Venda de cartões pré-pagos: 4 razões para apostar nessa estratégia

É uma característica do empreendedorismo a busca incessante por alternativas inovadoras, capazes de fidelizar clientes, turbinar e potencializar os resultados. Investir na estratégia de venda cartões pré-pagos é uma ótima iniciativa para o varejista aumentar as vendas. 

Conheça 4 razões para começar a apostar nessa estratégia agora mesmo:

1 – Qualquer empresa pode implantar o sistema de cartões pré-pagos

Não existe restrição para adotar o sistema de cartões pré-pagos. Qualquer segmento varejista pode investir: supermercados, farmácias, livrarias, lojas de game, etc. Uma ótima ideia é disponibilizá-los em uma prateleira de fácil acesso para o cliente se servir sozinho – ele mesmo escolhe o valor do crédito para abastecer os cartões, que são ativados no caixa da empresa.

2 – Os cartões pré-pagos agregam valor e praticidade ao consumidor

Imagine um cartão que não necessita de conta bancária — não é à toa que esse mercado está em plena ascensão. O usuário pode utilizar os cartões pré-pagos para controlar os gastos pessoais e as finanças da família. Dá até para controlar a mesada dos filhos e saber exatamente como eles estão utilizando o dinheiro.

 

3 – É possível criar cartões pré-pagos como vale presentes

Quem nunca se atrapalhou ao escolher um artigo para dar de presente? Ao adquirir um cartão pré-pago como vale-presente, o consumidor tem a certeza de que não vai fazer feio na hora de agradar alguém, até porque quem vai escolher o produto é o próprio presenteado. Essa prática também evita dúvidas e questionamentos, como não conseguir agradar o gosto da pessoa ou fazer com que ela retorne na loja para trocar o produto.

É possível personalizar também de acordo com as campanhas de marketing da empresa, como no mês das mães, Natal, Páscoa, etc. O layout temático é um atrativo a mais que vai levar mais pessoas para a sua loja.

Outra vantagem do vale presente é atrair novos clientes, pois a pessoa que foi presenteada pode gostar da sua loja e se tornar um cliente.

4 – O consumidor acaba gastando mais que o valor do cartão

Pense bem: se muitas pessoas têm cartões pré-pagos para gastar na sua empresa, é sinal de que o movimento na sua loja vai aumentar. Sempre que o consumidor precisa comprar um produto, ele visualiza todos os outros, e uma coisa leva à outra. Por isso, é muito comum um usuário gastar mais do que o valor disponibilizado no cartão.

Investir na estratégia de cartões pré-pagos vai fazer você pensar: por que não inventaram isso antes? Uma tecnologia simples, capaz de atrair, fidelizar, engajar e ainda conquistar novos clientes.

Gostou das dicas? Como você gostaria de personalizar os cartões pré-pagos nas campanhas de marketing da sua empresa? Deixe um comentário!

Técnicas de como aumentar as vendas no varejo.

Como aumentar as vendas no varejo, certamente, é um assunto que interessa. E, mais do que em qualquer outro setor, no varejo é a quantidade de vendas que vai diferenciar uma empresa de sucesso de outra que terá a vida curta.

Por isso é tão importante entender como estão os seus processos de vendas, como fazer para aumentar o número clientes e o quanto cada um gasta em sua empresa individualmente.

Ficou interessado no assunto? Veja algumas dicas a seguir:

Foque no atendimento

Em um mercado extremamente competitivo, o atendimento de qualidade não é apenas um diferencial, é pré-requisito para sobrevivência! Mesmo assim, muitas empresas negligenciam este aspecto das vendas no varejo. Não permita que sua empresa seja assim, garanta ao consumidor a melhor experiência de compra possível, desde o momento em que ele entrar na sua loja física ou no seu website.

Um detalhe importante: um atendimento de qualidade tem mais a ver com saber ouvir os clientes atentamente do que utilizar técnicas de persuasão. Quando o consumidor sente que tem seus problemas resolvidos e uma boa experiência de compra na sua empresa, ele se torna um cliente fiel.

Invista na capacitação da equipe de vendas

O investimento em seus funcionários é um dos mais importantes que você pode fazer em sua empresa. Uma equipe bem treinada e motivada é garantia de converter um número muito maior de potenciais clientes em compradores.

O vendedor da sua empresa deve, ao mesmo tempo, ter o conhecimento técnico para responder às dúvidas dos seus potenciais clientes e fazer com que eles tenham uma boa experiência de compra.

Ofereça produtos pré-pagos

Uma outra opção comprovadamente eficiente para aumentar a venda é a oferta de produtos pré-pagos, como recarga de celular e cartões-presente, seja da sua própria marca ou de conteúdos de grandes players como Google, Level Up, Netflix, entre outros. Além de aumentar a retenção de clientes, eles ajudam no processo de fidelização. E tenha certeza: é muito mais barato manter um cliente do que atrair um novo.

Apresente soluções inovadoras

Para se destacar da concorrência e vender mais no varejo é preciso buscar um diferencial. É ele que fará com que um cliente decida comprar na sua empresa e não em outro competidor. Invista em processos inovadores, que podem ser desde a forma em que o produto é apresentado até a escolha dos canais de distribuição.

A importância do marketing para as vendas no varejo

Para vender mais é importante ter dois fatores em mente: a conversão de potenciais clientes em compradores e a atração de mais potenciais clientes. Para o segundo fator, uma das principais armas que sua empresa terá é o marketing. É através dos canais de divulgação que pessoas que não conheciam a sua empresa poderão passar a conhecer e, talvez, tornarem-se clientes.

O investimento, porém, deve ser realizado de maneira inteligente. Entenda qual é o seu público, qual é o tipo de pessoa que se interessa pelos seus produtos, e busque prioritariamente os canais que o atinja.

Outra ótima solução de marketing são as redes sociais, como o Facebook, Twitter e Instagram. Por meio delas, você será capaz de falar diretamente com os seus clientes e potenciais clientes, muitas vezes por um investimento mais baixo do que nas mídias tradicionais.

O sucesso de um negócio e suas vendas estão diretamente ligados a capacidade da empresa em vender. Invista constantemente neste quesito, treinando sua equipe, focando no atendimento, oferecendo produtos pré-pagos, criando processos inovadores e investindo no marketing de maneira inteligente.

Para saber um pouco mais sobre assuntos relacionados às melhores práticas de mercado na gestão de empresas, dicas, ferramentas e metodologias, siga-nos em nossa página no Facebook e também no LinkedIn. 

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8 técnicas de vendas para aplicar no varejo

Em um cenário de crise e com um mercado cada vez mais disputado por novas empresas, a preocupação em aumentar o número de vendas é primordial — além de tudo, é preciso ter em mente que o varejo não existe sem vendas.

Por isso, o empresário precisa ser criativo e apostar em técnicas de vendas infalíveis, que não só ajude a ampliar a rentabilidade do negócio, mas também a cativar o cliente.

Interessou-se pelo assunto? Então, continue a leitura e saiba como manter a saúde financeira do seu empreendimento, aumentando o número das vendas. Colocando em práticas estas ações, o sucesso é garantido. Veja só:

1. Cross-sell

O vendedor precisa estar atento aos sinais que o cliente apresenta no momento de compra. Saber ouvir é fundamental para identificar novas necessidades que, muitas vezes, nem mesmo o consumidor sabe ainda que tem. É importante sondar o que o leva a comprar determinado produto para descobrir algo que possa ser oferecido a mais.

Essa é uma técnica de venda conhecida como cross-selling ou venda cruzada. Acontece quando a pessoa entra na loja para comprar algo e acaba levando outros produtos para completar a sua necessidade.

Isso é muito comum em postos de gasolina. Por exemplo, quando você vai abastecer o carro e o frentista pergunta se você já checou o nível de óleo no motor, ou se precisa trocar as paletas do limpador de para-brisa.

Mas não confunda: venda cruzada não tem nada a ver com “empurrar” produtos que o cliente não precisa. O segredo é realizar uma venda consultiva, tentando identificar o real motivo e a forma como o consumidor utiliza determinado item.

2. Facilite a decisão de compra

Um dos principais motivos das perdas de compra no varejo é o excesso de produtos expostos. Isso mesmo! Ao contrário do que muitos pensam, encher a prateleira faz com que o cliente demore mais tempo para avaliar as opções. Pior ainda é quando não há nenhum critério para alocação dos produtos.

A solução para esse tipo de situação é organizar os itens em categorias que possibilitem ao consumidor encontrar facilmente o que precisa. Portanto, categorize os produtos de acordo com as características ou necessidades que atendem. Exemplo: no caso de roupas, separe as masculinas das femininas e as de adulto das infantis.

Cuide também para que a precificação esteja facilmente visível. Muitas pessoas se sentem constrangidas em levar um produto até o caixa e ter que deixá-lo para trás por causa do preço — preferindo, dessa forma, não pegar algo que não tenha o preço informado.

3. Fortaleça o seu relacionamento com o cliente

O ambiente de varejo proporciona uma experiência fundamental para a fidelização dos consumidores: o relacionamento interpessoal. Ali, os clientes expõem uma parte de suas vidas e suas necessidades, enquanto o varejista ajuda dando sugestões de produtos.

Nesse contexto, tenha um cuidado especial em fazer não penas clientes, mas principalmente clientes fidelizados e que se importam com a sua marca.

Estimule o diálogo com seu cliente e lembre-se que as pessoas adoram se sentir únicas. Pergunte o nome do cliente e procure repeti-lo algumas vezes durante a conversa. Você terá mais facilidade em lembrar seu nome nas outras vezes em que ele voltar à loja, reforçando a relação de amizade e exclusividade.

Mas, em hipótese alguma, ultrapasse os limites ou force a barra. A relação tem que surgir naturalmente. Para facilitar o processo, seja sempre cordial — afinal, educação é bem-vinda em qualquer contexto. Aos poucos, será possível conquistar a confiança do público e em questão de tempo nascerá um elo honesto, marcado pelo respeito mútuo.

4. Conheça o seu produto

Estamos em uma época em que as pessoas são cada vez mais bem informadas. Tudo o que se precisa saber sobre produtos e soluções estão facilmente disponíveis aos consumidores, bastando apenas uma pesquisa simples em algum site de busca.

Portanto, é inadmissível que vendedores não conheçam a fundo o que estão vendendo. Além de detalhes técnicos, é fundamental entender as experiências de consumo e a forma como o cliente final os utiliza.

O vendedor precisa conhecer 100% sobre as soluções que vende assim como as informações sobre a empresa que trabalha — dessa forma, ele vai estar pronto para responder a qualquer questionamento.

Pense bem: como o cliente terá segurança em fechar o negócio, sendo que o próprio vendedor não sabe informar sobre o produto? Perceba, neste contexto, que dominar bem as particularidades dos itens é pré-requisito para aqueles que querem alavancar o setor de vendas.

5. Entenda o cliente e apresente valor ao seu produto ou serviço

A sustentabilidade do varejo passa pela fidelização de clientes — saiba desde já que é mais barato manter um comprador ativo do que buscar novos consumidores. O atendimento precisa estar focado no comportamento das pessoas, buscando entender o ponto de vista do consumidor antes de oferecer qualquer coisa a ele.

Tanto o empresário quanto a equipe precisam se colocar no lugar do cliente para entender suas necessidades e expectativas em relação aos produtos e serviços. Dessa forma, será possível tornar a experiência de compra ainda mais exclusiva, atendendo assim às expectativas do consumidor.

6. Invista em marketing

Ter um setor de vendas alinhado ao marketing é a fórmula exata para o sucesso. O ideal, nesse cenário, é elaborar campanhas efetivas, capazes de transmitir os valores e a mensagem da marca para o público, criando assim uma identificação.

A integração entre o segmento de vendas e de marketing conseguirá gerar resultados expressivos para a empresa, trabalhando, por exemplo, com reposicionamento da marca no mercado.

Lembre-se de que o sucesso de uma organização está diretamente ligado ao marketing. Afinal, de nada adianta contar com uma infraestrutura impecável, um atendimento de destaque e produtos de qualidade, mas não saber como atrair o público, onde anunciar, quais os preços praticar e outros fatores que interferem diretamente no processo de vendas.

7. Amplie o mix de produtos

Outra alternativa viável é expandir o mix de produtos fornecidos. Isso não significa que a empresa terá que mudar o público-alvo. Pois, é possível, sim, expandir os itens e serviços oferecidos, sem necessariamente alterar a estratégia.

O mais indicado é oferecer produtos que complementem o foco inicial da empresa. Por exemplo, uma loja de roupa masculina pode expandir o mix de produtos acrescentando itens que compõem o visual do homem, como cintos, gravatas e sapatos.

Acha que é só? Saiba, então, que também é válido disponibilizar cuecas, meias e tudo aquilo que faz parte do universo masculino.

Ao ampliar a variedade de produtos, a empresa conseguirá atender melhor os seus clientes — uma vez que apresentará mais soluções para as demandas. Esse fator culminará também no aumento das vendas.

8. Seja flexível

Negociar é uma arte que envolve persuasão e muito jogo de cintura. Afinal, o vendedor precisa saber o momento exato de avançar na venda, assim como é necessário saber ceder.

Para fechar o negócio, é preciso ser flexível, chegando a um consenso que seja benéfico para ambas as partes. Por isso, deve-se adotar uma postura mais leve, garantindo, assim, a efetivação da compra.

Caso não seja possível abaixar o preço, por exemplo, mostre ao cliente que existe a possibilidade de estender o prazo de pagamento, aumentando o número de parcelas. Isto é: deixe claro que a negociação está aberta.

A melhor forma de driblar a crise é melhorando as técnicas de vendas para gerar mais negócios. Isso é possível revendo seus processos internos e reestruturando suas estratégias. Siga nossas dicas e observe os resultados alcançados!

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Desbancarização: qual o comportamento de compra desse público?

A tecnologia está mudando a forma com que as pessoas vivem e é claro que isso reflete também na maneira como elas se relacionam com o dinheiro.

No Brasil não é diferente. A desbancarização é um termo que vem ganhando força por aqui e está exigindo do varejo uma nova postura para acompanhar esse movimento e aproveitar as oportunidades que estão surgindo.

Mas como o público desbancarizado se comporta? Este artigo vai ajudá-lo a responder a essa pergunta:

O que é a desbancarização

Falar em público desbancarizado não é uma novidade, pois é a realidade de milhões de brasileiros. São pessoas que possuem alguma renda, mas não têm nenhum vínculo com instituições financeiras tradicionais, por algum destes dois motivos:

  • por circunstância: muitos são desbancarizados por não conseguirem acesso a esse tipo de serviço, seja por dificuldade financeira ou pendências de crédito e pagamento de dívidas;

  • por opção: outras pessoas são desbancarizadas por opção própria, para evitar tarifas e juros altos e ter mais liberdade para controlar seu dinheiro.

Esse segundo item é a chave para entender um novo mercado. Mesmo que uma faixa da população esteja desde sempre afastada dos bancos, hoje a desbancarização é uma opção vantajosa para um público que está buscando ativamente essa condição.

E essa escolha não é feita ao acaso. Essa tendência está acompanhando uma maior educação financeira do público, mudança nos hábitos de compra e o crescimento das startups de tecnologia financeira, as chamadas fintechs.

O comportamento do desbancarizado

Portanto, vamos falar um pouco mais sobre esse novo público que está escolhendo não ter conta em bancos tradicionais. Para todo o varejo, além de entender seu perfil, é importante aprender como se comporta uma pessoa que abdica das instituições financeiras:

Na hora de receber

A grande maioria das pessoas com trabalhos tradicionais, de carteira assinada, ainda está presa à sua conta por questões burocráticas em relação ao salário. Mas não só essa resistência está cedendo como a quantidade de empregos integrais está diminuindo no nosso mercado.

Os desbancarizados são geralmente profissionais liberais, autônomos, freelancers e terceirizados. Como recebem por trabalho, não sentem necessidade de manter uma conta com taxas altas de manutenção e cartões com anuidade.

Essas pessoas preferem ter liberdade para movimentar seu dinheiro caso encontrem uma solução mais vantajosa para seu perfil financeiro, seja para guardar, gastar ou investir.

Na hora de comprar

Os desbancarizados têm hábitos de compra um pouco diferentes do que se tornou a cultura do brasileiro. Saem as parcelas intermináveis e entram o crédito reduzido, pagamentos à vista e os cartões pré-pagos.

É um público que hoje compra muito mais por meio da internet, pesquisa bastante e tenta juntar boa parte do valor antes de fazer a compra. Além disso, também prefere presentear com vales de lojas e participar de programas de fidelização que deem vantagens em compras futuras.

Na hora de investir

A busca por vantagens financeiras e maior liberdade para controlar seu dinheiro é o que move o público que opta por ser desbancarizado. As fintechs estão crescendo em ritmo impressionante no Brasil para atender a essa demanda por receita, compra e investimentos.

É comum para essas pessoas usar várias soluções simultaneamente, para tirar o melhor proveito de cada aspecto de sua própria saúde financeira. Um exemplo é usar cartão pré-pago em uma loja, ter um cartão de crédito de uma fintech, enquanto investe seu dinheiro em outro e mantém uma quarta solução para garantir um seguro.

Essa liberdade é muito importante para o público desbancarizado. Um varejo que deseja atingi-lo precisa entender e se adaptar a esse comportamento.

As fintechs que vêm se destacando em tempos de desbancarização

O comportamento desse público vem sendo acompanhado de perto por empresas que buscam seu espaço. É por isso que várias fintechs surgem toda semana e até os grandes bancos tradicionais estão tentando uma fatia desse mercado. Veja alguns dos exemplos de startups que fazem sucesso:

Nubank

O Nubank talvez seja o maior caso de sucesso entre as fintechs que atuam no Brasil. Ela oferece um cartão de crédito livre de anuidade e totalmente controlado pelo aplicativo. Vem conquistando os desbancarizados por oferecer uma solução simples, como permitir que o usuário pague antecipadamente um boleto para liberar mais crédito no cartão.

ContaSuper

Adquirida pelo Santander, a ContaSuper é uma fintech que oferece as funcionalidades de uma conta-corrente sem as taxas e o vínculo de um contrato tradicional em um banco grande.

Acesso

A Acesso também oferece uma opção de cartão de crédito livre das taxas e do contrato de um banco. Seu foco é na personalização para o cliente e em parcerias com o varejo, de modo que os dois lados tenham vantagens.

A opção dos cartões pré-pagos

O número de empresas do varejo e de serviços que oferecem cartões pré-pagos só aumenta depois desse novo movimento de desbancarização. É uma forma eficiente e rentável de atingir esse público.

Veja as vantagens que elas estão conseguindo ao adotar a solução:

Aumento do ticket médio de compra

O cartão pré-pago exclusivo de um varejo estimula o consumidor a gastar mais, preferindo reunir suas compras todas em um lugar.

Além disso, existem as compras por impulso que podem ser convertidas dentro do estabelecimento quando o cliente foi comprar um outro produto.

Garantia de fluxo financeiro

O próprio nome diz: pré-pago. Além de atingir o público desbancarizado, o cartão que ele compra já foi convertido em dinheiro para o varejo, independentemente de o quê ou quando ele trocar seu crédito por produto. Essa é uma forma eficiente de antecipar receitas.

Programa de fidelização do cliente

Uma das características desse novo público desbancarizado é que ele gosta de ser mimado. O cartão pré-pago é uma forma de estreitar esse relacionamento com um produto personalizado, um atendimento exclusivo e vantagens especiais, além de poder ser utilizado como um cartão fidelidade para o varejo. 

A desbancarização vem se tornando sinônimo de controle e liberdade financeira, e cada dia mais pessoas optam por abandonar os contratos tradicionais com seus bancos.

E o seu varejo, está pronto para abraçar essa oportunidade e atingir um novo público? Se você quer continuar estudando sobre o assunto, é hora de ler este artigo sobre como o público desbancarizado aquece o mercado brasileiro!

Saiba por que investir em um cartão presente marca própria para o varejo

Você quer atrair e fidelizar clientes, ao mesmo tempo em que pretende oferecer crédito com pouquíssima burocracia e condições especiais de pagamento, que incluam prazos generosos e grande número de parcelas? Então, você precisa adotar um cartão presente com marca própria para o seu varejo.

A estratégia que alia marketing com condições de pagamento é a queridinha da maior parte das varejistas multinacionais, como GAP, Macy’s e Bloomingdale’s, desde pelo menos meados do século passado.

Os cartões de marca própria também já conquistaram adeptos entre as grandes marcas brasileiras do varejo, como C&A, Renner, Cobasi, Extra Hipermercados etc.

A premissa do cartão é a de garantir crédito a clientes que não poderiam comprar à vista boa parte dos itens vendidos na loja. Munido de crédito, a ideia é que o cliente volte mais vezes às compras e compre ainda mais do que havia planejado inicialmente. Quanto mais comprar, mais vantagens e prêmios ele terá.

Existem alguns tipos de cartões de marcas próprias no mercado. Destacamos abaixo os 3 tipos principais e mais utilizados no varejo:

Cartão presente

Alguma vez você foi convidado para um aniversário, casamento ou formatura e não sabia o que dar de presente? Fique tranquilo, você não foi o único a passar por essa situação. Muitas pessoas gostam de dar presentes, mas nem sempre é fácil saber o que comprar.

Foi pensando nessas pessoas que o comércio criou um tipo específico de cartão de marca própria: é o cartão presente. Esse cartão nada mais é do que uma espécie de crédito ao portador.

Funciona assim: em vez do cliente comprar um presente para alguém, ele vai até a loja e adquire alguns créditos, digamos, R$ 50. Esses créditos ficam registrados no cartão. Em seguida, o cliente presenteia seu amigo com o próprio cartão presente.

Depois, é só a pessoa presenteada ir até a loja e escolher qualquer mercadoria dentro do valor registrado. Simples, não é mesmo?

O cartão presente de marca própria permite que os créditos sejam utilizados apenas na troca de produtos e serviços do mesmo estabelecimento que emitiu o cartão. Dessa forma, não se corre o risco de ver o dinheiro sendo utilizado em outros locais.

Em geral, os cartões são simples. Muitas vezes de plástico com uma faixa magnética ou série de números para registrar o valor. Com as lojas online em crescimento, o cartão presente virtual também está ganhando espaço.

Pode ser enviado por e-mail, SMS ou para aplicativos mobile. É uma opção extremamente prática e que agrada principalmente às gerações mais novas de consumidores.

Cartão fidelidade

Como o próprio nome diz, cartão fidelidade tem como principal objetivo o de fidelizar o cliente, de fazê-lo voltar com frequência e realizar mais compras na loja. É uma opção que ficou famosa com a adesão das companhias aéreas, mas também é largamente utilizada pelo varejo.

Para fidelizar o cliente, o estabelecimento comercial cria uma espécie de prêmio. Quanto mais o cliente consumir, mais pontos acumula no cartão. Depois de atingir uma pontuação mínima (determinada pelo próprio comerciante), o consumidor poderá trocá-la por algum produto ou serviço da loja.

Vamos ilustrar com o caso de um supermercado. Sempre que passar as compras no caixa, o consumidor ganha pontos que são registrados no cartão. Quando atinge, por exemplo, 500 pontos, o cliente poderá trocá-los por algum produto da loja, como ferro de passar ou um teclado de computador.

Isso é uma grande vantagem para o cliente. Perceba que ele adquiriu um novo produto sem precisar pagar um centavo por isso. Tudo o que precisou para acumular pontos foi fazer compras com frequência no mesmo estabelecimento. Na prática, o cliente foi fidelizado pelo supermercado.

O cartão fidelidade, portanto, é uma excelente opção para quem busca aumentar a recorrência dos clientes.

Cartão de crédito

O cartão de crédito de marca própria no varejo se parece muito com o cartão de crédito usado no dia a dia. A ideia é oferecer ao consumidor opções de pagamentos flexíveis, vantajosas e com condições que caibam no orçamento do cliente.

Para o cliente, o cartão de crédito pode ser uma excelente alternativa. O consumidor terá acesso a crédito sem burocracia e de maneira mais ágil do que nos bancos. Além disso, os estabelecimentos oferecem preços e promoções especiais para quem efetua o pagamento com o cartão da loja.

Junto com o cartão, vêm muitos outros benefícios para o cliente. Entre eles, destaque para acesso a serviços diferenciados, como seguros e programas de capitalizações, além de uma pontuação maior do que a praticada quando o cliente usa apenas o cartão fidelidade.

Para o lojista, conceder todos esses benefícios por meio do cartão dá mais segurança financeira e, ainda, incentiva que o consumidor faça compras com mais frequência. Outra grande vantagem é no custo para manter o cartão.

O lojista tem taxas menores com o cartão próprio se comparadas às taxas dos cartões tradicionais, aplicadas pelo mercado. Isso significa aumento imediato da margem do comerciante.

Quem pode ter um cartão marca própria?

A decisão sobre ter um cartão com marca própria e qual tipo se encaixa melhor aos interesses da empresa dependerão da análise e das expectativas do varejista. Qualquer empresa, de qualquer porte, pode ter um cartão próprio, com segurança e praticidade.

Se você acredita que chegou a hora de adotar essa estratégia para a sua empresa, destacamos abaixo as principais vantagens de adotar o cartão de marca própria.

Conquiste novos clientes

Por serem mais restritos, circulando apenas em uma pequena parcela do mercado varejista, os cartões de crédito de marca própria exigem menos garantias de seus titulares do que cartões de crédito tradicionais de bancos ou instituições financeiras.

Dessa maneira, pessoas que não estavam incluídas no mercado do crédito por não cumprirem critérios, como comprovação de renda mensal mínima, passam a compor a clientela de seu varejo. E, como esse grupo populacional possui menos opções para compra do que o público em geral, o cartão de crédito os tornará clientes fiéis.

Um case de sucesso que ilustra bem essa estratégia é o do Magazine Luiza, que foi capaz de tornar brasileiros de classe D e E em grandes e fiéis compradores por meio da política de créditos do cartão.

Além de atrair um público que antes estava praticamente excluído, os cartões com muitos benefícios embutidos também ajudam a atrair clientes que só compravam em outros estabelecimentos.

Oferecer prazos mais vantajosos e preços especiais para quem usa cartão é um excelente atrativo para trazer novos consumidores. Enquanto os concorrentes utilizam métodos tradicionais para vender, seja diferente: inove, saia na frente e ofereça uma opção extra para os clientes. Consumidores adoram novidades, principalmente quando os beneficiam.

Faça os clientes voltarem

As condições exclusivas de pagamento e de prazo oferecidas por meio do cartão de crédito de marca própria funcionam como um grande atrativo para clientes que, de outra maneira, optariam por não fazer gastos em dados momentos ou em lojas em que eles não gozam de tais vantagens. Graças ao crédito, eles sentem a segurança de que serão capazes de pagar as dívidas.

Por sentirem-se amparados com todos os benefícios oferecidos pelo cartão de crédito, a tendência é que o consumidor aumente a frequência na loja. Afinal, tem certeza de que lá poderá realizar as compras que precisa.

Lógica parecida funciona para o cartão fidelidade, que gera estímulos para que o cliente prefira a sua loja em detrimento de concorrentes que vendam produtos semelhantes, mas que não ofereçam prêmios e vantagens de acordo com o volume de compras e gastos.

Porém, é importante que o lojista tenha a consciência de que é preciso evidenciar os benefícios do cartão. Muitos consumidores não percebem valor no serviço, pois acreditam que os pontos não se convertem em trocas por produtos de qualidade.

Outra opção de uso para o cartão fidelidade é conceder descontos importantes. Quem tem o cartão fidelidade, paga menos pelos produtos. Essa estratégia é muito utilizada por grandes varejistas do setor de farmácia, por exemplo. Ao identificar uma redução imediata no preço, o cliente entende rapidamente o valor de ter o cartão e de se manter fiel à loja.

Já o cartão presente faz com que o próprio cliente traga mais um potencial comprador para a loja. É comum que a pessoa que recebeu um cartão presente da sua loja não se satisfaça apenas com o valor do cartão e acabe gastando mais. Além disso, o presente, em muitos casos, atrai algum consumidor que ainda não conhecia a loja.

Aumente o ticket médio de compra

Ticket médio de compra é o quanto será gasto, em média, por um cliente na loja — uma empresa varejista de sucesso precisa conseguir aumentar constantemente seu ticket médio.

Uma das melhores maneiras de conseguir isso é por meio de um cartão de crédito de marca própria. Se o cliente sente-se confortável com as condições de pagamento, ele tenderá a aumentar o volume de dinheiro gasto na loja. Por conta disso, cartões de marca própria são bons promotores de compras por impulso.

O cartão presente também tem papel importante no aumento do ticket médio, como citado anteriormente. Quem ganha um cartão pré-pago de presente, na maioria dos casos, acaba consumindo mais do que o valor creditado no cartão. Para entender melhor essa questão, vamos lançar mão de um exemplo.

Uma pessoa ganhou de presente do amigo um cartão de R$ 40. Quando foi à loja percebeu que a camiseta que gostou está por R$ 50. Então, ele utiliza todo o crédito do presente e paga mais R$ 10 para ter a camiseta. Além de conquistar mais um cliente, o varejista aumentou o ticket.

Outra vantagem do cartão presente é que em cerca de 10% dos casos os cartões ficam com um valor residual, ou seja, o portador não gasta todo o crédito. Na verdade, efetua uma compra com valor menor do que o creditado. Esse dinheiro, após o vencimento do prazo de uso do cartão, entra como margem para o varejista.

Fortaleça sua marca com o cartão marca própria

Oferecer um cartão de marca própria vai muito além de aumentar as vendas ou a frequência do cliente na sua loja. O cartão ajuda a elevar a percepção que o consumidor tem da própria marca, da empresa na qual é cliente.

Por isso, um cartão de marca própria se tornou uma maneira eficiente de fazer o nome da sua empresa circular pelo mercado, entre a população e de se tornar conhecido por um número cada vez maior de pessoas.

Um cartão de crédito com boas condições de pagamento, vantagens e prêmios de acordo com o volume de compras são capazes de gerar um marketing positivo espontâneo nos círculos sociais dos clientes. Clientes satisfeitos tornam-se “embaixadores” da marca e vão contar para amigos e familiares dos benefícios de usar o cartão.

Algo parecido ocorre com o cartão presente. Esse cartão funciona também como uma peça de divulgação. Afinal, um consumidor da sua loja pode presentear um amigo que nunca foi até o estabelecimento ou nem sequer conhecia a sua loja. Então, você terá uma grande chance de conquistar mais um cliente.

Quando for trocar o cartão pelo produto, será uma bela oportunidade de mostrar a ele todos os benefícios do seu estabelecimento. Se tudo der certo, ele voltará outras vezes.

Conheça seus clientes

Ao longo do tempo, conforme o comprador use reiteradas vezes o cartão da sua loja, o padrão de gastos de cada cliente ficará evidente para você. Que tipo de produtos ele prefere? Quanto pode gastar por mês? Quais os gostos e necessidades dessa pessoa? Esse banco de dados é extremamente valioso e compõe o que o mercado tem chamado de Big Data.

A partir dessa enxurrada de informações privilegiadas, você será capaz de determinar o perfil de sua clientela e até mesmo de personalizar algumas das suas ações de marketing — como enviar e-mails com ofertas e promoções específicas que terão grande probabilidade de se converterem em vendas — para ir ao encontro dos interesses e necessidades do seu público.

Hoje, a venda direcionada é, junto com o apelo do marketing nas redes sociais ou as vendas multicanais, uma das estratégias mais vencedoras e modernas dos grandes varejistas mundiais. A novidade está chegando com força ao Brasil e a sua empresa deve aproveitar para investir nessa tendência.

Enfrente a crise econômica

Com a crise econômica que se instalou no Brasil, o acesso ao crédito tornou-se mais restritivo e muitas famílias reduziram o poder de consumo.

Quando um varejista oferece o cartão de marca própria, dá aos clientes uma grande oportunidade de continuar consumindo. Esse crédito mantém as vendas do varejo em bons patamares e evita quedas na receita.

Porém, é importante que o varejista também seja mais cuidadoso na liberação do crédito. Em tempos de crise, a inadimplência tende a crescer provocada pelo desemprego em massa. Para evitar esse cenário, não deixe de dar crédito, apenas aumente a cautela e monitore com atenção as métricas de inadimplência.

O crédito próprio ajudou muitos varejistas a manter os níveis de vendas em plena crise econômica.

Tenha um cartão próprio, mesmo se você for um pequeno varejista

Os cartões de marcas próprias chegaram por meio dos grandes varejistas, mas não se restringem apenas a esse mercado. Com a evolução da tecnologia e o surgimento de vários serviços, os cartões passaram a ficar ao alcance também dos pequenos e médios comerciantes.

Isso vale para qualquer uma das três opções: cartão presente, fidelidade e crédito. O mercado oferece várias alternativas para atender os mais variados públicos. Pesquise bem e veja qual se encaixa melhor no seu perfil e na sua demanda.

Lembre-se de que você poderá vivenciar no seu pequeno negócio todas as vantagens que os grandes varejistas têm nos cartões. Entre elas, fidelizar os clientes, oferecer opções diferenciadas de pagamento e atrair consumidores de baixa renda.

Ganhe com cartões temáticos

Uma dinâmica bastante útil para varejistas é mudar o visual dos cartões de tempos em tempos. O objetivo nesse caso é potencializar a sazonalidade ou atender o cliente em alguma necessidade específica.

Você pode, por exemplo, criar um cartão pré-pago como um Vale DVD. Nada mais é do que um cartão presente com uma cara diferenciada para atingir o público que consome muitos filmes e músicas.

Além disso, podem ser criados vale fralda, vale vinho, vale chocolate e muitos outros. Customizar a aparência e o foco dos cartões atrai clientes e aumenta o consumo.

Em relação aos cartões de crédito próprio, também é possível mudar a aparência para conquistar consumidores. Cartões temáticos podem ser ligados a alguma causa, loja ou instituição. Digamos, por exemplo, que as compras feitas por um determinado cartão ajudam a manter uma organização não governamental (ONG).

É bom para a ONG, é bom para o consumidor, é bom para você. Então, pense bastante nas opções que o seu varejo tem de criar cartões personalizados. Isso gera reconhecimento e engajamento com a marca.

Venda para consumidores do Google e Netflix

Alguns serviços de conteúdo, como Google Play e Netflix, criaram uma alternativa para alcançar brasileiros que sonhavam em acessar essas tecnologias, mas não conseguiam por não terem cartão de crédito nem de débito.

Visando atingir o público desbancarizado (sem acesso aos serviços bancários), as empresas passaram a oferecer cartões pré-pagos. A estratégia é muito simples: em vez de usar cartão de crédito para acessar os serviços, o consumidor vai a uma loja e compra um cartão pré-pago. O pagamento pode ser realizado em dinheiro ou cheque.

Com o cartão em mãos, o usuário acessa a Google Play e fica livre para baixar algum aplicativo dentro do valor adquirido — o mesmo vale para a Netflix. Em vez de pagar a mensalidade, o usuário adquire créditos e assiste ao conteúdo por tempo determinado.

A boa notícia é que Google e Netflix vendem esses cartões por meio de varejistas. Então, essa é uma excelente chance de atrair um público novo para o seu estabelecimento. Ao oferecer os cartões, você tem novos produtos à disposição dos clientes e melhora a experiência de compra.

Atraia consumidores de parceiros comerciais

Quem disponibiliza um cartão fidelidade para um cliente atrai consumidores de outras empresas. Como isso é possível? Simples! Em geral, os varejistas não criam seu próprio programa de fidelidade. O mais comum é participarem de sistemas maiores, mais robustos e que abrigam muitas outras empresas.

Dessa forma, quando um cliente faz uma compra na empresa X, estará acumulando pontos que também valem para a empresa Y. É uma excelente estratégia e que pode ser boa para o seu negócio.

Imagine um consumidor da sua loja que adora viajar e que sempre busca as melhores promoções de passagens. Se ele souber que os pontos que acumula ao comprar na sua loja podem ajudá-lo a conseguir um ticket aéreo a um preço menor, com certeza vai ficar feliz.

Em vez de fazer as compras em uma loja que não oferece um cartão fidelidade, vai preferir gastar no seu estabelecimento.

Por isso, é muito importante definir bem qual é o programa de fidelidade que você irá escolher. Caso decida-se por um plano com vários parceiros, lembre-se de deixar isso bem claro ao cliente.

Faça o cliente compreender que, ao consumir na sua loja, ele ganhará pontos que poderão ser utilizados para muitos outros fins, de acordo com a vontade dele. É mais valor agregado ao cliente, e ele precisa saber disso.

Melhore a experiência de compra

Oferecer diferentes alternativas de cartões para o seu público é uma excelente maneira de melhorar a experiência dos consumidores na jornada de compra. Os cartões criam novas formas de pagamento, novas interações com a loja e dão acesso a produtos que antes o público não tinha.

Essa experiência positiva reforça a marca junto ao consumidor, gera mais engajamento e aumenta o nível de satisfação. Com clientes satisfeitos, a loja vende mais e melhor.

Acredita que o cartão de marca própria é o caminho para o seu varejo? Saiba que a implementação do sistema é simples e bastante tecnológica. Então, não perca tempo para adotar a ferramenta!

Agora que você já aprendeu por que investir em um cartão marca própria, quer modernizar ainda mais os seus negócios e não sabe como? Que tal aprender um pouco mais sobre vendas em dispositivos móveis, como celulares? Assine agora a nossa newsletter e fique por dentro de dicas e novidades!

 

Como otimizar os processos de cartão pré-pago de marca própria

O ramo de varejo é um dos mais concorridos em todo o mercado. Desde os pequenos estabelecimentos de bairro até as grandes redes de lojas, todos estão sempre procurando diferenciais para atrair mais clientes e aumentar o rendimento médio.

Porém, depois de expandir e abrir algumas novas lojas a questão não é mais o alcance, mas sim a eficiência. Uma das técnicas que tem ganhado bastante força neste quesito é o cartão de marca própria.

No post de hoje, veremos como otimizar os processos que envolvem esse recurso e entenderemos mais sobre as suas vantagens para o seu negócio. Acompanhe!

Eduque o seu público sobre o que é o cartão de marca própria

Essa ferramenta é, basicamente, um cartão com crédito pré-pago que é disponibilizado pelo próprio estabelecimento. A forma mais conhecida de uso é para presentear, mas ele pode ser utilizado de diversas maneiras como por exemplo por pessoas que precisam enviar um funcionário para fazer compras no supermercado, mas não quer dar o cartão do banco e senha pessoal ou por empresas que tem como benefício a cesta de alimentos e ao invés de dar a cesta física, disponibiliza um valor no cartão pré-pago para que o próprio funcionário possa escolher o que comprar no supermercado.  

Isso deve ser divulgado para o seu público-alvo, a fim de que eles possam entender melhor e confiar na sua utilização.

Para comprar o cartão pré-pago, o cliente não precisa de nenhuma comprovação de crédito, o que é um facilitador para pessoas que não possuem contas bancárias. 

É uma ótima estratégia de fidelização e ferramenta para aumentar o ticket médio de cada cliente sem correr um grande risco ou ter que criar mudanças estruturais muito significativas.

E são várias as formas de otimizar o sistema de cartão pré-pago de marca própria que podem ser aplicadas no dia a dia da empresa.

Ofereça benefícios para os clientes mais fiéis

Programas de fidelidade já são utilizados em praticamente todas as redes de varejo por um bom motivo. Além de estimularem o aumento do ticket médio de cada cliente, contribuem para crescer o número de compras ao longo do tempo.

O cartão pré-pago pode ser utilizado como uma importante ferramenta na sua estratégia de fidelização sendo utilizado para acumular crédito para o cliente em cada compra realizada. 

Eles também garantem a proximidade com os clientes, já que o cartão só pode ser utilizado na própria rede.

Equilíbrio nas relações de crédito

Um dos maiores receios do varejo ao oferecer crédito a um cliente é a inadimplência. Com a crise financeira e a consequente redução do poder aquisitivo, muitas pessoas não conseguiram pagar suas dívidas de compras, o que deixou muitos lojistas no prejuízo.

Com o cartão pré-pago de marca própria este problema não existe já que o varejo recebe antes do cliente fazer a compra, o que significa zero inadimplência e dinheiro no caixa antes mesmo da baixa no estoque. 

Tenha variantes do mesmo cartão

Cartões presente pré-pagos podem ser tematizados de acordo com uma campanha ou necessidade específica do seu público. 

Temas como chá de fraldas, chá de cozinha, natal, dia das mães etc costumam fazer sucesso entre os clientes pois se tornam personalizados para a ocasião. Praticamente qualquer pessoa que não saiba o que comprar para presentear alguém pode recorrer ao cartão de marca própria da loja e ter acesso a qualquer um dos produtos.

Isso evita os longos períodos de dúvida sobre o que enviar, facilitando a decisão de compra. E mesmo que o cartão não seja utilizado, a loja já terá recebido o valor.

Crie promoções exclusivas para o cartão

Se você quer que mais pessoas usem o seu cartão de marca própria, terá que fazer algo para chamar a atenção delas para esse recurso. A solução mais comum em tais casos é colocar promoções exclusivas para clientes que utilizarem o cartão da loja como forma de pagamento.

Pequenos descontos, créditos cumulativos, algum produto de brinde: tudo isso contribui para estimular a utilização do cartão.

Avalie se deve terceirizar ou assumir a administração do cartão

O cartão de marca própria não é uma exclusividade das grandes franquias. Médias empresas, com apenas algumas lojas, também podem obter esse benefício. Porém, de acordo com a estrutura da loja e do seu BackOffice, pode ser ou não uma vantagem administrar o sistema por conta própria.

Se sua rede conta com uma central de informações, aparatos tecnológicos necessários e recursos para investir em uma área para isso, assumir a responsabilidade pela administração do cartão pode ser uma alternativa.

Porém, se não há um escritório central nem uma equipe preparada, o serviço terceirizado pode representar a melhor relação custo-benefício diante da qualidade oferecida.

Reduza o custo de uso do cartão de marca própria

Uma das principais qualidades de qualquer ferramenta de aceleração de vendas é o seu custo. É sempre promissor ver que o rendimento das lojas está aumentando, mas se o método utilizado para conseguir tal resultado representa um custo muito alto para a empresa, então ele não é tão vantajoso quanto aparenta.

Por isso, o ideal é reduzir ao máximo o custo de manutenção e utilização do cartão. Por exemplo, reduzindo a burocracia em sua emissão e liberação, terceirizando esse serviço ou buscando um sistema mais barato para cumprir suas metas.

Leve em consideração todos os tipos de clientes

Diferente de um cartão tradicional, não é necessário ter uma conta para adquirir um cartão de loja, o que amplia consideravelmente o número de clientes que você pode ter.

Agora que você sabe como aplicar o cartão de marca própria, é hora de se preparar para alavancar as vendas.

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Cartão de débito pré-pago é aceito em compras feitas pela internet?

Você sabia que 78% das compras online no Brasil são pagas com cartão? Então, fique atento às novas modalidades de cartão de débito e cartão de crédito que estão movimentando o e-commerce – os pré-pagos! Muitos clientes estão aderindo ao cartão de débito pré-pago e ao cartão de crédito pré-pago devido a algumas vantagens que apresentam em relação aos cartões convencionais e por serem plenamente aceitos nas lojas virtuais e também nas lojas físicas. Os cartões pré-pagos apresentam vantagens tanto para o cliente quanto para o lojista, saiba quais são elas neste post:

São aceitos em muitos estabelecimentos

As principais administradoras de cartões disponibilizam os cartões pré-pagos para uso pelos seus clientes, o que abre as portas físicas e virtuais do comércio em uma quantidade enorme de estabelecimentos, facilitando a experiência de compra do consumidor em lojas nacionais e internacionais.

Aquecem as vendas

Muitas empresas comerciais e de serviços estão disponibilizando cartões pré-pagos como opção de pagamento para a compra de produtos e serviços. Segundo a empresa de pesquisa Euromonitor, em 2014, os cartões pré-pagos movimentaram 100 bilhões de reais no comércio brasileiro.

Facilitam a oferta de presentes

Neste caso, o cliente adquire o cartão pré-pago no valor desejado e o entrega para a pessoa de seu interesse, que poderá escolher o presente mais adequado, utilizando o cartão pré-pago para concluir a transação de compra. Assim, não tem como o cliente errar na escolha do melhor presente — e a loja garante a antecipação de receitas.

Facilitam o controle do orçamento

Cada dia mais os brasileiros têm aprimorado as suas competências em gerenciar o orçamento familiar. Os cartões pré-pagos possibilitam disponibilizar a verba exata que pode ser gasta, assegurando que o limite de valor estabelecido não será ultrapassado. O usuário pode, também, utilizar o cartão pré-pago para dar a mesada de seus filhos e ensiná-los a gerenciar os recursos financeiros recebidos. Assim, o cliente não estoura seu orçamento, nem corre o risco de se endividar e ainda economiza, já que estes cartões não têm cobrança de taxa de anuidade.

Ampliam a segurança

Por não ter vínculo com a conta bancária da pessoa, um cartão de débito pré-pago proporciona maior segurança e tranquilidade ao seu usuário quando acontece um imprevisto e ele é perdido ou roubado.

Programa de fidelidade

Alguns cartões pré-pagos possibilitam o acúmulo de pontos e a troca por premiações à escolha do cliente, para gerar sua fidelização.

Alternativa para o cartão de crédito convencional

O cartão de crédito pré-pago é uma excelente alternativa para pessoas cuja renda não é suficiente para aprovação no cadastro das operadoras de cartões.

Como podemos perceber, esse tipo de cartão propiciam diferentes benefícios e, sim: o cartão de débito pré-pago e o cartão de crédito pré-pago são largamente aceitos em compras feitas pela internet — assim como, nas compras feitas nos estabelecimentos físicos comerciais e de serviços. Facilitam a vida dos clientes e das empresas com as quais se relacionam. Proporcionam segurança e economia aos seus usuários e geram antecipação de renda para as organizações.

Você já utilizou um cartão de débito pré-pago? Já pensou em disponibilizá-lo em seu empreendimento? Compartilhe com a gente a sua experiência no assunto!

5 alternativas de inovação no varejo

Um dos assuntos que, desde 2015, mais preenchem os noticiários na mídia é a crise econômica no Brasil. Os números realmente são desanimadores, como a taxa de desemprego batendo 9%, retração do PIB de 3,8%, inflação passando dos 10% e uma queda acumulada de 7,6% no consumo das famílias, segundos dados levantados pelo portal Exame e pelo Serasa Experian. O comércio é um dos setores que mais sentem e a inovação no varejo pode ser uma das saídas para gerar bons resultados em meio a esse difícil momento.

No artigo de hoje, você conhecerá 5 alternativas estratégicas para o seu negócio se destacar mesmo em tempos de crise. Acompanhe!

1 – Investimento em mobile

Não é nenhuma novidade que as pessoas estão tendo mais acesso às tecnologias móveis e as consumindo com maior frequência em seus dispositivos móveis. Só para ter uma ideia, o consumo em lojas virtuais por smartphones e tablets chegou a 15% do total de toda a participação financeira, segundo o relatório Webshoppers.

Diante desse cenário, é preciso olhar para os dispositivos móveis como uma alternativa interessante para atrair mais consumidores. Ações como ter um site responsivo ou desenvolver aplicativos para interagir com esses usuários são opções para extrair mais resultados no mobile.

2 – Melhorar a experiência de consumo

Você já parou para pensar se o seu cliente está satisfeito com tudo que ele vivenciou e experimentou até comprar algum produto em sua loja? E quais fatores poderiam aprimorar ainda mais a experiência de consumo do seu público?

Pensar nessas questões é importante para entregar uma experiência que encante os seus clientes. Eles precisam superar suas expectativas, encontrar motivos que os façam voltar a comprar e indicar suas lojas para amigos e pessoas próximas. O momento é de reter compradores e nada melhor do que fazê-los felizes a cada vez que forem em seu estabelecimento.

3 – Estratégias de SAC 2.0

Com o crescimento do número de usuários das redes sociais, o telefone hoje não é mais o único meio onde as empresas podem oferecer suporte e atender seus clientes. Facebook, Twitter, Instagram, WhatsApp, Viber, e-mail, todos são alternativas para se comunicar diretamente com seu público e resolver problemas pontuais. Para muitos consumidores, esses novos canais podem ser até mais cômodos e práticos para entrar em contato com as lojas.

Uma boa estratégia de SAC 2.0 envolve um atendimento rápido (o Facebook sinaliza com um selo as páginas que respondem rapidamente as mensagens enviadas pelos usuários), abertura para solucionar problemas por fotos e vídeos, ouvir o seu público e investir no relacionamento para gerar engajamento e fidelização dos clientes.

4 – Marketing de defensores

Também conhecido como Advocate Marketing, esse tipo de marketing usa os clientes mais satisfeitos e engajados com a marca para servirem como referências aos potenciais compradores e que precisam de um estímulo mais concreto para comprar em uma das suas lojas.

Marketing boca a boca, recomendações e indicações costumam funcionar bem mesmo durante as crises, pois tão importante quanto preço baixo (que é o que a maioria das lojas fazem) é conquistar o consumidor pela confiança, ou seja, pela opinião de alguém satisfeito com seus produtos — usando de provas sociais para estimular o consumo.

5 – Uso de cartões pré-pagos

Os cartões pré-pagos são ótimas alternativas do ponto de vista do controle financeiro, tanto para o cliente quanto para o varejista. O consumidor sabe quanto tem para gastar e evita surpresas indesejáveis na chegada da fatura. Além do mais, passa a ter uma experiência de compra mais personalizada e pode usufruir de descontos.

O varejista passa a ter controle sobre o saldo a ser utilizado e pode ganhar com o valor que não for gasto. Ele ainda pode aproveitar esse cartão como ferramenta em uma estratégia de fidelização e em ações promocionais.

A busca pela inovação no varejo deveria ser constante, independentemente do momento econômico de um país. Contudo, alternativas inovadoras costumam se sobressair durante a crise.

E você, conhece outras ideias que poderiam entrar nessa lista? Compartilhe suas dicas com a gente!