Marketing nas redes sociais: 4 motivos para investir

Mais que qualquer um, os empresários sabem o quanto é importante estar atentos a novas possibilidade de fazer negócio. Nem sempre é possível investir rios de dinheiro, mas é possível contornar a falta de recursos sabendo usar o marketing a favor da sua marca. E um caminho barato e fácil para isso é o marketing nas redes sociais. Elas estão presentes nos computadores, tablets e celulares de praticamente todas as pessoas e, se usadas da forma correta, podem se converter – e muito – em vendas.

A seguir, aprenda 4 dicas de como usar o marketing nas redes sociais para sair da crise e vender mais.

1 – Conheça seu público

Saber quem compra na sua loja ou consome seus serviços é fundamental para atingir o público de forma assertiva. Mapeie o perfil do seu cliente e identifique, antes de mais nada, em que redes sociais ele está presente, que tipo de conteúdo gosta mais, etc.

Com uma pesquisa detalhada de sua jornada, você consegue atingi-lo no momento que ele mais estiver inclinado a consumir, seja por meio de um anúncio no Facebook, um post no Twitter ou um vídeo rápido no Snapchat.

2 – Personalize seu conteúdo

Ao investir no marketing nas redes sociais é importante ter em mente que o público só terá interesse no conteúdo da sua empresa nesses meios se ele for interessante, original e que tenha a ver com o cliente.

Por isso é tão importante ter feito o mapeamento, assim você consegue customizar seus posts para que tenham a cara da sua marca e, principalmente, a cara do seu cliente. Uma ideia, por exemplo, é fazer posts patrocinados no Facebook apenas para clientes com o nome “Felipe” e incluir na mensagem, uma chamada personalizada do tipo: “Oi Felipe, já pensou em adquirir o produto X?”. Com certeza você chamará a atenção desse grupo específico!

3 – Crie ofertas tentadoras

Em tempos de crise, seu cliente valorizará o produto que tiver o melhor custo-benefício. Assim, as redes sociais são um ótimo espaço para você divulgar as melhores ofertas da sua empresa. Cupons de desconto, especial do dia, concurso cultural — tudo vale para chamar a atenção do cliente e atraí-lo para o consumo.

Um exemplo de quem vem usando essa estratégia é a lanchonete de fast food McDonald’s. Por meio de sua página no Facebook, a marca distribui todo mês uma série de cupons de desconto, aumentando as vendas não só dos produtos nos cupons como também de acompanhamentos que os clientes acabam comprando também.

4 – Dê atenção ao cliente

Como o próprio nome já indica, as redes sociais são canais criados para as pessoas se comunicarem. Então, se você inserir sua empresa nesse universo, não deixe de interagir com seus clientes. Não adianta fazer vários posts se você não responde comentários e mensagens que o público te manda.

Aproveite o espaço para dar feedback pra eles e também receber retorno sobre suas estratégias. As redes sociais são um ótimo ambiente para receber críticas, elogios e sugestões do seu público, mensurando sua reputação, onde você pode melhorar, etc.

Deu pra entender o quanto de potencial está escondido no marketing nas redes sociais, né? Invista nessa modalidade e veja os resultados em pouco tempo e, o melhor, gastando quase nada. Nas redes sociais, mais vale o tempo que você se dedica criando os posts e interagindo com seu público do que o dinheiro gasto em anúncios.

E sua empresa? Já está nas redes sociais? Que tipo de estratégia você usa nesse meio? Comenta pra gente trocar ideias sobre o assunto!

Venda de cartões pré-pagos: 4 razões para apostar nessa estratégia

É uma característica do empreendedorismo a busca incessante por alternativas inovadoras, capazes de fidelizar clientes, turbinar e potencializar os resultados. Investir na estratégia de venda cartões pré-pagos é uma ótima iniciativa para o varejista aumentar as vendas. 

Conheça 4 razões para começar a apostar nessa estratégia agora mesmo:

1 – Qualquer empresa pode implantar o sistema de cartões pré-pagos

Não existe restrição para adotar o sistema de cartões pré-pagos. Qualquer segmento varejista pode investir: supermercados, farmácias, livrarias, lojas de game, etc. Uma ótima ideia é disponibilizá-los em uma prateleira de fácil acesso para o cliente se servir sozinho – ele mesmo escolhe o valor do crédito para abastecer os cartões, que são ativados no caixa da empresa.

2 – Os cartões pré-pagos agregam valor e praticidade ao consumidor

Imagine um cartão que não necessita de conta bancária — não é à toa que esse mercado está em plena ascensão. O usuário pode utilizar os cartões pré-pagos para controlar os gastos pessoais e as finanças da família. Dá até para controlar a mesada dos filhos e saber exatamente como eles estão utilizando o dinheiro.

 

3 – É possível criar cartões pré-pagos como vale presentes

Quem nunca se atrapalhou ao escolher um artigo para dar de presente? Ao adquirir um cartão pré-pago como vale-presente, o consumidor tem a certeza de que não vai fazer feio na hora de agradar alguém, até porque quem vai escolher o produto é o próprio presenteado. Essa prática também evita dúvidas e questionamentos, como não conseguir agradar o gosto da pessoa ou fazer com que ela retorne na loja para trocar o produto.

É possível personalizar também de acordo com as campanhas de marketing da empresa, como no mês das mães, Natal, Páscoa, etc. O layout temático é um atrativo a mais que vai levar mais pessoas para a sua loja.

Outra vantagem do vale presente é atrair novos clientes, pois a pessoa que foi presenteada pode gostar da sua loja e se tornar um cliente.

4 – O consumidor acaba gastando mais que o valor do cartão

Pense bem: se muitas pessoas têm cartões pré-pagos para gastar na sua empresa, é sinal de que o movimento na sua loja vai aumentar. Sempre que o consumidor precisa comprar um produto, ele visualiza todos os outros, e uma coisa leva à outra. Por isso, é muito comum um usuário gastar mais do que o valor disponibilizado no cartão.

Investir na estratégia de cartões pré-pagos vai fazer você pensar: por que não inventaram isso antes? Uma tecnologia simples, capaz de atrair, fidelizar, engajar e ainda conquistar novos clientes.

Gostou das dicas? Como você gostaria de personalizar os cartões pré-pagos nas campanhas de marketing da sua empresa? Deixe um comentário!

Estratégias de merchandising: como verticalizar os produtos do PDV?

Estratégias de merchandising são essenciais para varejos de qualquer porte. Ao expor os produtos no ponto de venda (PDV), além de deixar acessível diferentes possibilidades aos clientes, organizá-los e armazená-los funciona como uma estratégia de merchandising — até porque estão ali para atraírem compradores e gerarem receitas.

E a verticalização de mercadorias nas unidades do varejo é uma técnica eficiente para todas essas funções. Por isso, seu potencial é aproveitado na maioria das empresas do comércio que possuem PDVs. Porém, é preciso saber como aplicar o método corretamente.

Então, neste post, vamos abordar sobre as melhores estratégias de merchandising e a importância da verticalização para ajudá-lo nesse processo mercadológico. Confira:

Entendendo o conceito da verticalização

Primeiramente, você deve compreender o que é o conceito de verticalização, pois não se trata apenas de utilizar móveis e alocar os produtos em altura progressiva. Esta é uma estratégia de merchandising e que também faz parte das questões organizacionais do ponto de venda.

A verticalização facilita que os consumidores encontrem o que desejam nos corredores, mas de forma a atrair a atenção deles. Para isso, obedeça a padrões de disposição, como o de colocar produtos com menos saída sempre do lado esquerdo, pois é de onde as pessoas começam a ler e normalmente fazem isso para ver melhor os itens ali dispostos.

E use a mesma prática para alocar objetos: para o sentido vertical, de cima para baixo — como também segue a nossa leitura. A verticalização dos produtos gera uma organização visual, que ocorre tanto disposição dos produtos nos sentidos mencionados (esquerda para direita, cima para baixo), quanto nas cores dos produtos.

As cores também têm papel importante na padronização e exposição dos produtos e facilitam muito a experiência de compra do consumidor final, que consegue visualizar as informações de forma mais ordenada e também atrativa.

Definindo a melhor organização para seu negócio

Ainda que haja os padrões de leitura para visualização das ofertas, você pode adequar os modelos do modo que melhor funcionem dentro do seu varejo. A disposição pode ser feita por cor, tamanho ou peso de produto.

Por exemplo, se para uma empresa a melhor definição organizacional é por cores e tamanhos, as prateleiras podem estar com as linhas em mesmas cores e com os tamanhos se diferenciando pelas colunas — ou vice-versa. Com um bom nível organizacional, compradores podem também acabar decidindo ver mais itens que não estavam nos seus planos.

Melhores estratégias de merchandising para verticalizar os produtos no PDV

Como mencionamos, você vai definir o que se adequa melhor ao seu empreendimento, afinal, não existe uma única maneira correta para a exibição dos produtos.

A verticalização é necessária para uma melhoria da exposição e reposição dos produtos no ponto de venda, em especial os locais de autoatendimento, nos quais a pessoa costuma escolher o que quer, sem o auxílio de um vendedor.

Para ficar mais claro, vamos mostrar como você pode usar estratégias de verticalização nas gôndolas e prateleiras, inclusive combinando-as com as de horizontalização. Veja abaixo:

Verticalização das cores, modelos horizontalizados

Essa opção trabalha com cores dispostas em modo vertical e diferentes modelos de modo horizontal. Ao olhar, o cliente perceberá uma variedade de modelos na horizontal, e uma padronização de cores olhando de cima para baixo.

Verticalização dos modelos, cores horizontalizadas

Ao contrário do modelo anterior, essa disposição visa alinhar as cores na horizontal e os modelos na vertical. Ou seja, modelos iguais de cima para baixo, cores iguais da esquerda para a direita.

Cores verticalizadas, produto por tamanho e horizontalmente

Esse cenário mostra uma horizontalização de produtos de acordo com o tamanho, sendo os menores nas partes de cima e os maiores abaixo. As cores são dispostas de maneira vertical.

Verticalização por cores

Esse é o caso de um único tipo de produto, ele também pode ser verticalizado de acordo com cores (se for o caso).

Por exemplo, um balde de plástico nas gôndolas de um supermercado possui um único modelo e tamanho, porém diversas cores. Na hora de expor esse produto, a verticalização por cores é a mais adequada.

Para fazer isso, coloca-se da esquerda para direita as cores com menos unidades seguidas das que possuem maior quantidade. Isso porque as grandes quantidades de cor atraem os olhos do consumidor, então, deixar as poucas cores em um local estratégico auxilia no aumento de giro dessas peças.

Benefícios da verticalização ao longo do tempo

Curto prazo

As técnicas de verticalização podem trazer resultado imediato para o negócio, como o impacto direto em vendas, melhor giro de produtos parados (essencial para produtos com prazo de validade curto), melhor impressão do visual do ambiente na mente do consumidor.

Médio prazo

Redução de custos com produtos vencidos, melhor giro de estoque, ambiente mais agradável, facilidade para os funcionários em encontrar e expor os produtos.

Longo prazo

Maior clientela, fortalecimento do nome da marca, boa impressão do empreendimento, maior facilidade na reposição de produtos e aumento na lucratividade são alguns dos benefícios que podemos citar.

Manter a verticalização estabelecida é fundamental

Perceba que essa estratégia de merchandising não apenas serve para que os clientes sejam atraídos e consigam se localizar, além de dar boa impressão organizacional, ela tem a função de reter público.

Não é difícil encontrar pessoas que vão sempre aos mesmos PDVs. Os motivos para isso são vários, mas o nome é sempre o mesmo: fidelização de clientes. Para isso, é importante que eles já saibam onde estão os produtos que procuram para terem mais rápidas e melhores experiênciasde compra.

Aproveite toda oportunidade para atrair e fidelizar o cliente

Caso precise alterar os lugares dos móveis e equipamentos ou trocá-los por novos, deve ser feito o máximo possível para não gerar transtorno ao público. Porém, se não for possível tornar algo inofensivo, faça disso uma oportunidade de trabalhar o marketing sensorial do negócio.

Por exemplo, transforme essa situação em algo positivo para os clientes, visando melhorias para eles, mostrando isso de forma a promover a empresa.

Um móvel desorganizado dificulta as aquisições dos consumidores e pode fazê-los saírem do local sem comprar os itens que estavam lá, mas que eles não encontraram.

Ou seja, a não verticalização afeta a organização, torna negativa a experiência para compradores, influencia na credibilidade do comércio e ainda gera resultados exatamente distintos dos que as estratégias de merchandising tentam alcançar. Por isso, verifique o tipo de estratégia mais adequado a seu PDV e comece já a implementar.

Gostou de saber mais sobre estratégias de merchandising: como verticalizar os produtos do PDV? Se você quer mais novidades, venha nos seguir no Facebook e no LinkedIn!

Sua empresa utiliza alguma técnica de verticalização nas estratégias de visual merchandising? Pretende adotar? Comente sua experiência conosco ou deixe suas dúvidas nos comentários aqui no blog!

O que é a jornada do cliente e como é feita?

Você já ouviu falar em jornada do cliente? Essa é uma das ferramentas utilizadas para oferecer ao consumidor uma experiência única com a sua marca, conduzindo-o em estágios de relacionamento até a consumação da compra do seu produto ou serviço.

Atualmente, empresas de diferentes setores utilizam a jornada do cliente para chegar até seus consumidores, oferecer o que precisam e, consequentemente, fidelizá-los.

Quer saber como aplicar a jornada do cliente na sua empresa? Veja agora como ela é feita!

O que é a jornada do cliente?

A jornada do cliente é uma das estratégias do marketing digital que acompanha os consumidores em seu percurso de decisões até a realização da compra.

A jornada inclui o primeiro contato entre consumidor e empresa, decisão de compra e relações pós-venda. Por meio dessas etapas é possível ver o que seu consumidor busca, quando e como.

A importância de definir personas

Para aplicar a jornada do cliente é fundamental definir uma persona — as personas são personagens criados com base no perfil de um cliente ideal. Para construir a persona você deve elencar dados como idade, trabalho, escolaridade, interesses, dificuldades, preocupações e intenções de compra.

A partir dessa persona é que serão estabelecidas as estratégias que vão conduzi-la pelas etapas da jornada, que você vai conhecer agora.

Estágio de consciência

Esse é o estágio em que o seu cliente identifica que tem um problema e que, portanto, procura por uma solução para resolvê-lo. O cliente chega nesse estágio por meio de um impulso interno ou externo, ou seja, por perceber sozinho que tem uma dificuldade ou por entrar em contato com algum conteúdo que evidencie esse problema ou oportunidade.

Estágio de consideração

O cliente já consegue ter clareza sobre seu problema ou necessidade. Por isso, ele já está em busca das soluções mais específicas para a questão. Aqui, o cliente vai atrás de informações, compara possibilidades e avalia a melhor saída para a sua demanda.

Estágio de decisão

No estágio final da jornada do cliente, ele vai avaliar suas possibilidades e tomar a decisão pela compra do produto/serviço. Aqui, é importante mostrar o diferencial da sua empresa por meio de histórias e cases de sucesso.

Como aplicar a jornada do cliente?

Para compreender os movimentos do cliente e levá-lo por essas etapas, além de definir bem as personas, é preciso estar atento aos pontos de contato.

Esses pontos são obtidos por meio do estudo do comportamento do seu cliente. Seja na navegação pela web ou nos hábitos de compra. Por meio dos pontos de contato você vai conseguir definir as estratégias para colocar sua marca no lugar certo e no momento certo em contato com o cliente.

Uma vez identificados os movimentos e comportamentos de navegação do seu cliente em potencial, você precisa pensar em quais canais utilizar para estabelecer a relação entre sua empresa e o cliente. Esses canais podem ser o Facebook, site, blog, YouTube etc.

A partir disso, oferecer um conteúdo original e relevante, que venha conduzir essa persona pela sua jornada até a efetivação da compra do seu produto ou serviço.

Para oferecer o conteúdo certo é preciso identificar em qual estágio da jornada (consciência, consideração ou decisão) está o seu cliente. Veja abaixo como utilizar estratégias para cada um desses estágios.

Consciência: aprendizado ou descoberta

Como foi dito, essa é uma etapa muito inicial, na qual o consumidor ainda está descobrindo sobre o seu problema. Por isso, nessa fase, não é indicado um contato direto do time de vendas com o cliente, pois isso pode causar um efeito contrário ao esperado.

Além disso, os conteúdos produzidos não devem conter propagandas, pelo mesmo motivo citado acima. O cliente ainda não conhece sua empresa, então, o que você precisa fazer aqui é atraí-lo. Ofereça informações a respeito dos problemas que estão sendo identificados, de modo a educar este consumidor.

Consideração: reconhecimento do problema

Como nessa fase o consumidor já conhece o problema a ser resolvido, ou até já identificou uma oportunidade, o melhor a fazer é mostrar como ele pode resolver determinadas questões.

Chegou a hora de educá-lo e ensiná-lo, tirar suas dúvidas por meio de conteúdo e apresentar soluções. O time de vendas já pode ajudar na educação do prospect, preparando-o para uma futura compra.

Decisão de compra

Quando o cliente decide por comprar a solução para suas necessidades, chega o momento de apresentar com clareza as vantagens de seu produto.

Se esse prospect chegou até o seu time de vendas nessa fase da jornada, é porque ele tem real interesse em adquirir seu produto. Essa é a hora de usar todas as informações sobre a sua oferta e o que faz ela ser tão especial.

A tecnologia na nova jornada do consumidor

Agora que você já sabe que a jornada do cliente é todo o processo que a pessoa passa antes de tomar a decisão e adquirir um produto ou serviço, vamos falar de como esse processo está funcionando na atualidade.

Hoje, não basta entender um conceito formado, é preciso saber como ele se adapta à realidade do mercado e como será moldado pelas tendências no futuro. Por isso, vamos falar sobre como o ambiente tecnológico e conectado está impactando no processo de decisão de compra do cliente.

Em um passado recente, haviam canais de comunicação separados: TV, rádio, jornais etc. Agora com a internet e dispositivos móveis, o que vemos é uma conectividade, interferência e influência entre os canais.

O consumidor consegue assistir TV do celular, pesquisar sobre um serviço em seu tablet enquanto escuta uma propaganda no rádio, comparar preços de um eletrodoméstico enquanto está na loja física. Tudo está conectado, não há mais barreiras entre o online e o offline.

O que muda na jornada é que um anúncio na televisão pode levar o consumidor a pesquisar sobre a marca na internet, para depois finalizar a compra em loja física, por exemplo. Ou seja, não há um único caminho para seguir nessa jornada, é preciso elaborar estratégias de comunicação que utilizem canais integrados.

Para chamar a atenção do prospect é necessário encontrá-lo e criar uma experiência boa em toda sua jornada de compra. Para isso, existe o método AIDA (Atenção, Interesse, Desejo e Ação), que pode ser aplicado durante as etapas da jornada do consumidor.

Um estudo detalhado da persona e da jornada é o que vai garantir uma experiência única e agradável para seu cliente, fazendo com que ele se torne fiel e que sua marca ganhe visibilidade.

Gostou de aprender um pouco mais sobre a jornada do cliente? Conte para a gente se você já aplicou ou pretende aplicar essa estratégia no seu negócio!

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Os 5 pecados capitais do giro de estoque

Ser responsável pelo giro de estoque de uma empresa é uma tarefa desafiadora e que requer muita sabedoria e pensamento estratégico.

Se você quer conseguir manter uma boa fluidez dos itens e garantir a lucratividade do negócio, ter uma atuação bem planejada é o caminho ideal, mas, na prática, essa gestão acaba sendo um pouco mais complicada. Alguns erros acabam sendo cometidos e o resultado final pode ficar comprometido.

Para que você possa ficar mais atento e evitar cair nesses erros, listamos os principais e como trabalhar para evitá-los. Confira:

1. Falta de planejamento

Uma das piores atitudes que um gestor de estoque pode ter é não planejar o giro do estoque, afinal de contas, ser gestor é exatamente isso: planejar.

Seus recursos de espaço físico e disponibilidade de fluxo de caixa são limitados e é preciso entender bem isso para conseguir programar o que será feito.

Comprar de menos pode implicar na falta de produtos para a venda e aí a empresa perde receita.

Comprar em excesso pode acabar enchendo demais o seu depósito, ao ponto de ser preciso baixar o preço de alguns itens para liberar espaço — nesse caso, a margem de lucratividade vai acabar caindo.

Para evitar essas situações, avalie como vem se comportando o histórico dos tipos de produtos que você trabalha. Considere o giro de cada um e lembre-se também de levar em conta a sazonalidade, evitando, assim, dinheiro parado ou falta de produtos.

2. Não controlar o giro dos produtos

Uma das principais causas de problemas na gestão de estoques é a falta de controle do giro dos produtos.

Ela implica em problemas como acabar deixando o pessoal de compras trazer mais material repetido para o estoque ou deixar prateleiras vazias e clientes indo para o concorrente.

Cada tipo de mercado e de mercadoria possuem características próprias e devem ser administrados também de maneira individual. Respeite o efeito que a demanda do seu público exerce sobre seus produtos.

Aproveitar o frete de um item que está em falta para reforçar o estoque de outro é uma boa ideia somente se este segundo não for ficar só ocupando mais espaço e deixando o dinheiro parado.

Uma sugestão a ser considerada é rever o seu inventário cíclico. Fazer um levantamento de tudo que está no estoque dá trabalho, mas é necessário, de tempos em tempos, conferir como andam seus controles.

3. Comunicação ineficiente junto a outras áreas

Um grande erro que pode ocorrer na gestão do giro de estoque é imaginar que o ritmo de reposição e saída de mercadorias, assim como suas condições financeiras, são estáveis.

Por vários tipos de influências externas, como economia e política, um item que quase nunca tem alterações de preço pode ter seu valor bruscamente modificado. Se você ficar olhando só para o seu depósito, não vai perceber isso até que seja tarde demais.

É muito importante que você se comunique com as outras áreas da empresa e tente identificar o que pode acontecer no mercado que precisa de uma medida antecipada da sua parte.

Às vezes, alguma nova tendência surgiu no mercado e deve ser considerada na próxima reposição. Nesse caso, uma boa conversa com o pessoal do marketing e vendas seja interessante.

Pode ser também que algum fornecedor esteja oferecendo alguma condição especial de um produto que tem um bom giro na sua empresa. Esteja alinhado com o setor de compras e pensem em como podem usar esta informação ao favor do seu negócio.

4. Ausência de um bom sistema de gestão

Muitas são as informações que precisam ser geridas e analisadas para uma boa gestão de estoque e fazer isso sem um bom sistema pode sair bem mais caro do que investir em uma boa ferramenta.

Mesmo que não seja cometido nenhum erro na gestão do estoque, feita por meio de controles manuais, o próprio tempo gasto nessa tarefa já não vale muito a pena. É mais serviço operacional e menos foco na parte estratégica.

O melhor mesmo é ter sistemas automatizados e que forneçam relatórios atualizados para facilitar a tomada de decisão.

Ter procedimentos previamente estruturados e bem ajustados à realidade da empresa é algo também a se preocupar, já que eles evitam que as pessoas se percam ou gastem mais tempo para fazer atividades rotineiras.

5. Desconsiderar o tempo médio de estocagem

Muito gestor de estoque foca nos valores dos produtos avaliando somente a diferença entre o gasto para a aquisição e o recebimento de vendas, mas o fato é que o tempo de estocagem também é um indicador muito importante.

Além de indicar o tempo médio que os recursos financeiros ficaram imobilizados, esse período representa custos de manutenção do estoque que vão desde gastos com a iluminação e taxas de funcionamento da empresa como hora paga aos funcionários.

Não deixe de avaliar o tempo médio de estocagem dos seus itens. Talvez sua estratégia de reposição de mercadorias possa ser melhorada trocando alguns produtos que possam até ter uma margem um pouco menor de lucratividade por outros que tenham uma melhor saída de vendas.

Agora que apresentamos esses pecados capitais na gestão e planejamento do giro de estoque, temos ainda uma dica bem útil para você conseguir colher melhores resultados:

O cartão de marca própria e o aumento no giro de estoque

Uma boa estratégia para varejo é considerar as soluções pré-pagas. Em forma de cartões como o gift card (cartão presente) ou vale-compras, essa ferramenta é ótima para ajudar a gerar mais rentabilidade no seu negócio e também impulsionar vendas.

Além de trazer para o seu negócio o público desbancarizado, a utilização do cartão pré-pago implica que o portador dele irá, necessariamente, gastar os créditos em sua empresa, o que significa mais vendas.

Como é bem provável que o dono do cartão não consiga usar o valor exato creditado nele, pode acabar deixando uma pequena sobra de créditos (o que significa mais lucro para o seu negócio) ou complementar a compra (o que implica em maior faturamento).

Sendo de fácil gestão e não ocupando espaço, considere deixar o vale-compras no seu PDV e veja seus resultados aumentarem.

Se você quiser ter acesso a mais informações sobre como manter um bom giro de estoque ou saber mais sobre como utilizar cartões de marca própria em sua empresa, siga-nos no Facebook e no LinkedIn!

Mercado de varejo: como será o ano de 2017?

Depois de amargurar um dos piores desempenhos dos últimos 16 anos, o mercado de varejo projeta para 2017 o início de uma recuperação para superar a crise que abalou as vendas. Somente no fluxo de clientes, houve uma retração de 4,1% em comparação a 2015 e 2014.

Já as vendas a prazo, com cartões de crédito, débito e cheque, caíram 6,6% em comparação a 2015, de acordo com a Serasa Experian. Entre os motivos, estão os juros elevados, o alto índice de desemprego e a inflação.

Diante deste panorama nada animador, muitos analistas esperam que 2017 seja um ano melhor, principalmente por conta de algumas medidas que já vem sendo adotadas pelo governo federal, como redução na taxa de juros e projetos para incentivar o consumo, como a liberação do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Para você ficar por dentro das novas tendências que devem influenciar positivamente as vendas neste ano, elaboramos este post com algumas dicas que certamente farão uma boa diferença no seu negócio. Confira:

Invista em canais alinhados   

Como o mundo digital está interligado com o físico, os consumidores estão cada vez mais exigentes, utilizando a tecnologia para selecionarem suas compras.

Dessa forma, é preciso alinhar tanto a loja física quanto a online, ou seja, muitas vezes um consumidor pode experimentar um tênis em seu estabelecimento e optar pela compra no site pelo fato de ter encontrado uma cor indisponível no estoque da loja.  

Com isso, manter a qualidade no atendimento em ambos os setores é fundamental para satisfazer os clientes e, consequentemente, aquecer as vendas.

No friction  

A expressão significa o fim dos intermediários. Portanto, é preciso se adequar, buscando investir em novas plataformas, pois os clientes estão sintonizados nos canais digitais e também nas redes sociais.

Muitos representantes de vendas estão sendo substituídos e é preciso se atualizar, oferecendo sempre soluções alternativas aos consumidores.

Afinal, a conexão direta entre clientes e prestadores de serviços é a nova tendência mundial, como nos aplicativos de transporte (Uber), alimentação, compras e até aluguel de casas.

Sustentabilidade 360º   

Muito além do que adotar atitudes ecológicas, é preciso ainda estabelecer bons relacionamentos com os clientes, sempre priorizando atitudes renováveis.

Empresas que investem em sustentabilidade conquistam bem mais clientes. Isso se deve ao fato de demonstrarem preocupação com sua responsabilidade social, ou seja todo o ciclo de produção de um produto, seu impacto no meio ambiente, além da relação de respeito com funcionários, clientes e comunidade onde está inserida.  

Este é um ponto que merece a sua atenção, já que a cada ano, as pessoas estão buscando mais qualidade de vida e também relações permanentes com setores que confiam, ou seja, é um excelente meio de fidelização dos consumidores.

Diferencie o atendimento  

Investir em um atendimento preferencial, com programas de fidelidade, sem falar em uma atenção voltada às exigências dos clientes, é fundamental para desbancar a concorrência diante deste cenário competitivo no mercado de varejo.

Quanto mais o consumidor se sentir à vontade em seu estabelecimento, tendo os prazos de entrega cumpridos assim como todas as especificações do produto, melhores serão as avaliações.

E com a disseminação das redes sociais, o marketing boca a boca acaba sendo favorável ao seu negócio. Por isso, faça de tudo para manter bons comentários e evite ao máximo falhas que possam gerar avaliações negativas.

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Como atrair o público jovem no varejo?

Em um mercado concorrido como o atual, uma das grandes estratégias de empresas que desejam crescer e ter resultados cada vez mais favoráveis é atrair público jovem. Por isso, adotar novas formas de abordar esse segmento se mostra algo absolutamente essencial.

No post de hoje, vamos apresentar as dicas de posicionamento mais atraentes e de nicho que os jovens, os chamados millennials, mais procuram. Confira:

Como atrair público jovem?

O público jovem, dos 18 aos 30 anos, vem transformando o mercado, à medida que se relaciona de maneira mais íntima e intensa com a web. Com isso, os negócios, para se manterem vivos e relevantes, precisam abraçar o marketing digital de maneira bastante aprofundada e inteligente.

Vejamos a seguir quais são os pontos principais de uma boa estratégia para atrair público jovem e entender o seu comportamento de consumo.

Redes sociais

Os jovens são sinônimo de redes sociais, na atualidade. Tudo esse público comenta, posta, divulga e, sobretudo, critica. E só há algo mais forte que um consumidor fiel a uma marca: o hater — ou seja, alguém que teve uma experiência negativa com o seu negócio.

Portanto, se um jovem se desiludir com o serviço o produto oferecido por alguma marca, certamente vai começar a manifestar sua crítica e visão negativa para seus seguidores e amigos.

Desse modo, é imprescindível que as empresas saibam como, primeiramente, divulgar o que oferecem com linguagem adequada a esse público – tanto a verbal quanto a visual.

Além disso, tenha bastante visão, para agir no combate às opiniões negativas, seja compensando o cliente que se sentiu prejudicado, respondendo o comentário de maneira atenta e até leve e descontraída.

Experiência do consumidor

A chamada UX, ou user experience, é outro ponto fundamental quando se deseja atrair o público jovem.

Essa abordagem envolve alguns pontos, como:

  • sites responsivos, com ênfase em mobile;

  • layout harmonioso;

  • uso bem intuitivo;

  • formulários de contato diversificados e disponíveis — sejam e-mails, WhatsApp, chats online, entre outros;

  • o foco deve ser sempre a experiência apresentada ao cliente, tentando inovar e se diferenciar no contato com esse público-alvo.

Preços

Se há um ponto no qual os jovens são idênticos a quaisquer outros públicos é com relação ao preço. Sempre será um componente que ajudará na escolha desse cliente. Portanto, saber precificar e divulgar sua oferta, agregando valor, é algo essencial.

Quais negócios mais conseguem atrair público jovem?

No mercado atual, percebemos claramente que alguns negócios têm uma espécie de vocação natural para atrair jovens, mais que outros.

Isso ocorre porque os chamados millennials têm, como vimos, uma relação muito ativa com tudo o que é digital e, consequentemente, se informam mais e estão mais ativos em suas escolhas.

Entre os segmentos que mais conseguem atrair público jovem temos: food truck e fast food, tecnologia, moda (estampas e camisetas), entretenimento, entre outros.

Saiba que os millennials são, sobretudo, fiéis às marcas as quais adotam para si, tornando-se divulgadores fiéis dessas empresas. Contudo, com a grande oferta, mesmo se a marca fidelizar um cliente, precisará cuidar para que este não se interesse por outras, migrando para a concorrência.

Já adotou alguma dessas dicas para atrair público jovem? Comente abaixo quais estratégias você já implementou para fazer com que esse público se envolva com sua marca.

Como aumentar a conversão de clientes em lojas online em 7 passos

Atualmente, são muitas as lojas virtuais e nem todas conseguem se destacar em meio a concorrência. Em linhas gerais, não basta colocar o e-commerce na rede e esperar que o público o encontre por conta própria. É importante ter uma estratégia que preze pela conversão de clientes, baseada nos hábitos dos consumidores e na mensuração de dados.

Para ajudá-lo a otimizar a conversão, separamos 7 passos indispensáveis para qualquer e-commerce. Confira:

1 – Valorize o seu produto

Para isso, invista em imagens nítidas e que mostrem como o produto realmente é. Tenha cuidado com a descrição, informando suas características gerais, medidas, entre outras informações pertinentes ao consumidor. É importante não economizar na qualidade desses dados, sobretudo daqueles produtos que você acredita ser os principais do seu e-commerce.

2 – Elabore uma boa estratégia de e-mail marketing

Comece pedindo o e-mail e a permissão do seu cliente para enviar as mensagens. Pode demorar um pouco para ter uma lista de e-mails consistente e grande, porém é mais vantajoso do que comprá-las — prática que, por sinal, é inadequada — afinal esse público que lhe concedeu o endereço de e-mail está mais propenso a ler suas mensagens e fazer a ação proposta.

Tenha uma boa ferramenta de gestão de e-mail marketing que permita monitorar e obter informações concretas como taxa de abertura, taxa de rejeição, cliques, entre outras métricas. Isso ajudará a moldar melhor a sua estratégia e perceber quais são ações estão trazendo resultado ou não.

Uma dessas táticas que você pode adotar, é o reenvio de e-mails. Nela, você reencaminha as mensagens para aqueles contatos que não abriram o e-mail anterior, só que com um novo título. Assim, quem recebeu o novo e-mail pode despertar o interesse em lê-lo, por acreditar se tratar de uma nova campanha e mais condizente com as suas necessidades.

3 – Estimule avaliações e recomendações de produtos

Incentive que seus clientes avaliem seus produtos, pois viabiliza que outros possam tomar a decisão de compra. Além disso, preste atenção nas avaliações negativas, pois elas permitem saber onde você está errando e o ajuda a contorná-las.

Dessa forma, seu cliente tem uma boa impressão do seu negócio. Outra dica é contribuir para que eles também recomendem produtos e sua loja virtual, por meio de botões de compartilhamento nas redes sociais, e-mail, entre outros canais.

4 – Seja claro no carrinho de compras

Ninguém gosta de surpresas negativas e no e-commerce isso pode render a desistência da venda. Assim, é importante evitar essas surpresas quando o seu cliente for comprar, informando o valor final na primeira página do carrinho, incluindo taxas extras, descontos, valor do frete de forma direta e clara.

5 – Tenha cuidado com o desempenho do seu site

A plataforma precisa de alta performance e rapidez no carregamento das páginas, pois este é um dos itens fundamentais para a conversão de clientes. Isso quer dizer que o conteúdo deve estar preparado para não interferir no tempo de carregamento da página. Lembre-se: páginas ágeis estimulam o seu cliente a permanecer no site, já páginas demoradas vai “expulsá-lo” de lá.

6 – Facilite a vida do seu consumidor

É papel do e-commerce facilitar que o cliente encontre aquilo que procura com rapidez e facilidade. Portanto, agilize os filtros de busca, proporcione formas intuitivas de navegação, evite linguagens muito técnicas e menus extensos. Visual limpo, botões fáceis de encontrar e informações claras são indispensáveis para aumentar a conversão de clientes.

7 – Ofereça cartões para fidelização

Toda prática que incentive o cliente a voltar a comprar com você é bem-vinda — principalmente se ele ganha algo em troca. Dessa forma, os cartões para fidelização contribuem que o cliente se sinta motivado a continuar comprando em seu e-commerce, seja para ganhar um desconto ou qualquer outro tipo de benefício estipulado.

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Cupom de desconto: quando distribuí-los aos clientes?

Que consumidor não gosta de ser premiado com cupom de desconto? A estratégia de marketing sempre obteve bons resultados e continua influenciando nas vendas online ou em ambientes físicos.

No entanto, é preciso tomar alguns cuidados para não prejudicar a sua campanha. Afinal, existem muitas variáveis que podem interferir negativamente no lançamento de cupons de descontos no varejo.

Para ajudá-lo a montar um planejamento totalmente adequado e com mais chances de sucesso, elaboramos este post com 3 dicas de momentos propícios para o lançamento da estratégia.

Quer conhecê-las? Então, venha conosco! Mas, primeiramente, que tal ficar ainda mais por dentro do conceito de cupom de desconto?

Cupons de descontos

De origem norte-americana, os cupons de descontos no varejo são feitos para atrair mais consumidores ou mesmo fidelizar os já existentes. No Brasil, ela começou a crescer nos meios digitais a partir de 2011.

São usados ainda para reter clientes e aumentar a lealdade à sua marca, na promoção de novos produtos e também para potencializar a venda do que não sai muito do estoque. Trata-se de um material impresso ou virtual, oferecendo vantagens para quem comprar determinado produto ou uma quantia pré-estipulada.

Com isso, nas campanhas online, são criados códigos associados aos descontos. Já nas lojas físicas, eles podem vir online (via e-mail marketing, por exemplo), na forma de cartões de fidelidade ou por meio de campanhas em veículos de comunicação, como jornais impressos. 

Podem ser oferecidas outras vantagens também, como frete grátis, compre um e leve dois ou preencha os campos em branco em cada compra e troque por um vale presente/compras de R$ 300. Mas todas as iniciativas merecem momentos especiais, como mostraremos a seguir:

1. Campanhas para atrair novos clientes

Se você está começando um novo negócio ou abriu uma filial de sua loja, vale a pena investir no cupom de desconto. Que tal uma campanha no mês de aniversário da loja virtual?

A estratégia tem excelentes resultados na conquista de novos clientes e também faz com que aumente a divulgação boca a boca, fato que contribui imensamente com a melhora do fluxo nas vendas em razão dos comentários e indicações de clientes nas redes sociais.

Além disso, você pode buscar parcerias com outros negócios. Por exemplo, se a sua loja é de utensílios domésticos, imagine lançar uma campanha de cupons em embalagens de pizzas?

Quem comprar uma pizza acumula pontos que poderão ser trocados por descontos. Ou em festas universitárias para vender mais bebidas, enfim, abuse da criatividade!

2. Cupons para cadastrar mais clientes na newsletter

Como as newsletters trazem informações importantíssimas sobre o perfil e preferências dos consumidores, você poderá criar campanhas específicas para ampliar a rotatividade de visitas no seu site, além de aumentar o tráfego nas redes sociais do seu negócio.

Dessa forma, certamente novos contatos refletirão em vendas e ainda na fidelização dos clientes por meio de um bom atendimento e produtos de qualidade, sem falar no respeito aos prazos e necessidades dos consumidores.

Entretanto, uma dica é fundamental: analise o seu orçamento e faça um planejamento baseado na quantia disponível para bancar estes descontos, já que a iniciativa é para atrair novos negócios — e não para prejudicar a sua empresa.

3. Utilize em datas comemorativas

Natal, Dia dos Namorados, Dia das Mães ou Pais, crianças, enfim, as possibilidades são muitas aqui no Brasil, principalmente por conta da grande quantidade de feriados e datas comemorativas.

Você pode lançar ainda campanhas focadas nos clientes que são fiéis à sua marca, como ganhe 40% no dia do seu aniversário em cada compra acima de R$ 500.

Ou seja, sabendo criar boas campanhas e nos momentos propícios, os cupons de desconto são excelentes ferramentas para alavancar as suas vendas, contribuindo ainda com o marketing e credibilidade da sua empresa juntos aos clientes!

Agora que você ficou por dentro de como usar um cupom de desconto, que tal ler um artigo sobre o cartão de fidelidade? Saiba como utilizá-lo estrategicamente na crise!

Cartão fidelidade: como utilizá-lo estrategicamente na crise?

As vendas no comércio em geral têm enfrentado quedas nos últimos meses. Diante desse cenário, é necessário que as empresas conheçam opções para ajudar a diminuir ou até mesmo anular os efeitos da crise.

O cartão fidelidade é uma solução que vem ganhando bastante destaque nesse cenário. Quer saber como usá-lo no seu negócio? Veio ao lugar certo, pois é sobre isso que falaremos no post de hoje! Confira:

Entenda a mudança de hábitos de consumo

Basta o orçamento pessoal ou familiar apertar que as pessoas já começam a refazer as contas para fechar o mês. Crise financeira é assim mesmo. Ficou difícil ver quem não fez a sua lista de cortes e trocas de produtos e serviços por opções mais em conta.

É lógico que isso afeta em cheio as vendas no comércio, que passa a concorrer de forma ainda mais acirrada por cada cliente. Por isso, se destacar oferecendo vantagens para quem se mantém fiel ao seu negócio pode ser uma alternativa interessante, tanto para o seu estabelecimento quanto para o consumidor.

Ofereça uma boa opção para clientela

Nesse meio de tantas incertezas, o cartão fidelidade passa a ser um amigo para o cliente que precisa encontrar formas de economizar com o mínimo de impacto no seu bem-estar.

Esse tipo de programa permite que o cliente ganhe pontos com cada compra, que são acumulados e podem ser revertidos em prêmios, descontos ou gratuidades (dependendo da área de negócio e da criatividade da empresa).

Um dos exemplos mais clássicos é o programa de milhas de companhias aéreas. Quanto mais uma pessoa viaja, mais ela acumula pontos que poderão ser trocados por passagens e uma enorme variedade de produtos e serviços.

Aproveite para atrair e fidelizar

Cliente não quer apenas comprar. Ele quer ter a certeza de que fez o melhor negócio. E isso também inclui a preocupação da empresa em oferecer uma ótima experiência para ele. Mesmo com o bolso mais vazio, a busca é pelo mínimo de impacto na vida dele, ou seja, a ter sempre qualidade continua, só que ela inclui aí o cálculo do melhor custo-benefício.

O cartão fidelidade pode oferecer tudo isso em um único serviço. Ao adotar essa estratégia, sua empresa mostra que está preocupada em continuar atendendo bem mesmo durante o período turbulento. E mais: que a sua empresa valoriza o cliente fiel a ponto de oferecer prêmios pela confiança que ele deposita no seu negócio.

Programas de fidelidade não são positivos apenas pelo viés econômico, mas também mexem um pouco com o sentimento das pessoas e por isso são ótimas oportunidades para se destacar da concorrência e, ao mesmo tempo, promover uma ação de branding que ajude a valorizar a sua marca.

Isso ajuda também a trazer mais clientes, tentados a experimentar uma oportunidade de poupar. Combine com cupons promocionais para ajudar na primeira conversão – ou para trazer de volta clientes antigos — e veja seus resultados multiplicarem.

Pesquise sistemas no mercado que facilitam implantar esse sistema, seja em ambiente online ou em lojas físicas. É um investimento que tem tudo para render um ótimo retorno para o seu estabelecimento e ainda deixar seus clientes (novos e antigos) felizes, sem consciência pesada pelas compras.

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