Consumidores do futuro: como vender para a geração Z?

Eles só procuram lojas físicas quando precisam resolver um problema. São tão consumistas quanto seus antecessores (a geração Y) e têm acesso a uma infinidade de conteúdos gratuitos, entendendo que essa prática é normal e que nem sempre “comprar” significa “pagar” por algo. Bem-vindo à era da geração Z, os consumidores do futuro!

Você certamente já ouviu falar dos perfis geracionais, utilizados há bastante tempo na área de recursos humanos e que correspondem aos “baby boomers”, ao lado das gerações X, Y e Z.

Gerações X, Y e Z

Numa visão geral, os “baby boomers” são aqueles que nasceram entre 1946 e 1964. Apesar de terem criado o movimento hippie e outras formas de contestação, essas pessoas sentem dificuldade em adaptar-se a um mundo em constante mutação.

A geração X, surgida em meados dos anos 60, presenciou o nascimento da computação e a chegada dos aparelhos eletrônicos às casas e escritórios. E, finalmente, a geração Y, que cresceu em meio à revolução proporcionada pela internet, é aquela que vê a inovação como algo natural e inevitável.

Ainda que haja algumas divergências, classificações como essas estão se tornando importantes aliadas do mercado, no momento em que varejistas de todos os tamanhos buscam identificar quem são e o que querem seus clientes. Vamos conhecer agora o mais novo integrante dos perfis de consumo, a chamada geração Z.

Os consumidores do futuro vão às compras

Basicamente, a geração Z é formada por crianças e adolescentes para os quais não faz sentido falar em “conectar-se”, uma vez que eles estão sempre conectados e não conhecem outro tipo de relação com o mundo. O smartphone é uma extensão de suas mãos e, na interpretação deles, as interações online são tão “reais” quanto qualquer outra.

Um de seus passatempos favoritos é fazer downloads gratuitos de livros, filmes, músicas, HQs e todo tipo de conteúdo relacionado ao entretenimento. Gastar dinheiro com itens em formato físico não é tão comum, a não ser que o objeto de desejo seja um gadget ou outro produto de tecnologia.

Dinâmicos e autossuficientes, os integrantes da geração Z não veem problema em mudar de opinião o tempo todo, o que pode ser tornar o pesadelo dos estrategistas de marketing. Além disso, são críticos ao extremo, com baixa tolerância à frustração e ao descumprimento das promessas feitas por marcas e fabricantes.

Como as lojas devem se preparar para atender à geração Z

Quer vender para a geração Z? Então não abra mão do conceito de sustentabilidade, que é um dos mais apreciados por esses jovens consumidores. Atentos ao discurso sobre o impacto da ação humana no ambiente, eles entendem que as empresas devem assumir a responsabilidade e agir eticamente em qualquer circunstância.

A geração Z também quer que as marcas se relacionem com ela de forma transparente, sem subterfúgios ou táticas enganosas. A comunicação precisa ser simples e honesta, mantendo portas abertas para o diálogo e as sugestões.

Os nativos digitais também preferem atendimento via mensagens de texto, chats e redes sociais, ao invés do telefone. Gostam de resolver dúvidas e problemas rapidamente e, se possível, por conta própria (via tutorial em vídeo, por exemplo).

Consumidores do futuro? Nem tanto, afinal eles já estão aí e também já influenciam bastante nas decisões de compra de seus pais. Portanto, o melhor é tratar de adaptar-se a eles o quanto antes!

E então, o que achou do texto? Deixe um comentário e compartilhe sua opinião sobre os consumidores do futuro!


Rogério Lima é Diretor de Marketing e Vendas da epay Brasil e escreve sobre tendências para o varejo.

Por que é importante ter um mix de produtos diversificado?

O conjunto de itens individuais, em suas diversas linhas e subdivisões, é o que chamamos de mix de produtos — ele, normalmente, é disponibilizado em uma loja do varejo para atrair determinado público-alvo e alavancar vendas e lucratividade.

Vários aspectos interferem na composição do mix de produtos, tais como: poder aquisitivo do público-alvo, conhecimento do perfil e interesses do cliente, localização e dimensões da loja, ciclo de vida dos produtos, a área de negócios da empresa, a aparelhagem existente para exposição dos produtos (vitrine, prateleiras, araras, manequins, gôndolas, etc.), a gama de fornecedores, as políticas financeiras e de estoques da organização, etc.

No post de hoje, mostraremos por que é importante ter um mix de produtos diversificado em seu empreendimento. Confira:

Proporciona praticidade e comodidade para o cliente

Quando o cliente encontra produtos complementares em um só ponto de venda (PDV), que lhe conferem a comodidade de não ter que se deslocar para diversas lojas, fica mais prático realizar as compras naquele local.

Alguns exemplos de produtos complementares são:

  • shampoo, condicionador e creme para pentear;

  • computador, impressora e estabilizador;

  • carne, espeto para churrasco e carvão;

  • cama, colchão e travesseiro;

  • calça, blusa e roupas íntimas.

Aumenta o ticket médio do consumidor

Como o consumidor terá à sua disposição uma gama variada de produtos, a tendência é de que adquira numa mesma compra diversos tipos de produtos, simultaneamente, aumentando o seu ticket médio de consumo.

Amplia as compras por impulso

Quando o cliente está circulando pelo estabelecimento comercial, à procura de determinado produto, acaba adquirindo outros produtos, somente pelo fato de ter visto sua disponibilidade na loja e acabam levando o produto por impulso, o que aumenta o giro de estoque.

Promove a lucratividade

Produtos que têm grande giro, preço baixo e pequena margem de contribuição para os lucros, geram movimento na loja e possibilitam a compra de produtos mais caros e que apresentam maior margem de contribuição, permitindo à sua loja obter a lucratividade necessária para crescer.

Gera competitividade

Oferecer um mix de produtos mais completo do que o disponível na concorrência torna o seu estabelecimento mais competitivo e atraente para os seus clientes e amplia o movimento de pessoas interessadas em comprar.

Distingue a sua marca

Quando o cliente pensar em determinada linha de produtos, lembrará em primeiro lugar da sua loja, pois lá encontrará a variedade de mercadorias que está buscando e terá maior número de opções para escolha.

Um mix de produtos variado traz vantagens competitivas para sua loja, deixa a sua marca na memória do cliente, aumenta as vendas e os resultados financeiros da sua empresa, amplia sua clientela, promove maior rotatividade dos estoques e contribui para o crescimento e sustentabilidade da sua empresa.

Considere todos aspectos citados aqui e desenvolva um mix de produtos que traga um diferencial para sua loja!

Dê especial atenção ao conhecimento do perfil e interesses do cliente, só assim você poderá oferecer produtos diferenciados, de qualidade e que se adequam às expectativas dele — leia também nosso post sobre 4 estratégias para tornar seu varejo uma máquina de vendas.

Entendeu a importância de ter um mix de produtos diversificado? Tem ainda alguma dúvida sobre o assunto? Compartilhe com a gente!

5 presentes criativos para vender mais no varejo

Apostar em presentes criativos para vender mais é uma estratégias que sempre proporciona vantagem competitiva perante a concorrência. As datas comemorativas no Brasil sempre se mostram como uma excelente oportunidade para o varejo, mas a pergunta é: no que exatamente investir para sair na frente? 

Fizemos uma lista com diversas opções criativas que vão ajudar o seu negócio a aumentar as conversões. Vamos a elas?

A importância dos presentes criativos para o varejo

Já se foi o tempo dos presentes clichês e sem personalidade. É preciso aprender a investir em novos formatos, presentes criativos que ajudem a sua loja a ser lembrada pela clientela, não apenas hoje, mas também no futuro. Dentre as possibilidades que você pode oferecer, podemos citar:

1 – Vale presente da loja

Às vezes as pessoas ficam com um enorme dúvida do que deveriam comprar para presentear um ente querido ou um amigo. Portanto, que tal oferecer a elas uma opção que os libertem da necessidade de escolher? Um vale presente pode ser a solução para a sua clientela e, além disso, a oportunidade para trazer novas pessoas para o seu estabelecimento.

2 – Vale presente de empresas parceiras

Dependendo da sua área de atuação, você pode trabalhar com empresas e marcas parceiras (ou pode estabelecer parcerias). Que tal aproveitar para aumentar as vendas oferecendo vale presentes dessas marcas? Garantimos que muitas pessoas vão achar maravilhoso ganhar créditos para o Netflix ou Google Play!

3 – Kits de presentes

Já reparou como alguns clientes não se decidem sobre o que levar por achar “uma caneca muito pouco e um puff demais”? Ajude o seu cliente a escolher a melhor compra a partir de kits de presentes criativos, já embrulhados e combinados. Não só ele vai gostar da sua iniciativa, como vai indicar sua loja como a solução na hora de comprar presentes.

4 – Presentes temáticos

Você não só pode como deve aproveitar as datas comemorativas para vender e lucrar ainda mais! Descubra quais os tipos de presentes criativos sua loja pode adquirir para vender no Natal, Páscoa, dia das crianças, dia dos professores, dia das mães, dos pais — as datas são muitas! Não vai faltar oportunidade! Pode ser algo pequeno, comprado por impulso no caixa ou uma linha que faça sua loja se tornar o verdadeiro espírito da data. O importante é ser atraente e ser condizente com a época do ano.

5 – Venda de experiências

Já pensou em não vender produtos, mas sim experiências? Seja para aquelas pessoas mais difíceis de agradar ou para surpreender, as experiências costumam ser mais valiosas que qualquer produto ou serviço.

Pode ser uma viagem de balão, voo de parapente ou um final de semana em um hotel fazenda. O fato é que a partir do momento em que o cliente percebe que embarcará em uma aventura, a tendência é que ele se apaixone pela ideia.

Adote a estratégia de venda casada

Sabe quando você está em um site comprando determinado produto e ele te sugere itens que também poderia gostar? Traga esta metodologia para o seu empreendimento! Sugira serviços ou produtos que podem ser adicionados às compras do seu cliente. Essa é uma ótima forma de oferecer outros presentes criativos e crescer as vendas! Treine sua equipe para ter sempre na ponta da língua aquele toque especial para fazer daquele presente algo ainda melhor.

Essas são algumas ideias de presentes criativos voltados para o varejo em que você pode investir para poder se destacar. E para vender mais e melhor, que tal conhecer algumas soluções para rentabilizar o seu negócio e gerar mais oportunidades de vendas?

Como mensurar a fidelização de clientes no varejo?

É inegável que estratégias que buscam a fidelização de clientes sejam essenciais para o sucesso de um negócio. Consumidores fiéis compram mais, fazem propaganda gratuita e diminuem o custo de aquisição de clientes. E estas são apenas algumas das vantagens que se pode identificar nesta estratégia.

Então, como mensurar a fidelização de clientes em negócios em que a maior parte das etapas dr compra é feita por cada um deles? Esta é a realidade de lojas com autoatendimento e de varejo que atuam em larga escala.

Continue lendo para descobrir esta resposta e também dissecar o conceito de fidelização de clientes que revolucionará sua visão sobre a experiência de compra dos seus consumidores.

Razões que tornam um cliente fiel à loja

Para mensurar a fidelização de um cliente, é preciso primeiro saber o motivo da preferência dele por determinada loja ou produto.

Clientes podem ser fiéis a uma loja por sua localização, especialidade em determinado produto ou porque ela proporciona uma experiência de compra prazerosa e completa.

Para as razões estruturais ligadas fundamentalmente aos 4 Ps do marketing, pesquisas de satisfação podem ajudar a mapear as características que fidelizam o cliente.

Mas para as outras razões de ordem emocional, a análise precisa ser feita com outro viés. Uma boa solução seria a pergunta decisiva, proposta por Frederick Reichheld no livro “The Ultimate Question”, pois com ela seria possível quantificar o sentimento de satisfação do cliente.

A pergunta decisiva e o Net Promoter Score

“Em uma escala de 0 a 10, quão disposto você se sente em recomendar nossa loja para seus amigos?”.

Aplicar um questionário eletrônico com esta simples pergunta ao final de uma venda permite que a empresa classifique o nível de fidelização dos clientes em uma escala, o Net Promoter Score.

Os clientes que dão nota entre 0 e 6 são considerados desertores, aqueles que informam nota 7 ou 8 são classificados como passivamente satisfeitos e, por último, aqueles que dão notas 9 ou 10 são considerados promotores.

Um alto volume de clientes passivamente satisfeitos pode sugerir que a fidelização deles esteja relacionada às razões estruturais, seja o preço ou localidade privilegiada. Já os promotores podem ser relacionados às duas principais razões e, por isso, quanto maior o volume deles, melhor será o índice de retenção de clientes.

Estratégias comerciais para fidelização de clientes

Diversas estratégias de vendas estão ligadas à fidelização de clientes e sempre remetem às razões pelas quais eles estão comprometidos com a loja.

Por isso, a importância de conhecer o perfil dos consumidores e criar estratégias que atendam às suas necessidades.

Upselling e Cross selling

Oferecer versões melhoradas ou outros produtos que complementem a experiência do cliente com o produto é uma forma de gerar novas vendas, ao mesmo tempo em que conquista a simpatia do cliente.

Quando corretamente realizadas, as vendas de Upselling e cross selling demonstram o caráter consultivo da venda, onde a loja deseja que o cliente seja plenamente atendido pelo seu produto.

Atendimento ao cliente com excelência

Outra estratégia para fidelização de clientes é o investimento em treinamentos, processos e informações que possam melhorar o atendimento ao cliente.

Usando softwares de gestão de clientes e outras ferramentas inovadoras é possível personalizar o atendimento e encantar o cliente com a antecipação de suas necessidades.

Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo tem grandes retornos de fidelização dos consumidores, pois foca seus esforços em educar o cliente sobre determinado produto ou serviço.

Seu funil de vendas conduz o cliente da atração, consideração e entendimento da necessidade para a derradeira concretização da venda. Ele, dessa forma, confiará muito mais na empresa por sua autoridade no assunto e também respeito ao tempo de decisão.

Eficiência dos clubes de benefícios

Também considerados como estratégias comerciais que fidelizam a clientela de um varejo, os clubes de benefícios e vantagens merecem um capítulo à parte.

Sua estratégia é ainda mais completa, pois além de incentivar a preferência pelo consumo na loja, também permite diversificar e ofertar outros produtos que o cliente não consumia antes.

Para criar um modelo de benefícios com foco na fidelização de clientes, cupons promocionais e cartões presentes são excelentes ferramentas. Quer saber mais sobre eles e suas funcionalidades inovadoras? Então, curta a página da epay no Facebook!

5 formas de fidelizar clientes no varejo

Despertar o interesse em fazer com que um consumidor entre em sua loja não é uma tarefa fácil. Agora, fazer com que ele retorne para novas compras é ainda mais desafiador. São diversos processos envolvidos nas estratégias para fidelizar clientes — desde a qualidade no atendimento até a disponibilidade de produtos. Não basta apenas satisfazer os desejos daquele consumidor, é preciso superar as expectativas dele.

Adaptar os seus processos internos, estabelecer uma boa relação com os consumidores e criar estímulos para que voltem à loja são algumas formas de fidelizar clientes. Diante desse desafio, separarmos algumas dicas que te ajudarão a garantir uma segunda ou terceira venda. Confira!

Conheça os seus clientes

Para que qualquer estratégia voltada para os seus clientes, seja ela de relacionamento ou de marketing, possa dar certo, é necessário ter conhecimento sobre o público que pretende atingir. Essas informações permitem adaptar o seu atendimento para um modelo personalizado e que agrade mais as pessoas que entram na loja, oferecer descontos ou promoções que interessem o seu público e tornar o seu estabelecimento mais próximo de quem circula por ele.

Explore os seus diferenciais

Para enfrentar a dura concorrência do mercado é preciso oferecer algo a mais aos seus consumidores. Personalizar o atendimento, oferecer brindes, descontos e contar com um sistema de pós-venda podem agregar valor à sua marca. Criar facilidades, como fretes grátis — nos casos de e-commerce ou estabelecimentos que fazem vendas à distância — também são boas opções para fidelizar clientes.

Seja inovador sempre

A inovação permite criar soluções simples, mas eficientes para os diversos problemas que aparecem. Cartões presentes e cupons promocionais são alternativas simples, baratas e que contribuem para o retorno dos clientes à loja — e até mesmo nas estratégias para atrair novos consumidores. Afinal, cria-se um mecanismo para que quem o recebeu retorne para resgatar um produto, como no caso do cartão presente, ou para se valer de um desconto recebido em uma compra anterior, como no caso do cupom de desconto.

Use programas de fidelização

Quer manter uma pessoa comprando em sua loja? Então ofereça recompensas a ela. Para isso, uma excelente opção é o programa de fidelização. Estabeleça uma série de benefícios baseados no tempo que a pessoa é seu cliente, em metas de compras ou outros critérios. A cada etapa ofereça algum estímulo: descontos, créditos na loja, brindes personalizados, dentre outras opções.

Saiba escutar o seu cliente

A melhor forma de saber se o seu negócio está seguindo o caminho certo ou se há falha em algum processo, é ficando atento ao feedback de seus clientes. São eles que te mostrarão se uma ação dará certo ou não, se será necessário aprimorar o atendimento ou se um determinado programa de fidelização funcionará e, até mesmo, quais os motivos que os atrairão ou não para a sua loja. Mais do que consumidor ele pode se tornar um importante aliado para os seus negócios. Basta saber ouvi-los!

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Cartão Presente: afinal, como funcionam?

A utilização de cartões presente, ou gift card, é uma prática bastante comum nos Estados Unidos, e apesar de já estarem conquistando espaço no Brasil, ainda são uma ótima oportunidade a ser explorada.

O sistema garante alguns benefícios para quem o oferta, como a redução do índice de desaprovação de pedidos, contribui para o aumento do faturamento, melhora da experiência do cliente, já que estão disponíveis online, e ainda dá várias outras possibilidades, que você conhecerá neste artigo.

No post de hoje, entenda definitivamente o que são os cartões presente, como podem ser usados e quais as vantagens de utilizá-los. Confira:

O que são Cartões Presente?

Ele é emitido com um valor predeterminado pelo comprador, que vai usá-lo para presentear outra pessoa. Ele pode ser trocado por itens a escolha do presenteado, desde que o estabelecimento escolhido aceite esse modo de pagamento.

Os cartões presente são apresentados na versão física e online e se destacam pelas vantagens adicionais de comodidade, versatilidade e conforto que proporcionam.

Como podem ser usados?

São várias as finalidades, que podemos dividir em dois grupos:

  • você pode comprá-los: e usá-los para presentear colaboradores, parceiros ou clientes;

  • você pode comercializá-los: adotando-os para fidelizar, atrair e encantar clientes.

O uso em ações de divulgação só pode ser limitado pela criatividade, principalmente em razão de datas comemorativas, que permitem promoções divertidas e contextualizadas. Além disso, podem ter um conteúdo temático ou recreativo, quando oferecidos por empresas de entretenimento.

Mesmo que o entretenimento não seja o seu segmento de atuação, essa pode ser uma opção para presentear ou premiar colaboradores, clientes e parceiros, que obviamente também comemoram datas especiais.

Para quais serviços e compras são ideais?

Praticamente qualquer produto ou serviço pode ser comercializado com um cartão presente, mas obviamente eles diferem no resultado que proporcionam, devido ao hábito do consumidor de considerá-los como presentes. Por exemplo: é difícil imaginar alguém sendo presenteado com serviços de advocacia.

De outro lado, o sistema também pode ser usado como uma forma de estimular a venda de produtos que não são muito populares como presente. Em São Paulo, por exemplo, o sistema começou a ser utilizado como motivação no segmento de restaurantes, o que ocorreu em maior escala a partir do ano de 2016 com ótima aceitação.

Como produzir um cartão presente de marca própria?

Algumas empresas oferecem essa modalidade de cartão, que podem ser usados para fortalecer sua marca ou apresentá-la para o mercado, independentemente do porte do seu empreendimento.

Além disso, um cartão de marca própria é um excelente recurso de marketing e divulgação e pode ajudar em estratégias de relacionamento com o cliente, como são online, ainda trabalham com custos reduzidos de produção.

Quais as vantagens de utilizar cartão presente?

Vamos agora conferir as vantagens da utilização do cartão. Algumas delas não são identificadas facilmente se não paramos para refletir a respeito, justamente porque, com criatividade, podemos aplicá-los de formas diferentes, o que produz vários resultados.

Uma informação importante é que, ao contrário do que é comum se imaginar, não há incidência de ICMS na compra de vales-presente, pois eles não são considerados como produto. Como também não é um cartão de crédito, não há cobrança de IOF, por isso pode ser uma ótima alternativa em algumas situações.

São usados como presentes para amigos e familiares

Os cartões são alternativas de presente em datas comemorativas, comumente usados para presentear os amigos, parentes e familiares. Nas datas festivas estimulam as vendas e ajudam em campanhas de divulgação que as explorem — o que vai ser excelente para o seu negócio. A disponibilização online facilita consultas de estabelecimentos conveniados e a divulgação, que se torna mais barata e atrativa.

São práticos e online

Escolher um presente nem sempre é uma tarefa fácil, o cartão transfere essa decisão para o próprio presenteado, que vai ficar mais satisfeito com a opção de escolher o presente de acordo com sua preferência.

Além disso, o cartão pode ser adquirido e recebido no conforto de casa. Na versão online, existe a vantagem adicional de poder enviá-lo por e-mail, de qualquer lugar e a qualquer hora. Não é um grande diferencial na vida moderna? Tão atarefada e corrida?

Permitem uma venda adicional

O presenteado pode completar o valor de uma mercadoria se desejar comprar mais de um produto em seu estabelecimento. Ou seja, além do valor que já foi vendido e creditado no cartão, o consumidor presenteado pode acabar gastando mais em seu varejo.

Nas vendas online, é possível programar sugestões de outros produtos e até usar recursos de atendimento automatizado — que também vêm ganhando espaço com a evolução tecnológica.

Aumentam as vendas

As várias possibilidades do cartão são um incentivo para o aumento das vendas, tanto do aspecto de divulgação que permitem e que já comentamos, como por se tratar de um serviço adicional.

Incentivam a colaboradores

Se a sua intenção não é ofertar esse tipo de cartão em seu estabelecimento, ele também pode ser adotado para cativar o público interno, pois os seus funcionários podem escolher várias opções de presentes caso o recebam como forma de premiação. Tudo isso disponível online, fácil, prático e funcional.

O retorno desse tipo de ação, se bem elaborada, incentiva e motiva de forma incomum. Obviamente o valor é sempre uma influência, mas o principal benefício de ganhar um presente é que ajuda a criar uma relação mais próxima e autêntica.

Além disso, na hora de presentear um funcionário por conta do desempenho, como cada um pode ter um gosto diferente, o gift card é uma forma impessoal e neutra de agradar a todos.

Melhoram a experiência de compra

A experiência de compra pode ser influenciada de várias formas, mas principalmente por dar a opção de escolha para o presenteado, que vai contar com a flexibilidade de optar por algo do mesmo valor ou, se quiser, que seja acima do crédito estabelecido no cartão. A praticidade da transação online e a segurança de utilização também ajudam na satisfação.

Permitem a abertura de novos clientes

Mesmo que o cartão esteja sendo adquirido por um cliente frequente, isso não significa que o presenteado já seja um cliente assíduo. Para a maioria das empresas é provável que não seja, mas se ele tiver uma boa experiência de compra, tem grandes chances de passar a ser e indicar os seus serviços para outras pessoas.

Criam oportunidades de fidelização

A oportunidade mais evidente de fidelização está na melhora da experiência de compra, oferecendo um serviço adicional que aprimora o atendimento e aumenta as possibilidades de escolha para o consumidor.

O cartão presente é uma inovação tecnológica que amplia os recursos de uma prática que já ocorria com cartões físicos, mas que ganha outra dimensão e permite evoluir as vendas ao serem disponibilizados, também, online.

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O cartão presente chegou na era digital

Até pouco tem atrás sempre que falávamos de cartão presente logo vinha a cabeça os cartões de plástico decorados que encontrávamos em livrarias e grandes lojas de departamento, mas desde que comecei a atuar neste segmento, há quase três anos, tenho acompanhado os gift cards ou cartões-presente passarem por grandes mudanças.

Primeiro aconteceu uma significativa expansão nos segmentos que passaram a oferecer em seu portfólio os cartões presente: supermercados, eletrodomésticos, lojas de brinquedos e até redes de farmácias.

Segundo, como consequência da transformação digital as lojas online dos grandes varejos físicos também começaram a oferecer a versão digital dos cartões (e-gifts).

Mais recentemente wallets e pequenos e-commerces também aderiram ao cartão presente para atender as necessidades e exigências dos consumidores digitais e gerar maior conveniência e praticidade.

Novas possibilidades no e-commerce

Dentre as muitas possibilidades que o cartão presente digital oferece para e-commerces, as 4 principais são:

  1. Para quem compra, o e-gift representa segurança na escolha e agilidade na entrega, já que pode ser enviado por e-mail assim que a compra é finalizada. Já quem recebe tem a praticidade tanto na hora de escolher o produto ou serviço que mais lhe agrada, e poder utilizar dentro das plataformas disponíveis pelo varejo (loja online, aplicativos etc).
  2. cartão digital nem sempre é oferecido como presente. Ele também pode ser oferecido como forma de premiação de colaboradores dentro das empresas ou em campanhas promocionais/incentivos e ser utilizado como meio de pagamento na finalização da compra.
  3. Outra funcionalidade que pode ser explorada é o uso do cartão digital como vale-troca de produtos dentro do varejo online, uma vez que, além de possibilitar o uso do crédito gerado para a compra de diferentes produtos, reduz o risco de fraudes gerado no processo físico (notas de troca, voucher impressos, etc).
  4. E por fim, o cartão presente digital é uma excelente ferramenta de fidelidade. O varejo pode, por exemplo, utilizá-lo em campanhas promocionais sazonais exclusivas para clientes cadastrados em sua base, ofertando descontos exclusivos, bônus por consumo, pontuação por recorrência de uso, entre outros.

Tendência de mercado 

Além dos cartões presentes em formato digital, grandes provedores de conteúdo seguiram a mesma tendência de mercado.

Grandes marcas como Google, Netflix, Microsoft, League of Legends investiram no desenvolvimento na tecnologia dos códigos digitais e passaram a oferecer seus conteúdos também neste formato. A tendência agora é que cada vez mais novos serviços passem a aderir este modelo de negócio e embarcarem na era digital dos Gift Cards.

Com a realidade da transformação digital e os consumidores valorizando cada vez mais uma boa experiência de compra e de serviços, o cartão presente digital, além de inovador e prático, torna-se estratégico para os varejos que buscam melhorar cada vez mais o nível de serviço e gerar uma excelente experiência de compra aos seus consumidores.


Artigo publicado originalmente em https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/o-cartao-presente-chegou-na-era-digital/

 

Cartão Presente: uma ótima oportunidade para o varejo infantil

Presentear definitivamente é uma arte. Nosso artista, no caso aquele que presta a homenagem, precisa adentrar no espírito do homenageado, compreender todas as suas sutilezas, para só então escolher o presente certo. Agora, e quando falamos do espírito de uma criança? Para piorar a situação, uma criança do século XXI? Bom, nesse caso, o cenário é bem diferente.

Descobrir as preferências de uma criança envolve um esforço hercúleo que, na maioria dos casos, é completamente frustrado. Desenhos, jogos, super-heróis. Não dá pra saber o que se passa na cabeça dos pequenos. O quadro do artista, nesse caso, vira um verdadeiro quebra-cabeça que deve ser resolvido pelo engenheiro mais preparado. Mas, calma, há solução.

Certamente, o cartão presente é uma excelente oportunidade para quem atua no varejo infantil, afinal, os pais não conseguem mais acompanhar as preferências das crianças e preferem escolher apenas o fornecedor, não o presente.

Nesse post, você vai conhecer alguns dos principais motivos para investir nesse tipo de estratégia. Confira logo a seguir!

Garanta a versatilidade

O cliente que frequenta a loja tem a oportunidade de levar apenas uma lembrancinha ou um grande presente por meio do cartão presente, assim, você pode gerar um leque de possibilidades de negócios muito maior — o que certamente será revertido em mais vendas.

Em outras palavras, é possível conquistar o consumidor em qualquer tipo de data comemorativa ou ocasião, pois ele poderá presentear com o valor que bem entender, sem precisar perder tempo com o processo de escolha, o que, no caso das crianças, é bem difícil. Além disso, o cartão presente é um excelente item para gerar compras por impulso, àquelas feitas de última hora.

Aprimore seus hot spots

Toda loja possui os seus hot spots, ou bom em português, lugares quentes. São pontos no interior do ponto de venda onde o impulso para o consumo é maior, seja pela disposição dos produtos ou pela conveniência do momento. Um desses hot spots é o caixa, local destinado normalmente aos itens de menor valor, que geram as compras por impulso.

Certamente, o cartão-presente é um excelente produto para ser deixado próximo ao caixa, justamente pela versatilidade que expomos logo acima. No último momento, ainda sem saber ao certo o que procura, o cliente pode levar esse tipo de presente para algum parente, por exemplo.

Faça um convite para novas vendas

O cartão presente também pode ser encarado como um verdadeiro convite para novas vendas no varejo. Por exemplo, a criança recebe o cartão vale presente e precisa dos pais para efetuar a troca pelo produto que desejar. Ao chegar na loja, certamente se encantará com outros produtos, o que pode ser um verdadeiro impulso para novas compras.

Sem dúvidas, essa pode ser uma excelente maneira para aumentar o ticket médio do seu negócio, o que pode ser benéfico tanto para a empresa, quanto para os vendedores que desejam melhorar as suas comissões. O cartão presente, portanto, é uma solução crucial para melhorar os resultados do varejo infantil.

Gostou das nossas dicas para o varejo infantil? Gostou da ideia do cartão-presente? Então, acesse agora mesmo o nosso site e conheça as nossas soluções!

Saiba tudo sobre o mercado de games no Brasil!

De acordo com a consultoria Newzoo, foram registrados 66,3 milhões de gamers brasileiros em 2017, o que coloca o país na posição de 13° maior consumidor de jogos eletrônicos no mundo. O setor vem se mostrando resistente à crise e apresenta evolução significativa a cada ano: entre 2014 e 2016, o faturamento do mercado de games no Brasil aumentou 25%.

Em 2017, o investimento dos jogadores foi de US$ 1,3 bilhão e a projeção de crescimento até 2020 é de 13,4%. Você já pensou sobre como pode aproveitar essa oportunidade no seu negócio? Nós preparamos um guia completo para que o varejista possa entender o universo dos games e lucrar com ele. Confira!

Insights sobre os consumidores de jogos

Em primeiro lugar, jogos eletrônicos estão longe de ser brincadeira de criança. 67% do público tem um perfil mais maduro, entre 25 e 54 anos, segundo a Pesquisa Game Brasil 2017. Inclusive, o crescimento do mercado se deve muito às mulheres, que agora representam 53,6% do total de usuários.

Além disso, a maior parte desse percentual é de jogadores de games para celulares e tablets, que movimentam US$ 606 milhões anualmente. 83% dos entrevistados costumam baixar aplicativos com essa finalidade, especialmente social games.

A Newzoo também fez um levantamento sobre os hábitos de consumo dos jogadores brasileiros, fornecendo dados muito relevantes para a compreensão das atuais demandas no setor de consoles. De modo geral, a maioria dos usuários ainda é de homens, mas o público feminino também conquista cada vez mais espaço no segmento: 41% são mulheres com idade entre 21 e 35 anos, representando 20% do grupo.

Também é importante ressaltar que o perfil do gamer brasileiro é multiplataforma: 74% deles gostam de jogar em mais de um dispositivo, sendo que 77,9% desse total prefere smartphones e tablets. Ademais, 66,4% têm mais inclinação para os computadores e 34% são fãs dos consoles.

Fatores de crescimento

Também é importante identificar que movimentos de mercado permitiram esse fenômeno. Em primeiro lugar, o pleno acesso à banda larga e aos equipamentos eletrônicos nos lares brasileiros viabilizou o hábito de jogar de modo nunca antes visto.

Assim, não apenas os aplicativos e softwares, mas também a indústria de hardware lucrou muito com as novas demandas. Em uma entrevista ao jornal Valor Econômico, a gerente de produtos da Dell anunciou a expectativa de US$ 30 bilhões de movimentação nesse setor em todo o mundo, sendo que o Brasil é um dos mercados prioritários para a empresa.

Outro fator de virada foi o barateamento dos equipamentos, por conta da instalação de novas fábricas no Brasil. Quando o Playstation foi lançado no país, por exemplo, custava cerca de R$ 4 mil, devido aos custos de importação. Hoje, é possível encontrá-lo por aproximadamente R$ 1.300,00.

As tendências do mercado de games no Brasil

Os números já provam que o mercado é promissor. Mas o que se destaca entre tantas possibilidades? O que podemos esperar da indústria de games? Veja para onde o mercado deve crescer nos próximos anos!

Jogos para celular

Os jogos para celular têm modelos mais flexíveis de monetização, como as microtransações dentro de jogos grátis. É o caso de fenômenos como o Candy Crush, The Sims Mobile, Bubble Witch e Pokémon GO, por exemplo.

Em 2016, jogos como Pokémon GO foram sucesso de mídia e também em arrecadação. No entanto, a pesquisa Game Brasil mostrou que o sucesso não perdurou: dos entrevistados que aderiram ao jogo, apenas 23,7% continuaram a caça de Pokémons.

Em entrevista ao El País, o especialista Aarón Rodriguez acredita que não houve fidelização porque o jogo esgotou rapidamente as possibilidades de interação, entediando o usuário. Por isso, esse modelo deve continuar em alta em 2017, mas apostando em uma mistura de engajamento com ganho recorrente em pequenas compras e assinaturas.

Os varejistas são parceiros essenciais para facilitar a compra de conteúdos mobile. Um ótimo argumento de venda, nesse caso, é reforçar a capacidade dos smartphones para rodar jogos mais modernos. Alguns deles estão à altura até mesmo dos principais consoles, com alta complexidade e qualidade gráfica. É o caso do Modern Combat Versus, Galaxy On Fire 2, Implosion: Never Lose Hope, entre outros.

Realidade virtual

A realidade virtual foi a grande aposta da indústria de games nos últimos anos. Os principais acessórios que permitem essa experiência diferenciada são os headsets e óculos VR (Virtual Reality). Grandes empresas do ramo, como Sony e Valve, entraram de cabeça na novidade e lançaram kits com jogos desse tipo.

A repercussão, entretanto, não aconteceu conforme o esperado. Acredita-se que o alto preço dos equipamentos e a necessidade de computadores de ponta para rodar os jogos desestimulou os gamers. Além disso, há poucos títulos atrativos para o segmento.

A própria Microsoft deu indícios da falta de mercado para Realidade Virtual no mundo dos games. Seu console Xbox One X — lançado em 2017 e considerado o mais poderoso no mercado até o momento — não oferece suporte para essa tecnologia.

Já a Samsung encontrou uma boa saída ao incorporar o VR em modelos especiais de smartphones, como o Samsung Gear VR, que marcou o pioneirismo no ramo da telefonia. Com essa referência, as especificações mínimas para um smartphone tendem a mudar e tornar a experiência de realidade virtual mais acessível, com aparelhos em diversas faixas de preço.

E-sports (esportes eletrônicos)

Os esportes eletrônicos promovem competições em games e têm uma audiência cada vez maior no mundo todo. O famoso jogo de futebol FIFA Soccer já evoluiu para esse formato e hoje é o FIFA 18 — estrela dos campeonatos internacionais ao lado dos já consagrados games virtuais de estratégia, como League of Legends, DotA 2, Counter-Strike, Starcraft, entre outros.

Para se ter uma ideia, a pesquisa da Newzoo mostrou que há 11,4 milhões de entusiastas dessa modalidade só no Brasil. Hoje, não só a indústria de games movimenta o mercado de e-sports, mas há diversos outros segmentos investindo nesse público. Com o aumento de visualizações e discussões online, as cotas de publicidade e patrocínio de empresas aos jogadores mais famosos também é uma tendência.

Como um varejista pode aproveitar esse cenário

Já está pensando em como aproveitar todo esse potencial do mercado de games no Brasil dentro do seu varejo? Investir nesse público pode ser uma forma de passar na frente da concorrência e aumentar seu faturamento. Veja as nossas dicas:

Aposte em estações para demonstração

Experimente montar em sua loja estações com demonstração de consoles, Smart TVs e tecnologias diversas do setor de games. Além de chamar a atenção do público, a estratégia permite que os consumidores vivenciem a experiência de jogo, ganhando confiança e estímulos importantes para uma decisão de compra favorável.

Garanta variedade de plataformas

Uma peculiaridade desse mercado é que muitos clientes já estão fidelizados por marcas específicas, como Sony, Microsoft ou Nintendo, e não consomem as outras. Por isso, tente oferecer produtos de todas as plataformas, assim você conseguirá atingir um público muito maior.

Ofereça os produtos licenciados

O público do mercado de games consome muitos produtos ligados aos seus jogos favoritos, como bonecos, filmes e acessórios de moda. Invista também nos produtos licenciados das marcas mais famosas para lucrar de diversas maneiras.

Aposte na venda adicional de periféricos

Gamers costumam ser bastante exigentes não só com os consoles, smartphones, tablets e computadores, mas também com itens periféricos. Por isso, existem diversos acessórios específicos, como teclados, mouses e headsets especiais. Para se ter uma ideia, estima-se que 41% desse público tenha seu próprio teclado para jogo, segundo a Newzoo.

Também existem mesas e cadeiras com ergonomia para garantir o conforto dos jogadores hardcore — como são chamados os que passam boa parte do dia competindo. Tenha itens desse tipo expostos com o devido destaque para estimular o desejo dos seus clientes.

Promova workshops e apresentações

48% dos gamers gostam de assistir a vídeos sobre o assunto, principalmente os que mostram outros jogadores em ação. Que tal fazer uma apresentação ou workshop ao vivo para fisgar esse público? Convide os jogadores da cidade para uma sessão aberta e a atenção será garantida!

Invista na venda de conteúdo in-game e assinaturas

Muitos jogos apostam em formas diferenciadas de monetização, como as assinaturas e as microtransações in-game, principalmente nas modalidades para celular. Geralmente, o download desses aplicativos é grátis, mas o jogador precisa pagar para ter vantagens ou itens especiais dentro da história.

Nesse sentido, os cartões pré-pagos se tornaram uma grande fonte de renda para o varejo. Ao comprá-los na loja, o gamer ganha um código para adicionar crédito utilizável dentro do jogo. Em caso de assinaturas, essa compra é recorrente, o que aumenta o potencial de ganhos e estimula a fidelização, além de impulsionar o ticket médio pela venda de acessórios.

O mercado de games no Brasil é um gigante que ainda tem potencial para crescer bastante — e pode contar muito com o varejo nessa jornada. Lojistas que estiverem atentos a essa demanda conseguirão sair na frente e se tornarão referência para um público engajado, fiel e fanático por seus hobbies.

Portanto, pense nisso: o que você pode começar a fazer para explorar essa oportunidade? Se gostou das nossas dicas, compartilhe o post nas suas redes sociais e ajude a disseminar essa ideia!

 

Serviços: a nova força do varejo

Antigamente, quando se dizia que uma pessoa ou empresa trabalhava no varejo, o mais comum é que se imaginasse logo uma loja, supermercado ou qualquer espaço físico voltado ao comércio. A ideia principal era de um estabelecimento que comprava de fornecedores, fazia um estoque e revendia para clientes.

Por muito tempo essa era a operação padrão de qualquer varejista independente da região de atuação e do tipo de mercado atendido. Mas, com a evolução de tecnologias e devido a uma mudança do comportamento dos consumidores — o que ainda está acontecendo —, a dinâmica vem sendo alterada, ano após ano.

Chegamos ao ponto em que é preciso, então, discutir sobre os serviços no varejo. Esse será o assunto deste post. Confira! 

Os serviços no varejo

Com o desenvolvimento desenfreado, percebido após a década de 90, a logística vem marcando mais presença nas relações de consumo, tanto entre varejistas e consumidores quanto dentro da própria cadeia produtiva.

Há algum tempo, o mix de marketing (4Ps) era a orientação principal para a construção de uma estratégia de vendas de sucesso. Embora ele não tenha perdido sua essência, existem diversos outros fatores que devem ser envolvidos na hora de se estabelecer o negócio diante da concorrência.

Quando havia a escassez de produtos e serviços em determinada região, bastava a empresa estar presente, oferecendo itens com preços razoáveis e apresentando uma comunicação alinhada com o público-alvo, que a receita seria certa.

Serviços e valor agregado

Hoje, contudo, é preciso pensar em valor agregado e níveis de serviços voltados para a persona. O valor agregado é o fator que faz com que, na percepção do cliente, a quantia financeira em troca de um produto seja menor do que as vantagens que ele proporciona.

Com relação ao serviço, este pode ser desempenhado por meio de várias formas diferentes — e ser entendido também como valor agregado. É o que acontece quando, por meio de um e-commerce, um cliente compra um produto que será entregue em sua casa, com garantia estendida e serviços de montagem agendada. Outros exemplos são as vendas de automóveis com cláusula de recompra pela loja, recalls e logística reversa.

A questão é que houve uma mudança muito grande quanto ao foco das vendas: não se busca mais produzir algum tipo de produto/serviço que seja adaptável a qualquer cliente. O que se precisa fazer é construir estratégias que permitam atender todos os clientes, dentro de suas particularidades.

Exemplos a serem seguidos

Neste ambiente de inovação e redesenho das empresas, alguns cases de sucesso podem servir de inspiração e referência para gestores atentos e que estejam comprometidos com os resultados de seus negócios. Veja, a seguir, alguns exemplos.

GetNinjas

Uma plataforma totalmente integrada que consegue oferecer serviços variados de terceiros, onde se tem a possibilidade de conferir orçamentos prévios para cada tipo de demanda.

DogHero

Similar ao tão famoso e mundial AirBnb, a DogHero oferece a hospedagem para cães na casa de pessoas cadastradas, que estejam nas imediações. Logicamente que, como outras soluções similares, há um cadastro e constantes avaliações dos terceirizados.

Netflix

Esta empresa de alcance global é um excelente exemplo da combinação de produtos e serviços para o varejo. Voltada para clientes finais, ela oferece um catálogo de itens bastante diversificado e personalizável, atendendo seu público com alto grau de fidelização.

Os novos consumidores

Com o avanço da internet — que hoje já comemora mais de duas décadas de sua  popularização —, a inclusão digital abarca a maior parte da população consumidora. Com opções e sistemas mais intuitivos, até o mercado voltado para compradores de idade mais avançada tem se desenvolvido com grande expressividade.

Millennials ou não, o cliente já se acostumou com as novas formas de comprar. Utilizando gadgets de todos os tipos, o consumo mobile é rápido e fácil de ser feito. Cadastros não precisam ser realizados mediante filas longas e demoradas e a aprovação de crédito também não é mais uma dificuldade.

Ao saber que têm o poder nas mãos, o cliente determina o que quer comprar, como e onde. Isso faz com que as empresas precisem se reinventar constantemente para agradar o público e ter mais chances de fechar vendas.

Relacionamento com o cliente

É preciso ressaltar, ainda, que, para conseguir converter o esforço em faturamento, é necessário estabelecer um relacionamento direto com o cliente. É por isso que as táticas de montagem e funcionamento dos pontos de venda (PDV) e até a própria estrutura de layout das lojas está sofrendo alterações. O espaço físico, assim como o ambiente virtual, cada vez mais tem se tornado um espaço de relacionamento.

Assim, as estratégias de marketing precisam se orientar pelo cliente e não mais pelo produto ou serviço ofertado. Logicamente que, quanto maior a possibilidade de atendimento do público em todas as suas necessidades, melhor.

Dessa forma, fica fácil perceber que não há mais como desconectar produtos de serviços. Na verdade, o que ocorre é que os produtos começam a ser utilizados mais como uma maneira ou canal para que serviços possam também ser contratados.

Principais dificuldades dos varejistas

Em meio a tantas mudanças de cenário, novos desafios e necessidades, varejistas mais tradicionais podem acabar se perdendo pelo caminho. Para evitar que esse tipo de situação ocorra, alguns objetivos precisam ser definidos e, tão logo quanto possível, alcançados.

Dominar a jornada do cliente

Como as compras não são mais um tipo de interação pontual, mas sim o resultado de um relacionamento, o varejista precisa conseguir criar um caminho pelo qual o público possa flutuar (jornada do cliente) e tomar suas decisões de compra.

Estabelecer boas parcerias

Ao prestar serviços, o varejista precisa estabelecer parcerias junto a fornecedores e outros players de mercado. Como o valor percebido pelo cliente é composto por todas as variáveis envolvidas no processo, não adianta o vendedor ter preços adequados e produtos de alta qualidade se a entrega, feita por um possível parceiro, é lenta, danifica a mercadoria ou prejudica o serviço.

Integrar a cadeia produtiva

Seguindo ainda um pouco da linha de raciocínio do item anterior, o varejista precisa prestar atenção em como vai fazer para se integrar à cadeia produtiva de maneira eficiente.

A linguagem de trabalho e um alinhamento de alto nível nos sistemas utilizados por todos os participantes dessa cadeia precisam ser feitos de maneira minuciosa e eficiente. Isso garantirá uma maior fluidez dos processos e serviços prestados com mais agilidade.

Como você pôde perceber, a presença de serviços no varejo é uma tendência que não dá sinais de poder ser desfeita. Se você busca conhecimentos sobre novas práticas de mercado e outros assuntos como este, a dica é assinar a nossa newsletter. Temos sempre conteúdos atualizados e que podem ajudar a sua empresa a ter melhores resultados. Até a próxima!

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