Estratégias de merchandising: como verticalizar os produtos do PDV?

Estratégias de merchandising são essenciais para varejos de qualquer porte. Ao expor os produtos no ponto de venda (PDV), além de deixar acessível diferentes possibilidades aos clientes, organizá-los e armazená-los funciona como uma estratégia de merchandising — até porque estão ali para atraírem compradores e gerarem receitas.

E a verticalização de mercadorias nas unidades do varejo é uma técnica eficiente para todas essas funções. Por isso, seu potencial é aproveitado na maioria das empresas do comércio que possuem PDVs. Porém, é preciso saber como aplicar o método corretamente.

Então, neste post, vamos abordar sobre as melhores estratégias de merchandising e a importância da verticalização para ajudá-lo nesse processo mercadológico. Confira:

Entendendo o conceito da verticalização

Primeiramente, você deve compreender o que é o conceito de verticalização, pois não se trata apenas de utilizar móveis e alocar os produtos em altura progressiva. Esta é uma estratégia de merchandising e que também faz parte das questões organizacionais do ponto de venda.

A verticalização facilita que os consumidores encontrem o que desejam nos corredores, mas de forma a atrair a atenção deles. Para isso, obedeça a padrões de disposição, como o de colocar produtos com menos saída sempre do lado esquerdo, pois é de onde as pessoas começam a ler e normalmente fazem isso para ver melhor os itens ali dispostos.

E use a mesma prática para alocar objetos: para o sentido vertical, de cima para baixo — como também segue a nossa leitura. A verticalização dos produtos gera uma organização visual, que ocorre tanto disposição dos produtos nos sentidos mencionados (esquerda para direita, cima para baixo), quanto nas cores dos produtos.

As cores também têm papel importante na padronização e exposição dos produtos e facilitam muito a experiência de compra do consumidor final, que consegue visualizar as informações de forma mais ordenada e também atrativa.

Definindo a melhor organização para seu negócio

Ainda que haja os padrões de leitura para visualização das ofertas, você pode adequar os modelos do modo que melhor funcionem dentro do seu varejo. A disposição pode ser feita por cor, tamanho ou peso de produto.

Por exemplo, se para uma empresa a melhor definição organizacional é por cores e tamanhos, as prateleiras podem estar com as linhas em mesmas cores e com os tamanhos se diferenciando pelas colunas — ou vice-versa. Com um bom nível organizacional, compradores podem também acabar decidindo ver mais itens que não estavam nos seus planos.

Melhores estratégias de merchandising para verticalizar os produtos no PDV

Como mencionamos, você vai definir o que se adequa melhor ao seu empreendimento, afinal, não existe uma única maneira correta para a exibição dos produtos.

A verticalização é necessária para uma melhoria da exposição e reposição dos produtos no ponto de venda, em especial os locais de autoatendimento, nos quais a pessoa costuma escolher o que quer, sem o auxílio de um vendedor.

Para ficar mais claro, vamos mostrar como você pode usar estratégias de verticalização nas gôndolas e prateleiras, inclusive combinando-as com as de horizontalização. Veja abaixo:

Verticalização das cores, modelos horizontalizados

Essa opção trabalha com cores dispostas em modo vertical e diferentes modelos de modo horizontal. Ao olhar, o cliente perceberá uma variedade de modelos na horizontal, e uma padronização de cores olhando de cima para baixo.

Verticalização dos modelos, cores horizontalizadas

Ao contrário do modelo anterior, essa disposição visa alinhar as cores na horizontal e os modelos na vertical. Ou seja, modelos iguais de cima para baixo, cores iguais da esquerda para a direita.

Cores verticalizadas, produto por tamanho e horizontalmente

Esse cenário mostra uma horizontalização de produtos de acordo com o tamanho, sendo os menores nas partes de cima e os maiores abaixo. As cores são dispostas de maneira vertical.

Verticalização por cores

Esse é o caso de um único tipo de produto, ele também pode ser verticalizado de acordo com cores (se for o caso).

Por exemplo, um balde de plástico nas gôndolas de um supermercado possui um único modelo e tamanho, porém diversas cores. Na hora de expor esse produto, a verticalização por cores é a mais adequada.

Para fazer isso, coloca-se da esquerda para direita as cores com menos unidades seguidas das que possuem maior quantidade. Isso porque as grandes quantidades de cor atraem os olhos do consumidor, então, deixar as poucas cores em um local estratégico auxilia no aumento de giro dessas peças.

Benefícios da verticalização ao longo do tempo

Curto prazo

As técnicas de verticalização podem trazer resultado imediato para o negócio, como o impacto direto em vendas, melhor giro de produtos parados (essencial para produtos com prazo de validade curto), melhor impressão do visual do ambiente na mente do consumidor.

Médio prazo

Redução de custos com produtos vencidos, melhor giro de estoque, ambiente mais agradável, facilidade para os funcionários em encontrar e expor os produtos.

Longo prazo

Maior clientela, fortalecimento do nome da marca, boa impressão do empreendimento, maior facilidade na reposição de produtos e aumento na lucratividade são alguns dos benefícios que podemos citar.

Manter a verticalização estabelecida é fundamental

Perceba que essa estratégia de merchandising não apenas serve para que os clientes sejam atraídos e consigam se localizar, além de dar boa impressão organizacional, ela tem a função de reter público.

Não é difícil encontrar pessoas que vão sempre aos mesmos PDVs. Os motivos para isso são vários, mas o nome é sempre o mesmo: fidelização de clientes. Para isso, é importante que eles já saibam onde estão os produtos que procuram para terem mais rápidas e melhores experiênciasde compra.

Aproveite toda oportunidade para atrair e fidelizar o cliente

Caso precise alterar os lugares dos móveis e equipamentos ou trocá-los por novos, deve ser feito o máximo possível para não gerar transtorno ao público. Porém, se não for possível tornar algo inofensivo, faça disso uma oportunidade de trabalhar o marketing sensorial do negócio.

Por exemplo, transforme essa situação em algo positivo para os clientes, visando melhorias para eles, mostrando isso de forma a promover a empresa.

Um móvel desorganizado dificulta as aquisições dos consumidores e pode fazê-los saírem do local sem comprar os itens que estavam lá, mas que eles não encontraram.

Ou seja, a não verticalização afeta a organização, torna negativa a experiência para compradores, influencia na credibilidade do comércio e ainda gera resultados exatamente distintos dos que as estratégias de merchandising tentam alcançar. Por isso, verifique o tipo de estratégia mais adequado a seu PDV e comece já a implementar.

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Quais os benefícios de oferecer recarga de celular no seu PDV?

Desenvolver estratégias inovadoras para valorizar o seu ponto de venda é essencial para aumentar os lucros do negócio. Existem diversas formas de alcançar esse objetivo e uma delas é investindo em um serviço bastante interessante: a recarga de celular.

Acontece que muita gente ainda tem dúvidas sobre como isso funciona e se o retorno realmente vale a pena. Por isso, mostraremos aqui alguns dos principais benefícios de oferecer recarga de celular no seu PDV. Confira!

1. Diversos estabelecimentos podem vender

Em primeiro lugar, é importante destacar que a recarga de celular pode ser vendida em diversos tipos de estabelecimento. Desde mercearias, lojas de conveniência e até salões de cabeleireiros, são muitos os locais nos quais o produto pode ser um sucesso.

E o motivo para isso é simples: não há como prever o momento em que o usuário de celular pré-pago vai precisar de uma recarga.

Isso significa que, logo de cara, você pode se beneficiar oferecendo esse serviço, seja qual for a área de atuação do seu negócio. Basta contar com um sistema simples, como computador ou smartphone, com acesso à internet.

2. Boa rentabilidade

O retorno sobre investimento é bastante significativo na recarga de celular. Não há segredo: você pode investir de acordo com a possibilidade financeira do seu negócio e conquistar um lucro interessante em pouco tempo.

Além do próprio valor financeiro, a venda não exige o aumento no quadro de funcionários para atender exclusivamente os clientes de recarga — o processo é simples e rápido.

3. Aumenta o fluxo de caixa

Outro ponto a ser destacado em relação às vendas é que, a partir do momento em que você passar a ofertar a recarga de celular, poderá ver o fluxo de caixa aumentar. Isso é algo importantíssimo para quem atua no varejo, já que a saúde financeira do negócio depende de um caixa com fluxo constante para bancar o estoque e os gastos em geral

4. Torna o PDV uma referência

Como já dissemos ao longo deste post, é quase impossível prever em que momento uma pessoa vai precisar de uma recarga de celular. Entretanto, sempre que isso ocorrer, o consumidor pensa em suas opções de ponto de venda.

Por isso, disponibilizar a recarga de celular torna seu PDV uma referência para seus clientes, não só pela recarga em si, mas por aumentar a gama de serviços e produtos que você oferece.

5. Aumenta as vendas de outros produtos

Todo cliente que vai a um ponto de venda acaba entrando em contato com outros produtos além daqueles que pretendia comprar a princípio. Estudos relacionados ao marketing mostram que a disposição dos produtos nas lojas influencia diretamente no fluxo de vendas e, em geral, é comum que as pessoas sejam convencidas a comprar também esses itens.

Portanto, a recarga não significa apenas um extra para seu negócio, mas pode atrair clientes que, ao chegarem no PDV, compram também outros produtos.

6. Não exige logística

A recarga de celular é, na prática, um serviço digital. Isso influencia diretamente no modelo do produto que, na prática, não exige logística. Tampouco ele exige atenção a questões como estoque ou prazo de validade.

Como você pode ver, são muitos os benefícios proporcionados por oferecer recarga de celular pode gerar para seu PDV. Faça uma avaliação você mesmo e invista nesse serviço!

Quer saber mais sobre o assunto? Então veja quais são os modelos de cartão pré-pago que podem ser oferecidos no varejo!

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7 motivos pelos quais você precisa de soluções mobile para seu PDV

Muitos empreendedores se perguntam como podem melhorar a performance e se destacar da concorrência — a resposta para este questionamento pode estar no investimento em soluções mobile para  PDV (ponto de venda).

Com o acesso à internet de alta velocidade facilitado, elas são cada vez mais adotadas no mercado. E um grande ponto positivo dessas soluções é que elas podem servir para negócios dos mais variados portes e a áreas.

Para conhecer as vantagens das soluções mobile, separamos 5 razões pelas quais esse investimento vale a pena para o seu PDV. Confira!

1 – Velocidade e canais de resposta

Dispositivos móveis (smartphones e tablets) costumam ter uma variedade de aplicativos e formatos para a comunicação, como o e-mail, SMS, ligação, chats, Skype e redes sociais. Essa variedade permite tanto ao gestor quanto à equipe ter mais facilidade tanto na hora da comunicação interna quanto ao responder o público e os clientes.

2 – Auxílio no fluxo de informações no PDV

Sistemas de gestão integrada são ótimos parceiros para o seu PDV! Com um bom ERP online, você consegue integrar estoque, vendas em diferentes canais (loja, online, externas), e atendimento ao cliente de forma mais centralizada e dinâmica.

Aliás, essas soluções têm focado em oferecer personalizações para os mais diferentes ramos do varejo. Isso significa que em vez de você ter que se adaptar à ferramenta, ela se adapta ao seu negócio.

3 – Soluções mobile diminuem a papelada

Uma das partes menos interessantes na hora de se administrar um PDV são os papéis. Listas, contas, planilhas, controles — a mesa de trabalho parece estar permanentemente soterrada.

Com soluções mobile, uma parcela significativa da administração do seu empreendimento passa a ser digital. Dessa forma, o tempo gasto para arquivar e cuidar do papel pode ser bem utilizado na gestão, na elaboração de melhores planos e processos para o seu negócio.

4 – Facilidade na gestão de vendedores externos

Quem trabalha com vendedores externos sabe que uma das grandes dificuldades está em acompanhar a produtividade deles no tempo dedicado à sua empresa. Do lado do profissional contratado, estar fora do ambiente de trabalho faz com que o acesso às informações e dados (estoque, preços, promoções, tarefas) seja muitas vezes impossível ou complicado.

Uma solução mobile permite que ambos consigam sanar suas necessidades específicas, diminuindo desgastes e proporcionando um ambiente de maior confiança para a plena realização das atividades, bastando apenas ter um dispositivo móvel com conexão com internet.

5 – Identificação de gargalos

A partir do momento em que a administração passa a acontecer de forma centralizada e dinâmica dentro do seu PDV, fica muito mais simples enxergar os problemas no fluxo de processos internos.

Isso significa, na prática, ver onde você e sua equipe estão perdendo tempo e vendas e até qual setor da sua empresa está precisando mudar algo ou passar por melhorias. Com essas informações em mãos, você pode resolver com facilidade esses problemas e passar a aproveitar o aumento na produtividade e, consequentemente, das vendas.

Diante de tantas vantagens e possibilidades, é possível compreender como as soluções mobile são uma vantagem competitiva para o seu PDV! Por isso, por mais que representem um investimento (tempo, dinheiro, pessoal) grande, vale muito a pena considerá-las para alcançar o sucesso.

Ficou com alguma dúvida ou quer dividir conosco suas experiências e opiniões? Queremos muito ouvir você! Basta usar a área de comentários!

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Quer atrair clientes? Saiba como aumentar o fluxo de pessoas na loja

O crescimento das empresas modernas — seja em faturamento ou em abertura de novas lojas —, perpassa por um denominador comum, embora bastante desafiador: a missão de atrair clientes com mais recorrência e efetividade.

Para expandir operações e obter mais lucro, pensar em formas de aprimorar o relacionamento comercial com os consumidores, oferecendo diferenciais que estimulem a compra, é essencial.

Neste post, você saberá como é possível aumentar o fluxo de pessoas na sua loja, aproveitando um aumento significativo na movimentação para vender mais e melhor. Preparado? Vamos lá?

A importância de atrair clientes e aumentar o movimento na sua loja

Uma loja cheia traz consigo, de forma implícita, uma mensagem bastante importante: o produto deve ser bom e o atendimento também. Afinal, a maior prova social de que algo satisfaz as necessidades do consumidor é justamente a recorrência de compra — da qual derivam a fidelização e a indicação.

Para além da propaganda boca a boca, um bom fluxo de pessoas no interior da loja é um modo eficiente de atestar a qualidade do que é oferecido ali. Por isso, gestores de varejo interessados em crescimento e expansão devem ficar atentos ao movimento de suas unidades, investindo em táticas para melhorá-lo.

Diante deste panorama, portanto, não seria equivocado dizer que definir estratégias para atrair mais clientes para a sua loja, valendo-se dos benefícios de uma circulação contínua e consistente, pode ser um diferencial importante para permitir a prosperidade do seu negócio, aumentando o faturamento da empresa.

Como melhorar o fluxo e atrair clientes para a sua loja

Agora que você já entendeu a importância de atentar ao fluxo de pessoas na loja, chegou a hora de partir para a parte prática. Algumas táticas são eficientes para alcançar resultados expressivos e você certamente deve considerar implantá-las nas unidades de varejo.

Crie e divulgue promoções

Uma pesquisa recente, divulgada pela Kantar Worldpanel, confirma uma antiga sabedoria do varejo: o Brasil está entre os países que apresentam maior potencial de compras em ocasiões promocionais (com um índice favorável de 40,1%).

Para valer-se deste comportamento de consumo, é importante apostar em promoção. Aproveite datas sazonais (Dia das Mães, Dia dos Namorados e mudanças de estação, por exemplo) para divulgar promoções específicas. Nestes casos, o consumidor certamente estará mais sensível às táticas de desconto ou bonificação.

Invista na fachada e na vitrine da loja

Com rotinas cada vez mais atribuladas, atrair a atenção do consumidor é um desafio do varejo. Para sair na frente da concorrência, invista em uma fachada ou vitrine chamativa, moderna e com recursos que apelem aos sentidos (espelhos, música ou aromas são boas estratégias).

Independentemente da localização do seu ponto comercial — vale tanto para shoppings centers quanto centros municipais —, não ignore a oportunidade de chamar o potencial cliente para sua loja a partir de uma fachada e/ou vitrine atraente.

Qualifique o atendimento proativo

Uma equipe de vendas qualificada e alinhada à essência da marca é crucial para o sucesso da sua loja. Certifique-se de manter funcionários qualificados e estimule uma cultura proativa, fazendo com que o vendedor seja capaz de identificar as necessidades do cliente e consiga oferecer soluções complementares, melhorando a experiência de consumo.

É muito importante que haja uma cultura de proximidade entre cliente e vendedor, valorizando o esforço para construir uma relação consultiva pautada em confiança.

Ofereça vales-presente e programas de fidelização com cartão de marca própria

Os vales-presente são perfeitos para atrair novos consumidores à sua loja, fazendo-os conhecer o que você oferece e encantando-o de uma vez por todas. No varejo, oferecer essa modalidade com cartões próprios contribui para expandir a visibilidade da marca tanto quanto para a atrair mais clientes.

Os programas de fidelização, por sua vez, estimulam a recompra, trazendo o cliente ao seu ponto comercial com mais recorrência e constância — aumentando, assim, o faturamento do negócio.

Também neste ponto, investir em cartões de marca própria garante mais autoridade e certamente melhora o relacionamento de proximidade que sua loja estabelece com cada cliente.

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Vendendo experiência: conheça o marketing da experiência do cliente

Vender produtos é uma atividade comum no varejo. O que não faltam são opções de produtos e serviços. Mas se diversas lojas vendem as mesmas coisas, como se destacar no mercado? A resposta está na experiência do cliente.

Hoje, mais do que nunca, se você for apenas mais um no mercado, está abrindo espaço para a concorrência. O básico não é o suficiente, é preciso se destacar dos demais. Por isso é importante que você venda experiência.

Quer saber como funciona esse processo e conferir algumas dicas? Continue lendo o artigo de hoje.

O processo de venda de experiência

A venda de experiência envolve todos os detalhes do comércio, coisas que vão muito além do produto. Em uma loja física, por exemplo, a experiência do cliente vai desde o momento que ele avistou sua empresa até o pós-venda.

Ao entrar em uma loja, o cliente observa o design, música ambiente, clima, atendimento, entre outros fatores. Mesmo que ele não o faça de forma consciente, todos esses detalhes contam pontos.

Veja alguns exemplos

Um exemplo de rede varejista que foca na experiência dos clientes é a Decathlon. Essa rede de artigos esportivos permite que os clientes usufruam dos produtos em seus estabelecimentos, como jogar tênis de mesa. Você não precisa nem efetuar a compra, se quiser ir lá apenas para jogar uma partida, não há problema algum.

Para muitos, essa atitude era impensável, pois o produto vai se desgastando. Porém, a marca acabou conquistando a simpatia de muitos consumidores por proporcionar essa experiência.

O gamification também é uma excelente forma para melhorar a experiência do cliente. Nessa estratégia, a empresa promove uma ação para interagir com seu público. Geralmente, são criadas tarefas para os consumidores cumprirem e ganharem recompensas. Essas ações costumam gerar bastante engajamento.

Facilitar a vida dos clientes é outra boa prática que as empresas devem adotar. Os cartões pré-pagos de jogos, por exemplo, possibilitam que o gamer possa efetuar as compras sem muita burocracia. Como muitos desses jogadores são menores de idade, o benefício se torna maior.

Sem contar os downloads. Esse é um dos grandes feitos que a digitalização proporcionou. O que antes só era possível por meio de lojas físicas ou correios, agora está a um clique de distância.

Dicas para melhorar a experiência do cliente

Invista no atendimento

Apesar de parecer óbvia, essa é uma lição que não é adotada por parte das empresas. Um mau atendimento é a pior experiência que você pode dar ao cliente. Se ele sair insatisfeito, muito provavelmente, nunca mais voltará. Portanto, capacite sua equipe para que isso não ocorra.

Faça pesquisas de satisfação

Os feedbacks dos clientes são importantes para o crescimento da empresa. Além de saber o que precisa ser melhorado, as críticas podem gerar um insight. Essas pesquisas podem ser feitas tanto nas lojas físicas quanto nos sites e redes sociais. O importante é sempre estar monitorando seu público para conhecê-lo melhor.

Se reinvente

Sempre é bom pegar referências dos concorrentes ou empresas de outros setores. Porém, você deve ir mais adiante e oferecer um diferencial. Coloque personalidade em sua empresa, crie experiências que nenhuma outra ainda criou. Para isso, você deve sair da zona de conforto.

Portanto, para o seu negócio ganhar mais destaque e ficar à frente dos concorrentes, invista em vender experiência. Descontos são legais, mas funciona como uma estratégia de curto prazo. Quando você melhora a experiência do cliente, pode estar ganhando fãs para a sua marca.

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Marketing sensorial para PDV: aposte nesta ideia com estas 5 dicas!

Você já ouviu falar em marketing sensorial? Sabia que essa é uma das mais recentes apostas das empresas ao redor do mundo, principalmente no mercado varejista?

Como o próprio nome já diz, o marketing sensorial trabalha com os sentidos do consumidor em prol das vendas. Desde o design de uma embalagem que atrai a visão do cliente até um cheiro que o hipnotiza pelo olfato, o marketing sensorial (ou neuromarketing) busca impactá-los de alguma forma para que a marca se diferencie da concorrência.

Principalmente no ponto de venda (PDV), onde o cliente pode ver, tocar, sentir o cheiro, ouvir os sons e experimentar os sabores, é importante valorizar ao máximo essas experiências.

A seguir, apresentamos 5 dicas para explorar o marketing sensorial no seu negócio. Confira!

Marketing sensorial pela visão

Historicamente, o sentido mais utilizado pelo marketing é a visão. Por meio da propaganda e do design de produtos, as empresas tentam chamar a atenção do público com linhas visuais exclusivas, logos bem trabalhadas, embalagens diferenciadas etc.

No marketing sensorial, a visão está relacionada também com a forma como o produto é exposto dentro do ponto de venda, desde a vitrine até o cabide em que uma roupa é colocada.

A marca Banana Boat, por exemplo, já explorou o marketing sensorial levando guarda-sóis gigantes (de 2,5 m de altura) para seu PDV, chamando a atenção para os seus produtos.

Para estimular uma experiência visual agradável no contato do cliente com seu PDV, vale investir em iluminação, decoração, cenários e disposição harmoniosa da mobília.

As cores também devem ser bem exploradas para ajudar não só no reconhecimento da marca, como para estimular sentimentos e percepções.

O vermelho, laranja e amarelo, por exemplo, são cores mais vibrantes, que despertam entusiasmo, vitalidade e paixão. Já cores como azul e bege trazem maior tranquilidade, serenidade e conforto. Na hora de montar seu PDV, o equilíbrio dessas cores é fundamental!

No ramo alimentício, a visão também deve ser bem estimulada. Já ouviu o ditado de que “primeiro come-se com os olhos”? Tanto o ambiente do estabelecimento com a própria elaboração dos pratos devem seguir procedimentos estéticos que conquistem e fidelizem os clientes.

Marketing sensorial pelo olfato

Outro jeito de atrair clientes é por meio do Marketing Olfativo. A forma mais tradicional é por meio do uso de aromatizadores nas lojas. Dando um “cheirinho” especial ao seu PDV é possível trazer memórias olfativas do público à tona, como cheiro de praia ou de “comida de vó”.

Os aromas podem ser utilizados para criar um clima agradável no seu ambiente, que despertem emoções positivas e de bom humor nos seus clientes. De acordo com seus produtos, você pode utilizar aromas mais cítricos, adocicados, frescos ou bem energéticos.

Sem contar na associação instantânea à marca com os aromatizadores exclusivos. Algumas marcas, como a Osklen, transformaram seu cheiro até em produto, vendendo o aromatizador usado nas lojas. Uma verdadeira assinatura olfativa!

Outro case de sucesso foi da Dunkin’ Donuts, que instalou aromatizadores em ônibus de Seul, na Coreia do Sul. Toda vez que o anúncio da marca tocava na rádio interna do ônibus, o dispensador soltava o aroma do café. O resultado foi o aumento de 29% das vendas.

Marketing sensorial pela audição

Pelo Marketing Auditivo também é possível fazer o produto se destacar no PDV. Trilhas sonoras apropriadas ao contexto da marca embalam o momento de compra do consumidor, podendo tranquilizá-lo ou deixá-lo mais agitado, por exemplo — dependendo do objetivo da empresa com a ação.

Isso acontece porque o som tem impacto direto no humor das pessoas, o que vai configurar o tipo de experiência do cliente na loja como positiva ou negativa.

Além de ser apropriada à marca, a música ambiente precisa se adequar ao perfil dos clientes e estar em um volume ideal. Um exemplo de marca que utilizou bem o Marketing Auditivo é o da Johnson & Johnson.

Em parceria com a Fundação Gol de Letra, a empresa criou um display com sensor de presença, no qual o jogador de futebol Raí, que é presidente da ONG, explicava como participar de uma promoção. A campanha gerou bons resultados e tudo que precisou foi de um sistema de som nos estabelecimentos.

As lojas de vestuário também apostam muito no marketing sensorial pela audição. As trilhas sonoras mais animadas e eletrônicas sempre tocam em lojas para o público jovem. Já as músicas mais calmas e relaxantes embalam as compras em lojas mais elegantes e formais.

Por meio da música é possível criar também playlists musicais específicas da loja, o que vai ajudar no reconhecimento da marca pelo cliente.

Marketing sensorial pelo paladar

Experimentar comidas e bebidas agradáveis e gostosas não só estimulam o bom humor no cliente como deixa-o mais receptível aos outros estímulos sensoriais.

Além disso, sabe-se que a fome é uma das principais causas do mau humor e motivo pelo qual os clientes saem de uma loja atrás de comida. Portanto, mesmo que a sua empresa não seja do setor alimentício, investir na degustação vai permitir que o cliente passe um tempo maior e melhor na sua loja.

É possível envolver o paladar dos clientes por meio de balinhas e chocolates personalizados no balcão da loja, por exemplo. Outra opção é oferecer água, café e outras bebidas e, sempre que houver novidades na loja, promover coquetéis com comes e bebes. Lembre-se de que clientes com fome não conseguem focar nas compras!

Para fugir do lugar-comum de simples estandes em supermercados, a Danette lançou uma campanha em que aquecia seu produto com uma receita diferenciada no PDV, para que o cliente experimentasse e também visse o processo sendo feito.

No ramo alimentício, a regra de ouro é prezar pela qualidade dos produtos. Ter um tempero, uma receita ou um ingrediente especial faz toda a diferença. Busque criar no cliente aquela sensação de que, para sentir determinado sabor, ele precisa ir até a sua marca.

Marketing sensorial pelo tato

Por meio de experiências táteis, o cliente também pode ser atraído a consumir. Quando alguém entra em uma loja de roupas, uma reação natural é tocar as peças expostas na arara, sentindo o material de cada roupa. Portanto, é fundamental que o cliente possa pegar e experimentar o produto antes de comprá-lo.

Deixar os produtos ao alcance dos consumidores, para que eles se sintam livres para manuseá-los, é uma forma simples de proporcionar experiências agradáveis e multissensoriais de consumo.

A empresa Kimberly-Clark, por exemplo, aproveitou o lançamento de uma nova linha de fraldas para montar um display diferenciado, em que os clientes podiam tocar no produto para identificar a nova proposta.

As tecnologias digitais de PDV também são uma tendência no mercado. Por meio de telas interativas, provadores digitais e mesas touch screen, o cliente consegue ter uma experiência tátil, ainda que seja virtual.

Esses tipos de dispositivos ajudam a integrar a experiência virtual e física, estimulando uma navegação por ambientes digitais a partir da percepção pelos sentimentos, seja ele visual, tátil, sonoro ou auditivo.

A proposta do marketing sensorial é justamente criar uma abordagem mais interativa e completa da experiência para consumo. Aguçar todos os sentidos ao mesmo tempo é um baita desafio para as marcas, mas se elas conseguem, com certeza, conquistam os clientes.

O objetivo é criar uma experiência agradável para o consumidor e fazer com que ele associe essa experiência prazerosa à sua marca.

Além do marketing sensorial, existem outras estratégias para atrair os consumidores para o ponto de venda. Conheça 5 dicas incríveis para otimizar o PDV no varejo e comece agora mesmo a implementá-las!

Conheça 10 tendências e novidades para seu PDV

O avanço tecnológico trouxe tendências nos últimos anos que terão impacto direto na forma como os negócios no varejo funcionam, especialmente nos Pontos de Venda (PDV). Dentre as novidades para PDV, está a integração cada vez maior entre o ambiente virtual e o físico, como pode ser evidenciado pelo avanço de plataformas multicanais, pelo digital signage, o showrooming e o Omnichannel.

O que vemos são transformações na maneira de se relacionar com consumidores num ambiente dinâmico e transparente. Isso graças à facilidade de se consultar dados de produtos pelos smartphones, tablets e outros aparelhos dos próprios clientes e pela troca de informações de forma instantânea entre eles.

Para descobrir as tendências de PDV que estão ganhando o mercado, confira nosso post!

1. PDV e sua importância

O PDV é o ponto de contato entre a marca e o cliente. Pode ser tanto virtual, quanto físico e envolve a construção de um cenário que vai proporcionar uma compra agradável para o cliente. O PDV inclui a logística do espaço, o treinamento dos funcionários, a disposição dos produtos, a decoração, etc.

O gestor ou empreendedor deve, portanto, estar atento as novidades para o PDV a fim de proporcionar uma experiência cada vez mais prazerosa e única para os consumidores, aumentando a visibilidade da marca e fidelizando clientes.

Conheça agora as novidades para PDV que estão sendo aplicadas no comércio!

1. Digital signage no PDV

Digital signage é o termo em inglês para sinalização digital, ou seja, um painel eletrônico que pode ser colocado numa vitrine, caixa, balcão, prateleira ou parede de um PDV. Ele mostra informações sobre produtos, incluindo preço, características técnicas, condições de pagamento, opções de modelos, vantagens etc.

Uma estratégia com vários deles espalhados pelo local ajuda a destacar determinados produtos, fazendo-os mais desejados pelos clientes. Esses displays são bastante chamativos, pois conseguem atrair a atenção por meio das imagens facilmente, além de poderem influenciar nas decisões de compra dos consumidores.

2. Hot points melhor aproveitados

Hot points são aquelas regiões de um PDV que costumam atrair mais a atenção das pessoas. São os locais de destaque, com melhor exposição e facilidade de acesso. Por exemplo, vitrines centrais ou prateleiras no começo dos corredores.

A tendência é otimizar esses pontos com decorações cada vez mais voltadas a identificar a marca, ressaltando sua personalidade. Isso porque muitos dos clientes são fiéis a algumas marcas, sentindo-se mais à vontade para realizar compras nessas empresas.

Especialmente aqueles que estão longe de casa e encontram na decoração do PDV um ponto familiar, algo em que eles confiam.

3. Visual Merchandising e Storytelling

O storytelling envolve a arte de contar histórias de modo a se aproximar dos consumidores e oferecer experiências de valor para eles. Nos PDVs isso pode ser feito por meio da decoração, utilizando os elementos de merchandising. Dessa junção surge o visual merchandising.

Essa é uma tendência que se consolida cada vez mais no varejo, pois narrar histórias por meio de aspectos visuais da marca ajuda a influenciar e transmitir mensagens aos clientes.

4. Showrooming cada vez maior

O showrooming é uma tendência ligada a hábitos de consumidores, originado graças ao maior acesso tecnológico. Basicamente, é quando os clientes experimentam produtos no espaço físico dos PDVs, porém utilizam smartphones ou outros dispositivos para pesquisá-los e comprá-los no ambiente virtual.

As empresas precisam conciliar essa prática de modo a impulsionar seus canais onlines, enquanto os clientes ainda estão em seus espaços físicos.

5. User experience

Sabendo que todo mundo carrega seus smartphones para dentro das lojas, o que pode ser feito para melhorar a conectividade no interior da empresa da marca com o consumidor?

O user experience é uma oportunidade do empreendedor oferecer uma experiência de qualidade para o seu cliente, permitindo a complementação das compras onlines e físicas.

Uma forma de fazer isso é criando aplicativos da loja ou estabelecendo canais de comunicação e relacionamento efetivo com o cliente.

6. Omnichannel (multicanais de contato com os clientes)

O consumidor omnichannel também é outra novidade impulsionada pela tecnologia, já que esse tipo realiza compras em dispositivos móveis, notebook, televisão, rádio etc.

Ou seja, ele está presente em múltiplas plataformas, de modo que as marcas que estiverem interessadas nele precisam desenvolver formas de atendê-lo e conquistá-lo nesses locais.

É preciso aproveitar as possibilidades tecnológicas para se posicionar nesses meios, tornando o relacionamento com o cliente mais próximo. Um exemplo é o e-commerce, ou seja, lojas virtuais em que as compras e pagamentos são feitos via web.

7. Popularização de plataformas multicanais

O fenômeno do omnichannel vem junto com a popularização das plataformas multicanais, em que tanto ambientes físicos quanto virtuais se interligam.

Os clientes hoje podem realizar compras em e-commerces e sacar seus produtos nas lojas físicas, não precisando esperar pela entrega. Também podem fazer compras em PDVs físicos, porém monitorar a entrega e a documentação na web.

O que está em jogo é a capacidade de integrar o físico e o virtual conforme a demanda, perfil e necessidade de cada cliente.

8. Realidade aumentada e os provadores digitais

A realidade aumentada também é outra novidade que dá seus primeiros passos para se tornar constante na vida das pessoas.

Essa tecnologia é a base dos provadores digitais que têm revolucionado os PDVs ao redor do mundo.

Grandes telas digitais cumprem a função de vitrines e espelhos, possibilitando ao cliente uma experiência dinâmica e interativa com o produto.

No caso dos espelhos digitais, a tela exibe sobre o corpo da pessoa a roupa ou fantasia, que pode ser medida de acordo com a numeração do cliente. Além disso, a pessoa pode experimentar diferentes cores da mesma peça e navegar por combinações de roupas diferentes com mais praticidade e rapidez.

Tecnologias parecidas são usadas em lojas de maquiagem e até em restaurantes, que contam com mesas touch screen em que o consumidor consegue acessar o cardápio, organizar a mesa conforme sua preferência e até solicitar um táxi.

9. Localização de interior

O uso de dispositivos móveis no interior de lojas e estabelecimentos abrem o caminho para reconfiguração dos PDVs. Por meio da movimentação do cliente monitorada via GPS, é possível perceber qual o trajeto feito pelo cliente nos corredores da loja, em quais pontos ele ficou por mais tempo e quais as seções são pouco visitadas.

A partir desses dados é possível pensar na otimização do espaço de vendas a fim de garantir uma experiência ainda mais prazerosa para o cliente, assim como definir estratégias de vendas, promoções e circulação de determinados produtos.

10. Avanços tecnológicos em automatização e gerenciamento de dados

A automatização de algumas funções nos PDVs, como as ligadas a estoque e atendimento, por meio de robôs e interfaces tecnológicas é algo que já ocorre em algumas empresas nos países desenvolvidos. O resultado é a otimização do atendimento em seu PDV.

A quantidade de dados gerados a partir do mapeamento do comportamento do consumidor na loja física e na web possibilita a criação de uma base de dados que vai orientar as estratégias da empresa.

O uso de Big Data é uma das ferramentas para compreender usuários e, consequentemente, oferecê-los o produto certo, no momento certo.

Quem quiser se manter competitivo e melhorar as estratégias para o seu PDV precisa ficar de olho nessas tendências.

O que as novidades mostram é que as interfaces digitais estão cada vez mais inseridas dentro do comércio varejista, assim como as informações obtidas pelo comportamento do cliente na loja física e no ambiente virtual.

Por meio da análise dessas informações, a empresa vai conseguir planejar e traçar as melhores estratégias na elaboração dos pontos de venda. Adotando essas novidades para PDV, os resultados vão ser o aumento das vendas e a melhora no relacionamento com os clientes.

E se você conhece mais alguma novidade que deixamos de fora, que tal compartilhar conosco nos comentários? Deixe a sua mensagem!

Entenda a importância do atendimento no seu PDV

Empresas que se destacam em vendas sabem da importância do atendimento no PDV para encantar e fidelizar clientes. Não adianta só ter um visual merchandising atraente no ponto de venda (PDV) e até preços baixos, se o consumidor não é bem atendido e sai com uma má impressão da loja.

Além de não voltar mais ao estabelecimento, o cliente insatisfeito ainda pode fazer comentários negativos acerca da marca para os seus conhecidos, em conversas pessoalmente ou nas redes sociais.

Entenda, a seguir, a importância do atendimento para o sucesso de um PDV.

Manter um relacionamento humano

Muitos estabelecimentos perdem vendas porque enxergam o cliente como um código ou um número, que possui um ticket médio de compras em determinado período. Já outras empresas utilizam a estratégia do “venda e corra”, ou seja, empurram uma mercadoria, fecham o negócio e simplesmente abandonam o consumidor.

Para um PDV ser duradouro e sempre atrair mais clientes, além dos já habituais, é necessário promover um atendimento humano. Afinal, os consumidores querem ser ouvidos e terem as dúvidas deles respondidas. Além disso, cordialidade, simpatia e atenção ajudam a encantar os clientes no ponto de venda.

A importância do atendimento personalizado

Seja em um PDV físico ou em um e-commerce, o atendimento personalizado é cada vez mais valorizado pelo consumidor.

No caso de uma loja física, o vendedor deve estar à disposição do cliente e ser uma espécie de consultor, para indicar os produtos ou serviços que melhor atendam às necessidades do cliente.

Já no caso das lojas virtuais, a empresa pode usar o histórico de compras do cliente para sugerir ofertas relacionadas a produtos já adquiridos.

Tanto em um caso quanto no outro, o estabelecimento deverá proporcionar ao cliente uma experiência agradável de compra, para que ele se sinta motivado a repetir esse momento.

Oferecer segurança ao cliente

Muitas vezes o consumidor deixa de adquirir um produto ou um serviço por não se sentir seguro com a compra, seja por falta de informação adequada ou por algum receio. Para evitar esse tipo de situação no PDV, os vendedores devem conhecer a fundo as mercadorias que comercializam.

Dessa forma, a equipe de vendas conseguirá contrapor as objeções à compra, além de fazer com que o cliente fique com a sensação de que fez um bom negócio.

Nesses casos, sinceridade é fundamental, quando se quer manter um relacionamento de longo prazo com o consumidor. Portanto, o vendedor terá que dizer quando determinado produto não atenderá às necessidades do cliente.

Encantar e fidelizar por meio do atendimento

A importância do atendimento para a recorrência de vendas ou a fidelização de clientes é enorme. Muitos consumidores deixam de comprar em locais com preço mais barato para poderem ser bem atendidos na chamada “loja de confiança”.

Quando o estabelecimento consegue criar um vínculo emocional com o cliente, o que geralmente só ocorre em longo prazo e pela repetição de experiências positivas, o PDV se torna referência no segmento de mercado da empresa.

Fazer um atendimento de imediato

Ninguém gosta de esperar, muito menos para ser atendido no local em que deseja pesquisar e adquirir produtos. Oferecer um atendimento ágil e proativo é um diferencial que fará com que o cliente goste da sua loja e aumenta significativamente suas chances de voltar a fazer negócio com sua empresa.

Para que isso aconteça, você terá que ter um número bom de colaboradores em sua equipe. Mas não se trata de ter uma equipe volumosa! A ideia é que cada membro esteja muito bem preparado para trabalhar e atender de forma eficiente os eventuais consumidores. Opte por contratar pessoas que saibam vender e saibam agir rapidamente.

Treinar e capacitar a sua equipe

O treinamento e a capacitação de equipe também colaboram para um atendimento imediato e de excelência. Um erro fatal de muitas lojas é fazer esse treinamento apenas quando um novo colaborador entra para o seu time de vendas.

Com o tempo, é natural que as pessoas sintam-se desmotivadas a continuar trabalhando com as mesmas rotinas, o que prejudica evidentemente os seus resultados.

Treinar e capacitar a equipe é algo que precisa acontecer periodicamente, para que você atinja os resultados esperados. Saiba que esse incentivo servirá para animar e preparar bem os seus colaboradores, a fim de alcançar as metas e conquistar maior lucratividade para a empresa.

Entender bem o seu cliente

Você pode montar um ponto de venda incrível, com todas as técnicas do visual merchandising, uma vitrine atrativa e até montar uma equipe pronta para atender imediatamente. Mas nada disso apresentará o retorno almejado, se você não entender o seu cliente.

Para que o atendimento no PDV seja realmente bom e lucrativo, sua equipe deve esforçar-se por compreender cada cliente que entrar em sua loja. Existem diversos perfis de clientes e diferentes demandas. Cada um daqueles necessita ser tratado de uma forma, desde os mais tímidos até os mais extrovertidos: um jeito singular de abordagem.

Você poderá definir o seu público-alvo e ter uma base sobre o tipo de pessoa que costuma entrar em seu estabelecimento. Porém, o atendimento precisa acontecer de forma individual — afinal, cada cliente é único e quer ser tratado como tal.

Praticar a empatia

Ainda sobre a melhor compreensão de seu cliente, saiba que a empatia é fundamental. Para que o atendimento seja de excelência e o seu cliente saia satisfeito de sua loja, coloque-se no lugar dele. Ao fazer isso, será possível entender exatamente o que ele está sentindo e saber exatamente o que ele está precisando naquele momento.

Essa postura abre diversas oportunidades para que você ofereça uma solução (seus produtos ou serviços) ideal para o seu cliente. Essa percepção acontece quando observa e deixa as pessoas se comunicarem apropriadamente com você.

O relacionamento entre cliente e empresa precisa ser uma via de mão dupla. Ou seja, não basta o vendedor demonstrar toda a linha de produtos sem saber o que o cliente necessita de verdade.

Praticando a empatia e a boa comunicação, colocando-se ao dispor para ouvir, sobretudo, é possível encontrar a maneira correta de oferecer o melhor acolhimento.

O bom atendimento é o início de um relacionamento duradouro com seus clientes. É o passo inicial para que a fidelização aconteça. A partir disso, você deverá voltar os seus esforços a manter aquele cliente amigo de sua empresa, criando oportunidades para que ele volte a fazer negócio com você e ainda traga mais novos clientes.

E você? Como anda o atendimento no seu ponto de venda? Deixe seu comentário e divida suas experiências com a gente!

9 dicas para aumentar o giro de estoque no varejo

O giro de estoque pode ser definido como o tempo que uma mercadoria permanece parada no estoque, levando em consideração a hora em que dá entrada até sua baixa no momento de uma venda — baixo giro representa mercadoria parada, que, por consequência, representa dinheiro parado na empresa.

Para evitar esse tipo de situação, garantir que o capital possa ser bem empregado e o giro de estoque na sua empresa se mantenha em níveis satisfatórios, listamos 9 dicas que poderão auxiliá-lo. Confira a seguir!

1 – Realize ações promocionais

Faça uma avaliação dos itens que têm pouca ou nenhuma saída em seu estoque. Considere a criação de uma ação promocional — as chamadas “queimas de estoque” são uma excelente opção.

Essas estratégias, mesmo que reduzam a margem obtida com a venda dos produtos, ajudam a manter e aumentar giro de estoque, impedindo que alguns itens fiquem parados, se tornem obsoletos ou se deteriorem.

2 – Elabore kits

Além das ações promocionais, outra opção que contribui para aumentar o giro de estoque no varejo é a criação de kits promocionais com itens da mesma categoria ou que se relacionam. Esses kits podem chamar a atenção dos consumidores pela praticidade e também pelo preço.

3 – Redirecione o planejamento

Medidas como a criação de promoções e kits especiais ajudam a liberar o estoque que esteja com baixa rotatividade. Contudo, para que o giro de estoque possa se manter em níveis satisfatórios, é necessário repensar o planejamento.

Nesse sentido, o ideal é integrar os setores de vendas e compras, para que seja possível fazer — da forma mais assertiva possível — um planejamento da demanda e a programação de compras, garantindo que itens com o giro baixo sejam adquiridos em menores quantidades e em menor frequência.

Existem, por sinal, alguns softwares que disponibilizam relatórios completos sobre a entrada e saída de itens, possibilitando melhorias na gestão do estoque.

4 – Faça análises da curva ABC

A curva ABC é uma ferramenta de análise de estoque que aponta a classificação dos itens em termos de giro e faturamento. Itens contidos na classe A são aqueles que têm maior giro e representatividade, os da classe B são intermediários e os da C são aqueles que têm pouco ou nenhum giro — representando um percentual mínimo no valor do faturamento total.

Essa curva é o melhor indicador para se usar na hora de definir a composição do estoque e fazer com que o capital da empresa seja melhor empregado.

5 – Aprimore a comunicação

Como dissemos mais acima, a integração entre as áreas é essencial para que tanto as análises quanto o processo decisório sejam mais assertivos.

A forma mais adequada e prática de estimular essa integração é por meio da comunicação. Tenha em mente que a troca de informações relevantes deve ocorrer de forma fluida, objetiva, clara e em tempo hábil.

6 – Melhore o armazenamento

Para ocorrer giro de estoque no varejo, é essencial que se pense cuidadosamente em melhorias de armazenamento. Com esse tipo de preocupação, os clientes farão menos reclamações e devoluções, pois os produtos estarão sempre bem conservados e acondicionados.

Por outro lado, se houver problemas de giro de estoque, o armazenamento se mostra importantíssimo, uma vez que há produtos em encalhe e mais espaço será necessário para acomodar tudo.

Uma sugestão que podemos dar é relativa à economia de armazenamento de estoque. Busque algum local diferente para ficar com o excedente de estoque e pesquise bem os valores, para que isso represente, de fato, economia para o negócio.

7 – Estabeleça treinamentos

Para que o giro de estoque ocorra, é necessário haver a venda, certo? E você só pode vender aquilo que conhece e acredita. Nesse sentido, é muito relevante investir em treinamentos para toda a equipe de vendas.

Dessa maneira, os colaboradores conhecerão todos os detalhes de cada produto e saberão apresentá-los a contento para os consumidores, o que, certamente, ampliará os índices de venda da marca.

Em contrapartida, se funcionários não têm informação para fornecer ao público, não conseguirão vender e, consequentemente, o giro de estoque não ocorrerá.

Garantindo-se uma autonomia pontual para a equipe de vendedores pode ajudá-los a tomar decisões mais rápido, pois estarão por conta própria.

8 – Use softwares de gestão

Controle é fundamental para que se tenha bons referenciais a respeito do que está ocorrendo com o giro de estoque. Planilhas e outros tipos de controle manual têm eficácia limitada. Então, a recomendação é que você procure lançar mão de um software de gestão de estoque.

Esse tipo de sistema ajudará na intercomunicação de áreas relacionadas às vendas — vendas, compras, promoções e estoque, por exemplo — e passará a ter controle melhor sobre o produto e as atividades relativas ao estoque, bem como à estrutura do negócio, como um todo.

Portanto, o retrabalho estará eliminado. Além de oferecer a chance de as informações estarem bem organizadas e tratadas, o produto precisa apenas de um cadastro único. A partir disso, toda a vida do produto pode ser acompanhada, para melhores resultados.

9 – Dê cartões-presente

Como vimos, promoções são boas alternativas quando pensamos em giro de estoque. Entretanto, a questão não se refere somente a uma baixa de preços, sem critério, mas, sim, em estudar o comportamento do público-alvo e oferecer o que lhe interessa.

Por exemplo, ações estratégicas como oferecer cartões-presente para que o cliente passe a ter um saldo disponível para utilizar como quiser, de maneira livre. Esse tipo de abordagem envolve o consumidor, fazendo-o comprar com você.

Não raro, até adquirindo mais produtos que o valor do cartão-presente. Essa é uma ótima maneira de aumentar a satisfação do consumidor com sua marca.

Como é possível ver, aumentar o giro de estoque depende de liberar os itens que estão parados, mas, também, em grande parte, de planejamento e análise. Logo, é importante que os processos sejam revisados e, caso necessário, que sejam redirecionados, buscando sempre aprimorar os resultados.

Sua empresa vem enfrentando problemas para manter o giro de estoque em níveis satisfatórios? Conhece alguém que também passa por essas dificuldades? Então, compartilhe este conteúdo em suas redes sociais e ajude a todos!

Saiba como aproveitar melhor o frente de caixa da sua loja para vender mais

Muitas pessoas acham que o frente de caixa da sua loja é apenas o espaço para que as os clientes efetuem o pagamento das suas compras. A questão é que é um ambiente que também pode ser aproveitado para impulsionar as vendas do seu estabelecimento.

Para saber como organizar esse espaço e escolher os itens certos para oferecer, que tal conferir nossas preciosas dicas no artigo de hoje?

Frente de caixa: importante aliado nas vendas

O primeiro passo para aproveitar melhor o frente de caixa do seu estabelecimento é reconhecer o seu potencial. Isso significa observar o posicionamento e o espaço, levando em consideração as necessidades de trabalho do profissional à frente do espaço.

Uma outra questão interessante é pesquisar quais os itens da sua loja que poderiam receber mais atenção da clientela se estivessem nesse espaço. Aproveite para expor as miudezas (chaveiros, miniaturas) e ao mesmo tempo garantir um controle maior contra perdas e furtos desse tipo de material, já que o caixa costuma contar com um funcionário exclusivo.

Inclusive, há estabelecimentos que colocam uma vitrine de exposição nesse local, que atrai os olhares, desperta o desejo ou necessidade de compra, mas garantindo a segurança dos produtos expostos.

A importância do visual

Só que não adianta apenas pegar esses produtos e entupir o caixa com eles. Para poder vender mais e melhor, é preciso atenção ao visual, para não transformar a comunicação em poluição.

Uma dica preciosa para esse espaço é aplicar aqui as regras que você já adota na vitrine da loja, como:

Definição do mix de produtos

Selecione itens que estejam relacionados para áreas específicas. Por exemplo: canetas, lápis, lapiseiras, borrachas, apontadores são todos usados para escrever e podem estar no mesmo espaço. Você pode, ainda, aproveitar para criar kits promocionais que ajudem na venda de mais de um produto.

Se pegarmos o exemplo acima, poderíamos criar um kit com caneta, lápis, borracha com um preço diferenciado e, ainda criar um outro incluindo um bloquinho, já dentro de um mesmo pacote.

Aproveite datas especiais e comemorativas

Seu frente de caixa pode ser uma pequena vitrine com as tendências e produtos “quentes” para ocasiões especiais. Você pode montar indicações para amigos secretos de fim de ano (por faixa de preço), indicar produtos que vão complementar o presente de uma data especial (namorados, pais, mães, crianças). O importante é ajudar o cliente a conseguir o melhor presente.

Aposte na luminotécnica

A palavra parece complicada, mas na realidade é um conceito bem simples: expositores, vitrines e espaços bem iluminados são muito mais atraentes. Valorize os produtos, serviços e promoções expostos com focos de luz bem planejados.

Invista em um atendimento de qualidade

Sua equipe de vendas, além do próprio caixa, também precisam estar a par do que está sendo ofertado no local. Lembre-se de que esses funcionários precisam estar treinados para oferecer e incluir essa venda de última hora com presteza e atenção ao cliente.

A insatisfação, por exemplo, por ter que passar o cartão de novo para incluir a venda de algum item no caixa pode comprometer a fidelização desse cliente.

Promova renovação constante

Mude com as estações, com os novos produtos, as datas e a sazonalidade. Não apenas os produtos expostos, mas também os avisos de promoções. Cartazes desbotam, amassam e rasgam, estantes acumulam poeira e o olhar acaba se acostumando e ignorando o que nunca muda.

Por isso, inclua faxina e reorganização periódicas no frente de caixa da sua loja. Eles vão ajudar a sempre atrair olhares dos clientes que retornam ao estabelecimento e, com isso, aumentar a venda do que está nesse espaço.

Estimule as compras por impulso

Você, provavelmente, já ouviu falar nas compras por impulso. Inclusive, naqueles cases clássicos dos supermercados colocando balas, guloseimas e revistas junto ao caixa. O que você precisa ter em mente é que seu estabelecimento pode (e deve!) usar o frente de caixa para estimular esse tipo de compra por parte dos seus clientes.

Para tanto, vale pesquisar quais os itens oferecidos (e que podem ser incluídos) nesse setor que estejam no conceito “compra por impulso”. Podem ser chaveiros, balas, cartões pré-pagos (aqueles para usar no Google Play, Netflix, Facebook), serviços de garantia estendida, kits promocionais e até mesmo cartões presente (voltaremos a ele adiante).

O importante é criar um ambiente propício ao consumo, ou seja, aproveitar da situação, do perfil do cliente e do mix de produtos, para oferecer o item certo na hora exata. Vale lembrar que o preço do que é oferecido aqui é de extrema importância, já que a compra por impulso deve ser algo que nunca pode comprometer o orçamento. Portanto, prefira itens de valor mais baixo para o seu público-alvo.

Oferecer produtos diferentes

Agora, já que você quer aproveitar o frente de caixa da sua loja para vender mais, você precisa também considerar pensar fora do convencional. Atraia a atenção do cliente com ofertas diferenciadas!

Aqui é um ótimo espaço para oferecer soluções como um cartão presente, bem como expor cartões para seus programas de fidelidade e promoções para conseguir um desconto para a próxima compra. Esses são itens que costumam ocupar pouco espaço físico, mas que podem render bastante para o seu estabelecimento.

Cartões presente, aliás, estão começando a conquistar a clientela brasileira, que já percebeu a enorme facilidade de presentear, garantindo a liberdade de escolha do presenteado. Sem trocas, sem mal-entendidos, sem estresse.

Costumam ser maravilhosas saídas para os amigos-ocultos de final de ano da empresa e podem, inclusive, ter diferentes faixas de preço para atender a todos os bolsos. E, quando bem trabalhados com a equipe de vendas, costumam garantir um valor maior do que o adquirido no vale e a oportunidade de conquistar um cliente para o seu negócio. Vale a pena conhecer e testar!

E agora que você já aprendeu como turbinar as vendas no frente de caixa da sua loja, que tal compartilhar esse artigo nas suas redes sociais? Dessa forma, você ajuda outros amigos e colegas lojistas a também perceber as maravilhas desse espaço no PDV!