Cadeia de abastecimento do varejo: 6 coisas que influenciam diretamente

Apesar de muito se falar a respeito da cadeia de suprimentos, o seu entendimento não é algo que seja tão dominado por muitos gestores. Envolvendo uma série de participantes, ela entrelaça players de mercado que podem até mesmo revezar suas posições, sendo, por vezes, fornecedores e, em outros momentos, clientes.

No caso da cadeia de abastecimento do varejo, a situação não é tão diferente. O grande objetivo é conseguir criar um encadeamento de empresas, de maneira que se possa proporcionar uma sinergia entre todos os processos-chave e oferecer produtos e serviços para o cliente final. Tudo isso de forma eficiente, com o máximo de valor agregado possível e sem aumentar os custos de produção.

Como um número considerável de empresas pode participar dessa relação e a dinâmica de processos engloba atividades diversas, muitos são os fatores que influenciam o resultado final. Alguns desses pontos mais críticos merecem uma atenção especial. Separamos 6 deles para você conferir agora!

1. Tecnologia

Para cuidar de forma segura e ágil de tantos processos, simultaneamente, e conseguir fazer a gestão de parcerias, não há como deixar de lado o fator tecnológico.

Normalmente, cada empresa possui um sistema próprio de gestão de informações e operações diárias. Isso garante melhores chances de sucesso e ferramentas para a gestão, mas quando os desafios ultrapassam as portas da organização, tudo pode ficar um pouco mais complexo.

O ideal é encontrar softwares que possibilitem a integração e a automatização de rotinas de organizações diferentes, mantendo um fluxo de informações fluido e atualizado.

2. Gestão de pessoas

Ainda que existam sistemas muito bem preparados, uma grande parte das tarefas é realizada por pessoas. Equipes são envolvidas desde a coleta dos pedidos até a montagem do ponto de venda (PDV).

Sendo fundamentais em qualquer tipo de negócio, os colaboradores — e até mesmo as equipes terceirizadas — têm grande influência no resultado final. Em atividades como transporte de produtos, manuseio de insumos e atualização de informações dentro da cadeia de abastecimento do varejo, os envolvidos exercem papel de grande importância, ao longo de todo o ciclo de operações.

Para garantir que a organização tenha um alto nível de produtividade, treinamentos, capacitações e reciclagens devem fazer parte da agenda. Já que a tendência é ter muita repetição de tarefas, quando mais os profissionais estiverem preparados, menores as chances de falhas.

Cabe ainda ressaltar que a transmissão de informações e toda a comunicação devem ser feitas de maneira correta. Clareza e objetividade são fundamentais.

3. Controle estoque

Um fornecedor que não tem um bom controle de estoque pode atrapalhar vários parceiros dentro de uma cadeia de suprimentos.

O descontrole pode fazer com que a falta de algum produto gere uma quebra de fornecimento, fazendo com que outros parceiros acabem perdendo vendas e uma ociosidade desnecessária se faça presente em seus fluxos produtivos.

Pode ser ainda esse descontrole faça com que a empresa pressione os seus fornecedores a forçarem suas plantas produtivas de maneira a cobrir a lacuna. Geralmente, pressões desse tipo acabam gerando produtos mais caros ou menos lucrativos, o que é um problema. Uma vez dentro de uma cadeia de abastecimento, a manutenção do equilíbrio é um objetivo comum a todos os envolvidos.

4. Fluxo de transporte

De todas as atividades logísticas, o transporte é, na maioria esmagadora dos casos, a mais onerosa. Chegando a índices que podem superar 70% de todos os custos, a transferência de mercadorias e materiais de um ponto a outro é uma questão a ser otimizada.

Além do aumento considerável no preço de alguns itens, o fluxo de transporte também acaba exercendo influência em outros desafios como a logística reversa e a rastreabilidade de itens.

Para garantir bons níveis de satisfação dos clientes e baixo volume de extravios, é muito indicado utilizar sistemas e ferramentas que consigam fornecer um controle atualizado sobre o local onde cada objeto realmente está. Códigos de barras, etiquetas magnéticas e até o QR Code são soluções que podem ajudar bastante nesse aspecto.

5. Planejamento de mudanças

Quando se participa de um grupo maior de parceiros, as alterações internas que possam afetar o ritmo e a forma de trabalho de os demais acabam sendo mais lentas e difíceis de serem implantadas. Por isso, é necessário planejamento.

Mudança de endereço, sistema de pagamento, controle e gestão de pedidos, por exemplo, são alterações que refletem nos parceiros, precedendo a organização do fluxo de abastecimento.

Para minimizar dores de cabeça, problemas relacionados a prazos e até mesmo burocracias necessárias ao faturamento, as alterações devem ser tratadas com antecedência. Em alguns casos, vale a pena ainda realizar testes com lotes menores de mercadorias para confirmar se cada detalhe foi realmente conferido e ajustado.

6. Metodologia lean

Um dos maiores legados da Toyota para a administração — e que perdura firmemente até hoje — é o sistema de lean manufacturing. Resumidamente, ela busca fazer com que qualquer linha de produção seja a mais eficiente possível. Eliminando desperdícios e minimizando retrabalhos, o método, também conhecido como “enxuto”, trabalha com a adequação da produção.

Em vez de concentrar esforços de modo a gerar altos volumes de produtos acabados, a adoção de uma mentalidade lean sugere que se produza somente o que for necessário e na hora em que for necessário. Para que tudo funcione corretamente, o ritmo de cada um dos envolvidos deve ser muito bem orquestrado.

Esse tipo de desafio é bastante complexo. Quando está aplicado a um sistema de abastecimento por meio de uma cadeia produtiva, ele fica ainda mais difícil. Contudo, os resultados podem ser extremamente lucrativos.

Como se pôde observar, participar da cadeia de abastecimento do varejo não é tarefa simples, mas uma vez dentro de um sistema produtivo, compartilhando dados e experiências com outros parceiros, a rotina de trabalho e os resultados podem sofrer grandes melhorias. Organização, disciplina e espírito de equipe são fundamentais nesse processo.

Para saber um pouco mais sobre assuntos relacionados às melhores práticas de mercado na gestão de empresas, dicas, ferramentas e metodologias, siga-nos em nossa página no Facebook e também no LinkedIn. Temos conteúdos atualizados e voltados para negócios como o seu, disponibilizados periodicamente.

Por que a tecnologia e inovação são uma vantagem competitiva?

Independentemente do setor, o mercado está cada vez mais disputado. Conseguir se destacar em meio ao mar de marcas e produtos que são oferecidos é um desafio considerável, o que leva empresas a buscar mais vantagem competitiva. Com isso em mente, podemos dizer que há dois componentes importantes aqui: a tecnologia e a inovação.

É verdade que criar novos processos e adotar ferramentas ainda pouco testadas é um risco. Porém, para garantir um lugar para o seu negócio, é necessário encontrar algo que seus concorrentes ainda não fizeram. E o resultado pode compensar bastante o investimento, desde que seja feito com o devido preparo.

Ainda não está convencido? Então, veja aqui 4 formas pelas quais a tecnologia e inovação podem se tornar uma vantagem competitiva:

1. Criação de diferenciais de mercado

Como já mencionamos, você não vai conseguir competir com empresas mais experientes fazendo exatamente o que elas já fazem, principalmente no setor de varejo. É necessário ter algo mais, especialmente em um mercado tão acirrado. E uma das formas de oferecer esse diferencial é por meio de novas tecnologias e processos inovadores.

O seu diferencial é o que vende seus produtos. Seu atendimento é mais eficiente? O produto tem um preço mais acessível? Suas soluções são mais rápidas? Foque nesse elemento e destaque-o.

2. Maior contato com o seu público

Estar próximo dos seus clientes é uma grande vantagem competitiva, e isso acontece por vários motivos. Primeiro, você terá maior acesso a informações importantes, como preferências de consumo, feedback sobre seus serviços e expectativas para o futuro. Segundo, um contato mais pessoal com seus leads aumenta o índice de fidelização.

E para alcançar essa proximidade, a tecnologia é a melhor ferramenta. Redes sociais, e-mails, fóruns e portais são facilmente acessíveis para o público. Basta criar um espaço para que o seu público interaja com a marca e você já estará muito mais preparado para enfrentar a concorrência do mercado.

3. Facilitar o dia a dia das suas equipes

Uma das utilidades das ferramentas tecnológicas é a automação. Em vez de dedicar horas de trabalho a tarefas repetitivas, monótonas e desgastantes, uma máquina assume essas responsabilidades, entregando resultados mais consistentes em menos tempo. No fim das contas, o investimento em um software de automação se compensa facilmente.

Mas a grande vantagem aqui é liberar sua equipe do trabalho operacional. Dessa forma, eles podem dedicar seu tempo e energias a tarefas estratégicas, atendimento ao cliente e melhorar a qualidade dos serviços. Ou seja, a empresa ganha uma vantagem competitiva nas duas linhas.

4. Estar à frente e aproveitar oportunidades

Inovação nem sempre é fazer algo “inesperado” e “fantástico”. Em muitos casos, trata-se apenas de começar a fazer algo simples que ninguém mais pensou em fazer. Grandes criações surgiram para solucionar problemas rotineiros e que podem ser resolvidos de forma prática.

Esse pensamento também te permite encontrar oportunidades onde ninguém mais imaginaria, estando à frente de um movimento e aproveitando ao máximo seu crescimento.

Agora você já entende um pouco melhor como a tecnologia e a inovação podem ser uma vantagem competitiva. Quer se aprofundar mais no tema? Então veja nosso artigo com dicas de inovação para varejo!

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Futuro da loja física: como a tecnologia redefine o ambiente?

Na atualidade, a tecnologia já é uma realidade em todas as esferas da vida do indivíduo — seja no trabalho, em casa e na execução de atividades rotineiras. Ignorar a ascensão tecnológica, portanto, é fadar-se ao fracasso: e este é, também, o caso do varejo tradicional.

A loja física precisa estar preparada para atender o consumidor em seus anseios por agilidade e praticidade. Para se adequar ao novo panorama de consumo, oferecendo soluções que vão ao encontro das necessidades latentes do público, é preciso entender quais inovações são pertinentes ao varejo.

Neste post, você conhecerá um pouco mais sobre essas as possibilidades. Vamos lá?

Os novos desafios do varejo: como a tecnologia alterou a forma de comprar

Foi-se o tempo em que o consumidor, em função de sua limitada gama de opções, apressava-se em comprar o produto desejado assim que adentrava na loja.

Hoje, a dinâmica de consumo está totalmente diferente: o advento da tecnologia modificou hábitos e remodelou rotinas, forçando as empresas do setor a se adequarem a uma nova realidade para manter as vendas.

A TNS Research International apontou que, desde 2010, mais de 90% dos brasileiros pesquisam na internet antes de comprar qualquer produto ou serviço. E de acordo com um levantamento feito pela Boston Consulting Group (BCG), divulgado em 2016, investigar marcas, produtos e serviços pela internet já representava de 60% a 70% das pesquisas em sites de busca e redes sociais.

Mas, muito embora os números do comércio virtual sejam relevantes, a varejo tradicional ainda é o maior responsável pelo faturamento do setor.

Diante da expressividade dos dados, é impossível ignorar a agressividade da tecnologia. Por isso, as empresas varejistas precisam ser ágeis e proativas na implantação de soluções que ofereçam ao consumidor uma experiência de compra que se assemelhe ao ambiente encontrado na web: simples, rápido e conveniente.

Para servir a esse propósito, cujo êxito pode por certo proporcionar a alavancagem dos negócios, existem inovações voltadas especialmente à loja física. Chegou a hora de modernizar sua operação para conquistar e manter clientes fiéis!

A evolução da loja física: tecnologia para melhorar a experiência do consumidor

Diante das novas demandas de consumo, as lojas que forem capazes de se adaptar com mais velocidade certamente ganharão posições na escala de preferências do cliente. Para isso, é preciso estar atento às tendências para promover a satisfação.

Veja o que já está disponível no mercado para aprimorar a experiência de compra no varejo tradicional:

Sensores e sistemas integrados

As filas do caixa são um verdadeiro incômodo aos consumidores (principalmente os apressados). Para eliminar o problema e proporcionar uma experiência rápida de consumo, o teste com sensores e sistemas integrados são estratégias que vêm se mostrando bastante eficazes: indicam qual produto foi escolhido e debitam o valor correspondente diretamente do cartão de crédito do cliente.

Realidade virtual

Muito aguardada pelos brasileiros, o uso da realidade virtual no cotidiano de consumo está cada vez mais próximo. O intuito é proporcionar uma experiência de compra mais completa, simulando cenários e utilizações de determinados produtos ou serviços.

Robôs e máquinas assistentes

Que tal utilizar a extensa capacidade de armazenamento de um robô para aglutinar todas as informações sobre produtos em estoque, por exemplo? É isso o que essas máquinas se propõem a fazer.

Chega de aguardar longos minutos esperando para saber se aquele modelo de calçado está disponível em tamanho 38, por exemplo.

Interatividade

Na hora de comprar um batom ou uma camisa, variáveis como tom de pele e cor dos cabelos podem influenciar na harmonia final da produção. Não seria ótimo se fosse possível testar, em um simulador, qual seria o resultado da composição do visual valendo-se daquela cor específica? Por meio da interatividade, isso é mais que possível: isso já é real.

Que o futuro da loja física está intrinsecamente ligado à tecnologia, ninguém duvida. Como o seu negócio vai se adequar a este novo panorama? Fique atento às tendências e invista em inovação!

Gostou do conteúdo? Já teve alguma experiência com inovações tecnológicas no ponto de venda? Deixe seu comentário no post e compartilhe-a conosco!

Recarga de celular como premiação de incentivo nas empresas

epay Brasil e Valoriza Soluções fecham parceria para esse formato de prêmio

Motivar equipes por meio de premiações em dinheiro e diversos tipos de bônus é uma prática comum nas empresas brasileiras. A partir de março de 2017, a empresa especializada nesses tipos de soluções, a Valoriza Soluções Empresariais, fechou parceria com a epay Brasil, líder global em recargas de celular e viabilização de cartões pré-pagos para oferecer recarga de celular como formato de premiação.

A recarga pode ser realizada por meio do app GiftNow, ou seja, tudo de maneira fácil e prática para o ganhador do prêmio. “A tecnologia em recarga de celular oferecida pela epay Brasil permite a oferta de recarga pelos mais variados meios”, explica Rogério Lima, diretor de marketing da epay Brasil. “Nossa tecnologia de recarga já está presente em supermercados, lojas e equipamentos eletrônicos independentes como o Cata-Moeda. Agora, com a Valoriza Soluções, viabilizamos a recarga como prêmio de incentivo para as empresas atendidas pela Valoriza”, explica.

O Brasil vive uma nova realidade pós-crise econômica, segundo a Teleco, 7 em cada 10 linhas de celular no país são pré-pagas. Dessa maneira, a recarga de celulares pré-pagos continua tendo demanda no país, tornando a premiação corporativa um atrativo para as empresas que trabalham campanhas de incentivo.

Sobre a epay Brasil

A epay é líder mundial em soluções pré-pagas. Empresa do grupo EuronetWorldwide, com ações na Nasdaq, está presente em mais de 30 países. Especialista em produtos tais como: cartões presente, cartões para jogos online, assinaturas e créditos para conteúdos digitais, a epay Brasil tem como objetivo conectar marcas a consumidores por meio da tecnologia pré-paga, sem a necessidade de bancos e bandeiras de cartões de crédito. Google Play é uma das marcas que chega ao consumidor final por meio das soluções disponibilizadas pela empresa. www.epaybrasil.com.br.

Sobre a Valoriza Soluções

Com expertise de mais de 12 anos no mercado de incentivo, a Valoriza Soluções é uma agencia de incentivo 360°, com objetivo de oferecer ao mercado, o maior numero de soluções para sua campanha de incentivo, premiação de funcionários, campanhas de vendas, incentivo de vendas, em um só lugar! Além de Trabalhar com a mais completa linha de cartões pré-pagos Mastercard e VISA, Programa de Pontos, Gifts Cards e é claro as recargas de celulares que é unanimidades entre os premiados. www.valorizasolucoes.com.br .

Saiba como a tecnologia pode auxiliar no atendimento ao cliente

Foi-se a época em que o principal foco das empresas de varejo era apenas as vendas. Hoje, o desafio é outro: conquistar a atenção e conseguir criar engajamento entre empresas e clientes.

Diante de várias opções e ofertas de fornecedores de tudo quanto é tipo, o primeiro passo é saber para onde caminha o mercado. E para triunfar nesta tarefa é necessário saber aplicar o que há de melhor em tecnologia no atendimento ao público.

Para que você possa conhecer as próximas tendências e compreender como elas podem influenciar o seu trabalho, separamos algumas das mais importantes. Confira:

IoT e o Omnichannel

Com a crescente escalada da IoT (internet das coisas), não é de se espantar que possamos nos relacionar com empresas e também com outras pessoas por meio de nossos telefones, computadores, carros, geladeiras, pontos de ônibus e até mesmo roupas e acessórios.

A IoT, com uma pitada de tecnologia wearable, produz inúmeras possibilidades de interação e atendimento. Contudo, não basta a sua empresa estar disponível em várias redes sociais, e-mail, WhatsApp, telefone e em diferentes gadgets: é necessário ter coerência.

Este é o fundamento do omnichannel e é o que seu cliente vai exigir. Para ele, sistemas que não conseguem carregar o histórico e não proporcionam uma experiência agradável, serão descartados.

All line

Ainda seguindo a linha de raciocínio do omnichannel, outra preocupação na hora de prestar um atendimento de alto nível é a necessidade de integração entre ferramentas online e offline.

Isso significa que não adianta investir dinheiro e energia em planejamentos complexos, mídias caras e sistemas complicados se ao chegar no caixa o atendente não conseguir prosseguir com o atendimento com fluidez.

Repare que falamos em prosseguir. Porque o contato entre cliente e empresa não tem mais uma marcação clara de início, meio e fim. Toda esta relação é constante, atravessa barreiras do mundo digital e se concretiza nas pessoas que fazem a interface humanizada.

Big Data

De maneira nenhuma você deve abandonar seus indicadores e estudos de small data. Contudo, investimentos em Big Data devem ser considerados.

Já explorado há algum tempo por diversas empresas, o uso do Big Data hoje tem um foco mais abrangente do que no passado, quando o que se queria entender era onde está o potencial mercado consumidor.

Agora há uma vertente que se preocupa em explorar melhor o perfil do cliente e preparar bem o pré-venda, já que o foco principal também foi desviado. Em vez de buscar somente vender, as marcas procuram entender melhor o comportamento do seu público para conseguir criar engajamento com ele.

É esta relação que garantirá a sobrevivência de um empreendimento em um mercado cada vez mais personalizado.

Spoken word

Sem tempo para quase nada, as pessoas utilizam cada vez mais ferramentas para economizar seus preciosos minutos disponíveis. Não é à toa que é crescente a utilização de leitores de textos e e-mails, por exemplo.

É neste ritmo que o Siri e outros aplicativos de reconhecimento e comandos por voz vêm ganhando espaço.

No atendimento ao cliente, o ritmo é o mesmo. Cada vez mais a “palavra falada” (spoken word) ganha espaço em consultas ao público, substituindo a digitação. Se você ainda não atentou para esta tendência, é melhor levá-la em consideração.

Chat ao vivo e vídeo chat

Chats: o que era antigamente uma ferramenta somente voltada para a interação pessoal, hoje mostra-se uma grande e potente impulsionadora de vendas.

Mais rápido do que um atendimento por e-mail e menos cansativo do que o feito por telefone, os chats realmente chegaram para ficar.

Podendo ser programados para serem iniciados por robôs e convertidos em atendimentos reais (live chats), eles oferecem ao cliente um pouco da sensação de privacidade aliada ao conforto do controle do ritmo do atendimento.

Para aqueles que preferirem uma interação um pouco mais humanizada, as chamadas por vídeos, também são ótimas opções, tanto para economizar custos como para aumentar a empatia junto à massa de consumidores.

Se você gostou destas dicas de como usar melhor a tecnologia no atendimento ao seu cliente e quer receber mais informações sobre outras tendências, desenvolvimento de novos negócios e soluções para o varejo, além de boas estratégias do setor, assine nossa newsletter!

6 conceitos que o varejo deve valorizar no mercado atual

No passado, o foco empresarial estava em ofertar produtos padronizados aos clientes para gerar lucro. Atualmente, no entanto, o objetivo das empresas está em perceber e até antecipar as demandas dos clientes para ofertar produtos e serviços inovadores e sob medida, que geram valor e resultados para o cliente e todos que se envolvem direta ou indiretamente com a organização. O mercado atual está se adaptando a esta nova realidade e, para isso, alguns conceitos devem ser adquiridos ou reciclados e valorizados para que as empresas do varejo se mantenham competitivas e cresçam. Confira 6 deles em nosso post de hoje!

Sustentabilidade

Este conceito impõe às empresas posturas éticas e transparentes para gerenciar seus negócios, promovendo a justiça social e respeitando o meio ambiente. Repudia-se ações que causam danos ambientais (exploração indiscriminada e poluição) e danos sociais (exploração de mão de obra escrava e infantil). Além disso, exige-se ações compensatórias, tais como: prevenção de riscos, reflorestamento, promoção social, inovação de processos para reduzir o consumo de recursos naturais, etc.

Responsabilidade social

As empresas são incentivadas a interagir com todas as partes interessadas em suas atividades – empregados, comunidade, clientes, fornecedores, acionistas, governo, etc. – para conhecer e respeitar sua cultura; entender e atender, sempre que possível, suas reivindicações e necessidades; e contribuir para a melhoria das suas condições socioeconômicas.

Capital humano

As empresas precisam incorporar à sua equipe pessoas proativas e criativas, que têm habilidade para liderar a si próprios e aos outros e sabem lidar com incertezas, encontrando soluções adequadas nos mais diversos tipos de situações. Isso facilita a descentralização do poder e da tomada de decisões, fortalecendo a organização. Em contrapartida, a empresa deve investir no desenvolvimento das competências dessas pessoas.

Gestão da informação e conhecimento

É preciso que as organizações desenvolvam mecanismos de coleta, tratamento, disseminação e manutenção da informação e conhecimento para que haja a continuidade de suas operações, mesmo que saiam pessoas-chave do seu quadro de colaboradores.

Pensamento sistêmico

A alta direção e todos os colaboradores devem ter um pensamento sistêmico e holístico, sabendo que sua empresa faz parte de um grande ecossistema, que influencia e é influenciado por todos os agentes socioeconômicos do mundo globalizado.

Tecnologia da informação e comunicação no mercado atual

As tecnologias da informação e comunicação – computadores, smartphones, sistemas, internet, cloud computing, apps, – não podem mais ser vistas apenas como equipamentos (hardware) e aplicativos (software), mas sim como ferramentas de profissionalização da gestão empresarial, plataformas de serviços, mecanismos de vendas e canais de atendimento e relacionamento com os clientes — cada vez mais fazendo parte da estratégia do seu negócio.

O mercado atual, com suas novas perspectivas, tornou as relações empresariais mais complexas, expondo as organizações a incertezas crescentes, que exigem habilidades inovadoras para reciclar ou abandonar velhos hábitos e tomar ações para modernizar e atualizar a gestão dos negócios. Incorporar ações de sustentabilidade, responsabilidade social e promoção humana aos processos operacionais e estratégicos do varejo, demonstra a valorização de conceitos essenciais para o sucesso empresarial.

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Por que você precisa investir em tecnologia na gestão de vendas?

A tecnologia na gestão de vendas tem sido grande aliada do varejo ao proporcionar o aumento da produtividade. Com as ferramentas trazidas por ela, alguns processos têm sido bem mais simples, como o acompanhamento de métricas e de metas, a gestão de equipes externas e o contato periódico com o cliente.

Por isso, se você quiser sair na frente de seus concorrentes, certamente, você deverá apostar na inovação tecnológica. Mesmo o varejo sendo um mercado tradicional e bem consolidado, não há dúvida de que a tecnologia traz um diferencial realmente considerável.

Em nosso post de hoje, confira os motivos de investir em tecnologia:

Possibilita melhorias nos processos internos

O impacto da tecnologia nos processos internos é incrível. Primeiramente, você poderá controlar todas as métricas relacionadas à eficiência de seus funcionários. Com o ponto eletrônico, você faz relatórios de entrada, saída, e de intervalos com rapidez.

Você ainda poderá criar sistemas de autogestão para os funcionários, em que cada um controlará as suas próprias metas e avisará quando as tiver cumprido. Eles também poderão pedir ajuda quando estiverem com dificuldades em chats e fóruns, contribuindo para o espírito colaborativo.

Além disso, a comunicação entre as diferentes equipes fica bem mais simplificada. Por exemplo, as equipes de logística e vendas poderão manter um fórum sempre atualizado a respeito da chegada de produtos, para que os vendedores possam dar informações precisas aos clientes.

A gestão de vendas proporciona o aumento da produtividade

Muitos aplicativos oferecem um sistema que “gamefica” as vendas, ou seja, transforma o processo de bater metas de vendas em algo mais parecido com um jogo interessante do que com uma competição desgastante.

Assim, cada vez que seus vendedores baterem alguma meta, eles acumularão pontos. Cada um poderá ter um placar, que cresce à medida que ele bate metas. No final, você poderá dar uma recompensa aos vencedores do “jogo”.

Outra dica interessante é criar uma interface de apresentação de produtos inovadora. Quando o vendedor apresentar o produto para o cliente, ele terá uma experiência única. Haverá a possibilidade, por exemplo, de mostrar os produtos em ângulos de 360º, mudar as cores, de combiná-los com outros produtos, etc.

Contribui para a redução de filas

As empresas ainda não têm investido em soluções inovadoras para a gestão de filas. No entanto, esse é um fator crítico no varejo físico, pois o principal fator de desistência, depois do preço alto, é o tempo de espera em uma fila.

Quantas vezes você já desistiu de comprar algo por causa de uma fila enorme? Saiba que um sistema de vendas é a solução! Conte com equipamentos que não necessitam da leitura de código de barras, basta que o produto passe por um detector que o preço será registrado.

Outras razões que contribui para a demora e, consequentemente, para o aumento da fila, são os frequentes travamentos da máquina de cartão: o sistema cai, o pagamento não é autorizado, o cliente erra a senha ou o cartão está com defeito. O sistema pré-pago de cartões resolve rapidamente esse problema.

Com eles, o cliente pode adquirir um cartão que já vem recarregado com determinado valor e, então, basta validá-lo no caixa para que a compra seja efetivada. Evita-se, desse modo, o fator surpresa na hora de passar o cartão.

Melhora a gestão de métricas

Com uma aplicação voltada para a gestão de vendas, você poderá acompanhar facilmente as suas métricas. Elas serão atualizadas em tempo real, eliminando, assim, o erro humano. Os relatórios serão gerados automaticamente e poderão conjugar imagens, gráficos e textos para tornar a informação mais compreensível para a elaboração de novas estratégias de venda.

Por esses motivos, a tecnologia é um investimento crítico para aumentar rapidamente a produtividade e a eficiência da gestão de vendas. Os resultados citados neste post, inclusive, são imediatos e o retorno ocorre em curtíssimo prazo. Portanto, se você precisa aumentar suas vendas rapidamente, invista em tecnologia, pois o retorno é garantido!

Já aplicou a tecnologia de forma inovadora em sua empresa? Compartilhe com a gente a sua experiência no assunto!

5 novidades tecnológicas que podem mudar o varejo em 2016!

A inovação precisa fazer parte do cotidiano do varejo. A cada dia que passa, os consumidores adquirem novos hábitos e, com a velocidade em que as tendências surgem e se consolidam, também se multiplicam as oportunidades. No entanto, é preciso que você saiba aproveitá-las.

Atualmente, já é possível contar com muitas das tecnologias até então disponíveis apenas para e-commerce. Uma loja física consegue utilizar uma série de novas facilidades para proporcionar uma experiência memorável aos seus clientes e atrair novos, obtendo muita economia de tempo e grande potencial de sucesso.

Veja, a seguir, 5 novidades tecnológicas que podem mudar o varejo em 2016:

1 – Pagamento via smartphone

Cada vez mais nomes importantes da tecnologia dos celulares entram no mercado de pagamentos móveis. A Apple já está espalhando o seu Apple Pay pelos EUA, assim como é o caso do Google Pay e o Samsung Pay. O PayPal também conta com esta facilidade. O varejo brasileiro pode aproveitar grandes vantagens ao desenvolver maneiras mais fáceis e seguras de receber dinheiro dos seus clientes. Como os smartphones costumam estar no bolso de quase todo mundo, é uma opção bastante interessante.

2 – Big Data

Nós passamos muitas horas conectados à internet, o que constantemente envia dados a respeito de nossos gostos e desejos para a rede. Para o varejo, esta é uma oportunidade valiosa de ter um contato personalizado com o cliente e oferecer a ele uma experiência única. Usando as redes sociais, um cadastro de clientes ou uma simples lista de e-mails, você pode começar a monitorar as informações do seu público a partir das preferências dele. A partir daí, elabore ações pensadas para proporcionar o que eles estão procurando.

3 – Inbound marketing

O marketing digital possui diversas oportunidades para o varejo se destacar e obter mais sucesso. Com o inbound marketing, qualquer empresa consegue usar um bom conteúdo para fisgar a atenção de potenciais clientes e levá-los até sua loja. Seguindo o funcionamento convencional do inbound marketing, somente aquelas pessoas realmente dispostas a comprar de você serão levadas até o seu estabelecimento, o que economiza o seu tempo e proporciona maior satisfação ao seu público.

4 – Vale presentes

Antes vista pelos consumidores como uma opção preguiçosa, o vale presente vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil. Isso acontece não só com quem presenteia amigos e familiares como também se torna uma boa alternativa para empresas agradarem seus funcionários, por exemplo. O formato já é muito comum de se encontrar em lojas convencionais, mas agora a tendência é que ele chegue aos serviços. Um vale presente para salão de beleza ou agência de turismo é realidade em muitos setores e proporciona novas possibilidades para estes tipos de negócios.

5 – Cartões pré-pagos

Os hábitos dos consumidores mudaram bastante, já que atualmente é bem comum contar com diversas facilidades que necessitam de pagamento via cartão de crédito pela internet. Quem não quer usar este método pode aproveitar outro, bem mais conveniente e seguro: cartões pré-pagos. E isso representa uma excelente oportunidade para todo tipo de varejo. Ao passar a vender cartões que trazem créditos para Facebook, Google Play, PlayStation Store, Netflix e demais serviços, você valoriza as suas opções de produtos sem ter qualquer despesa de estoque e controle.

Traga toda a facilidade de ter cartões pré-pagos e de presente no seu varejo, aproveitando todas as vantagens desta tendência. Entre em contato com a gente, conheça as soluções da epay e proporcione mais oportunidades para o seu negócio!

Aprenda a identificar gargalos de produção no varejo para aumentar as vendas!

O termo “gargalos de produção” começou a ser utilizado a partir dos anos 80 do século 20, no contexto da cadeia industrial — o objetivo era definir situações em que um problema, ou mesmo uma combinação deles, resultava em atrasos, paralisações nas linhas de montagem, perdas de material, dificuldades de armazenagem ou logística e todo tipo de prejuízo para as organizações.

Hoje, o conceito de gargalo também é amplamente vinculado à realidade das pequenas e médias empresas, incluindo aquelas que atuam no varejo, e com a mesma função: a ideia é descrever os entraves que um determinado empreendedor enfrenta no dia a dia e que representam riscos à operação ou ao negócio, como um todo.

Alguns gargalos são tão graves que podem vir a comprometer a existência da empresa em pouco tempo, se não forem solucionados. Eles vão desde a escassez de mão de obra preparada para atender ao crescimento das vendas, passando pela gestão ineficiente de recursos (sejam eles financeiros ou humanos) até a falta de conhecimento específico sobre a concorrência.

A seguir, vamos saber quais são e como ocorrem os principais gargalos na perspectiva do varejo, a fim de que você possa buscar as melhores alternativas de ação. Confira!

Exemplos mais comuns de gargalos de produção do varejo

Falhas na gestão

As deficiências na condução diária do negócio ainda são o grande calcanhar de Aquiles para o varejo. Se o gestor não consegue comprar bem, por exemplo, haverá uma série de desdobramentos que vão impactar nos resultados: desequilíbrio no estoque, com excesso ou falta de itens importantes; gastos incompatíveis com o perfil financeiro da empresa; redução da margem de lucro ou aumento do preço final para os clientes.

Do mesmo modo, uma gestão equivocada dos recursos humanos da empresa poderá trazer uma série de empecilhos, como insatisfação generalizada entre os funcionários, sabotagem interna, colaboradores inseguros e pouco comprometidos, aumento da rotatividade de pessoal, dentre outros.

Problemas de capacitação / custo da mão de obra

Sem colaboradores devidamente capacitados para atender ao cliente, o futuro de qualquer negócio é incerto. Ainda mais no ambiente do varejo, em que o contato direto com as pessoas determina boa parte da imagem da empresa, ou seja: clientes insatisfeitos costumam ser a pior propaganda possível — e uma das mais eficazes, para desespero de muitos lojistas que descobrem, tardiamente, atitudes antiéticas, descabidas ou simplesmente mal educadas por parte de um funcionário despreparado.

O problema é que no Brasil os custos de mão de obra são altíssimos, chegando a praticamente inviabilizar uma série de atividades comerciais. Além disso, mesmo que o empreendedor esteja disposto a pagar, existe a questão da qualidade: programas de treinamento são raros ou ineficazes, resultando em funcionários pouco ou nada identificados com a cultura e a missão da empresa.

Tecnologia / inserção nas redes sociais

Muitos varejistas ainda não perceberam que não estar nas redes sociais, em alguns casos, equivale a não existir. Acontece que o descompasso entre um negócio “desconectado” e os hábitos de compra dos clientes pode ser desastroso. Neste caso, o gargalo se traduz em uma completa falta de alinhamento da empresa com a sociedade contemporânea.

Perdas interligadas

É comum que a gestão inadequada de um departamento seja “contagiosa”, refletindo diretamente em outros setores. Aqui, o gargalo de produção é um problema localizado, mas que traz consequências globais: se uma área da empresa não consegue entregar suas demandas no prazo, várias outras poderão sofrer atrasos, comprometendo seriamente a imagem e os resultados finais.

Atendimento precário ao cliente

Não há mais tolerância para este gargalo no mundo atual, embora ainda seja algo muito comum. As pessoas estão mais exigentes e bem informadas, de forma geral, o que as deixa com pouca disposição para lidar com um atendimento ruim. Ao menor sinal de insatisfação, clientes que puderem, certamente vão migrar para a concorrência, em busca de serviços que julguem ser melhores.

Estratégias para contornar os problemas mais recorrentes.

Lidar com gargalos de produção no varejo exige que o empreendedor faça uma profunda reflexão sobre seu negócio e esteja disposto a reavaliar suas práticas, como gestor. Muitas vezes, o simples fato de mudar a abordagem – abandonando a postura reativa e abraçando medidas preventivas – torna possível realizar mudanças verdadeiramente benéficas no dia a dia da organização. Atente para as seguintes sugestões e tente imaginá-las no contexto da sua empresa ou do local em que você trabalha.

Identifique o problema

Sem alvo definido, todos os esforços e recursos empregados serão inúteis. O primeiro e mais importante passo para sanar um gargalo, portanto, é analisar a fundo todos os aspectos do negócio, de forma realista e prática.

Saiba quem é seu cliente e o que ele realmente quer

Pesquisas de satisfação podem ser ferramentas muito úteis no contexto das empresas de varejo. Procure entender o que os clientes buscam quando entram na loja; esteja disposto a testar soluções e sugestões, investigue a verdadeira persona dos clientes e tente traduzir suas reais necessidades. Às vezes, pequenas alterações na postura dos funcionários podem aumentar consideravelmente os índices de satisfação e retorno.

Invista em treinamento

Esse ponto é inegociável. Ofereça as condições para que seus colaboradores evoluam, desenvolvam habilidades e estejam, de fato, à altura dos objetivos do negócio, a fim de que a empresa não esteja sujeita à estagnação.

Incorporar funcionários despreparados é um erro grave e de proporções desconhecidas: um péssimo atendimento pode deixar um cliente apenas irritado, sem maiores consequências, ou então disposto a ir às redes sociais para compartilhar toda a sua indignação, chegando a abalar a reputação da sua empresa.

Procure agregar valor ao negócio

No momento não é possível oferecer preços mais acessíveis ou cortar custos? Que tal pensar em alternativas para encantar o cliente, como um pós-atendimento que demonstre atenção e cuidado? Lembre-se: frequentemente, o que define a escolha de um consumidor não é o produto, que é similar a outros em muitos aspectos, e sim a qualidade da experiência de compra. Talvez a solução para um importante gargalo de produção esteja, portanto, na criatividade, e não no departamento financeiro!

Agora que você aprendeu a identificar gargalos na produção do seu varejo, entenda como o marketing sensorial pode ajudar nas suas vendas!

4 soluções para o varejo em que vale a pena investir!

Há um fato que não podemos negar: a situação econômica não está fácil para as empresas, e especialmente para o varejo. Consumidores inseguros e com menor poder de compra têm diminuído seus gastos e até mesmo evitado os pontos de venda. Para não deixar que a crise chegue aos seus negócios, empreendedores têm apostado em soluções para o varejo, principalmente tecnologias, como software para loja e outros sistemas de gestão.

Inovar é o que garante que empresas sobrevivam a momentos difíceis — e, quem sabe, até mesmo cresçam aproveitando novas tendências. Separamos 4 soluções que você precisa conhecer e usar em sua loja se quiser garantir o sucesso em seu negócio.

1 – Investir em tecnologia

Você já possui um bom sistema ERP (Enterprise Resource Planning)? Estes sistemas permitem que você acompanhe todas as etapas do negócio, desde as compras de produto até a análise contábil, passando por faturamento de notas, controle de estoque e contas a receber. Utilizando um software para loja como este, você consegue prever demandas, otimizar o tempo dos funcionários e controlar os valores que tem a receber. Certamente, é um passo obrigatório para qualquer operação de varejo.

2 – Apostar em novos serviços

Você está inovando nos produtos que oferece aos seus clientes? Empresas que mantêm o mesmo portfólio quando o volume de vendas está diminuindo, tendem a caminhar cada vez mais ao encontro da recessão. Grandes redes já têm investido em diversas soluções para o varejo, evitando começar esta jornada. Neste cenário, uma iniciativa que está obtendo sucesso é o cartão presente. Os modelos atuais permitem ao varejista um acompanhamento detalhado das vendas de cartões e sua utilização, mantendo uma ótima gestão dos valores a receber.

Mas como as empresas estão utilizando um cartão presente? Existem duas formas principais: a primeira, mais tradicional, é da própria marca e tem foco em fidelização e aumento de ticket médio. A segunda, mais recente, oferece serviços de terceiros (como games, aplicativos e softwares), aumentando o mix de produtos das lojas e atraindo novos consumidores.

3 – Reinventar sua força de vendas

Uma vez que as inovações chegam aos sistemas e mix de produtos das lojas, devem entrar em ação também a força de vendas. Os funcionários precisam estar atualizados e engajados para garantir que as vendas se concretizem. Para isso, o segredo é investir em capacitação e treinamento, tanto param melhoria de atendimento, quanto para utilização plena dos sistemas utilizados. Equipe engajada e com boas ferramentas é certamente um importante passo para estar à frente da concorrência!

4 – Saber o que o seu cliente quer

De nada adianta investir em novas soluções se você ignorar o que o seu público-alvo realmente quer. Em tempos de crise, conhecer o que é essencial para o consumidor garante inteligência para os negócios e, principalmente, economia. Invista em ferramentas de pesquisa que possam ser facilmente aplicadas para sua base de cadastros e, até mesmo, dentro do ponto de venda. Para este último caso, vale a pena conhecer a metodologia NPS (métrica que mensura a satisfação do cliente com o seu empreendimento), que tem sido muito utilizada no varejo.

Você já investe nessas soluções para o varejo? Elas podem partir de um simples formulário de pesquisa, até um sofisticado software para loja: o importante é você estar atento ao que existe no mercado para otimizar custos, fidelizar clientes e, mais importante, gerar novas vendas! Aposte em diferentes tecnologias e garanta sucesso mesmo em tempos difíceis.

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