5 tendências do varejo que continuam em alta

A toda hora vemos novas tendências do varejo surgir. Aliás, não apenas no varejo, mas em todos os segmentos de negócios. Infelizmente, seja pelo volume de informações recebidas diariamente ou por falta de tempo, as tendências passar em branco e acabamos ficando para desatualizados. 

Como o mercado é dinâmico e se adapta a todo instante devido às novas tecnologias e a necessidade de inovação, preparamos uma lista com 5 estratégias que se você ainda não implantou nos seus negócios, deve começar o mais breve possível.

1 – Redes sociais como plataformas de compra

Não é novidade que as redes sociais já são aliadas do comércio. Nos sites de relacionamento é possível interagir com os clientes, divulgar os seus produtos, promover a sua marca, atrair pessoas para os seus websites, dentre outras possibilidades. A tendência é que as redes sociais ganhem mais importância e passem a ocupar uma parte ainda maior na rotina de empresários.

Um novo botão deve passar a fazer parte dos principais sites de relacionamento, como o Facebook, Twitter e Instagram, e ser integrado nas Fan Pages corporativas: comprar. Essa iniciativa levará a relação dos comerciantes com as redes sociais para outro nível.

2 – Responsabilidade social em alta

A era da informação tem levado a mudança na consciência social do grande público. A interação globalizada tem colaborado para o desenvolvimento de uma cultura mais social e um ambientalmente responsável. E isso reflete no comportamento de consumo das pessoas, que passam a procurar por marcas que se mostrem sustentáveis e socialmente preocupadas.

De acordo com uma pesquisa feita pela Cone Communications/Echo, 87% dos consumidores globais consideram a responsabilidade social das empresas na hora de efetuar uma compra. Ou seja, marcas que adotam políticas sociais e ambientais questionáveis tendem a perder clientes.

3 – Monitoramento efetivo do consumidor e da concorrência

As decisões empresariais dependem de um profundo conhecimento sobre o mercado em que atua e o perfil de seus consumidores. A produção de dados para construir esse conhecimento já é prática comum das grandes corporações, mas ainda pouco usada pelas médias e pequenas empresas. Mas isso já começa a mudar e, em 2016, elas tendem a produzir mais dados relevantes para os seus negócios.

Essa mudança de comportamento se dá pela necessidade de conhecer melhor os consumidores, analisar as suas necessidades e oferecer uma experiência de compra única que permita superar a concorrência. E tudo isso é facilitado pelo aumento de ferramentas que tornam a análise e compilação de dados mais acessíveis.

4 – Personalização das estratégias

A concorrência no mercado tem aumentado e obrigado comerciantes a se adaptarem à realidade do novo consumidor, que pode realizar compras de qualquer lugar do mundo e receber a encomenda na porta da sua casa.

Com os dados necessários é fácil personalizar a sua loja e oferecer um mix de produtos que se adeque às necessidades dos seus clientes. Quando se conhece a fundo quem é a sua persona e público-alvo, é possível desenvolver estratégias eficientes e que surtirão o efeito esperado.

5 – Estratégias para mobile se mantém em crescimento

O site ou blog da sua empresa é responsivo? Não sabe o que é isso? Ter um design responsivo significa que o seu site se adapta para qualquer que seja o dispositivo que o seu cliente o está acessando. Ou seja, se ele visita o seu site pelo smartphone, todas as informações contidas nele devem aparecer para o seu visitante da maneira adequada.

As empresas têm que se adaptar para oferecer recursos dentro desses aparelhos, que também incluem os tablets, que vão desde soluções simples, como um site responsivo, como falamos, até alternativas mais complexas, como a criação de aplicativos. A tendência é explorar recursos, como aplicativos de fidelidade, que permitem resgatar suas recompensas por meio do mobile.

Quais tendências do varejo você acredita que vai ganhar força em 2016? E em qual pretende investir? Compartilhe com a gente a sua opinião!

Para saber um pouco mais sobre assuntos relacionados às melhores práticas de mercado na gestão de empresas, dicas, ferramentas e metodologias, siga-nos em nossa página no Facebook e também no LinkedIn. 

Como mensurar os resultados no varejo com indicadores gerenciais?

Para ampliar sua participação de mercado e aumentar as vendas, cada vez mais é importante que as empresas do varejo façam a medição de indicadores gerenciais. Eles permitem perceber tendências e oportunidades, detectar problemas e definir ações para melhoria do desempenho organizacional.

Pense nisso: os indicadores expandem o conhecimento sobre as dinâmicas do negócio e são imprescindíveis para suporte do processo decisório.

Interessado em entender como utilizá-los no seu negócio? Então continue a leitura deste post, porque vamos explicar como isso funciona na prática!

Como funcionam os indicadores gerenciais?

Os indicadores servem para medir o desempenho de processos, pessoas e produtos, entender as circunstâncias (sazonalidades e conjunturas internas e externas) e aperfeiçoar o gerenciamento empresarial com base nas informações obtidas.

Como definir indicadores gerenciais no varejo

Os indicadores devem medir os fatores que impactam diretamente na lucratividade e na sustentabilidade da empresa. Assim, devem ser relevantes, abrangentes e com baixo custo de apuração.

É importante ainda que seja adotada uma metodologia simples de coleta e tratamento de dados. O ideal é que as informações sejam apuradas em intervalos regulares para possibilitar análises comparativas e evolutivas.

A forma de apresentação — gráficos, estatísticas, painéis etc. — deve facilitar o entendimento imediato da informação e apoiar significativamente o processo decisório.

Quais são os principais indicadores para o varejo?

É possível mensurar os resultados no varejo utilizando diversos indicadores, tais como:

Ticket médio de vendas

Para chegar ao valor é preciso dividir o faturamento pelo total de vendas realizadas. O objetivo é entender melhor o desempenho da loja, por exemplo, em determinado período, avaliando as iniciativas que têm dado mais resultado.

Além do cálculo do ticket médio de vendas, também é possível mensurar esse indicador para cada vendedor e por cliente. Nesse último caso, conseguimos saber quanto é o gasto médio de cada cliente e, a partir daí, desenvolver estratégias que ajudem a elevar o valor do ticket médio para um número maior de consumidores, por exemplo.

Índice de Satisfação do Cliente

Esse indicador de desempenho pode ser medido a partir da realização de pesquisas de satisfação. Há vários modelos que podem ser adotados, porém é importante trabalhar com uma metodologia quantificável, solicitando, por exemplo, que os clientes deem uma nota de 0 a 5 para o atendimento da loja.

Ao acompanhar a evolução desses números o varejo consegue ter uma visão mais clara sobre a qualidade dos serviços prestados e, claro, tem como adotar as medidas necessárias para melhorar a operação como um todo.

Lembre-se de que é fundamental monitorar o Índice de Satisfação do Cliente em relação aos produtos, serviços e atendimento.

Custo de aquisição de clientes (CAC)

Quanto a empresa gasta efetivamente para transformar um lead em cliente? É a resposta para essa questão que vamos obter com esse indicador.

Para fazer o cálculo, basta somar todos os gastos da empresa na atração e conversão dos clientes (esforços de marketing, de vendas, remuneração da equipe, tecnologia etc.) e dividir esse montante pelo número de clientes obtidos no período.

A regra é simples: quanto menor for esse custo, maior a lucratividade da empresa. Ou seja, uma boa estratégia gerencial deve visar a redução desse índice.

Índice de Inadimplência

Esse é um dado que precisa ser acompanhado com atenção, até porque um alto índice aumenta os riscos para a operação como um todo.

A princípio considera-se inadimplente o cliente que está em débito com a empresa por mais de 90 dias, porém sem ultrapassar o período de 180 dias (nesse último caso, a cobrança precisa ser encaminhada para o jurídico e entrará numa outra conta).

Para calcular esse indicador vamos começar subtraindo do total de faturamento previsto os recebimentos ocorridos no mês. Se a previsão era de entrada de R$ 110 mil reais e chegamos ao final do mês com R$ 100 mil, nesse caso, a loja tem um débito de R$ 10 mil naquele mês.

Considerando os períodos de 90 e 180 dias, é preciso somar as parcelas com pagamento pendente em cada mês e dividir pelo total de títulos emitidos no mesmo período para chegar ao Índice de Inadimplência.

Hoje os softwares de gestão financeira fornecem esse tipo de dado, mas é importante ter em mente que esse índice precisa ser mantido baixo.

Margem de contribuição por produto

Qual o lucro obtido em cada venda? É esta a informação obtida com esse tipo de indicador. O cálculo é simples: subtraia do valor obtido com a venda os custos diretos e as despesas variáveis.

É um dado importante para se avaliar a importância de cada produto na composição dos resultados da empresa.

Taxa de conversão de vendas

Este é um indicador que ajuda a empresa a entender a eficiência de suas estratégias de marketing e de vendas. Para chegar ao índice é preciso dividir o número de clientes atendidos (ou seja, oportunidades que foram abertas) pelo total de vendas efetivadas.

Fique atento: é importante detectar os gargalos que estão ocorrendo no processo. Se a desistência do cliente ocorre logo no início, pode haver um problema com a abordagem. Se acontece no final, é preciso avaliar melhor as condições da venda.

Return on Investment (Retorno sobre Investimento)

A análise do ROI tornou-se prioritária para as empresas e para os gestores, que precisam ter como comprovar, de forma efetiva, qual o retorno financeiro gerado para a empresa a partir daquele investimento.

O ROI pode ser calculado para praticamente todas as iniciativas da empresa, seja na administração ou na área de comunicação. O importante é ter em mente que devemos nos ater aos resultados gerados para o negócio, não vamos trabalhar com questões subjetivas.

Por exemplo, na área de comunicação, é possível analisar qual foi o desempenho obtido com determinada campanha. O cálculo é simples: investimos R$ 1.000 e geramos, no final do período, vendas que totalizaram R$ 2.000 em vendas, ou seja, chegamos a um ROI de 100%.

Análise de vendas por produto

A análise de vendas por produtor possibilita quantificar o volume de vendas e devoluções diário, semanal, mensal e anual de um produto em cada ponto de venda (PDV), descobrindo os períodos de picos e quedas de vendas (sazonalidades).

A análise dos resultados permite a realização de promoções, readequação de portfólio comercial e melhorias no manuseio, armazenagem e exposição de produtos.

Análise de vendas por processo

Nesse caso, o indicador possibilita saber quais campanhas de vendas geram maiores resultados, avaliar o processo de aquisição de estoque e entender quais canais de vendas e condições comerciais são preferidos pelos seus clientes — por proporcionarem uma melhor experiência no processo de compras.

É a partir desse tipo de análise que o varejo tem condições de fazer a remodelagem dos processos comerciais e a adequação física ou tecnológica dos canais de vendas. Além disso, pode determinar melhorias no processo de negociação com fornecedores.

Análise de vendas por pessoa

A partir da análise de vendas por pessoa podemos saber quais equipes e indivíduos geram maiores volumes de vendas, em quais canais e com quais produtos.

Os seus resultados ajudam a promover ações de treinamento para os vendedores, visando a ampliação dos seus conhecimentos técnicos e operacionais sobre os processos de vendas e o compartilhamento de experiências e técnicas de vendas das equipes de alta performance com as demais equipes.

Os indicadores gerenciais são uma importante ferramenta de análise de vendas, dando suporte para a tomada de decisões e implementação de ações que promovam a redução de custos operacionais, melhoria da eficácia dos processos, aumento das vendas, da produtividade e dos ganhos financeiros do negócio.

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Conheça 10 tendências e novidades para seu PDV

O avanço tecnológico trouxe tendências nos últimos anos que terão impacto direto na forma como os negócios no varejo funcionam, especialmente nos Pontos de Venda (PDV). Dentre as novidades para PDV, está a integração cada vez maior entre o ambiente virtual e o físico, como pode ser evidenciado pelo avanço de plataformas multicanais, pelo digital signage, o showrooming e o Omnichannel.

O que vemos são transformações na maneira de se relacionar com consumidores num ambiente dinâmico e transparente. Isso graças à facilidade de se consultar dados de produtos pelos smartphones, tablets e outros aparelhos dos próprios clientes e pela troca de informações de forma instantânea entre eles.

Para descobrir as tendências de PDV que estão ganhando o mercado, confira nosso post!

1. PDV e sua importância

O PDV é o ponto de contato entre a marca e o cliente. Pode ser tanto virtual, quanto físico e envolve a construção de um cenário que vai proporcionar uma compra agradável para o cliente. O PDV inclui a logística do espaço, o treinamento dos funcionários, a disposição dos produtos, a decoração, etc.

O gestor ou empreendedor deve, portanto, estar atento as novidades para o PDV a fim de proporcionar uma experiência cada vez mais prazerosa e única para os consumidores, aumentando a visibilidade da marca e fidelizando clientes.

Conheça agora as novidades para PDV que estão sendo aplicadas no comércio!

1. Digital signage no PDV

Digital signage é o termo em inglês para sinalização digital, ou seja, um painel eletrônico que pode ser colocado numa vitrine, caixa, balcão, prateleira ou parede de um PDV. Ele mostra informações sobre produtos, incluindo preço, características técnicas, condições de pagamento, opções de modelos, vantagens etc.

Uma estratégia com vários deles espalhados pelo local ajuda a destacar determinados produtos, fazendo-os mais desejados pelos clientes. Esses displays são bastante chamativos, pois conseguem atrair a atenção por meio das imagens facilmente, além de poderem influenciar nas decisões de compra dos consumidores.

2. Hot points melhor aproveitados

Hot points são aquelas regiões de um PDV que costumam atrair mais a atenção das pessoas. São os locais de destaque, com melhor exposição e facilidade de acesso. Por exemplo, vitrines centrais ou prateleiras no começo dos corredores.

A tendência é otimizar esses pontos com decorações cada vez mais voltadas a identificar a marca, ressaltando sua personalidade. Isso porque muitos dos clientes são fiéis a algumas marcas, sentindo-se mais à vontade para realizar compras nessas empresas.

Especialmente aqueles que estão longe de casa e encontram na decoração do PDV um ponto familiar, algo em que eles confiam.

3. Visual Merchandising e Storytelling

O storytelling envolve a arte de contar histórias de modo a se aproximar dos consumidores e oferecer experiências de valor para eles. Nos PDVs isso pode ser feito por meio da decoração, utilizando os elementos de merchandising. Dessa junção surge o visual merchandising.

Essa é uma tendência que se consolida cada vez mais no varejo, pois narrar histórias por meio de aspectos visuais da marca ajuda a influenciar e transmitir mensagens aos clientes.

4. Showrooming cada vez maior

O showrooming é uma tendência ligada a hábitos de consumidores, originado graças ao maior acesso tecnológico. Basicamente, é quando os clientes experimentam produtos no espaço físico dos PDVs, porém utilizam smartphones ou outros dispositivos para pesquisá-los e comprá-los no ambiente virtual.

As empresas precisam conciliar essa prática de modo a impulsionar seus canais onlines, enquanto os clientes ainda estão em seus espaços físicos.

5. User experience

Sabendo que todo mundo carrega seus smartphones para dentro das lojas, o que pode ser feito para melhorar a conectividade no interior da empresa da marca com o consumidor?

O user experience é uma oportunidade do empreendedor oferecer uma experiência de qualidade para o seu cliente, permitindo a complementação das compras onlines e físicas.

Uma forma de fazer isso é criando aplicativos da loja ou estabelecendo canais de comunicação e relacionamento efetivo com o cliente.

6. Omnichannel (multicanais de contato com os clientes)

O consumidor omnichannel também é outra novidade impulsionada pela tecnologia, já que esse tipo realiza compras em dispositivos móveis, notebook, televisão, rádio etc.

Ou seja, ele está presente em múltiplas plataformas, de modo que as marcas que estiverem interessadas nele precisam desenvolver formas de atendê-lo e conquistá-lo nesses locais.

É preciso aproveitar as possibilidades tecnológicas para se posicionar nesses meios, tornando o relacionamento com o cliente mais próximo. Um exemplo é o e-commerce, ou seja, lojas virtuais em que as compras e pagamentos são feitos via web.

7. Popularização de plataformas multicanais

O fenômeno do omnichannel vem junto com a popularização das plataformas multicanais, em que tanto ambientes físicos quanto virtuais se interligam.

Os clientes hoje podem realizar compras em e-commerces e sacar seus produtos nas lojas físicas, não precisando esperar pela entrega. Também podem fazer compras em PDVs físicos, porém monitorar a entrega e a documentação na web.

O que está em jogo é a capacidade de integrar o físico e o virtual conforme a demanda, perfil e necessidade de cada cliente.

8. Realidade aumentada e os provadores digitais

A realidade aumentada também é outra novidade que dá seus primeiros passos para se tornar constante na vida das pessoas.

Essa tecnologia é a base dos provadores digitais que têm revolucionado os PDVs ao redor do mundo.

Grandes telas digitais cumprem a função de vitrines e espelhos, possibilitando ao cliente uma experiência dinâmica e interativa com o produto.

No caso dos espelhos digitais, a tela exibe sobre o corpo da pessoa a roupa ou fantasia, que pode ser medida de acordo com a numeração do cliente. Além disso, a pessoa pode experimentar diferentes cores da mesma peça e navegar por combinações de roupas diferentes com mais praticidade e rapidez.

Tecnologias parecidas são usadas em lojas de maquiagem e até em restaurantes, que contam com mesas touch screen em que o consumidor consegue acessar o cardápio, organizar a mesa conforme sua preferência e até solicitar um táxi.

9. Localização de interior

O uso de dispositivos móveis no interior de lojas e estabelecimentos abrem o caminho para reconfiguração dos PDVs. Por meio da movimentação do cliente monitorada via GPS, é possível perceber qual o trajeto feito pelo cliente nos corredores da loja, em quais pontos ele ficou por mais tempo e quais as seções são pouco visitadas.

A partir desses dados é possível pensar na otimização do espaço de vendas a fim de garantir uma experiência ainda mais prazerosa para o cliente, assim como definir estratégias de vendas, promoções e circulação de determinados produtos.

10. Avanços tecnológicos em automatização e gerenciamento de dados

A automatização de algumas funções nos PDVs, como as ligadas a estoque e atendimento, por meio de robôs e interfaces tecnológicas é algo que já ocorre em algumas empresas nos países desenvolvidos. O resultado é a otimização do atendimento em seu PDV.

A quantidade de dados gerados a partir do mapeamento do comportamento do consumidor na loja física e na web possibilita a criação de uma base de dados que vai orientar as estratégias da empresa.

O uso de Big Data é uma das ferramentas para compreender usuários e, consequentemente, oferecê-los o produto certo, no momento certo.

Quem quiser se manter competitivo e melhorar as estratégias para o seu PDV precisa ficar de olho nessas tendências.

O que as novidades mostram é que as interfaces digitais estão cada vez mais inseridas dentro do comércio varejista, assim como as informações obtidas pelo comportamento do cliente na loja física e no ambiente virtual.

Por meio da análise dessas informações, a empresa vai conseguir planejar e traçar as melhores estratégias na elaboração dos pontos de venda. Adotando essas novidades para PDV, os resultados vão ser o aumento das vendas e a melhora no relacionamento com os clientes.

E se você conhece mais alguma novidade que deixamos de fora, que tal compartilhar conosco nos comentários? Deixe a sua mensagem!

10 tendências do varejo mundial para ficar de olho

Parece que o mundo está mudando em uma velocidade cada vez mais acelerada, não é mesmo? A internet, os dispositivos móveis, as redes sociais. Cada nova tecnologia chega para alterar a forma como vivemos, especialmente nossos hábitos de consumo.

Para as empresas, estar por dentro das tendências do varejo é mais do que nunca uma necessidade, em um mercado que só tende a se tornar mais acirrado e competitivo. Se manter atualizado significa sobreviver, se destacar perante uma diversidade de opções para conquistar cada vez mais clientes.

Veja, a seguir, algumas dessas tendências e como se adequar a elas para não perder nem mais um precioso minuto.

1. Era do cliente

Mais do que nunca, vivemos hoje em uma época de muito poder do cliente. Por meio de dispositivos móveis, ele se informa sobre produtos e serviços de seu interesse, pesquisa preços e ainda consegue propagar suas queixas e insatisfações de forma nunca vista antes, por meio das redes sociais.

Não é pra menos que chamamos os tempos modernos de a Era do cliente, em que, além de ter sempre razão (porque já chega na loja munido de informações que antes não tinha acesso), ele ganha voz. Por isso, é essencial despender todos os esforços possíveis para treinar seu time de vendas e de atendimento ao cliente e para atender a esse consumidor sempre da melhor forma possível.

2. Omni channel

Outro ponto crucial dos novos tempos em que vivemos é o poder que a internet móvel conquistou. Além do acesso do cliente à informação a todo momento, pelo celular ele já faz transações bancárias, compras online e avaliações.

Hoje, mesmo quem não faz compras pela internet, acaba passando por etapas de consumo digitais, como a pesquisa por preço e a busca por opiniões que o ajudem na decisão de compra.

Assim, pensando nos clientes mais conectados, uma das maiores tendências no varejo atualmente é o chamado Omni Channel (ou venda multicanais). A ideia é simples: se os consumidores estão conectados nas redes sociais e no Google para realizar suas compras, as marcas precisam estar também nesses canais para atendê-los.

3. Marketing 3.0

A geração de jovens nascidos entre 1980 e os anos 2000 tem sido um dos desafios do comércio varejista por sua forma nova de se relacionar com as marcas. Com acesso rápido e fácil a um volume intenso de informações, os millennials têm, em sua grande maioria, perfil impaciente e acelerado e são consumidores que exigem qualidade e transparência na hora de obter produtos ou serviços.

As ambições, necessidades e desejos dessa nova geração têm tudo a ver com o chamado marketing 3.0, que pede propósitos claros e ações mais autênticas das empresas.

4. Storytelling

Método bastante usado como forma de as empresas se envolverem com seus clientes, o storytelling é uma forma de contar a história da empresa de uma forma mais envolvente para o público, com a qual ele possa se identificar e sentir-se parte da identidade da marca.

É um verdadeiro mecanismo de aproximação entre empresa e consumidor e deve ser usado contando a história da marca com paixão, personalidade e as características humanas que formam o negócio.

Para isso, crie um ambiente íntimo e amigável, no qual o cliente se sinta à vontade para fazer perguntas, experimentar e aproveitar ao máximo a experiência como um todo. Resumindo, encante o cliente!

5. Liderança consciente com as tendências do varejo

Como os clientes buscam a autenticidade das marcas, é preciso transmitir de forma clara o alinhamento entre a promessa de valor do produto ou serviço oferecido e o propósito do seu negócio. Para isso, seu time de vendas precisa vestir a camisa da empresa, entendendo a fundo sua missão, visão e valores.

Ou seja, você precisa despender esforços para contratar pessoas com perfil e preparo adequados que farão um atendimento alinhado e autêntico.

6. Experiência Contínua

A experiência de compra é considerada um dos itens que mais influencia o consumidor, e pode fazer toda a diferença no sucesso ou não do seu negócio. Atualmente, esse conceito já é extremamente valorizado, apresentando uma tendência de crescimento para o futuro.

Não apenas no momento da compra, mas em todo o relacionamento do cliente com a loja, será necessário haver uma integração entre os canais de comunicação. Para tanto, é essencial que os universos online e offline conversem entre si. Clientes não mais irão tolerar um relacionamento fragmentado com seu negócio.

7. Produtos e serviços 24/7

Esse termo, muito comum nos Estados Unidos, significa “24 horas por dia, 7 dias por semana”. Em um futuro próximo, estará cada vez mais presente no vocabulário das lojas de varejo.

Existe uma demanda crescente dos consumidores por conveniência e versatilidade por parte do comércio, principalmente quando falamos de grandes metrópoles. Conceito mais comum no e-commerce, é esperado do mercado que se amplie as possibilidades de acordo com as necessidades do mercado consumidor, tanto em horários quanto nos serviços de entrega.

8. Prioridade mobile

As últimas pesquisas realizadas pelo IBGE no Brasil mostram que, hoje, o celular é o principal meio de acesso à internet da população, presente em mais de 80% das residências. A presença mobile se tornou obrigatória para qualquer negócio, e isso não é diferente para o comércio.

É essencial possuir uma plataforma online que se adeque a realidade dessa maioria esmagadora de dispositivos mobile. Crie um site responsivo a essa alternativa. Anuncie em aplicativos especializados ou desenvolva o seu. Mas não ignore o poder do celular!

9. Novas modalidades de pagamento

Cartões de crédito e débito já estão enraizados na cultura de consumo da sociedade. Mas os clientes exigem cada vez mais comodidade. E é por isso que, com a ajuda crescente da tecnologia, novos métodos de pagamento estão surgindo.

A carteira virtual é um exemplo de sucesso no exterior e tem tudo para desembarcar em breve no Brasil. Com os dados registrados via aplicativo, o pagamento pode ser feito com facilidade por biometria ou mesmo aproximando o celular. Já está presente, inclusive, nos últimos modelos das gigantes Apple e Samsung.

10. Personalização

No comércio e na publicidade, é comum vermos um relacionamento massificado com os clientes. Mas principalmente com a popularização da era digital, há algum tempo a demanda por conteúdo e tratamento personalizado vem ganhando espaço.

Um grande desafio para o varejo é introduzir novas maneiras de fazer com que seu cliente se perceba especial, único. Oferecer produtos e serviços customizados para os clientes significa ganhar uma vantagem competitiva perante os concorrentes. Em breve, tratamentos cada vez mais individualizados serão fatores decisivos na diferenciação perante os consumidores.

Nem é tão difícil acompanhar as tendências do varejo, não é mesmo? Com um pouco de interesse e disposição você consegue implementar novidades que farão a diferença em seu negócio. E você? Já segue alguma dessas tendências na sua empresa? Conta pra gente nos comentários!

7 tendências do varejo para o empreendedor ficar de olho em 2016

Já estamos chegando na metade do ano e o mercado brasileiro, afetado pela crise econômica, ainda tenta encontrar formas (e forças) para inovar, aumentar sua eficiência e atender às expectativas dos consumidores. Para começar a buscar esses objetivos, é importante estar antenado às tendências do varejo, sendo que boa parte delas já se concretizaram. Elas apontam mudanças nos meios de promover uma oferta, de relacionar-se com o público e de analisar comportamento de consumo.

Com base nisso, preparamos uma lista com as 7 principais tendências do varejo para 2016. Se você quer ficar bem informado e encontrar modos para movimentar mais o seu negócio, então, continue acompanhando!

1 – Crescimento do e-commerce

O comércio eletrônico vai na contramão do momento vivido pelo varejo tradicional — por conta disso, grandes empresas perceberam essa tendência e começam a aumentar seus investimentos na web. Essa é uma mudança necessária muito em função da concentração de mercado que começava a se construir na internet.

Players como B2W Digital (Americanas.com, Submarino.com.br, Shoptime.com.br) e Cnova (Casasbahia.com.br, Pontofrio.com.br, Extra.com.br) representam mais de 40% do comércio eletrônico, segundo dados da SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo).

A E-bit também aponta um cenário positivo no e-commerce. Em seu último relatório semestral, verificou-se que em 2015 houve um aumento de 3% de novos consumidores únicos (total de 39,1 milhões) e, em relação ao faturamento e ticket médio, a expectativa de crescimento é de 8% em 2016.

2 – Presença no mobile

A questão da adaptação do mercado ao mobile é tendência e realidade ao mesmo tempo. Isso acontece porque mesmo que os smartphones já façam parte do processo de compra pelos consumidores, ainda são aparelhos submetidos às constantes inovações tecnológicas.

Se há alguns anos muito se falava sobre a necessidade de criação de sites mobile ou responsivos, agora a tendência são os pagamentos feitos diretamente pelos dispositivos móveis. Grandes empresas já lançaram suas plataformas, como a Samsung Pay e a Apple Pay. Esse é um exemplo claro de acompanhar esse perfil de consumidores que compram cada vez mais pelo celular.

Além de sites adaptados e pagamentos mobile, vale ressaltar a necessidade de olhar com mais atenção para outras estratégias. Entre elas podemos destacar: desenvolvimento de aplicativos, ações de marketing envolvendo geolocalização e tecnologias de reconhecimento de smartphones dos clientes no PDV.

3 – Investimento em omnichannel

Omnichannel não é somente uma questão de integração tecnológica, é de cultura empresarial. A ideia é padronizar processos, inteligência, comunicação e relacionamento com o cliente em todos os canais de atendimento da empresa.

Não se trata mais de loja física, virtual e mobile, mas sim a união de todos esses canais. Essa é a visão que o consumidor precisa ver e vivenciar, afinal, a expectativa dele é, por exemplo, poder comprar no e-commerce e resgatar na loja, bem como ter um atendimento qualificado nos dois ambientes. A finalidade é fazer com que o cliente perceba que há uma unidade que represente a mesma marca que ele interage.

4 – Maior uso do Big Data

Big data não se trata apenas de armazenagem de grandes e importantes dados, mas sim de gerenciá-los para gerar resultados. É uma ferramenta de inteligência a serviço de gestores e diretores para ter insights para a empresa, tendo como base o comportamento dos seus leads e clientes.

Todas as interações digitais produzem dados, seja um cadastro no site, o histórico de compras ou a localização do cliente registrada no GPS. São informações passíveis de monitoramento e devem ser usadas como base de conhecimento das necessidades e preferências dos consumidores.

Portanto, se você é um varejista que se preocupa em entregar uma experiência memorável aos seus clientes, comece a considerar os benefícios que o Big Data pode proporcionar. Sua aplicação é muito útil para dar mais precisão às ações de marketing e aprimorar oatendimento.

5 – Foco em experiência de consumo

Experiência de consumo tem tudo a ver com expectativas, impressões e satisfação de um cliente com uma marca. Envolve todos os pontos de contato do consumidor com a empresa, como atendimento, navegação no site, acompanhamento de pedido, presença na loja física, etc. Seus objetivos são atender às exigências do público e fortalecer a imagem da marca. Tal área é tão importante que em muitas organizações já possuem seus próprios setores ou estratégias, denominadas de CX (Customer experience).

Atualmente, o que dita uma experiência de consumo memorável é a personalização. Trata-se de proporcionar uma experiência individual, customizada aos interesses de cada consumidor. Com o Big Data, por exemplo, isso se torna mais simples, pois é possível estudar os clientes, entender o que precisam e, assim, entregar um serviço de modo mais assertivo.

Outras práticas de aprimoramento da experiência de consumo são: desenvolver um site com navegação intuitiva, ter agilidade no atendimento, fazer o cliente se sentir confortável na loja e tudo que proporcionar satisfação ao consumidor enquanto ele se relaciona com a sua empresa, não importa se for fisicamente, pelo desktop ou via mobile.

6 – Exploração de nichos de mercado

Neste tópico, vamos dividir essa questão em dois segmentos: nichos geográficos e nichos de interesse.

Nichos geográficos

Tem relação com a expansão territorial das marcas. As empresas, em especial os grandes varejistas, começam a atuar nos mercados mais locais, como em periferias, comunidades, bairros, distritos e cidades menores. A ideia é facilitar o acesso, por parte do público, a determinados produtos e serviços, antes presentes apenas nos grandes centros.

Não é só uma forma de descentralizar seus negócios, mas sim de aproximar-se de consumidores que enfrentam dificuldades para locomover-se pelas metrópoles. Contudo, não basta apenas criar uma filial, é importante se comunicar e entender o papel que uma média/grande empresa exerce na comunidade na qual se instala. Criar esse envolvimento local é aconselhável para garantir uma boa relação com aquele grupo de pessoas.

Nichos de interesse

Já essa segmentação tem a ver com as ofertas e demandas mais customizadas. Também é uma forma de descentralização, só que nesse caso de produtos. Por exemplo, em vez de oferecer uma maior quantidade e pouca variedade de produtos, é feito o inverso: abre-se um leque maior de ofertas em uma menor quantidade.

O que se busca com essa prática é atender uma demanda mais individualizada e heterogênea. O que se vê atualmente é uma grande variedade de estilos de vida, comportamentos e atitudes — isso, consequentemente, leva a desejos de compra diversos.

7- Uso de soluções pré-pagas

Uma tendência entre os consumidores brasileiros em 2016 é fazer compras mais planejadas. O poder aquisitivo diminuiu e, com isso, as pessoas buscam formas de ter mais o controle dos seus gastos. Uma das soluções mais interessantes nesse cenário são as modalidades de pagamento pré-pago, como cartões presentes e pré-pagos recarregáveis da loja, por exemplo.

Esse modelo de troca/pagamento é uma boa alternativa porque gera previsibilidade e flexibilidade tanto para o consumidor quanto para a empresa. Para o cliente é relevante porque ele sabe o quanto tem para gastar, elimina os riscos de endividamento e não fica preso a contratos e mensalidades, tornando a compra mais racional. Para as empresas é importante porque você passa a receber adiantadamente e ainda pode gerar mais receitas com o saldo não utilizado pelo público.

O primeiro passo para aumentar as vendas no seu varejo foi dado: entender como as tendências listadas interferem no comportamento de empresas e clientes. Elas envolvem um mix de mudanças tecnológicas, estruturais e, especialmente, culturais. O desafio agora é analisar o seu atual modelo de negócios, reavaliar processos e estratégias e definir quais dessas orientações devem ser aplicadas.

Quais dessas tendências do varejo você acredita que mais fará a diferença no mercado? Qual delas você já adota? Compartilhe sua opinião e participe nos comentários!

5 tendências do mercado no exterior para ficar de olho!

É indispensável dispor de uma visão ampla e pensar estrategicamente para acompanhar as inovações que o mercado — cada vez mais instável e dinâmico — exige. Executivos tomadores de decisão devem ficar antenados em busca de reflexões e insights para multiplicar ideias dentro da organização e assegurar que sua empresa não fique para trás em meio a um cenário tão competitivo.

Que tal saber mais sobre as tendências do mercado no exterior? Confira, neste post, como elas podem influenciar o varejo brasileiro em 2016!

1 – Integração de canais de venda

O fato de os consumidores estarem conectados e expostos a informações 24 horas por dia, faz com que empresas e líderes tenham a necessidade de abandonar ações que separam o online e o offline, para dar lugar ao novo conceito de venda All line, que visa integrar os canais de vendas e evidenciar que marca deve ser única, independentemente do meio.

Trata-se de um processo complexo — por exigir muita capacitação, um forte propósito da marca e um senso de pertencimento entre os envolvidos — e revela a necessidade das empresa buscarem ações e ferramentas capazes de obter informações e, assim, gerar conhecimento assertivo sobre os clientes, produtos, necessidades e desejos.

Um exemplo disso é o Big Data que, cada vez mais difundido, é utilizado para proporcionar um atendimento personalizado e de acordo com o perfil de cada consumidor.

2 – Ampliação da Tecnologia de Smartphones

Em tempos de alta conectividade e velocidade, a tecnologia móvel já é uma realidade, com o aumento do números de aparelhos smartphones. A grande sacada é desenvolver estratégias de marketing, pensando nesse tipo de dispositivo e focando na experiência do usuário ao criar uma aproximação e ampliar a interação do consumidor com a marca.

Entre os recursos tecnológicos, estão as ações que integram o cartão de crédito ou da conta do telefone para efetuar pagamento por meio do aparelho móvel.

3 – Geração do Streaming

A geração do streaming cresce velozmente e é composta, em sua maioria, por adolescentes, segundo pesquisa do ConsumerLab. São consumidores vorazes e que estão dentro de plataformas, como o YouTube, Netflix e de jogos online.

Desse modo, fica clara a importância de oferecer a alternativa do uso de cartão pré-pago para facilitar o acesso a tais conteúdos para um público que talvez não poderia comprar sem o uso de cartão de crédito ou débito.

4 – Experiência de Consumo

Como os clientes estão mais exigentes — com acesso facilitado ao leque extenso de opções para consumo — é um ponto vital a forma como estes interagem com a empresa. Alguns fatores como a qualidade de performance dentro do site, pagamentos eletrônicos com segurança ou a qualidade no atendimento são capazes de influenciá-los de positiva ou negativamente.

Nesse sentido, a Experiência de Consumo é uma preocupação que a empresa deve ter para direcionar suas estratégias de maneira efetiva e com foco no consumidor. Desse modo, resoluções, inovações e autenticidade contribuirão para o engajamento dele com a marca, produtos e serviços.

5 – Economia de Compartilhamento

Na Economia de Compartilhamento e colaborativa, investir em parcerias estratégicas — entre indústria e varejo, empresas de meios de pagamentos e prestadoras de serviços, por exemplo — é um fator fundamental para as empresas alcançarem níveis superiores de performance e garantir sua sobrevivência no mercado.

Essa atitude leva à redução de prazos de desenvolvimento de produtos e soluções, ou seja, reduz o tempo entre análise de um produto e a sua disponibilização para a venda.

Em meio ao cenário econômico atual brasileiro, reciclar os processos e aplicação da tecnologia, capacitação de equipe e eficiência de todo sistema de valores alinhando às mudanças e evoluções da sociedade e do comércio, certamente garantirá a construção de bases consistentes e sustentáveis para superar metas e desafios próximos — só assim será possível posicionar sua empresa à frente no mercado.

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