Cartões presente pré-pagos: entenda por que eles têm conquistado o mercado

Desde 2013, o Brasil vem acompanhando o crescimento constante e rápido da atuação de cartões pré-pagos, tanto em relação a consumidores quanto a empresas que passaram a disponibilizá-los — ou seja, está é uma tendência de mercado que se consolidou e progride.

Esse advento proporciona segurança, facilidade no uso e até mesmo possibilita que pessoas sem conta bancária ou com nome negativado consigam pagar por assinatura de conteúdo ou fazer saques.

Veja agora por que essa forma de movimentar valores e fazer pagamentos segue em curva ascendente.

Funcionamento dos cartões presente pré-pagos

Há dois principais tipos de plataforma. Uma é de uso contínuo, mas sem vínculo bancário, com uma bandeira administradora. Para utilizá-lo, é necessário inserir valores previamente. Então, o cliente pode fazer compras nas funções débito e crédito à vista, pagar contas, transferir dinheiro e até receber depósitos e pagamentos.

Outra forma de facilitação para consumidores é a ferramenta destinada a pagamento de assinaturas de conteúdo. Basta que o comprador digite o código do cartão no site do provedor dos serviços e imediatamente a assinatura é efetuada.

Inclusão de pessoas sem crédito no sistema financeiro

Segundo pesquisa da Federação do Comércio (Fecomércio) do Rio de Janeiro, aproximadamente 36% dos brasileiros maiores de 18 anos não possuem conta em banco ou poupança. E conforme o Serasa Experian, o Brasil tem cerca de 59 milhões de negativados por inadimplência.

Esses dois dados mostram um número grande e relevante de consumidores que não possuem crédito no sistema bancário e nem formas de movimentar dinheiro, exceto na lida com moeda em espécie.

Com os cartões pré-pagos  — que funcionam como os de débito tradicionais —, esses grupos da população têm acesso a fornecedores de conteúdo e aplicativos e formas de movimentação de valores e aquisição de produtos.

Controle de despesas

Especialmente em relação aos cartões para utilização na função crédito à vista por recarga, não há como se perder nas contas e se endividar. Esse é um dos grandes motivos que fazem a ferramenta ter a preferência de muitas pessoas.

Também não existe fatura com juros sobre juros em porcentagens astronômicas. Diferentemente dos cartões de crédito comuns, os pré-pagos geralmente não possuem mensalidade ou anuidade — um custo fixo independentemente da utilização.

Segurança

Além de o usuário sentir-se seguro financeiramente, não precisa de dinheiro em espécie sempre, como vimos anteriormente. Com isso, em caso de furto ou perda de carteira ou bolsa, basta bloquear o cartão e adquirir um novo — os valores não serão perdidos.

Facilidade para aquisição

Além de não precisar ter conta em banco e poder estar negativado, o cliente pode apenas comprar o magnético e começar a usar — sem cópias de documentos e comprovações de renda.

Para adquirir formas de pagamento de assinaturas, o mesmo é feito. Basta ir a um supermercado ou qualquer local que os venda e pagar o valor referente ao crédito para uso disponibilizado pela ferramenta.

Cartões pré-pagos trouxeram ao país facilitação e possibilidades a uma grande parte da população e às classes sociais menos abastadas, maioria no Brasil. Mas revelando-se bons instrumentos, as classes A e B também passaram a utilizá-los — ainda que em menor número — por segurança, pouca burocracia e controle de gastos.

Sua empresa tira proveito dessas plataformas para agilizar processos ou maximizar resultados atingindo e inserindo públicos distintos? Deixe seu comentário e opine sobre essas ferramentas!

5 tendências do mercado no exterior para ficar de olho!

É indispensável dispor de uma visão ampla e pensar estrategicamente para acompanhar as inovações que o mercado — cada vez mais instável e dinâmico — exige. Executivos tomadores de decisão devem ficar antenados em busca de reflexões e insights para multiplicar ideias dentro da organização e assegurar que sua empresa não fique para trás em meio a um cenário tão competitivo.

Que tal saber mais sobre as tendências do mercado no exterior? Confira, neste post, como elas podem influenciar o varejo brasileiro em 2016!

1 – Integração de canais de venda

O fato de os consumidores estarem conectados e expostos a informações 24 horas por dia, faz com que empresas e líderes tenham a necessidade de abandonar ações que separam o online e o offline, para dar lugar ao novo conceito de venda All line, que visa integrar os canais de vendas e evidenciar que marca deve ser única, independentemente do meio.

Trata-se de um processo complexo — por exigir muita capacitação, um forte propósito da marca e um senso de pertencimento entre os envolvidos — e revela a necessidade das empresa buscarem ações e ferramentas capazes de obter informações e, assim, gerar conhecimento assertivo sobre os clientes, produtos, necessidades e desejos.

Um exemplo disso é o Big Data que, cada vez mais difundido, é utilizado para proporcionar um atendimento personalizado e de acordo com o perfil de cada consumidor.

2 – Ampliação da Tecnologia de Smartphones

Em tempos de alta conectividade e velocidade, a tecnologia móvel já é uma realidade, com o aumento do números de aparelhos smartphones. A grande sacada é desenvolver estratégias de marketing, pensando nesse tipo de dispositivo e focando na experiência do usuário ao criar uma aproximação e ampliar a interação do consumidor com a marca.

Entre os recursos tecnológicos, estão as ações que integram o cartão de crédito ou da conta do telefone para efetuar pagamento por meio do aparelho móvel.

3 – Geração do Streaming

A geração do streaming cresce velozmente e é composta, em sua maioria, por adolescentes, segundo pesquisa do ConsumerLab. São consumidores vorazes e que estão dentro de plataformas, como o YouTube, Netflix e de jogos online.

Desse modo, fica clara a importância de oferecer a alternativa do uso de cartão pré-pago para facilitar o acesso a tais conteúdos para um público que talvez não poderia comprar sem o uso de cartão de crédito ou débito.

4 – Experiência de Consumo

Como os clientes estão mais exigentes — com acesso facilitado ao leque extenso de opções para consumo — é um ponto vital a forma como estes interagem com a empresa. Alguns fatores como a qualidade de performance dentro do site, pagamentos eletrônicos com segurança ou a qualidade no atendimento são capazes de influenciá-los de positiva ou negativamente.

Nesse sentido, a Experiência de Consumo é uma preocupação que a empresa deve ter para direcionar suas estratégias de maneira efetiva e com foco no consumidor. Desse modo, resoluções, inovações e autenticidade contribuirão para o engajamento dele com a marca, produtos e serviços.

5 – Economia de Compartilhamento

Na Economia de Compartilhamento e colaborativa, investir em parcerias estratégicas — entre indústria e varejo, empresas de meios de pagamentos e prestadoras de serviços, por exemplo — é um fator fundamental para as empresas alcançarem níveis superiores de performance e garantir sua sobrevivência no mercado.

Essa atitude leva à redução de prazos de desenvolvimento de produtos e soluções, ou seja, reduz o tempo entre análise de um produto e a sua disponibilização para a venda.

Em meio ao cenário econômico atual brasileiro, reciclar os processos e aplicação da tecnologia, capacitação de equipe e eficiência de todo sistema de valores alinhando às mudanças e evoluções da sociedade e do comércio, certamente garantirá a construção de bases consistentes e sustentáveis para superar metas e desafios próximos — só assim será possível posicionar sua empresa à frente no mercado.

Já conhecia essas tendências do mercado no exterior? Deseja receber mais notícias sobre o mercado varejista? Assine nossa Newsletter e não deixe escapar nenhuma novidade!

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