Como ganhar dinheiro com marca própria?

Uma tendência que cresce a cada dia no mercado varejista é a criação de marca própria para os produtos comercializados em diferentes tipos de estabelecimentos.

Trata-se de uma maneira de ganhar mais concorrência por meio do barateamento dos produtos, além de manter a qualidade do que é vendido.

Com isso, grandes redes estão, definitivamente, investindo pesado de olho no aumento da lucratividade e também na participação no mercado consumidor.

Por isso, decidimos elaborar este post para demonstrarmos as vantagens deste investimento. Quer faturar mais? Então venha com a gente!

Quais são as vantagens de oferecer uma marca própria?

A criação de marca própria é uma excelente forma de agregar valor aos seus produtos. Neste aspecto, a primeira dica é conhecer bem o mercado que você pretende entrar, realizando uma minuciosa pesquisa.

Veja se existem estabelecimentos do mesmo ramo nas redondezas, se os preços praticados são justos, os tipos de produtos comercializados e também a qualidade do que é oferecido aos clientes.

Ao conhecer bem o seu público-alvo, estabeleça um vínculo para se sintonizar com as preferências dos consumidores, fator que ajudará no desenvolvimento da sua marca própria no segmento escolhido.

Afinal, é preciso obter informações muito bem apuradas antes de lançar um produto, evitando possíveis avaliações negativas ou até mesmo poucas vendas.

Ao lançar uma marca própria, certamente o seu negócio ganhará mais competitividade, principalmente por conta da diferenciação em relação à concorrência. Dessa maneira, o seu produto poderá ter a cara do seu público, com um posicionamento adequado.

Além disso, o comprometimento com a qualidade é outro ponto positivo, já que os consumidores terão uma maior proximidade com o processo produtivo da marca, fato que está nitidamente ligado com a valorização do que é comercializado.

Podemos citar ainda como aspecto favorável o abastecimento. Isso porque a linha de produção ficará bem mais próxima do mercado consumidor, evitando faltas nas gôndolas dos supermercados ou nas vitrines das lojas.

Como grandes lojas investem em marcas próprias?

Você já fez compras no Carrefour? Ou no Extra? E nas lojas Renner? Walmart? O que estes estabelecimentos têm em comum? Marcas próprias.

Por meio de estudos mercadológicos, as grandes lojas e supermercados conseguem saber quais segmentos têm carências de novas marcas, lançando produtos próprios para desbancar a concorrência.

Com preços mais acessíveis e mesma qualidade em relação às marcas tradicionais, o investimento compensa consideravelmente.

Para isso, os especialistas afirmam que as marcas próprias precisam ser completas, tendo um bom relacionamento com o público, investimentos em divulgação, ações de responsabilidade social e também ambiental, além de inovação no que é oferecido aos clientes.

No Carrefour, por exemplo, além das já consolidadas marcas próprias de higiene pessoal e de alimentação, há 318 itens de presentes, decorações e utensílios de cozinha intitulados “casa&deco”, que integram as gôndolas há mais de 10 anos.

Os preços são, no mínimo, 10% menores em relação aos concorrentes diretos. Fora isso, a diferenciação é encontrada no design e no posicionamento dos produtos.

As lojas Renner também contam com roupas com produção própria, movimentando as vendas em razão da versatilidade. Com design bem próximos das grandes grifes, os produtos se destacam nas vitrines e são bem recebidos pelos consumidores.

Isso porque os preços são mais acessíveis e as opções variadas. Em razão do custo de produção ser menor em comparação às grandes marcas, as redes que investem neste setor do mercado acabam se destacando consideravelmente.

Outro exemplo é o Walmart Brasil. Além dos produtos das principais marcas existentes no mercado brasileiro, o hipermercado conta com linhas exclusivas. Somente em 2015, foram lançados 294 produtos com marca própria.

Tendo a referência mercadológica, os produtos trazem qualidade, boas performances e são sintonizados nas preferências dos clientes, sempre com valores inferiores à concorrência.

O que levar em conta para desenvolver marca própria?

O processo de desenvolvimento de uma marca própria passa por todos os estágios existentes no lançamento de qualquer produto que vise atingir o mercado consumidor.

Assim como fazem as grandes empresas, é preciso realizar uma pesquisa para identificar os principais gargalos existentes em determinado segmento de consumo.

Conhecer as preferências do seu público-alvo tão quanto as necessidades que não estão sendo atendidas também são ações que auxiliam na criação de uma marca própria, independentemente do ramo de atuação.

Quanto mais informações você tiver sobre os potenciais clientes, melhores serão as chances de sucesso. Isso porque as pessoas querem resolver suas demandas, valorizando preços justos e qualidade no que é oferecido.

Busque uma diferenciação no seu produto, como uma fórmula potente caso seja um sabão em pó ou um tecido mais leve se for uma roupa. A definição dos objetivos e metas deve sempre acompanhar o processo produtivo. Por isso, invista na autenticidade.

Outro ponto que não pode ficar de fora é a fidelização dos clientes, ou seja, crie atrativos para manter a rotina de compras e ofereça vantagens, como um cartão presente, de descontos ou pré-pagos para auxiliarem nas vendas.

Nos primeiros anos de entrada no mercado será preponderante o investimento em divulgação assim como em marketing, fazendo com que sua marca própria entre no inconsciente dos consumidores.

A criatividade se faz necessária para que o seu produto se destaque no mercado. Acompanhe as tendências das grandes marcas e inove em sua ideia. Da embalagem à eficácia, passando pelo preço e atenção aos consumidores, esteja sempre perto dos seus clientes.

Outro aspecto que não pode escapar do seu investimento é a criação de uma equipe de alta performance, engajada e preocupada em sempre fazer o melhor. Dessa maneira, certamente os desejos dos consumidores estarão sendo atendidos eficazmente .

Para isso, crie programas de incentivo destinados aos colaboradores e também bonificações para quem atingir metas na linha produtiva, ou seja, mantenha um bom relacionamento não só com os clientes como também com os colaboradores.

Assim, a sua marca própria poderá se diferenciar no mercado, auxiliando no crescimento empresarial e também na lucratividade, influenciando no desenvolvimento de novos produtos em curto, médio e longo prazo.

E aí, gostou do nosso post? Que tal descobrir agora as soluções que temos para que sua marca própria alcance mais clientes no varejo? Cresça conosco!

Custo de aquisição de clientes alto? Veja 4 dicas para reduzi-lo

Analisar as contas da empresa pode ser uma das fontes mais ricas para o marketing estratégico, que tem a vantagem de atrair mais clientes potenciais, fazendo investimentos mais baixos. E se a empresa possui um custo de aquisição de clientes baixo, é exatamente isso que vai acontecer.

Acompanhe agora uma análise objetiva e simples das variáveis do CAC (Custo de Aquisição de Clientes) e, principalmente, dicas estratégicas para reduzi-lo e deixar sua empresa mais competitiva.

Composição do custo de aquisição de clientes

Cada mercado e empresa demandam estratégias de marketing específicas, que precisam ser tomadas baseadas nos resultados esperados e recursos disponíveis para tal — o CAC ajuda a administrar essas questões.

Ele é composto pelo conjunto de valores despendidos para campanhas de marketing, como licenças de softwares utilizados, custos de pesquisas, serviços profissionais internos e terceirizados e outros gastos relacionados com a ação de marketing, divididos pelo número de clientes adquiridos em determinado período.

Qual o valor do CAC ideal?

O custo de aquisição de clientes pode obedecer um fluxo determinado. No início de uma ação de marketing, principalmente quando a empresa está entrando no mercado, é natural que o valor para conquistar um cliente seja mais alto.

Com o passar do tempo, encontra-se a linha de atuação de sucesso e este custo diminui até chegar à sua saturação. Neste ponto, aquela ação de marketing fica obsoleta e o CAC começa a aumentar novamente, sendo necessário ajustes na estratégia para reduzi-lo.

Do ponto de vista financeiro, é preciso trabalhar na sua redução em qualquer fase, mas também é necessário considerar que o resultado é proporcional ao valor investido.

Listamos algumas dicas que podem ajudar!

1 – Faça a segmentação de clientes e campanhas

Conhecer bem os clientes permite segmentar as campanhas e ações de vendas, tornando a taxa de conversão melhor. Neste caso, o CAC diminuirá porque o valor total de investimentos será dividido por um número maior de clientes.

Bancos costumam utilizar sistemas de CRM que apontam clientes mais propensos à contratação de cartão de crédito, por exemplo. Em vez de abordar toda a carteira de clientes, o gerente é mais assertivo ofertando apenas para aquele grupo, de modo a converter mais pessoas e reduzir o CAC.

2 – Crie programas de fidelidade

Os programas de fidelidade valorizam os clientes recorrentes e isso é vantajoso tanto para ele quanto para a empresa. Enquanto o cliente usufrui dos benefícios do programa, a empresa gasta menos para convencê-lo de uma nova compra.

Do ponto de vista do esforço de aquisição, reduz o somatório dos custos (Dividendo) e aumenta ou mantém o número de clientes adquiridos (Divisor) — o quociente do CAC neste caso será menor.

É válido lembrar também que a fidelização de clientes é essencial para o crescimento da empresa. Sem uma base de clientes fidelizada, a empresa não estará competitiva o suficiente para lidar com o mercado.

3 – Invista no inbound marketing

Outra forma de reduzir o CAC, modificando o somatório de custos de marketing do topo da operação matemática, é investir no inbound marketing, que além de ser mais barato, gera uma boa quantidade de clientes qualificados.

Criar blogs e contas nas redes sociais para interagir com o público-alvo e alimentá-los com conteúdos relevantes faz com que os compradores reconheçam suas necessidades de compra e cheguem ao ponto de venda já conscientes do que precisam. Não é preciso atraí-lo ou convencê-lo.

4 – Diminua o tempo de aquisição de clientes

Diminuir o tempo de aquisição de clientes não significa necessariamente reduzir o tempo de veiculação de uma campanha, significa tornar o tempo de interação com o cliente no ponto de venda mais eficiente e produtivo.

Criar processos de vendas práticos permite que mais vendas sejam convertidas em um mesmo período. Oferecer serviços de autoatendimento também diversifica as opções de conclusão de venda e permite que o cliente conclua a venda conhecendo o mix de produtos ofertados pela loja.

Dominar o custo de aquisição de clientes é muito importante para o sucesso da empresa, e demonstra a importância do alinhamento de estratégias entre a equipe de marketing, vendas e financeiro.

Mas além do CAC é preciso acompanhar outros indicadores gerenciais para administrar uma empresa, e você pode ler agora um pouco mais como eles ajudam a mensurar os resultados do varejo!

Como alavancar as vendas no varejo com cartões pré-pagos?

Os cartões pré-pagos estão em alta entre os consumidores, tanto para realizar compras em estabelecimentos físicos como em sites nacionais e internacionais. Mas este instrumento facilitador dos negócios ainda não tem sido devidamente aproveitado pelos empresários, principalmente quando pensam em alternativas de como alavancar as vendas no varejo.

Por meio de um cartão pré-pago, o usuário pode colocar créditos em moeda nacional ou estrangeira e utilizá-lo para efetuar compras, que ficam limitadas ao valor do seu saldo. Desta forma, os compradores compulsivos e os compradores que não controlam o orçamento pessoal/familiar ficam protegidos de exceder os gastos — e no caso de compras internacionais, o custo do produto adquirido não fica sujeito a variações de câmbio.

Neste post, vamos esclarecer como os cartões pré-pagos estão movimentando o comércio e ampliando as vendas. Confira:

Supere os obstáculos às vendas

Para ter um cartão pré-pago, o interessado não tem que passar por uma análise cadastral para liberação de crédito e nem mesmo precisa comprovar renda, já que só pode utilizar o cartão se carregar previamente com o valor desejado.

Do lado da empresa, o cartão pré-pago minimiza o uso do parcelamento de compras pelos clientes com carnês, reduzindo o volume de trabalho do departamento de crédito e, consequentemente, a inadimplência. Ele impede também as perdas de vendas quando o cliente não tem comprovação de renda. Ainda agiliza a finalização da compra pelo cliente em sua passagem pelo caixa físico ou virtual e trata-se de um pagamento a vista, que reduz drasticamente o prazo de recebimento do crédito.

Aumente as vendas calibrando a sua competitividade

Atualmente, muitas empresas conhecidas estão aderindo ao cartão pré-pago como meio de pagamento de seus produtos e/ou serviços, dentre elas Netflix, Saraiva, Pão de Açúcar, Walmart e a Google Play. Não deixe a sua empresa perder espaço para a concorrência, já que esta modalidade está ganhando a preferência de muitos consumidores e abrindo o mercado para clientes que não tinham acesso ao cartão de crédito convencional.

Disponibilize o vale presente

Uma modalidade de cartão pré-pago é o vale presente, cujo interessado adquire e carrega no valor de um presente que ele pretende entregar a alguém, mas que permite ao presenteado a livre escolha do item desejado — esta modalidade de cartão pré-pago é ideal, pois gera antecipação de receita.

Conquiste novos clientes

Os cartões pré-pagos estão abrindo o mercado para as pessoas que não tinham cartão de crédito ou que o tem, mas se sentem inseguras em realizar compras online — nestas transações é possível gerar um número de cartão virtual que vale especificamente para uma compra pela internet, o que deixa o usuário e comerciante tranquilos, já que impossibilita fraudes.

No momento de estabelecer estratégias de como alavancar as vendas, considere trabalhar com cartões pré-pagos no seu estabelecimento, pois facilitam a vida dos clientes, dando maior segurança na realização da transação comercial, evitando descontrole financeiro e reduzindo custos (não têm taxa de anuidade) e sobretudo multiplicam as oportunidades de negócios.

Você já conhecia algumas dessas dicas de como alavancar as vendas no varejo com cartões pré-pago? Já adotou essa estratégia? Compartilhe com a gente a sua experiência!

5 excelentes dicas para superar a crise econômica no varejo!

Já é comum ouvirmos o noticiário anunciar altas na inflação e na taxa de juros do Banco Central, aumento de inadimplentes e do desemprego e a crescente restrição de crédito. Não há como negar que uma grave crise econômica assola o país, dificultando a vida dos empreendedores.

Mas apesar de o cenário não estar propício para as empresas, não é impossível reverter a situação. A primeira dica é não se desesperar diante da recessão e manter o foco, porque o varejo conta com fatores que o ajudam a ter sobrevida e superar a crise. Quer aprender como? Então, acompanhe o nosso post de hoje!

1 – Manter o foco

Para passar pelo período de adversidade econômica, é importante não desviar a sua empresa de seus objetivos e ideais. Foque a força do seu empreendimento naquilo que ele oferece de melhor, mantendo a qualidade dos seus produtos e serviços e o preço competitivo. Não deixe que a crise afaste o seu negócio dos seus objetivos — este é o primeiro passo para vencê-la.

2 – Oferecer qualidade e inovação

Os momentos de crise são também momentos em que o consumidor faz escolhas certeiras. Por isso, o seu varejo precisa oferecer qualidade e, melhor ainda, inovação. Afinal, o que desperta mais o interesse de compra dos clientes do que um serviço inovador?

Durante a recessão econômica, o poder de compra fica diminuído, fazendo com que os consumidores comprem apenas o essencial ou aquilo que desperte muito o interesse. Manter o foco volta a ser importante nessa etapa, para que a sua empresa consiga agregar valor aos seus produtos.

O valor que um cliente enxerga em seus produtos é subjetivo e variável, porque depende do que cada consumidor busca encontrar na sua loja. Mas é inegável que qualidade, durabilidade, exclusividade e preço justo são fatores que agregam valor e aumentam as vendas.

3 – Fazer boa gestão

Em tempo de crise, ter uma gestão eficiente pode ser um propulsor do sucesso para os empreendedores. Procure fazer cortes de gastos: reduza as despesas possíveis, renegocie dívidas, aluguéis e contratos com fornecedores, e valorize as suas boas parcerias comerciais.

Busque eliminar os desperdícios, além de evitar e diminuir despesas. Pequenos cortes, como materiais de escritório, papéis e tintas já podem gerar economias significativas. Ser proativo e criativo nesse ponto é fundamental.

Inevitavelmente, alguns fatores fugirão ao seu controle enquanto gestor — como a concorrência e o volume de vendas —, mas ter conhecimento pode ser o fator determinante para contornar a situação.

4 – Investir em atendimento e marketing

Para vender mais, é interessante transformar o atendimento do seu negócio em um diferencial competitivo. No varejo, o atendimento prestado é completamente decisivo para o futuro dos negócios, especialmente em tempos de crise econômica.

O cliente tem de passar pela sua loja, se interessar, entrar, comprar e acabar voltando. Para isso, pode ser interessante apostar produtos diferenciados que aumentem o seu mix. Além disso, investir em um marketing bem direcionado e atrativo pode fazer toda a diferença e trazer mais clientes para o seu empreendimento.

No entanto, é importante ter cuidado para não exceder as despesas investindo em atendimento e marketing. Busque soluções eficientes, como fazer uma orientação da sua equipe de vendedores e dê preferência a produtos alternativos e com baixo investimento como recarga de celular e cartão presente.

5 – Liderar e planejar

Tempos de incerteza e recessão pedem, mais do que nunca, líderes focados e envolvidos com sua própria equipe e com seu negócio. Decisões difíceis podem surgir, então é importante estar em constante aperfeiçoamento.

Sua equipe pode precisar de motivação a mais nesse período. Para deixá-la mais empenhada, o líder deve assumir o papel de energizar o seu time de vendas e mostrar a importância de se dedicar ao trabalho para conseguir superar a crise por meio da produtividade. Para tanto, é importante ter planejamento e estabelecer metas claras às quais o seu empreendimento deverá ser dirigido.

Agora você conhece as melhores dicas para superar a crise econômica no varejo e lidar melhor com as adversidades da recessão, permitindo que seu negócio continue a crescer. Para ficar sempre por dentro das nossas dicas, assine agora mesmo a nossa newsletter!

4 estratégias para tornar seu varejo uma máquina de vendas!

A motivação veio pela competitividade agressiva? Ou, quem sabe, por conta de um péssimomomento econômico? Para o bom varejista, não importa. A venda é sempre a mola propulsora do negócio e, portanto, melhorar os resultados deve ser sua prioridade, não importando se a maré é positiva ou se os adversários são imponentes. É essa busca constante pelo sucesso que faz com que algumas empresas consigam se destacar e outras, ao contrário, venham a fechar as portas.

A grande pergunta, no entanto, é: por onde começar? É claro que a maioria das empresas não divide a fórmula para o sucesso. Na verdade, isso nem adiantaria muito, afinal, cada negócio tem suas peculiaridades. Mas existem, sim, estratégias para atrair mais clientes e potencializar as vendas, e é justamente sobre elas que falaremos nesse post.

Confira, logo a seguir, nossa lista com 4 estratégias para tornar o seu varejo uma máquina de vendas!

1 – Desenvolva ações de fidelização

Clientes fidelizados — esse deve ser um dos principais objetivos do gestor varejista. Isso porque esse tipo de cliente costuma gastar mais, sem contar o fato de que é ele que promove a empresa de maneira orgânica, por meio do marketing boca a boca. Como fazer isso? Bom, existem inúmeras estratégias que podem ser desenvolvidas.

Uma das principais é o cartão marca própria. A ideia é fornecer ao cliente uma possibilidade de pagamento por meio de cartões para que, dessa forma, ele se sinta mais livre para presentear parentes, entre outros. A essa estratégia se soma o desenvolvimento de um cartão de fidelidade, com a simples lógica: quanto mais compras forem feitas, mais pontos serão adquiridos para serem trocados por descontos ou produtos.

2 – Ofereça a comodidade e o conforto

Todo cliente gosta do conforto e da praticidade. Por isso, as empresas devem se esforçar ao máximo para que ele se sinta à vontade na loja. É claro que, normalmente, é preciso trabalhar na ambientação. Som ambiente, decoração e a disposição estratégica dos produtos já é um bom começo, mas não pode parar por aí. É preciso ir além do óbvio e do que os concorrentes estão fazendo.

Uma estratégia bastante recomendada é oferecer a recarga do celular na própria loja. Além de ser um tipo de serviço procurado por muitos e, portanto, uma forma de atrair mais clientes, essa também pode ser uma maneira de oferecer comodidade. Pense em um casal: enquanto ele faz as compras, por exemplo, ela pode aproveitar o tempo e fazer a recarga do celular.

3 – Treine os seus colaboradores

A capacitação dos profissionais de vendas e do caixa pode garantir um retorno imediato à empresa. Não importa qual seja o seu segmento de mercado: o atendimento é um dos principais fatores de satisfação – e, consequentemente, das vendas. Infelizmente, muitos empreendedores brasileiros veem a capacitação como uma despesa, e acabam deixando esse ponto de lado.

Faça dessa que deveria ser uma obrigação de qualquer empresa uma das suas virtudes. Aposte na capacitação para garantir a fidelização e as vendas.

4 – Conheça bem o seu público e transforme o seu negócio em uma máquina de vendas

Já abordamos o assunto em um dos nossos posts, mas vale a pena retomar. Conhecer o seu público-alvo é a melhor maneira para desenvolver ações assertivas, que realmente trarão benefícios para a empresa. Muitas vezes, por não se apoiar em dados para tomar decisões, o gestor acaba adotando estratégias ineficazes, incompatíveis com a sua base de cliente – o que leva, inclusive, ao desperdício de recursos.

Conhecer o cliente pode ajudar a preparar melhor os vendedores, que precisam de uma abordagem sólida para vender mais. Também pode ajudar o marketing, já que ele precisa dessas informações para desenvolver as ações mais apropriadas. Por fim, ajuda a empresa como um todo, que passa, então, a desenvolver um planejamento mais preciso!

Gostou das nossas dicas para tornar o seu varejo em uma máquina de vendas? Já usou o cartão marca própria como estratégia? Compartilhe com a gente os seus resultados!

5 dicas para aumentar as vendas no seu varejo!

Acreditamos que todo dono de loja tem como foco principal alcançar o sucesso e, por conta disso, aumentar as vendas no varejo acaba figurando no topo da lista de preocupações. No entanto, é preciso saber como fazer isso para que os impactos, principalmente em médio e longo prazo, garantam a boa saúde dos negócios.

Exatamente por essa razão, nosso post de hoje vai oferecer 5 dicas práticas para turbinar as vendas sem abrir mão da qualidade no funcionamento do seu estabelecimento. Quer conhecê-las? Vamos lá!

Como aumentar as vendas no varejo?

Para o leigo, a proposta parece simples: preço baixo = mais vendas. Só que o verdadeiro empreendedor sabe que não é bem assim que as coisas funcionam. É preciso estar atento a todo o universo que cerca o seu estabelecimento para, assim, poder oferecer não apenas um preço convidativo, mas também garantir a subsistência do negócio.

Nossas dicas para aumentar as vendas no varejo são bem práticas e objetivas, passando por diversos setores, para fazer com que tudo possa funcionar de forma satisfatória e em conjunto.

1 – Otimizar a gestão do tempo

Vamos começar com um dos pensamentos mais populares dos seres humanos: querer que o dia tenha mais do que 24 horas. A grande questão é que o dia poderia ter 1200 horas e continuar “não dando tempo” de fazer tudo o que é necessário.

Para poder aproveitar o tempo da melhor maneira possível é preciso aprender a ser organizado, mapear e conhecer muito bem os processos que envolvem seu negócio — para, assim, encontrar e sanar os gargalos e problemas dentro da loja.

Ao fazer essa faxina interna, você vai aprender a coordenar melhor as ações de cada membro da sua equipe, planejar os próximos passos e medir os resultados das ações.

2 – Melhorar a captação de pedidos

Já parou para pensar qual a jornada do cliente no seu negócio? Perceba como as pessoas se comportam e analise o que sua loja pode fazer para ajudá-las a tomar decisões de compra de forma mais rápida e objetiva.

Isso pode significar uma equipe de vendas mais atenta ao visitante (voltaremos a esse tema daqui a pouco), um layout do espaço (virtual ou físico) mais claro, informações (preço, marca, pagamento) bem destacadas e caixas com sistema rápido.

3 – Organizar a gestão financeira

Lá no início do post falamos que preço baixo não é garantia de sucesso. A verdade é que é imprescindível investir em boas soluções para uma gestão financeira eficaz. É necessárioconhecer o perfil do seu cliente, os competidores diretos e indiretos, os fornecedores, a sazonalidade do negócio e os compromissos indispensáveis. Estando ciente de todas essas questões, você estará pronto para criar uma estratégia que permita que seu estabelecimento consiga não apenas pagar as contas, mas dar o devido retorno de investimento.

4 – Investir nos recursos humanos

Sua equipe é seu bem mais precioso — ela pode ser uma ótima fonte para aumentar as vendas no varejo! Invista em transformá-los em profissionais cada vez melhores, seja por meio da valorização das suas capacidades ou da adoção de treinamentos motivacionais. Mais do que fazer com que eles ‘vistam a camisa’, transforme-os em fãs e defensores do seu negócio.

5 – Elaborar uma boa estratégia de venda

Para aumentar as vendas, é preciso saber bem quais os caminhos que devem ser percorridos. Que tal pensar no investimento em e-commerce como mais um canal de vendas?

Se você já está presente na internet, uma outra ótima opção é se dedicar aos seus clientes no universo mobile (smartphones e tablets), com a elaboração de aplicativos que ajudem a fechar cada vez mais negócios. Outra possibilidade que vem ganhando espaço é a solução dos cartões pré-pagos. Além de poderem ser adotadas por qualquer tipo de varejo, eles são uma ótima forma de aumentar o ticket médio de venda, já que muitas pessoas acabam gastando mais do que o valor carregado. Vale a pena conhecer e apostar nessa possibilidade!

O indicado é que você se dedique a encontrar sempre soluções que ajudem a captar e reter a clientela, fazendo com que a sua marca se destaque e seja sempre a primeira opção na hora de fechar negócio!

Gostou das nossas dicas para aumentar as vendas no varejo? Que tal receber sempre nossas novidades no seu e-mail? Assine nossa newsletter e garanta cada vez mais informações para conquistar o sucesso!

Como aproveitar a crise econômica para vender mais?

A crise econômica impõe inúmeros desafios ao varejo: juros altos, crédito mais restrito, diminuição do poder de compra das famílias e consequente retração no consumo, aumento da inflação, índices crescentes de desemprego e achatamento da renda.

Este cenário é a senha para que muitos empreendedores se sintam desanimados e digam coisas do tipo: “não tem jeito, as vendas estão caindo e não há nada que eu possa fazer; só me resta aguentar e esperar a onda passar”.

Nada disso! Você já deve ter ouvido por aí que a crise de uns é a oportunidade de outros, e isso é a mais pura verdade, desde que o empresário saiba exatamente o que fazer. Em situações como esta que o Brasil atravessa, a primeira providência é abrir mão de posturas conformistas ou derrotistas, pois elas nublam a capacidade de ação e julgamento.

Crise é superação

Ao invés de lamentar-se, é preciso buscar informação e conhecimento qualificado sobre o mercado, investindo especificamente no seu segmento de atuação, a fim de entender como a crise muda o comportamento dos clientes e de que forma a empresa pode adaptar-se para atender a essa mudança e gerar mais vendas.

Analise o contexto em que o seu negócio está inserido e faça uma lista dos riscos prioritários que devem ser enfrentados, em virtude da conjuntura atual. A ideia é estabelecer um plano de ação com etapas claras e realistas, revendo totalmente o planejamento estratégico.

Capacidade de foco

Para sobreviver às adversidades do mercado o empresário deve estar focado naquilo que é essencial: quais são as maiores qualidades e os diferenciais dos produtos e serviços que você oferece? Em que áreas você pode realmente se destacar e relação à concorrência? Como os processos de vendas podem ser aprimorados?

E ainda: Que fatores podem ajudá-lo a aumentar as conversões? Mais agilidade na entrega? Melhorias na percepção sobre o atendimento ao cliente? Diversificação de produtos e serviços? Revisão da política de preços? Investimento em técnicas de pós-venda?

Ao responder honestamente a estes questionamentos você estará, na verdade, reavaliando o planejamento estratégico e concentrando energias na adaptação da empresa ao momento atual, o que o deixará apto não apenas a “enfrentar a crise”, e sim a superá-la, até mesmo com possibilidade de crescimento. Exatamente! Crescer na crise é possível e viável, mesmo em meio às dificuldades.

Confira as estratégias utilizadas por alguns setores para virar a mesa:

O que aprender com quem consegue aumentar as vendas na crise

Acessórios esportivos

O segredo é não ficar dependente deste ou daquele perfil de cliente. Empresas especializadas em itens esportivos costumam atender ao maior número possível de pessoas, pulverizando as vendas. Além disso, elas trabalham com estoques enxutos, já que muitos produtos estão ligados a tendências de moda e comportamento, podendo perder a atratividade rapidamente.

Franquias

O setor de franchising é um dos que mais cresceram no Brasil durante o ano passado, na contramão do restante do mercado. Especialistas garantem que atuar em rede é uma vantagem, sobretudo em segmentos, como esporte, saúde, lazer e beleza. Outro fator que coloca as franquias em destaque é a facilidade de adquirir um ponto comercial.

Tecnologia

Empresas que comercializam ferramentas de gestão e conteúdo digital podem ensinar muito sobre como vencer obstáculos, fazendo o contrário do que se espera: em vez de demitir pessoas e diminuir a capacidade de atendimento, muitas delas mantêm suas equipes e diversificam a cartela de produtos, melhorando o portfólio e atraindo novos clientes, recorrendo ao marketing para comunicar bem este posicionamento ao mercado.

Lembre-se: se você se torna mais forte enquanto a concorrência encolhe e fica mais limitada, a tendência é que a sua empresa sobressaia. Além disso, quando a conjuntura econômica melhorar, você estará preparado para sair na frente e recuperar o desempenho.

Os setores que menos sofrem com as flutuações econômicas do país

Certos setores parecem simplesmente imunes à palavra “crise”. Enquanto empreendedores sofrem para manter-se de pé, outros surfam tranquilamente, expandindo as vendas e aumentando o faturamento. Confira alguns dos segmentos que são verdadeiros oásis em meio ao caos:

Cosméticos

Historicamente, esta é uma área que resiste bem aos momentos de recessão, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos e em mercados europeus.

Cuidados com a saúde

Enfermeiros e cuidadores de idosos e portadores de necessidades especiais estão em alta, pois o envelhecimento da população é uma realidade cada vez mais presente no Brasil. Para esses profissionais, a procura é constante. Vale a pena pesquisar todo o segmento que diz respeito à melhora das condições de vida para encontrar nichos promissores.

Comida saudável

Produtos orgânicos e outros que se encaixem no perfil “saudável” têm tido cada vez mais procura no Brasil. Uma boa alternativa pode ser adotar uma ou mais linhas desses produtos, expandindo aos poucos a oferta, mediante o aumento da demanda.

Bebidas

Praticamente nada parece abalar este segmento, pois ele está associado a um hábito, o que independe de circunstâncias sazonais. Se o empresário souber oferecer produtos mais acessíveis, certamente terá retorno de vendas. Vale lembrar que a alta do dólar tem deixado o consumidor atento a outras possibilidades, com aumento expressivo na procura por itens nacionais. Basta pesquisar e entender as necessidades dos clientes.

Dicas práticas para aumentar a performance do varejo em meio à crise econômica

Agora que você já tem uma perspectiva ampliada sobre algumas das oportunidades que a crise representa, vamos conhecer algumas medidas práticas que podem ser adotadas para ampliar as vendas e o faturamento.

Capriche na gestão comercial

Mantenha sua agenda de contatos atualizada, pois isso significa ampliar o potencial de vendas do negócio. Revise sua carteira, agende mais visitas e faça mais prospecções, pois “ser visto” é o caminho. Não deixe que apenas os clientes o encontrem, vá até onde eles estão!

Invista em conhecimento

Sem informação não há mágica que faça um empresário prosperar. Pesquise o mercado, entenda as reais necessidades do brasileiro que enfrenta a crise no dia a dia e ofereça soluções customizadas. Adapte-se ao momento, adquira novas competências, treine sua equipe e procure colocar-se no lugar do cliente: do que ele realmente precisa nesses tempos difíceis? Conhecimento é poder!

Comunique-se excepcionalmente bem

Use as redes sociais com Inteligência e bom senso, alimente seu site com conteúdo útil e qualificado, comunique as novidades que você vier a oferecer e faça com que todos saibam que sua empresa tem um diferencial: seja no atendimento, no produto, no pós-venda ou em outro quesito. E o mais importante: faça isso com regularidade, não viva de espasmos!

Venda mais para a carteira atual de clientes

Um ótimo jeito de melhorar o faturamento é investir no atendimento aos clientes que você já possui. Faça ofertas estimulantes e exclusivas, que possam realmente encantar as pessoas. A ideia é impactar o volume de transações feitas, o que vai incidir diretamente na sua média mensal de vendas!

Faça do cartão pré-pago um trunfo

Os cartões pré-pagos apresentam inúmeras vantagens aos lojistas, a começar pela praticidade e diversidade: podem ser usados em livrarias, drogarias, supermercados, lojas de departamento, jogos e eletroeletrônicos, dentre vários outros segmentos; e nem é preciso investir em estoque, pois o valor é ativado no momento da compra.

O cartão pré-pago também é um meio eficiente de agregar valor ao negócio, pois, com ele, muitas pessoas desbancarizadas passam a ter acesso a uma poderosa ferramenta de consumo. Além disso, muitas vezes, os clientes acabam gastando mais que o valor estabelecido, o que ajuda a ampliar o faturamento.

Avalie os esforços aplicados

Sem medição de resultados não há como avaliar a eficácia das mudanças que você vier a implantar. Faça um controle minucioso do efeito de cada medida, a fim de saber se foi proveitoso ou se é melhor empregar recursos em outra área. As vendas aumentaram? Houve mais conversões de clientes? Eles responderam bem à campanha de marketing? Só assim você será capaz de entender o que é um investimento e o que foi apenas um gasto dispensável.

E então, gostou do texto sobre como aumentar as vendas do varejo em meio à crise econômica? Então, aprenda também a identificar gargalos de produção e melhorar ainda mais seus resultados!

5 estratégias de venda que funcionam no PDV

Por mais que a internet pareça onipresente nos dias de hoje,  nada substitui uma boa estratégia de venda no PDV (ponto de venda). Tanto que, segundo a Nielsen, em pesquisa realizada em 2015, 70% da clientela vai até a loja na hora de fechar negócio.

E é por isso que o investimento em estratégias de venda é tão importante para que o seu negócio possa conquistar – e manter – o sucesso.

Para ajudá-lo nessa jornada, separamos no post de hoje 5 estratégias de venda que mais funcionam. Leia, estude, anote e – é lógico – não deixe de testá-las em seu estabelecimento!

1 – Investir no layout

Não basta ter um PDV e produtos — é preciso investir em como esses produtos estarão dispostos no espaço. O layout é parte essencial na hora de fazer com que o cliente entre na loja e se sinta tentado a olhar as suas mercadorias.

Além disso, você deve levar em consideração as regras básicas de circulação (largura de corredores, altura de estantes e araras, localização do caixa), bem como na facilitação do acesso do cliente aos produtos. Isso tudo sem esquecer de transformar o PDV em um ambiente harmonioso, que traduza o universo da sua marca.

2 – Conhecer o público-alvo

Essa estratégia de venda não funciona apenas na hora de elaborar o seu plano de negócios. Na verdade, é preciso sempre estar atento ao seu público, para saber quais as tendências, comportamentos, desejos e necessidades. Dessa forma, você sempre oferecerá no seu PDV itens que despertam o interesse, culminando no aumento das vendas, além de contribuir para a fidelização da clientela.

3 – Criar diferentes promoções

Seja por meio de descontos, kits, liquidações ou brindes, o fato é que a clientela costuma reagir muito bem às promoções — é exatamente por isso que elas costumam ser ótimas estratégias de venda para o PDV.

No entanto, para que essa seja uma estratégia assertiva, você deve entender como cada uma das modalidades funcionam e também planejar o seu calendário. Evite o erro de empreendedores que acabam se deixando levar pelo sucesso pontual de uma determinada promoção e tendem a repeti-la até o esgotamento. Cada segmento e período do ano pedem ações estratégicas diferentes!

4 – Apostar no marketing sensorial

Embora seja uma estratégia de venda relativamente nova, o marketing sensorial está conquistando cada vez mais adeptos. Ao incentivar e aguçar os 5 sentidos do seu cliente (tato, audição, paladar, olfato e visão), você será capaz de proporcionar diferentes experiências e sensações a ele. Exemplos clássicos são o “cheiro de carro novo”, a taça de champanhe oferecida nas lojas de vestido de noiva e até mesmo o ambiente romântico (luz de velas, música, estofamentos de veludo) de um restaurante.

5 – Focar no atendimento

Agora, de nada adianta fazer uso das mais elaboradas estratégias de venda se o atendimento estiver aquém das expectativas. Por isso, busque formas de treinar e avaliar constantemente a equipe do seu PDV, para que eles possam, não sejam apenas grandes vendedores, mas verdadeiros representantes dos ideais da sua marca e as figuras que ajudarão os clientes a achar as melhores soluções para as suas questões.

Agora que você já foi apresentado a ótimas estratégias de venda para o seu PDV, aproveite para planejar o uso delas e conquistar ainda mais sucesso. E se tiver alguma dúvida ou sugestão, use a área de comentários para falar conosco. Estamos sempre interessados no que você tem a dizer!

5 tendências do varejo para ficar de olho

A cada virada de ano as pessoas ficam a espera do novo. São tendências que aparecem em todas as áreas ditando mudanças na forma como nos relacionamos com as pessoas e nos negócios — e 2016 não vai ser nada diferente. Lojistas e comerciantes já se preparam para englobar em seus serviços as tendências do varejo em 2016 e, assim, melhorar e modernizar a sua forma de trabalhar.

O mercado é dinâmico e se adapta a todo instante devido às novas tecnologias e a necessidade de inovação. E para ninguém ficar por fora das tendências do varejo, preparamos uma lista com as 5 tendências do varejo para esse ano.

1 – Redes sociais como plataformas de compra

Não é novidade que as redes sociais já são aliadas do comércio. Nos sites de relacionamento é possível interagir com os clientes, divulgar os seus produtos, promover a sua marca, atrair pessoas para os seus websites, dentre outras possibilidades. A tendência é que as redes sociais ganhem mais importância e passem a ocupar uma parte ainda maior na rotina de empresários.

Um novo botão deve passar a fazer parte dos principais sites de relacionamento, como o Facebook, Twitter e Instagram, e ser integrado nas Fan Pages corporativas: comprar. Essa iniciativa levará a relação dos comerciantes com as redes sociais para outro nível.

2 – Responsabilidade social em alta

A era da informação tem levado a mudança na consciência social do grande público. A interação globalizada tem colaborado para o desenvolvimento de uma cultura mais social e um ambientalmente responsável. E isso reflete no comportamento de consumo das pessoas, que passam a procurar por marcas que se mostrem sustentáveis e socialmente preocupadas.

De acordo com uma pesquisa feita pela Cone Communications/Echo, 87% dos consumidores globais consideram a responsabilidade social das empresas na hora de efetuar uma compra. Ou seja, marcas que adotam políticas sociais e ambientais questionáveis tendem a perder clientes.

3 – Monitoramento efetivo do consumidor e da concorrência

As decisões empresariais dependem de um profundo conhecimento sobre o mercado em que atua e o perfil de seus consumidores. A produção de dados para construir esse conhecimento já é prática comum das grandes corporações, mas ainda pouco usada pelas médias e pequenas empresas. Mas isso já começa a mudar e, em 2016, elas tendem a produzir mais dados relevantes para os seus negócios.

Essa mudança de comportamento se dá pela necessidade de conhecer melhor os consumidores, analisar as suas necessidades e oferecer uma experiência de compra única que permita superar a concorrência. E tudo isso é facilitado pelo aumento de ferramentas que tornam a análise e compilação de dados mais acessíveis.

4 – Personalização das estratégias

A concorrência no mercado tem aumentado e obrigado comerciantes a se adaptarem à realidade do novo consumidor, que pode realizar compras de qualquer lugar do mundo e receber a encomenda na porta da sua casa.

Com os dados necessários é fácil personalizar a sua loja e oferecer um mix de produtos que se adeque às necessidades dos seus clientes. Quando se conhece a fundo quem é a sua persona e público-alvo, é possível desenvolver estratégias eficientes e que surtirão o efeito esperado.

5 – Estratégias para mobile se mantém em crescimento

O site ou blog da sua empresa é responsivo? Não sabe o que é isso? Ter um design responsivo significa que o seu site se adapta para qualquer que seja o dispositivo que o seu cliente o está acessando. Ou seja, se ele visita o seu site pelo smartphone, todas as informações contidas nele devem aparecer para o seu visitante da maneira adequada.

As empresas têm que se adaptar para oferecer recursos dentro desses aparelhos, que também incluem os tablets, que vão desde soluções simples, como um site responsivo, como falamos, até alternativas mais complexas, como a criação de aplicativos. A tendência é explorar recursos, como aplicativos de fidelidade, que permitem resgatar suas recompensas por meio do mobile.

Quais tendências do varejo você acredita que vai ganhar força em 2016? E em qual pretende investir? Compartilhe com a gente a sua opinião!