4 dicas de inovação no varejo para geração de novos negócios

Diante de um mercado cada vez mais dinâmico e de consumidores cada vez mais exigentes, uma questão imperativa tem sido cotidianamente enfrentada pelos gestores envolvidos no comércio: como (e de que forma) é mais adequado e viável investir em inovação no varejo?

Se você ainda tem dúvidas acerca da importância de incorporar novas técnicas e metodologias ao seu ponto de venda, não deixe de ler o conteúdo até o final. Neste post, você entenderá a relevância das inovações varejistas e receberá dicas valiosas para torná-las reais e rentáveis no seu negócio. Preparado? Vamos lá!

Por que é importante apostar em inovação no varejo?

O varejo é um segmento altamente competitivo. Ao se voltar completamente ao consumidor final, atendendo-o de modo contínuo e direto, as empresas do segmento precisam estar sempre atentas às alterações que afetam os desejos, as necessidades e as preferências de consumo de seu público-alvo, captando tendências e esforçando-se para torná-las disponíveis em seus produtos e serviços.

Neste âmbito, a inovação desempenha um papel essencial: a agilidade na incorporação de novas técnicas e tecnologias é determinante para endossar o crescimento e a prosperidade das organizações varejistas.

Somente ao agir proativamente, atendendo com consistência aos mutáveis anseios de consumo, é possível criar e fortalecer uma posição de vanguarda. E não se engane: por mais que você acredite na fidelidade do seu cliente, jamais negligencie a missão de satisfazê-lo — e conte com as inovações para mantê-lo leal à sua marca e ao seu produto!

Quais são as possibilidades para inovar no varejo?

Agora que você já está entendeu a importância de perseguir a inovação no contexto da sua loja, chegou a hora de conhecer algumas dicas estratégicas que favorecem a competitividade e a perenidade do negócio:

1. Automatizar processos

A vitalidade do mercado de consumo não tolera a inércia — e empresas que se acomodam geralmente acabam por enfrentar sérios (e, por vezes, até mesmo fatais) problemas administrativos — e requer a agilidade operacional.

Para simplificar, padronizar e conferir alta performance às rotinas do negócio, a automação de processos é essencial à boa gestão. Entre os benefícios dessa manobra tecnológica, despontam a segurança das informações, a eficiência operacional e credibilidade das transações.

2. Investir na experiência do consumidor

O ponto de venda deve encantar o cliente. Para que isso seja possível, porém, o gestor precisa ter a convicção de que zelar pela aparência da loja e oferecer um atendimento de excelência são condições essenciais à positiva recorrência de compra.

Para proporcionar a melhor experiência de consumo e maximizar as chances de fidelização, é interessante que todos os detalhes do ponto de venda atendam às particularidades do público-alvo — do layout das lojas às formas de pagamento disponíveis.

Se os produtos têm apelo aos jovens, por exemplo, convém apostar em uma loja mais descontraída e oferecer atendimento prático e vastamente multicanal — a julgar pela forte vertente tecnológica dessa geração.

3. Oferecer um cartão presente de marca própria

Os cartões presente de marca própria representam uma inovação no comércio varejista e atendem, de modo direto e eficaz, a uma demanda de consumo cada vez mais evidente: a flexibilização das formas de pagamento.

Ao disponibilizar a modalidade, a loja ganha em competitividade e potencializa seus lucros, uma vez que vai ao encontro das preferências do cliente e pode planejar ações promocionais mais específicas e segmentadas.

4. Apostar no big data

O big data é a grande aposta para viabilizar a alavancagem de negócios. Aos varejistas, a realidade não é diferente: os gestores estão cada vez mais engajados no desafio de utilizar a tecnologia de dados para conquistar e manter seus clientes.

Com o recurso de armazenagem de informações, essa inovação no varejo permite identificar tendências de consumo, tabular sazonalidades e conhecer preferências, por exemplo. A partir disso, é possível valer-se dos dados para formular campanhas e aumentar as vendas.

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epay Brasil lança cartão marca própria da Ri Happy

A epay Brasil e a Ri Happy (líder no varejo de brinquedos do Brasil) fecharam uma parceria comercial para a produção, distribuição e processamento de cartões presente em todas as lojas da rede. O cartão presente da Ri Happy, carinhosamente conhecido como “Happy Vale”, já está disponível para venda nas lojas físicas juntamente com outros cartões pré-pagos de conteúdos diversos distribuídos pela epay no Brasil.

A epay Brasil, empresa do grupo Euronet, presente em mais de 30 países e líder na tecnologia de cartões pré-pagos, fechou mais um contrato que amplia a área de atuação da empresa, desta vez chegando ao mercado de brinquedos. Através desta parceria, a epay viabilizou a produção, distribuição e processamento dos cartões presente da rede de lojas Ri Happy.

O cartão presente leva o nome “Happy Vale” e está disponível para os clientes nos valores de R$50,00 e R$100,00, podendo ser utilizado como meio de pagamento na rede varejista de brinquedos (exceto site e franquias). Uma ótima oportunidade para clientes presentearem a criança sem chance de errar: os pequenos poderão ir à loja, juntamente com o responsável portando o cartão presente, e escolher o brinquedo que desejam.

Para a epay é uma ótima oportunidade de aumentar a sua capilaridade num canal tão importante como o de “Brinquedos”. Os cartões pré-pagos estão cada vez mais disseminados em vários tipos de varejo. Atualmente redes de Supermercados, Lojas de eletrodomésticos, Livrarias, Drogarias e Moda, entre outros setores, já aderiram à solução trazida pela epay.

Conteúdo de terceiros

Com a Ri Happy, o contrato vai além dos cartões pré-pagos “Happy Vale”. A epay vai disponibilizar também outros cartões pré-pagos de conteúdos diferentes como Google Play,  Xbox Live, League of Legends, LevelUp, entre outros. Por se tratar de um serviço adicional ao cliente com alto valor agregado, os cartões pré-pagos trarão maior fluxo de clientes e rentabilidade à Ri Happy.


Sobre a epay

A epay é líder mundial em soluções pré-pagas. Empresa do grupo Euronet Worldwide, com ações na Nasdaq, está presente em mais de 30 países.

Especialista em produtos tais como: cartões presente, cartões para jogos online, assinaturas e créditos para conteúdos digitais, a epay Brasil tem como objetivo conectar marcas a consumidores por meio da tecnologia pré-paga, sem a necessidade de bancos e bandeiras de cartões de crédito. Google Play, League of Legends e Xbox Live são algumas das marcas que chegam ao consumidor final por meio das soluções pré-pagas disponibilizadas pela empresa. www.epaybrasil.com.br

Sobre o grupo Ri Happy

A Ri Happy, maior rede varejista de brinquedos do país, presente no mercado desde 1988, tem como preocupação ser mais do que uma rede de comércio e sim uma prestadora de serviços na área de lazer e entretenimento infantil. Em 2012, The Carlyle Group, gestor global de investimentos alternativos, adquiriu a Ri Happy Brinquedos e a PBKIDS e desde 2014 detém 100% de participação. O grupo Ri Happy / PBKIDS, líder no mercado de brinquedos, possui mais de 250 unidades espalhadas pelo Brasil empregando mais de 4.000 funcionários . Em  2013,  o grupo iniciou as atividades da marca Ri Happy Baby,unidade especializada da rede Ri Happy com produtos voltados para o público entre zero a três anos de idade, buscando ser a maior loja especializada em itens para bebês do Brasil . Os sites da empresa são: www.rihappy.com.br , www.pbkids.com.br e www.rihappybaby.com.br

 

Saiba tudo sobre o mercado de games no Brasil!

Há algum tempo, a indústria de games era conhecida como entretenimento para criança, mas já faz alguns anos que essa realidade mudou. As crianças cresceram e continuaram jogando. Hoje, os gamers estão em todas as faixas de idade, inclusive aquelas com maior poder financeiro e decisão de compra.

É por isso que, em uma indústria que só cresce a cada ano, o mercado de games se tornou um grande caminho para que um varejista aumente sua receita.

Você já pensou em como pode aproveitar esse mercado no seu varejo? Nós preparamos um guia completo para que você possa entender como ele funciona e como inseri-lo no seu negócio. Confira:

O mercado de games no Brasil

O mercado brasileiro foi por muito tempo conhecido pela informalidade e pirataria, inclusive com a fuga de grandes empresas do ramo para outros países da América Latina, como o México.

Este cenário vem mudando rapidamente, com o investimento em serviços melhores, preços localizados e parcerias com o varejo, além de um aumento no consumo da faixa etária com maior poder de compra, que cresceu acostumada a jogar videogames.

Qual a situação atual do mercado de games

O mercado de games no Brasil vem se consolidando a cada ano como uma potência. Segundo um relatório da Newzoo, passamos a Austrália em 2016 com uma arrecadação de mais de 4 bilhões de reais, e estamos nos aproximando dos dez maiores mercados para jogos eletrônicos.

Uma grande parte desse volume é devida aos jogos para celulares e tablets. Apesar de não ter um faturamento excepcional na venda de produtos, a venda de conteúdo e assinaturas para esse tipo de jogo tem representado um grande canal de arrecadação para o varejo.

O potencial para o futuro

O Brasil é sempre visto como uma economia atraente para a indústria, e o crescimento dos videogames no mercado interno vem provando esta vocação ano a ano.

Mas mesmo que estejamos entre os maiores mercados, perdemos ainda para países que não têm nem de perto o tamanho do nosso, como Itália, Canadá e Espanha. O investimento nessa indústria significa alcançar um público enorme e que ainda não atingiu totalmente o seu potencial de consumo.

As empresas e os varejos que estiverem atentos a essa demanda podem ser aqueles que aproveitarão o crescimento do mercado de games no futuro.

As tendências do mercado de games

Estamos falando da parte econômica, mas o que vem por aí nessa indústria de jogos? Em trinta anos, os videogames provaram ser um dos centros de inovação tecnológica mundial, com tendências surgindo a cada ano. Veja para onde o mercado deve crescer este ano:

Jogos para celular

Em 2016, jogos como Pokémon GO foram sucesso de mídia e também em arrecadação. Os jogos para celular têm modelos mais flexíveis de monetização, como as microtransações dentro de jogos grátis.

Este modelo deve continuar em alta em 2017, apostando em uma mistura de engajamento com ganho recorrente em pequenas compras e assinaturas. E os varejistas são parceiros essenciais para facilitar a compra de conteúdos mobile.

Realidade virtual

A realidade virtual foi a grande aposta da indústria em 2016, e grandes empresas do ramo, como Sony e Valve, entraram de cabeça na novidade.

Neste ano, a tecnologia deve se consolidar com a chegada de jogos que fazem realmente uso dos óculos VR — esta nova forma de interação tem o potencial de mudar completamente os rumos do mercado de games.

E-sports

Os esportes eletrônicos promovem competições em games e têm uma audiência cada vez maior no mundo todo. Por sinal, essa é uma tendência que não deve parar de crescer tão cedo.

Hoje, não só a indústria cria jogos pensados para serem competitivos, mas todo o mercado ligado ao entretenimento está investindo nesse público. Com o aumento de visualizações e discussões, as cotas de publicidade e patrocínio de empresas e varejos é cada vez maior no segmento.

Como um varejista pode aproveitar esse cenário?

Mas como você pode aproveitar esse potencial do mercado de games no Brasil dentro do seu varejo? Investir nessa indústria pode ser uma forma de passar na frente da concorrência e aumentar seu faturamento. Veja as nossas dicas:

Aposte em estações para demonstração

É possível montar em seu varejo estações com aparelhos de games. Dessa forma, os consumidores experimentem as opções de jogos dentro da sua loja. Além de chamar a atenção do público, essas estações dão mais confiança para que o cliente tome sua decisão de compra, aumentando o volume de venda neste segmento.

Ofereça variedade de plataformas

Uma peculiaridade desse mercado é que muitos clientes já estão fidelizados por marcas específicas, como Sony, Microsoft ou Nintendo, e não consomem as outras. Por isso, tente oferecer produtos de todas as plataformas, assim você conseguirá atingir um público muito maior.

Cogite os produtos licenciados

Não é só de jogos que vive a indústria. Seu público consome muitos produtos ligados a seus games favoritos, como bonecos, filmes e acessórios de moda. Invista também nos produtos licenciados das marcas mais famosas para ganhar nas duas pontas.

Invista na venda de conteúdo in-game e assinaturas

Muitos jogos apostam em formas diferenciadas de monetização, como as assinaturas e as microtransações in-game, principalmente em jogos para celulares.

Geralmente, esses jogos são grátis para serem baixados, mas exigem que o jogador pague para ter vantagens ou itens especiais dentro da história.

Por isso, os cartões pré-pagos se tornaram uma grande fonte de renda para os varejos. Ao comprá-los na loja, o gamer ganha um código para adicionar crédito utilizável dentro do jogo. Em caso de assinaturas, essa compra é recorrente, o que aumenta o potencial de ganho com essa solução.

O mercado de games no Brasil é um gigante que ainda tem potencial para crescer bastante. Varejistas que estiverem atentos a essa demanda serão aqueles que conseguirão sair na frente e se tornarão referência para consumidores cativos, engajados e fidelizados.

Portanto, pense nisso: não é a hora de você investir no mercado de games? E se você gostou desse guia e quer receber mais dicas diretamente no seu e-mail, assine agora a nossa newsletter!

4 passos para expandir seus negócios com sucesso

“Expandir o negócio”. Certamente, esse é um item que deve estar presente na maioria dos checklists dos empreendedores nacionais. Superada a fase inicial, onde é necessário recuperar o investimento inicial e manter uma margem de lucratividade relativamente estável, a maioria dos gestores planeja alçar novos voos para o empreendimento.

Poucos, no entanto, sabem exatamente qual deve ser o caminho a ser percorrido para garantir uma expansão segura e consistente.

Por isso, no post de hoje, resolvemos trazer os 4 passos que podem ser dados para expandir negócios com sucesso. Confira cada uma das possibilidades logo a seguir!

1. Aposte no modelo de franquias

O modelo do franchising é bastante utilizado por muitas empresas. Para funcionar, no entanto, é preciso que a empresa já tenha uma marca consolidada no mercado — isso significa que o público-alvo tem que conhecê-la profundamente.

Mais importante que isso: para abrir franquias, tenha a certeza de que os processos internos do negócio já estejam bem alinhados.

Antes de apostar no modelo de franquias, leve em consideração que a marca deve representar um padrão de qualidade. É justamente por isso que a empresa precisa ter processos claros, que possam facilmente ser replicados pelos franqueados.

2. Diversifique os canais de vendas

As franquias podem ser uma boa ideia, mas não existe uma fórmula quando o assunto é expandir negócios. Nossa próxima dica, portanto, é bem diferente da anterior. Outra forma para trabalhar a expansão é diversificar os canais de vendas.

Além das lojas físicas, por exemplo, contar com um site ou um atendimento via redes sociais pode ser um excelente negócio para estimular o aumento da procura.

Claro, se você apostar nesse modelo, é importante ter em mente que é imprescindível a empresa ter a estrutura necessária para realizar um atendimento de qualidade.

Além de contar com bons atendentes, garanta que a logística de entregas da empresa seja impecável e, se possível, busque explorar novas formas de pagamento.

3. Abra outras unidades

A abertura de novas unidades é, sem dúvidas, um modelo que requer bastante investimento por parte do gestor.

Essa é uma opção para expansão que ocorre quando o gestor percebe que existe uma oportunidade em outra cidade ou estado. Você terá que contratar uma equipe completamente nova, realizar treinamentos, além de apostar pesado no marketing de inauguração.

Sim, apesar de a sua empresa já estar estabelecida, a abertura de novas unidades pode ser como abrir uma nova empresa, principalmente se a sua marca ainda não é reconhecida na nova região.

Por isso, analise esta possibilidade com cautela e avalie, por exemplo, se nesta nova região os clientes terão o mesmo perfil que os seus atuais.

4. Aumente o mix de produtos ou serviços

Por fim, outra dica para expandir negócios é aumentar o mix de produtos e serviços. Para isso, o empresário precisa avaliar internamente quais são os itens mais vendidos para, então, tomar a decisão de desenvolver ou adquirir novos produtos, que podem ser complementares, por exemplo.

Essa é uma forma de aumentar o ticket médio e, consequentemente, expandir a sua empresa no futuro. Para isso, é claro, você deve investir em um trabalho de pesquisa de mercado, para conferir quais são as novidades e o que a sua empresa pode oferecer de novo.

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7 realidades do varejo mundial para você implantar agora

O mercado varejista atual é bastante competitivo e desafiador. Então, para ser bem-sucedido, é preciso acompanhar as tendências do varejo e as mudanças nos hábitos dos consumidores.

Hoje em dia, ser capaz de atender aos padrões dos consumidores não significa apenas saber o que eles querem, mas colocá-los no centro do negócio e buscar formas de melhorar sua experiência de compra.

Para ajudá-lo, preparamos as principais tendências do varejo que prometem revolucionar a forma que a indústria e o cliente se relacionam. Confira!

1. O consumidor no centro do negócio

São muitas as opções de compra à disposição do cliente. Ele tem a informação ao seu lado e conhece os produtos e os serviços que lhe são oferecidos. O consumidor está muito mais exigente e empoderado.

Por isso, atender aos padrões do cliente significa mais do que entender o que ele quer, mas colocá-lo no centro do negócio.

Os varejistas devem repensar sua estrutura física e sua inteligência de dados para oferecer experiências de compra facilitadas, fator que torna a decisão do consumidor mais responsiva e intuitiva.

2. O uso da informação e o Big Data

O termo faz referência à informação que temos à disposição, que é enorme. No entanto, elas não valem de nada se não forem bem utilizadas. A boa notícia é que há várias soluções que tornam a coleta e análise de dados uma ferramenta acessível.

Os varejistas precisam reconhecer a importância de se confiar em dados. Ao fazerem isso, serão capazes de unificar a coleta de informações (online e offline) e proporcionar a seus clientes experiências de compra personalizadas e únicas.

Veja algumas vantagens do Big Data:

  • Conhecer melhor o cliente e seus hábitos de compra;

  • Adaptar os serviços às preferências dos consumidores;

  • Ofertas personalizadas aos clientes.

3. Ser omnichannel: integração dos canais de venda

O investimento em ampliação dos canais de venda é imprescindível. O consumidor de hoje é dinâmico e gosta de ter opções. Eles compram pela internet, por aplicativos, em lojas físicas e onde mais for possível. Sendo assim, as empresas precisam se estruturar para dar ao consumidor o que ele quer e onde ele precisa. Trata-se de unificar as esferas online e offline para proporcionar a ele a experiência de compra ideal.

4. Investimento em Responsabilidade Social Corporativa

Os consumidores atuais estão cada vez mais atraídos por marcas que investem em iniciativas de responsabilidade social. As empresas que têm esse tipo de ação transformam a experiência de compra do cliente, pois são ações que produzem impactos positivos para a comunidade, e os consumidores se sentem bem por estarem contribuindo, mesmo que indiretamente.

5. Utilização de novas tecnologias

Uma das mais importantes tendências do varejo é investir na utilização de novas tecnologias e compreender como elas podem aumentar as vendas e aprimorar a experiência do cliente. Em um mundo marcado pela conectividade, é preciso pensar como comunicar de forma eficiente com o público.

As novas tecnologias podem ser utilizadas de diversas formas, por exemplo:

  • Uso do smartphone como via para pagamento (Apple Pay, por exemplo);

  • Redes sociais como plataforma para vendas;

  • Utilização de informações de conexões de smartphone para mapear hábitos e preferências;

  • Utilizar as informações para melhorar processos de compra.

6. Ênfase na experiência de consumo

Cada vez mais, a satisfação do cliente é determinada por sua experiência de compra. E trata-se de uma percepção relativa a todos os canais de venda — os virtuais e os físicos. É preciso tornar o processo de compra uma experiência personalizada, agradável, rápida e intuitiva.

7. Investimento em canais digitais

As ferramentas digitais são ótimos recurso para aproximar o varejista do consumidor. Por meio das mídias sociais (Facebook, Twitter, Instagram, Pinterest), é possível interagir com os clientes de forma mais próxima. Além disso, é uma ótima maneira de entender as preferências dos clientes e qual é a resposta deles aos serviços e produtos oferecidos.

Acompanhar as tendências do varejo é muito importante para fidelização dos clientes em um mercado cada vez mais competitivo. É preciso entender que os consumidores estão mudando em uma velocidade muito mais rápida do que a do setor varejista e adequar os serviços a essa realidade.

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