.

Logo, se soluções criativas e que estimulem as pessoas a consumirem não forem implementadas, as datas festivas serão como outras quaisquer. Por isso, propomos a utilização do cartão vale-presente.?

Só para recapitular, os cartões vale-presente são pré-pagos e com seus valores carregados pelo cliente ou estipulados pela loja. Eles podem ser digitais ou físicos e os presenteados ficam à vontade para gastar posteriormente.

Neste artigo, mostraremos como essa solução é interessante tanto para o lojista quanto para os clientes. Continue acompanhando:

Vantagens do cartão vale-presente?

Para você ter uma ideia de que o investimento nessa modalidade durante as datas comemorativas vale a pena, separamos uma pequena lista com os seus três principais benefícios. Confira:

Ideal para quem não sabe como presentear?

Muita gente tem dificuldade de encontrar os presentes certos para dar nos momentos especiais. Visando compensar esse pequeno problema, uma saída interessante para esse público é vender cartões vale-presente personalizados da loja. Com isso, as pessoas dão aos presenteados a liberdade de escolherem o que bem entenderem, e que estejam dentro do valor adquirido.

Esse modelo é interessante também porque se adapta a qualquer comemoração, como aniversários, dia dos namorados, dia das mães, Natal, etc. Para cada momento, o cartão vale-presente pode ser usado de uma forma diferente. Uma solução flexível tanto para quem presenteia quanto para quem é agraciado.

Atrai mais clientes para a loja?

Quando usados em datas comemorativas, os vale-presentes garantem a presença de um cliente a mais na loja. Pois a partir do momento que uma pessoa adquire um cartão pré-pago no intuito de presentear alguém, a pessoa que o recebe tende a se tornar um cliente — ou ao menos ela já passa a ter contato com sua marca. Isso ajuda a aumentar o fluxo de pessoas dentro das lojas, gerando mais oportunidades de vendas.

Ganho extra de receitas?

Se há mais gente visitando a loja e trocando os vales por produtos, há também maiores chances de comprarem mais e, assim, aumentar as receitas do seu negócio.

É o que acontece nas compras extras, ou seja, quando o cliente presenteado resolve adquirir mais produtos além do limite do cartão, gastando somente o excedente. Por exemplo: ele tem um cartão vale-presente de R$ 100,00 e troca por R$ 120,00 em compras. Nesse caso, ele só gastará 20 reais.

Você também pode sair no lucro ao ganhar com o saldo residual (a sobra que não é gasta). Os cartões geralmente possuem valores diferentes dos produtos. Ex.: Cartão de R$ 50,00 e produto mais próximo desse valor a R$ 47,90 — essa ainda é uma diferença pequena, pois há situações nas quais sua loja pode faturar ainda mais.

Tipos de loja que usam esses modelos de cartão?

A utilização de cartões vale-presente já é difundida em muitos players conhecidos do mercado. A forma como é disponibilizado pode variar entre modelos digitais e físicos, entre os valores do cartão (25, 50, 100 até 2.000 reais, por exemplo) ou pela validade (30, 60, 90 dias, etc.).

São algumas das categorias e marcas que aderem ou já aderiram a essa solução:?

  • Varejistas: Pão de Açúcar, Extra, Casa&Vídeo;

  • Livrarias: FNAC, Saraiva;

  • Moda e acessórios: Dafiti, C&A, Marisa;

  • Eletrônicos: Amazon, Fast;

  • Bandeiras de cartão de crédito: MasterCard, Visa, dentre outros.

Benefícios para quem compra o vale-presente

Claro que se o cartão de presente beneficiasse apenas a loja, nenhum cliente compraria. A utilização dos vales também oferece grandes vantagens para quem compra o cartão e para quem recebe. Veja aqui 3 destes benefícios:

Mais tempo para decidir o que comprar

Um problema comum na hora de entregar um presente é o tempo curto. Ninguém quer perder a data da comemoração e entregar o presente atrasado, mas também pode ser que aquilo que o presenteado realmente quer esteja fora de estoque.

Com um vale-presente, por outro lado, é possível dar mais tempo ao presenteado para conseguir aquilo que realmente deseja, sem perder a chance de entregar algo no dia da comemoração.

Economia em pacotes maiores

Uma vantagem oferecida na maioria dos cartões de presentes é um bônus de crédito sobre grandes compras. Quando alguém compra um vale-presente em um valor bem alto, pode ser que o crédito oferecido no cartão seja maior do que o valor pago.

Por exemplo, um cartão de R$200,00 pode chegar com R$250,00 em crédito, como incentivo. Essa economia torna o vale ainda mais atrativo na hora de entregar um presente mais caro.

Variedade de opções

Apesar de algumas lojas oferecerem cartões de presente próprios, muitas trabalham com uma grande rede que atende outras lojas. Isso significa que não há aquela restrição sobre o tipo de produto ao qual o presenteado terá acesso. Ele não será obrigado a escolher uma roupa, um objeto de decoração, um livro ou um carro necessariamente.

Possibilidade de fazer múltiplas compras

Algo importante a se lembrar é que um vale-presente não equivale a apenas um produto. Ele é um valor de crédito que pode ser trocado por vários itens, desde que o total esteja dentro do valor estipulado. E mesmo que a compra fique acima desse valor, ainda é possível completar com outras formas de pagamento, como cartão e em dinheiro.

O cartão vale-presente é um recurso interessante porque traz vantagens para todos os envolvidos nesse processo de compra. O primeiro é o cliente, que tem dificuldades para escolher um presente e opta por uma solução flexível.

O presenteado, que fica livre para escolher quantos presentes caberem dentro do orçamento do cartão. Por fim, a loja, que recebe novos clientes, fatura com um saldo antecipado e ainda pode aumentar as vendas em aquisições extras.

Percebeu como o cartão vale-presente pode trazer bons resultados para as suas lojas nas datas comemorativas? Para saber mais sobre essas e outras vantagens para o seu negócio, assine nossa newsletter!

Como escolher o presente perfeito para incentivar seus colaboradores

Funcionários motivados sempre trazem bons resultados para as empresas. E nada melhor para incentivar um colaborador do que um ambiente de trabalho que reconheça a sua produtividade e importância em toda rotina empresarial. Estabelecer um sistema de recompensas pode ser uma excelente ideia para criar esse estímulo e o aproximar da sua equipe, mas é preciso oferecer um presente perfeito e que agrade a todos.

O desafio é conseguir instaurar uma competição saudável dentro da empresa, de forma a encorajar a produtividade, desafiar os colaboradores e recompensá-los pelos bons resultados. Esse processo deve fazer parte da rotina de trabalho, pois, também contribui para estreitar as relações e melhorar a comunicação em todos os níveis.

Mas qual seria o presente ideal? O que fazer diante dessa situação? Aprenda no post de hoje a estabelecer um bom programa de recompensas em sua empresa:

Conceda folgas

Quem não gosta de ganhar uns dias de folga? Ter um tempo a mais para resolver suas questões pessoais, prolongar o final de semana com uma viagem ou apenas descansar um pouco mais em casa? Oferecer esse tempo livre extra para os colaboradores que estão se saindo bem pode ser um benefício motivador e que certamente agradará a todos.

Promova encontros

As recompensas também podem ser dadas em grupo, principalmente quando é uma equipe está trabalhando em conjunto para cumprir algum projeto. Uma opção é oferecer um encontro, que tem como alternativas almoços ou jantares, e permite que os seus colaboradores possam confraternizar e passar um tempo juntos.

Uma opção é oferecer um churrasco em um local que eles possam levar à família — e os filhos possam brincar e se divertir também. Ou, quem sabe, realizar algum evento em que possa reunir a sua equipe para passar alguns momentos agradáveis juntos.

Aposte nos brindes

Dar alguns prêmios para aqueles funcionários que se destacam também pode ser uma boa opção. Porém, nesse caso, é necessário usar a criatividade para poder agradar o ganhador. Analise o perfil do seu colaborador e veja um item que vai ser útil ou que ele poderá fazer bom proveito. Conhecer um pouco dos gostos e hábitos dos colaboradores ajuda bastante na hora de definir o tipo de prêmio.

Cartões de vale presente

Um cartão de vale presente é sempre bem recebido, já que dá oportunidade do funcionário escolher como usar essa bonificação. Os cartões presentes podem ser de dois tipos:

  • Vale Presente de alguma loja ou supermercado onde a empresa coloca uma determinada quantia de créditos em um cartão para que o seu colaborador possa usá-lo para comprar nesses locais;

  • Outra opção é o cartão presente em que o funcionário ganha créditos para utilizar em jogos, filmes e apps, por exemplo — essa opção não permite a troca do presente e se refere especificamente ao que está destinado no cartão de vale presente.

Viagens de incentivo

Viajar pode ser um ótimo incentivo para que sua equipe aumente a produtividade. Segundo um levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e do portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz, o maior desejo de consumo dos brasileiros é fazer uma viagem internacional. Em segundo lugar na lista está viajar dentro do país.

Além do valor financeiro, também existe a questão sentimental, já que uma viagem é uma experiência única que fica guardada para sempre na memória das pessoas.

Existem as viagens em grupo, que geralmente são realizadas no fim do ano como forma de confraternização da empresa, e as individuais, que são oferecidas aos colaboradores que tiveram um melhor desempenho durante determinado período.

Ao definir o destino da viagem, escolha locais onde os colaboradores poderão não só passear, mas também realizar alguma atividade que agregue conhecimento profissional. Por exemplo, conhecer alguma grande loja ou participar de algum workshop.

Day Spa

Nada melhor do que um dia relaxante para fugir do estresse da loja, não é mesmo? Para oferecer esse momento de descanso ao colaborador, uma ótima alternativa é um day spa. Trata-se de um dia dedicado a cuidar do corpo e do bem-estar, com massagens, tratamentos faciais, banhos de ofurô e diversas atividades.

O serviço é oferecido em clínicas de estética, mas também existe a opção de trazer os profissionais até a sua empresa, fazendo uma tarde de relaxamento. Se a ideia agradar, você pode estipular um dia por mês para uma sessão de massagens ou uma atividade semelhante. Use a criatividade e deixe seus funcionários bem tranquilos e motivados.

Bônus salarial

Esse tipo de premiação geralmente é atrelada a uma meta, que pode ser individual, da equipe ou da empresa. O valor é definido por meio de um percentual do salário anual do colaborador.

Para que o time sinta-se motivado, é importante que a meta seja alcançável, e que a empresa dê todo o suporte e as orientações necessárias para que a produtividade fique lá em cima.

Também é comum que haja uma bonificação especial no final do ano, como forma de reconhecimento pelo trabalho realizado no período.

Cursos de especialização

Dentro do ambiente corporativo, é muito comum que os profissionais busquem crescimento por meio dos estudos, que pode ser uma graduação, uma pós-graduação ou até cursos de especialização.

Sua empresa pode incentivar esses colaboradores pagando parte de um curso ou até o valor total. Além de motivar os funcionários, você vai poder contar com profissionais mais preparados e atualizados.

Descontos em serviços

Farmácia, padaria e restaurantes são locais que costumamos ir com uma certa frequência, não é mesmo? No final do mês, é comum notarmos que gastamos um bom valor nesses estabelecimentos. Para incentivar os colaboradores, sua empresa pode realizar parcerias com alguns deles e oferecer descontos mensais à equipe.

Faça uma pesquisa com o time, consulte quais são suas principais necessidades no dia a dia e avalie as empresas da região para realizar parcerias. É uma forma simples, mas muito eficaz de motivar os funcionários.

Manter a equipe motivada é um desafio para todo gestor, que deve conhecer muito bem seus funcionários e saber quais são seus principais desejos. Nesse artigo, você conferiu algumas opções para escolher o presente perfeito.

Já costuma presentear sua equipe? Tem alguma outra sugestão para a nossa lista? Compartilhe com a gente nos comentários.

Cartão fidelidade: como utilizá-lo estrategicamente na crise?

As vendas no comércio em geral têm enfrentado quedas nos últimos meses. Diante desse cenário, é necessário que as empresas conheçam opções para ajudar a diminuir ou até mesmo anular os efeitos da crise.

O cartão fidelidade é uma solução que vem ganhando bastante destaque nesse cenário. Quer saber como usá-lo no seu negócio? Veio ao lugar certo, pois é sobre isso que falaremos no post de hoje! Confira:

Entenda a mudança de hábitos de consumo

Basta o orçamento pessoal ou familiar apertar que as pessoas já começam a refazer as contas para fechar o mês. Crise financeira é assim mesmo. Ficou difícil ver quem não fez a sua lista de cortes e trocas de produtos e serviços por opções mais em conta.

É lógico que isso afeta em cheio as vendas no comércio, que passa a concorrer de forma ainda mais acirrada por cada cliente. Por isso, se destacar oferecendo vantagens para quem se mantém fiel ao seu negócio pode ser uma alternativa interessante, tanto para o seu estabelecimento quanto para o consumidor.

Ofereça uma boa opção para clientela

Nesse meio de tantas incertezas, o cartão fidelidade passa a ser um amigo para o cliente que precisa encontrar formas de economizar com o mínimo de impacto no seu bem-estar.

Esse tipo de programa permite que o cliente ganhe pontos com cada compra, que são acumulados e podem ser revertidos em prêmios, descontos ou gratuidades (dependendo da área de negócio e da criatividade da empresa).

Um dos exemplos mais clássicos é o programa de milhas de companhias aéreas. Quanto mais uma pessoa viaja, mais ela acumula pontos que poderão ser trocados por passagens e uma enorme variedade de produtos e serviços.

Aproveite para atrair e fidelizar

Cliente não quer apenas comprar. Ele quer ter a certeza de que fez o melhor negócio. E isso também inclui a preocupação da empresa em oferecer uma ótima experiência para ele. Mesmo com o bolso mais vazio, a busca é pelo mínimo de impacto na vida dele, ou seja, a ter sempre qualidade continua, só que ela inclui aí o cálculo do melhor custo-benefício.

O cartão fidelidade pode oferecer tudo isso em um único serviço. Ao adotar essa estratégia, sua empresa mostra que está preocupada em continuar atendendo bem mesmo durante o período turbulento. E mais: que a sua empresa valoriza o cliente fiel a ponto de oferecer prêmios pela confiança que ele deposita no seu negócio.

Programas de fidelidade não são positivos apenas pelo viés econômico, mas também mexem um pouco com o sentimento das pessoas e por isso são ótimas oportunidades para se destacar da concorrência e, ao mesmo tempo, promover uma ação de branding que ajude a valorizar a sua marca.

Isso ajuda também a trazer mais clientes, tentados a experimentar uma oportunidade de poupar. Combine com cupons promocionais para ajudar na primeira conversão – ou para trazer de volta clientes antigos — e veja seus resultados multiplicarem.

Pesquise sistemas no mercado que facilitam implantar esse sistema, seja em ambiente online ou em lojas físicas. É um investimento que tem tudo para render um ótimo retorno para o seu estabelecimento e ainda deixar seus clientes (novos e antigos) felizes, sem consciência pesada pelas compras.

Gostou da nossa sugestão? Para receber outras informações e sugestões fantásticas para aumentar suas vendas e conquistar a clientela de vez, não deixe de assinar a nossa newsletter! É rápido e gratuito!

Para quem o cartão recarregável é uma ótima solução?

Desde o ano de 2013, o uso de cartão recarregável no Brasil tem só aumentado. E as transações com a ferramenta já estão consolidadas entre consumidores e empresas do comércio.

Além de esse tipo de cartão fornecer mais uma opção para compras, vendas e transações que envolvam dinheiro em geral, abriu espaço para uma massa de milhões que não são bancarizados e/ou possuem restrição ao crédito.

Quer saber por que a solução tem tantos adeptos e beneficia a pessoas físicas e jurídicas? Confira:

Inclusão da classe C e de negativados

Pessoas com menos recursos e salários baixos apresentam dificuldade em ter cartão de crédito junto ao sistema bancário. Além disso, esse perfil torna-se inadimplente mais facilmente, o que esgota definitivamente as possibilidades de acesso ao crédito.

Com o surgimento e a disseminação dos pré-pagos, passaram a utilizá-los como forma de poderem ter acesso a serviços de assinatura de conteúdo, compra de aplicativos e jogos mobile e até a aquisições no e-commerce. Anteriormente, tudo isso era dificultado.

Expansão às demais classes

A facilitação ao consumo não ficou de exclusividade da classe C. Os mais abastados também viram no cartão de crédito recarregável uma forma segura, prática e ágil de usar o dinheiro.

Basta acessar a página da empresa emissora do cartão e facilmente gerenciar valores e fazer transações online. Tudo é simples como a própria adoção à ferramenta, feita sem sair de casa ou ter de fazer cópias de documentos.

Possibilidade para compradores de mercadorias importadas e nacionais

Uma das grandes vantagens do pré-pago é não pagar juros e ter um limite intransponível. Desse modo, fica mais fácil controlar gastos e economizar. Para pessoas que desejam comprar produtos não disponíveis no Brasil ou mais baratos no exterior, pode ser a única solução. Pois nem sempre se consegue obter um cartão (principalmente internacional), ainda mais com crédito, no banco do qual se é cliente. E o recarregável torna possível fazer essas aquisições.

Algumas vezes, comprar online do território nacional também só é possível na modalidade crédito, tornando esse cartão indispensável.

Viagens com cartão de crédito recarregável

Mesmo que viajantes em geral tenham boas condições financeiras, grande parte deles passou a utilizar o pré-pago nas idas ao exterior.

Isso ocorreu pela segurança financeira percebida por eles na ferramenta. Os cartões podem ser carregados em moeda nacional ou já na estrangeira e usados nas opções crédito à vista ou débito. Na volta ao Brasil, não há fatura com juros, taxas e uma possível conta maior pela possibilidade constante de valorização das moedas estrangeiras.

Aumento de vendas no varejo

Segundo pesquisa encomendada pela administradora Mastercard ao Boston Consulting Group, cerca de R$ 100 bilhões foram movimentados no Brasil em 2014 em transações com pré-pagos. E mais, o número teve aumento de 30% em 2015. Muitas vendas, especialmente na classe C, não teriam ocorrido sem essa possibilidade de pagamento. Aliás, tudo isso ocorreu em meio a uma grave crise econômica. Essa movimentação se deu pela facilitação, citada anteriormente, da aquisição de produtos para todas as classes e também pela segurança monetária obtida nos gastos em viagens.

Ainda há muitos negócios abrindo mão de fatia de negócio por não darem essa possibilidade de pagamento ou não contarem com uma solução personalizada para sua própria empresa — como cartão presente ou pré-pago da organização. E não percebem que tais formas de aquisição ajudam a fidelizar clientes.

Ainda tem dúvida sobre o impacto do cartão de crédito recarregável no varejo brasileiro? Seu comércio proporciona esse tipo de facilitação aos consumidores? Compartilhe a sua opinião com a gente!

Como melhorar as vendas? 7 dicas para começar hoje

Se atualmente há uma expressão presente nas conversas sobre comércio e vendas é “crise econômica”. Ela até justifica a queda no setor, como os – 10,9% em abril de 2016, mas não pode ser motivo para conformismo. Esse é o momento para saber como melhorar as vendas, fazendo com que sua empresa não seja uma das responsáveis por esses números da nossa economia.

Para ajudar a impulsionar suas vendas, preparamos 7 estratégias que farão sua empresa se destacar durante a crise. Acompanhe!

1 – Utilize cartões pré-pagos

Os cartões pré-pagos são tendências que se consolidaram nos últimos anos no Brasil. É uma alternativa boa para o varejista e para o consumidor, especialmente aquele que sofre com a falta de crédito — como o pagamento é feito antecipadamente, o cliente tem controle sobre o que gastará. Para a loja, é interessante porque ela terá mais previsibilidade sobre as receitas e poderá faturar um extra com o saldo excedente ou não gasto pelo público.

2 – Fidelize seus clientes

Como manter um cliente é mais barato do que trazer novos, todo esforço é válido para fidelizar seus consumidores. Os cartões de presente, cartões pré-pagos, programa de pontos, marketing de defensores e melhora no relacionamento com o público são algumas ações que ajudam a tornar seus atuais clientes em admiradores da sua marca. Consumidores fiéis são importantes porque continuam comprando, promovem sua empresa e trazem novos compradores por indicações.

3 – Atue em mais pontos de venda

A crise também é momento de investir. Uma das possibilidades é dar mais capilaridade ao seu negócio e aproximá-lo dos consumidores. No entanto, é importante identificar se a região na qual sua loja será inserida tem potencial de consumo para as suas ofertas. Este é um investimento que destaca sua empresa em relação aos concorrentes, que normalmente cortam seus gastos, porém deve ser muito bem estudado.

4 – Amplie o seu mix de produtos

Adicionar um novo produto ou serviço ao seu mix é uma estratégia que requer mais investimentos e muitos estudos. Entretanto, a ideia de diversificar suas ofertas é interessante para gerar diferenciação e entregar uma experiência mais completa aos clientes. Pense, por exemplo, em um varejista de eletrodomésticos que, além de vender suas ofertas, resolve abrir centros de reparos dos seus próprios produtos.

5 – Revise o seu atual mix de produtos

Se você tem uma visão mais conservadora e ainda tem dúvidas sobre como melhorar as vendas em seu empreendimento, outra opção é reavaliar as suas atuais ofertas. Trata-se de uma revisão sobre os seus custos de comercialização e formatos de entrega. Por exemplo, uma rede de lojas que trabalha com produtos importados pode migrar para fornecedores nacionais, diminuindo gastos de abastecimento. Isso pode se refletir em preços menores para os clientes.

6 – Invista no e-commerce

O comércio eletrônico caminha na direção contrária ao varejo tradicional. Com uma expectativa de crescimento de 8% para 2016, segundo a e-bit, as compras online são uma realidade cada vez mais presente na vida dos consumidores. Para o público é interessante porque o consumo é mais prático e rápido. Para o lojista é a oportunidade de expandir o alcance da sua marca, relacionar-se de perto com seus clientes e melhorar suas vendas.

7 – Aprimore a experiência do cliente

Comece a pensar seus processos e estratégias com foco total nos clientes. Isso vai desde um atendimento mais personalizado e eficiente, passando por um ambiente de loja agradável e favorável à compra, até o suporte pós-compra — mais atencioso e rápido para resolver os problemas do público. Além disso, é importante também fazer pesquisas de satisfação com seus atuais clientes.

Enfim, são formas de mostrar-se mais preocupado com a satisfação dos consumidores, que, por sua vez, sentem que a sua empresa se importa com a opinião deles.

Para sair da crise é preciso inovação, novos investimentos e mudanças no mix de produtos. E você conseguiu perceber o que todas as dicas têm em comum? A intenção de facilitar a vida do cliente, motivá-lo a continuar comprando e entregar uma experiência de compra qualificada. É sempre importante lembrar que os consumidores estão gastando menos, mas nem por isso deixaram de consumir.

Entendeu como melhorar as vendas em sua empresa em meio à crise? Você já aplica ou usou alguma dessas estratégias? Compartilhe suas experiências nos comentários!

 

5 excelentes dicas para superar a crise econômica no varejo!

Já é comum ouvirmos o noticiário anunciar altas na inflação e na taxa de juros do Banco Central, aumento de inadimplentes e do desemprego e a crescente restrição de crédito. Não há como negar que uma grave crise econômica assola o país, dificultando a vida dos empreendedores.

Mas apesar de o cenário não estar propício para as empresas, não é impossível reverter a situação. A primeira dica é não se desesperar diante da recessão e manter o foco, porque o varejo conta com fatores que o ajudam a ter sobrevida e superar a crise. Quer aprender como? Então, acompanhe o nosso post de hoje!

1 – Manter o foco

Para passar pelo período de adversidade econômica, é importante não desviar a sua empresa de seus objetivos e ideais. Foque a força do seu empreendimento naquilo que ele oferece de melhor, mantendo a qualidade dos seus produtos e serviços e o preço competitivo. Não deixe que a crise afaste o seu negócio dos seus objetivos — este é o primeiro passo para vencê-la.

2 – Oferecer qualidade e inovação

Os momentos de crise são também momentos em que o consumidor faz escolhas certeiras. Por isso, o seu varejo precisa oferecer qualidade e, melhor ainda, inovação. Afinal, o que desperta mais o interesse de compra dos clientes do que um serviço inovador?

Durante a recessão econômica, o poder de compra fica diminuído, fazendo com que os consumidores comprem apenas o essencial ou aquilo que desperte muito o interesse. Manter o foco volta a ser importante nessa etapa, para que a sua empresa consiga agregar valor aos seus produtos.

O valor que um cliente enxerga em seus produtos é subjetivo e variável, porque depende do que cada consumidor busca encontrar na sua loja. Mas é inegável que qualidade, durabilidade, exclusividade e preço justo são fatores que agregam valor e aumentam as vendas.

3 – Fazer boa gestão

Em tempo de crise, ter uma gestão eficiente pode ser um propulsor do sucesso para os empreendedores. Procure fazer cortes de gastos: reduza as despesas possíveis, renegocie dívidas, aluguéis e contratos com fornecedores, e valorize as suas boas parcerias comerciais.

Busque eliminar os desperdícios, além de evitar e diminuir despesas. Pequenos cortes, como materiais de escritório, papéis e tintas já podem gerar economias significativas. Ser proativo e criativo nesse ponto é fundamental.

Inevitavelmente, alguns fatores fugirão ao seu controle enquanto gestor — como a concorrência e o volume de vendas —, mas ter conhecimento pode ser o fator determinante para contornar a situação.

4 – Investir em atendimento e marketing

Para vender mais, é interessante transformar o atendimento do seu negócio em um diferencial competitivo. No varejo, o atendimento prestado é completamente decisivo para o futuro dos negócios, especialmente em tempos de crise econômica.

O cliente tem de passar pela sua loja, se interessar, entrar, comprar e acabar voltando. Para isso, pode ser interessante apostar produtos diferenciados que aumentem o seu mix. Além disso, investir em um marketing bem direcionado e atrativo pode fazer toda a diferença e trazer mais clientes para o seu empreendimento.

No entanto, é importante ter cuidado para não exceder as despesas investindo em atendimento e marketing. Busque soluções eficientes, como fazer uma orientação da sua equipe de vendedores e dê preferência a produtos alternativos e com baixo investimento como recarga de celular e cartão presente.

5 – Liderar e planejar

Tempos de incerteza e recessão pedem, mais do que nunca, líderes focados e envolvidos com sua própria equipe e com seu negócio. Decisões difíceis podem surgir, então é importante estar em constante aperfeiçoamento.

Sua equipe pode precisar de motivação a mais nesse período. Para deixá-la mais empenhada, o líder deve assumir o papel de energizar o seu time de vendas e mostrar a importância de se dedicar ao trabalho para conseguir superar a crise por meio da produtividade. Para tanto, é importante ter planejamento e estabelecer metas claras às quais o seu empreendimento deverá ser dirigido.

Agora você conhece as melhores dicas para superar a crise econômica no varejo e lidar melhor com as adversidades da recessão, permitindo que seu negócio continue a crescer. Para ficar sempre por dentro das nossas dicas, assine agora mesmo a nossa newsletter!

Como aproveitar a crise econômica para vender mais?

A crise econômica impõe inúmeros desafios ao varejo: juros altos, crédito mais restrito, diminuição do poder de compra das famílias e consequente retração no consumo, aumento da inflação, índices crescentes de desemprego e achatamento da renda.

Este cenário é a senha para que muitos empreendedores se sintam desanimados e digam coisas do tipo: “não tem jeito, as vendas estão caindo e não há nada que eu possa fazer; só me resta aguentar e esperar a onda passar”.

Nada disso! Você já deve ter ouvido por aí que a crise de uns é a oportunidade de outros, e isso é a mais pura verdade, desde que o empresário saiba exatamente o que fazer. Em situações como esta que o Brasil atravessa, a primeira providência é abrir mão de posturas conformistas ou derrotistas, pois elas nublam a capacidade de ação e julgamento.

Crise é superação

Ao invés de lamentar-se, é preciso buscar informação e conhecimento qualificado sobre o mercado, investindo especificamente no seu segmento de atuação, a fim de entender como a crise muda o comportamento dos clientes e de que forma a empresa pode adaptar-se para atender a essa mudança e gerar mais vendas.

Analise o contexto em que o seu negócio está inserido e faça uma lista dos riscos prioritários que devem ser enfrentados, em virtude da conjuntura atual. A ideia é estabelecer um plano de ação com etapas claras e realistas, revendo totalmente o planejamento estratégico.

Capacidade de foco

Para sobreviver às adversidades do mercado o empresário deve estar focado naquilo que é essencial: quais são as maiores qualidades e os diferenciais dos produtos e serviços que você oferece? Em que áreas você pode realmente se destacar e relação à concorrência? Como os processos de vendas podem ser aprimorados?

E ainda: Que fatores podem ajudá-lo a aumentar as conversões? Mais agilidade na entrega? Melhorias na percepção sobre o atendimento ao cliente? Diversificação de produtos e serviços? Revisão da política de preços? Investimento em técnicas de pós-venda?

Ao responder honestamente a estes questionamentos você estará, na verdade, reavaliando o planejamento estratégico e concentrando energias na adaptação da empresa ao momento atual, o que o deixará apto não apenas a “enfrentar a crise”, e sim a superá-la, até mesmo com possibilidade de crescimento. Exatamente! Crescer na crise é possível e viável, mesmo em meio às dificuldades.

Confira as estratégias utilizadas por alguns setores para virar a mesa:

O que aprender com quem consegue aumentar as vendas na crise

Acessórios esportivos

O segredo é não ficar dependente deste ou daquele perfil de cliente. Empresas especializadas em itens esportivos costumam atender ao maior número possível de pessoas, pulverizando as vendas. Além disso, elas trabalham com estoques enxutos, já que muitos produtos estão ligados a tendências de moda e comportamento, podendo perder a atratividade rapidamente.

Franquias

O setor de franchising é um dos que mais cresceram no Brasil durante o ano passado, na contramão do restante do mercado. Especialistas garantem que atuar em rede é uma vantagem, sobretudo em segmentos, como esporte, saúde, lazer e beleza. Outro fator que coloca as franquias em destaque é a facilidade de adquirir um ponto comercial.

Tecnologia

Empresas que comercializam ferramentas de gestão e conteúdo digital podem ensinar muito sobre como vencer obstáculos, fazendo o contrário do que se espera: em vez de demitir pessoas e diminuir a capacidade de atendimento, muitas delas mantêm suas equipes e diversificam a cartela de produtos, melhorando o portfólio e atraindo novos clientes, recorrendo ao marketing para comunicar bem este posicionamento ao mercado.

Lembre-se: se você se torna mais forte enquanto a concorrência encolhe e fica mais limitada, a tendência é que a sua empresa sobressaia. Além disso, quando a conjuntura econômica melhorar, você estará preparado para sair na frente e recuperar o desempenho.

Os setores que menos sofrem com as flutuações econômicas do país

Certos setores parecem simplesmente imunes à palavra “crise”. Enquanto empreendedores sofrem para manter-se de pé, outros surfam tranquilamente, expandindo as vendas e aumentando o faturamento. Confira alguns dos segmentos que são verdadeiros oásis em meio ao caos:

Cosméticos

Historicamente, esta é uma área que resiste bem aos momentos de recessão, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos e em mercados europeus.

Cuidados com a saúde

Enfermeiros e cuidadores de idosos e portadores de necessidades especiais estão em alta, pois o envelhecimento da população é uma realidade cada vez mais presente no Brasil. Para esses profissionais, a procura é constante. Vale a pena pesquisar todo o segmento que diz respeito à melhora das condições de vida para encontrar nichos promissores.

Comida saudável

Produtos orgânicos e outros que se encaixem no perfil “saudável” têm tido cada vez mais procura no Brasil. Uma boa alternativa pode ser adotar uma ou mais linhas desses produtos, expandindo aos poucos a oferta, mediante o aumento da demanda.

Bebidas

Praticamente nada parece abalar este segmento, pois ele está associado a um hábito, o que independe de circunstâncias sazonais. Se o empresário souber oferecer produtos mais acessíveis, certamente terá retorno de vendas. Vale lembrar que a alta do dólar tem deixado o consumidor atento a outras possibilidades, com aumento expressivo na procura por itens nacionais. Basta pesquisar e entender as necessidades dos clientes.

Dicas práticas para aumentar a performance do varejo em meio à crise econômica

Agora que você já tem uma perspectiva ampliada sobre algumas das oportunidades que a crise representa, vamos conhecer algumas medidas práticas que podem ser adotadas para ampliar as vendas e o faturamento.

Capriche na gestão comercial

Mantenha sua agenda de contatos atualizada, pois isso significa ampliar o potencial de vendas do negócio. Revise sua carteira, agende mais visitas e faça mais prospecções, pois “ser visto” é o caminho. Não deixe que apenas os clientes o encontrem, vá até onde eles estão!

Invista em conhecimento

Sem informação não há mágica que faça um empresário prosperar. Pesquise o mercado, entenda as reais necessidades do brasileiro que enfrenta a crise no dia a dia e ofereça soluções customizadas. Adapte-se ao momento, adquira novas competências, treine sua equipe e procure colocar-se no lugar do cliente: do que ele realmente precisa nesses tempos difíceis? Conhecimento é poder!

Comunique-se excepcionalmente bem

Use as redes sociais com Inteligência e bom senso, alimente seu site com conteúdo útil e qualificado, comunique as novidades que você vier a oferecer e faça com que todos saibam que sua empresa tem um diferencial: seja no atendimento, no produto, no pós-venda ou em outro quesito. E o mais importante: faça isso com regularidade, não viva de espasmos!

Venda mais para a carteira atual de clientes

Um ótimo jeito de melhorar o faturamento é investir no atendimento aos clientes que você já possui. Faça ofertas estimulantes e exclusivas, que possam realmente encantar as pessoas. A ideia é impactar o volume de transações feitas, o que vai incidir diretamente na sua média mensal de vendas!

Faça do cartão pré-pago um trunfo

Os cartões pré-pagos apresentam inúmeras vantagens aos lojistas, a começar pela praticidade e diversidade: podem ser usados em livrarias, drogarias, supermercados, lojas de departamento, jogos e eletroeletrônicos, dentre vários outros segmentos; e nem é preciso investir em estoque, pois o valor é ativado no momento da compra.

O cartão pré-pago também é um meio eficiente de agregar valor ao negócio, pois, com ele, muitas pessoas desbancarizadas passam a ter acesso a uma poderosa ferramenta de consumo. Além disso, muitas vezes, os clientes acabam gastando mais que o valor estabelecido, o que ajuda a ampliar o faturamento.

Avalie os esforços aplicados

Sem medição de resultados não há como avaliar a eficácia das mudanças que você vier a implantar. Faça um controle minucioso do efeito de cada medida, a fim de saber se foi proveitoso ou se é melhor empregar recursos em outra área. As vendas aumentaram? Houve mais conversões de clientes? Eles responderam bem à campanha de marketing? Só assim você será capaz de entender o que é um investimento e o que foi apenas um gasto dispensável.

E então, gostou do texto sobre como aumentar as vendas do varejo em meio à crise econômica? Então, aprenda também a identificar gargalos de produção e melhorar ainda mais seus resultados!

5 alternativas de inovação no varejo

Um dos assuntos que, desde 2015, mais preenchem os noticiários na mídia é a crise econômica no Brasil. Os números realmente são desanimadores, como a taxa de desemprego batendo 9%, retração do PIB de 3,8%, inflação passando dos 10% e uma queda acumulada de 7,6% no consumo das famílias, segundos dados levantados pelo portal Exame e pelo Serasa Experian. O comércio é um dos setores que mais sentem e a inovação no varejo pode ser uma das saídas para gerar bons resultados em meio a esse difícil momento.

No artigo de hoje, você conhecerá 5 alternativas estratégicas para o seu negócio se destacar mesmo em tempos de crise. Acompanhe!

1 – Investimento em mobile

Não é nenhuma novidade que as pessoas estão tendo mais acesso às tecnologias móveis e as consumindo com maior frequência em seus dispositivos móveis. Só para ter uma ideia, o consumo em lojas virtuais por smartphones e tablets chegou a 15% do total de toda a participação financeira, segundo o relatório Webshoppers.

Diante desse cenário, é preciso olhar para os dispositivos móveis como uma alternativa interessante para atrair mais consumidores. Ações como ter um site responsivo ou desenvolver aplicativos para interagir com esses usuários são opções para extrair mais resultados no mobile.

2 – Melhorar a experiência de consumo

Você já parou para pensar se o seu cliente está satisfeito com tudo que ele vivenciou e experimentou até comprar algum produto em sua loja? E quais fatores poderiam aprimorar ainda mais a experiência de consumo do seu público?

Pensar nessas questões é importante para entregar uma experiência que encante os seus clientes. Eles precisam superar suas expectativas, encontrar motivos que os façam voltar a comprar e indicar suas lojas para amigos e pessoas próximas. O momento é de reter compradores e nada melhor do que fazê-los felizes a cada vez que forem em seu estabelecimento.

3 – Estratégias de SAC 2.0

Com o crescimento do número de usuários das redes sociais, o telefone hoje não é mais o único meio onde as empresas podem oferecer suporte e atender seus clientes. Facebook, Twitter, Instagram, WhatsApp, Viber, e-mail, todos são alternativas para se comunicar diretamente com seu público e resolver problemas pontuais. Para muitos consumidores, esses novos canais podem ser até mais cômodos e práticos para entrar em contato com as lojas.

Uma boa estratégia de SAC 2.0 envolve um atendimento rápido (o Facebook sinaliza com um selo as páginas que respondem rapidamente as mensagens enviadas pelos usuários), abertura para solucionar problemas por fotos e vídeos, ouvir o seu público e investir no relacionamento para gerar engajamento e fidelização dos clientes.

4 – Marketing de defensores

Também conhecido como Advocate Marketing, esse tipo de marketing usa os clientes mais satisfeitos e engajados com a marca para servirem como referências aos potenciais compradores e que precisam de um estímulo mais concreto para comprar em uma das suas lojas.

Marketing boca a boca, recomendações e indicações costumam funcionar bem mesmo durante as crises, pois tão importante quanto preço baixo (que é o que a maioria das lojas fazem) é conquistar o consumidor pela confiança, ou seja, pela opinião de alguém satisfeito com seus produtos — usando de provas sociais para estimular o consumo.

5 – Uso de cartões pré-pagos

Os cartões pré-pagos são ótimas alternativas do ponto de vista do controle financeiro, tanto para o cliente quanto para o varejista. O consumidor sabe quanto tem para gastar e evita surpresas indesejáveis na chegada da fatura. Além do mais, passa a ter uma experiência de compra mais personalizada e pode usufruir de descontos.

O varejista passa a ter controle sobre o saldo a ser utilizado e pode ganhar com o valor que não for gasto. Ele ainda pode aproveitar esse cartão como ferramenta em uma estratégia de fidelização e em ações promocionais.

A busca pela inovação no varejo deveria ser constante, independentemente do momento econômico de um país. Contudo, alternativas inovadoras costumam se sobressair durante a crise.

E você, conhece outras ideias que poderiam entrar nessa lista? Compartilhe suas dicas com a gente!