9 dicas para aumentar as vendas no seu varejo!

Acreditamos que todo dono de loja tem como foco principal alcançar o sucesso. Por conta disso, o aumento das vendas no varejo acaba figurando no topo da lista de preocupações desse empreendedor.

No entanto, para não ter que lidar com esse tipo de problema, é preciso utilizar as estratégias certas, que garantam a boa saúde dos negócios, principalmente em médio e longo prazo.

Por essa razão, nosso post de hoje vai oferecer 9 dicas práticas para turbinar as vendas sem abrir mão da qualidade no funcionamento do seu estabelecimento. Quer conhecê-las? Vamos lá!

Como aumentar as vendas no varejo?

Para o leigo, a proposta parece simples: preço baixo = mais vendas. Só que o verdadeiro empreendedor sabe que não é bem assim que as coisas funcionam. É preciso estar atento a todo o universo que cerca o seu estabelecimento para, somente assim, poder oferecer não apenas um preço convidativo, mas também garantir a subsistência do negócio.

Nossas dicas para aumentar as vendas no varejo são bem práticas e objetivas, passando por diversos setores, para fazer com que tudo possa funcionar de forma satisfatória e em conjunto.

1. Otimizar a gestão do tempo

Vamos começar com um dos pensamentos mais populares dos seres humanos: querer que o dia tenha mais do que 24 horas. A grande questão é que o dia poderia ter 1200 horas e continuar “não dando tempo” de fazer tudo o que é necessário.

Para poder aproveitar o tempo da melhor maneira possível é preciso aprender a ser organizado, mapear e conhecer muito bem os processos que envolvem seu negócio — para, assim, encontrar e sanar os gargalos e problemas dentro da loja.

Ao fazer essa faxina interna e conseguir gerenciar melhor o seu tempo, você vai aprender a coordenar melhor as ações de cada membro da sua equipe, planejar os próximos passos e medir os resultados das ações, de modo a ser capaz de modificar o que não está dando certo.

2. Melhorar a captação de pedidos

Já considerou como funciona a jornada do cliente no seu negócio? Perceba como as pessoas se comportam e analise o que a sua loja pode fazer para ajudá-las a tomar decisões de compra de forma mais rápida e objetiva.

Isso pode significar uma equipe de vendas mais atenta ao visitante (voltaremos a esse tema daqui a pouco), um layout do espaço (virtual ou físico) mais claro, informações (preço, marca, pagamento) bem destacadas e caixas com sistema rápido.

3. Organizar a gestão financeira

Lá no início do post falamos que preço baixo não é garantia de sucesso. A verdade é que é imprescindível investir em boas soluções para uma gestão financeira eficaz. É necessário conhecer o perfil do seu cliente, os competidores diretos e indiretos, os fornecedores, a sazonalidade do negócio e os compromissos indispensáveis.

Estando ciente de todas essas questões, você estará pronto para criar uma estratégia que permita que seu estabelecimento consiga não apenas pagar as contas, mas dar o devido retorno de investimento.

4. Investir nos recursos humanos

Sua equipe é seu bem mais precioso — e saiba que ela pode ser uma ótima fonte para aumentar as vendas no varejo! Invista em transformá-los em profissionais cada vez melhores, seja por meio da valorização das suas capacidades ou da adoção de treinamentos motivacionais.

Mais do que fazer com que eles “vistam a camisa”, é preciso transformá-los em fãs e defensores do seu negócio.

5. Aplicar uma estratégia de merchandising

O merchandising é um conjunto de técnicas de exposição e ambientação utilizadas no ponto de venda para aumentar o desejo dos clientes pelos produtos, estimulando a venda.

Por meio dessa estratégia, as mercadorias ganham um destaque especial aos olhos do público, cujo cérebro passa a operar em modo inconsciente. Não à toa, a maior parte das compras que fazemos no dia a dia não são planejadas: acontecem por impulso.

Existem vários princípios de merchandising que você pode utilizar para destacar seus produtos no PDV, como:

  • crie vitrines atrativas e com poucas mercadorias em destaque. A apresentação de muitos produtos de uma vez acaba dissipando a atenção, de modo que o cliente vê tudo, mas não enxerga nada de maneira especial;

  • organize o layout da sua loja de maneira estratégica, para que o cliente circule o máximo possível e tenha contato com diversos tipos de mercadoria;

  • para comprar mais, o cliente precisa se sentir bem dentro do estabelecimento. Viabilize corredores amplos, ventilação, sinalização adequada de mercadorias e aromas diferenciados para garantir uma experiência de compra confortável e estimulante;

  • utilize displays, ilhas e outros recursos oferecidos pelos fornecedores para aumentar o interesse por produtos. Mas cuidado com excesso de informação: em merchandising, menos é sempre mais! Encontre o equilíbrio perfeito para conquistar a atenção do cliente com maestria!

6. Explorar possibilidades das redes sociais

As ferramentas de marketing digital não podem faltar na estratégia de divulgação das lojas de varejo: elas representam uma das formas mais assertivas de contato com o consumidor e o investimento pode ser otimizado conforme a disponibilidade de verba.

Uma boa forma de começar é criando perfis em redes sociais, como Facebook e Instagram. Estude o comportamento do seu cliente nos canais digitais e adeque o conteúdo publicado conforme suas preferências e necessidades.

Nesses canais, a divulgação de promoções com imagens de mercadorias pode ser muito útil para atrair clientes, mas cuidado para não fazer excesso de postagens com esse formato e intenção: o ideal é variar o conteúdo, publicando também frases de impacto, vídeos com tutoriais de uso dos seus produtos e outras dicas relacionadas à sua área de atuação.

7. Adotar a cultura do up selling e do cross selling

Você já ouviu falar nesses termos? São técnicas de venda que sugerem ao cliente levar sempre algo a mais do que o planejado, como se eles estivesse sendo beneficiado com essa ação.

No caso do up selling, são oferecidos recursos adicionais ao produto central. Em lanchonetes de fast food, por exemplo, essa estratégia é muito comum: os atendentes sempre sugerem ingredientes adicionais por um preço promocional.

Já no cross selling, o vendedor indica mercadorias complementares, técnica muito eficiente no varejo de roupas, por exemplo. Com o discurso certo, é possível vender looks completos, não somente peças individuais.

Para fazer bom uso dessas técnicas, é importante que o vendedor aprenda a investigar as preferências do cliente de forma sutil, bem como mapear e roteirizar todas as oportunidades com potencial de venda adicional.

8. Diversificar canais de venda

A sobrevivência das lojas de varejo na era digital depende da diversificação dos canais de venda. Que tal investir em e-commerce e dedicar-se aos seus clientes no universo mobile (smartphones e tablets), com a elaboração de aplicativos que ajudem a fechar cada vez mais negócios?

9. Aposte em cartões pré-pago

Outra possibilidade que vem ganhando espaço é a solução dos cartões pré-pagos. Além de poder ser adotada por qualquer tipo de varejo, eles são uma ótima forma de aumentar o ticket médio de venda, já que muitas pessoas acabam gastando mais do que o valor carregado. Vale a pena conhecer e apostar nessa possibilidade o quanto antes!

O indicado é que você se dedique a encontrar sempre soluções que ajudem a captar e reter a clientela, fazendo com que a sua marca se destaque e seja sempre a primeira opção na hora de fechar negócio!

Gostou das nossas dicas para aumentar as vendas no varejo e tem outras boas ideias que já ajudaram seu negócio? Deixe um comentário e conte pra nós. Você também pode ajudar outros vendedores a crescerem ainda mais!

Estratégias de merchandising: como verticalizar os produtos do PDV?

Estratégias de merchandising são essenciais para varejos de qualquer porte. Ao expor os produtos no ponto de venda (PDV), além de deixar acessível diferentes possibilidades aos clientes, organizá-los e armazená-los funciona como uma estratégia de merchandising — até porque estão ali para atraírem compradores e gerarem receitas.

E a verticalização de mercadorias nas unidades do varejo é uma técnica eficiente para todas essas funções. Por isso, seu potencial é aproveitado na maioria das empresas do comércio que possuem PDVs. Porém, é preciso saber como aplicar o método corretamente.

Então, neste post, vamos abordar sobre as melhores estratégias de merchandising e a importância da verticalização para ajudá-lo nesse processo mercadológico. Confira:

Entendendo o conceito da verticalização

Primeiramente, você deve compreender o que é o conceito de verticalização, pois não se trata apenas de utilizar móveis e alocar os produtos em altura progressiva. Esta é uma estratégia de merchandising e que também faz parte das questões organizacionais do ponto de venda.

A verticalização facilita que os consumidores encontrem o que desejam nos corredores, mas de forma a atrair a atenção deles. Para isso, obedeça a padrões de disposição, como o de colocar produtos com menos saída sempre do lado esquerdo, pois é de onde as pessoas começam a ler e normalmente fazem isso para ver melhor os itens ali dispostos.

E use a mesma prática para alocar objetos: para o sentido vertical, de cima para baixo — como também segue a nossa leitura. A verticalização dos produtos gera uma organização visual, que ocorre tanto disposição dos produtos nos sentidos mencionados (esquerda para direita, cima para baixo), quanto nas cores dos produtos.

As cores também têm papel importante na padronização e exposição dos produtos e facilitam muito a experiência de compra do consumidor final, que consegue visualizar as informações de forma mais ordenada e também atrativa.

Definindo a melhor organização para seu negócio

Ainda que haja os padrões de leitura para visualização das ofertas, você pode adequar os modelos do modo que melhor funcionem dentro do seu varejo. A disposição pode ser feita por cor, tamanho ou peso de produto.

Por exemplo, se para uma empresa a melhor definição organizacional é por cores e tamanhos, as prateleiras podem estar com as linhas em mesmas cores e com os tamanhos se diferenciando pelas colunas — ou vice-versa. Com um bom nível organizacional, compradores podem também acabar decidindo ver mais itens que não estavam nos seus planos.

Melhores estratégias de merchandising para verticalizar os produtos no PDV

Como mencionamos, você vai definir o que se adequa melhor ao seu empreendimento, afinal, não existe uma única maneira correta para a exibição dos produtos.

A verticalização é necessária para uma melhoria da exposição e reposição dos produtos no ponto de venda, em especial os locais de autoatendimento, nos quais a pessoa costuma escolher o que quer, sem o auxílio de um vendedor.

Para ficar mais claro, vamos mostrar como você pode usar estratégias de verticalização nas gôndolas e prateleiras, inclusive combinando-as com as de horizontalização. Veja abaixo:

Verticalização das cores, modelos horizontalizados

Essa opção trabalha com cores dispostas em modo vertical e diferentes modelos de modo horizontal. Ao olhar, o cliente perceberá uma variedade de modelos na horizontal, e uma padronização de cores olhando de cima para baixo.

Verticalização dos modelos, cores horizontalizadas

Ao contrário do modelo anterior, essa disposição visa alinhar as cores na horizontal e os modelos na vertical. Ou seja, modelos iguais de cima para baixo, cores iguais da esquerda para a direita.

Cores verticalizadas, produto por tamanho e horizontalmente

Esse cenário mostra uma horizontalização de produtos de acordo com o tamanho, sendo os menores nas partes de cima e os maiores abaixo. As cores são dispostas de maneira vertical.

Verticalização por cores

Esse é o caso de um único tipo de produto, ele também pode ser verticalizado de acordo com cores (se for o caso).

Por exemplo, um balde de plástico nas gôndolas de um supermercado possui um único modelo e tamanho, porém diversas cores. Na hora de expor esse produto, a verticalização por cores é a mais adequada.

Para fazer isso, coloca-se da esquerda para direita as cores com menos unidades seguidas das que possuem maior quantidade. Isso porque as grandes quantidades de cor atraem os olhos do consumidor, então, deixar as poucas cores em um local estratégico auxilia no aumento de giro dessas peças.

Benefícios da verticalização ao longo do tempo

Curto prazo

As técnicas de verticalização podem trazer resultado imediato para o negócio, como o impacto direto em vendas, melhor giro de produtos parados (essencial para produtos com prazo de validade curto), melhor impressão do visual do ambiente na mente do consumidor.

Médio prazo

Redução de custos com produtos vencidos, melhor giro de estoque, ambiente mais agradável, facilidade para os funcionários em encontrar e expor os produtos.

Longo prazo

Maior clientela, fortalecimento do nome da marca, boa impressão do empreendimento, maior facilidade na reposição de produtos e aumento na lucratividade são alguns dos benefícios que podemos citar.

Manter a verticalização estabelecida é fundamental

Perceba que essa estratégia de merchandising não apenas serve para que os clientes sejam atraídos e consigam se localizar, além de dar boa impressão organizacional, ela tem a função de reter público.

Não é difícil encontrar pessoas que vão sempre aos mesmos PDVs. Os motivos para isso são vários, mas o nome é sempre o mesmo: fidelização de clientes. Para isso, é importante que eles já saibam onde estão os produtos que procuram para terem mais rápidas e melhores experiênciasde compra.

Aproveite toda oportunidade para atrair e fidelizar o cliente

Caso precise alterar os lugares dos móveis e equipamentos ou trocá-los por novos, deve ser feito o máximo possível para não gerar transtorno ao público. Porém, se não for possível tornar algo inofensivo, faça disso uma oportunidade de trabalhar o marketing sensorial do negócio.

Por exemplo, transforme essa situação em algo positivo para os clientes, visando melhorias para eles, mostrando isso de forma a promover a empresa.

Um móvel desorganizado dificulta as aquisições dos consumidores e pode fazê-los saírem do local sem comprar os itens que estavam lá, mas que eles não encontraram.

Ou seja, a não verticalização afeta a organização, torna negativa a experiência para compradores, influencia na credibilidade do comércio e ainda gera resultados exatamente distintos dos que as estratégias de merchandising tentam alcançar. Por isso, verifique o tipo de estratégia mais adequado a seu PDV e comece já a implementar.

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Sua empresa utiliza alguma técnica de verticalização nas estratégias de visual merchandising? Pretende adotar? Comente sua experiência conosco ou deixe suas dúvidas nos comentários aqui no blog!

Neuromarketing: razão ou a emoção? Descubra o que vende mais!

O neuromarketing é uma realidade. No mercado moderno, e principalmente no segmento varejista, a união de duas áreas de conhecimento — neste caso, a medicina e o marketing — abre novos caminhos para que as empresas lancem mão de técnicas eficientes para conquistar e fidelizar clientes, melhorando seus resultados de modo sustentável.

Se você ainda tem dúvidas a respeito do tema, não deixe de ler este conteúdo até o final. No post, você vai entender um pouco mais sobre o conceito, sobre os empregos da técnica como motivadora de compra e, claro, como novas experiências podem alavancar as vendas. Razão ou emoção? Descubra a seguir! Boa leitura.

O que é neuromarketing?

O precursor do neuromarketing é Gerald Zaltman, médico e pesquisador de Harvard. A fim de obter informações mais científicas e exatas a respeito das preferências de compra, aprofundando hábitos e necessidades individuais, Zaltman empreendeu estudos que contemplaram as engrenagens do cérebro diante da decisão de adquirir determinado produto ou serviço.

Na prática, o neuromarketing pontua que esse processo não é lógico e racional. Ou seja: optar por um item específico aciona atividades cerebrais que estão intimamente ligadas ao resgate de memórias, fortalecendo a importância das emoções na decisão de compra.

Quando se fala em neuromarketing, portanto, recorre-se ao conhecimento que delimita as três áreas do cérebro:    

  • reptiliano, que está ligado ao instinto de sobrevivência e é acionado por meio de emoções primitivas, como raiva e medo;    

  • límbico, que lida com emoções complexas, ativando as reações proporcionadas pelos cinco sentidos;

  • neocórtex, que encabeça o raciocínio e controla o aspecto social.

Dessa forma, é válido pontuar que a decisão de compra, ao envolver essas três áreas, toma uma forma bastante peculiar: muito embora haja a predominância do aspecto emocional, a racionalização da aquisição, via neocórtex, embute a percepção de que a compra foi efetuada com base na lógica e consciência.

Como aplicar os conceitos de neuromarketing no seu negócio?

Amparadas pelas descobertas do neuromarketing, as empresas contemporâneas vêm buscando novas formas de atrair, conquistar e reter seus consumidores. Desde então, o acúmulo de vivências tem gerado uma série de insights a respeito do que funciona, construindo uma inteligência acerca das ativações emocionais no processo de venda.

Na prática, o neuromarketing pode ser encontrado em comerciais de TV, anúncios online e em experiências no ponto de venda. Para aplicá-lo no seu negócio, extraindo resultados positivos, certifique-se de estimular os sentidos e as memórias do consumidor, ativando sensações e lembranças que fortalecem aspectos emocionais e favorecem a decisão positiva de compra.

Entre as estratégias comumente utilizadas, destacam-se, por exemplo, o apelo aos sentidos (principalmente ao olfato, com fragrâncias atrativas), o emprego da psicologia das cores e a valorização do ancoramento social.

Quais experiências podem motivar a decisão de compra?

Agora que você já entendeu o destaque do neuromarketing no mercado moderno, por que não conhecer algumas das táticas que podem ser eficientes para aumentar a conversão de compra do seu negócio?

No ponto de venda, a utilização de cartões com conteúdos diversos proporciona a valorização da experiência, diretamente ligada ao resgate de sensações e emoções — que, por sua vez, são propulsores de compra.

Ao oferecer um cartão diferenciado, zelando pelas características do público-alvo, é possível ativar áreas cerebrais que se ligam a memórias e a preferências de perfil. Cartões pré-pagos de jogos, ingressos e cursos, por exemplo, são ótimas oportunidades de envolver o cliente e conduzi-lo a uma experiência que vai além da lógica.

Afinal, conforme já ressaltamos, o neuromarketing assevera que, para além da razão, é justamente a emoção que nos faz optar por determinado produto ou serviço. Aposte nisso!

Acredita que as suas vendas podem ser positivamente impactadas por estratégias de neuromarketing? Entre em contato com a gente e saiba como podemos ajudá-lo!

Por que a tecnologia e inovação são uma vantagem competitiva?

Independentemente do setor, o mercado está cada vez mais disputado. Conseguir se destacar em meio ao mar de marcas e produtos que são oferecidos é um desafio considerável, o que leva empresas a buscar mais vantagem competitiva. Com isso em mente, podemos dizer que há dois componentes importantes aqui: a tecnologia e a inovação.

É verdade que criar novos processos e adotar ferramentas ainda pouco testadas é um risco. Porém, para garantir um lugar para o seu negócio, é necessário encontrar algo que seus concorrentes ainda não fizeram. E o resultado pode compensar bastante o investimento, desde que seja feito com o devido preparo.

Ainda não está convencido? Então, veja aqui 4 formas pelas quais a tecnologia e inovação podem se tornar uma vantagem competitiva:

1. Criação de diferenciais de mercado

Como já mencionamos, você não vai conseguir competir com empresas mais experientes fazendo exatamente o que elas já fazem, principalmente no setor de varejo. É necessário ter algo mais, especialmente em um mercado tão acirrado. E uma das formas de oferecer esse diferencial é por meio de novas tecnologias e processos inovadores.

O seu diferencial é o que vende seus produtos. Seu atendimento é mais eficiente? O produto tem um preço mais acessível? Suas soluções são mais rápidas? Foque nesse elemento e destaque-o.

2. Maior contato com o seu público

Estar próximo dos seus clientes é uma grande vantagem competitiva, e isso acontece por vários motivos. Primeiro, você terá maior acesso a informações importantes, como preferências de consumo, feedback sobre seus serviços e expectativas para o futuro. Segundo, um contato mais pessoal com seus leads aumenta o índice de fidelização.

E para alcançar essa proximidade, a tecnologia é a melhor ferramenta. Redes sociais, e-mails, fóruns e portais são facilmente acessíveis para o público. Basta criar um espaço para que o seu público interaja com a marca e você já estará muito mais preparado para enfrentar a concorrência do mercado.

3. Facilitar o dia a dia das suas equipes

Uma das utilidades das ferramentas tecnológicas é a automação. Em vez de dedicar horas de trabalho a tarefas repetitivas, monótonas e desgastantes, uma máquina assume essas responsabilidades, entregando resultados mais consistentes em menos tempo. No fim das contas, o investimento em um software de automação se compensa facilmente.

Mas a grande vantagem aqui é liberar sua equipe do trabalho operacional. Dessa forma, eles podem dedicar seu tempo e energias a tarefas estratégicas, atendimento ao cliente e melhorar a qualidade dos serviços. Ou seja, a empresa ganha uma vantagem competitiva nas duas linhas.

4. Estar à frente e aproveitar oportunidades

Inovação nem sempre é fazer algo “inesperado” e “fantástico”. Em muitos casos, trata-se apenas de começar a fazer algo simples que ninguém mais pensou em fazer. Grandes criações surgiram para solucionar problemas rotineiros e que podem ser resolvidos de forma prática.

Esse pensamento também te permite encontrar oportunidades onde ninguém mais imaginaria, estando à frente de um movimento e aproveitando ao máximo seu crescimento.

Agora você já entende um pouco melhor como a tecnologia e a inovação podem ser uma vantagem competitiva. Quer se aprofundar mais no tema? Então veja nosso artigo com dicas de inovação para varejo!

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Experiência do cliente: saiba como atrair a geração Millennials

Eles cresceram acessando a internet, acompanharam várias evoluções tecnológicas e estão sempre conectados, buscando informações que ofereçam boas experiências e bem-estar.

Essas são algumas características da geração Millennials (ou geração Y), representada pelas pessoas nascidas entre 1980 e 2000. Entender as relações de consumo desse grupo pode ajudar a sua empresa a melhorar a experiência do cliente e a aumentar as vendas.

Não sabe por onde começar? Fique tranquilo(a)! Neste artigo, você vai conferir as principais características de consumo da geração Millennials e como atraí-los. Boa leitura!

Como os Millennials se relacionam com as marcas?

A boa notícia é que essa geração consome ativamente! Para conhecer as marcas, eles abusam da tecnologia e das mídias sociais. Gostam de interagir com as empresas por meio desses canais e acabam influenciando o consumo de outras pessoas ao compartilhar conteúdos que vão ao encontro de seus interesses.

Você deve estar se perguntando: e quais são esses interesses? Os Millennials valorizam muito as experiências que uma marca pode trazer, seja por meio da personalização do atendimento, do engajamento nas redes sociais ou da identificação com os valores da empresa.

Design, praticidade e funcionalidade são algumas das principais características que eles buscam em um produto. O tamanho da marca já não é tão decisivo no momento da compra.

Um exemplo: ao comprar uma roupa, a geração Millennials se preocupa mais com o tipo de experiência que aquela peça pode proporcionar (conforto em uma viagem, boa aparência na selfie) do que com a marca propriamente dita. Eles adoram exclusividade, então sempre buscam opções de produtos que os façam se sentir únicos e diferentes.

Como conquistar a geração Millennials?

Se você deseja se destacar e conquistar a atenção desse grupo tão conectado e informado, fique atento(a) às nossas dicas:

Invista nas mídias sociais

Ter um site e postar notícias da empresa nas redes sociais uma vez ou outra não é o suficiente para criar o engajamento com a sua marca. Para atrair, encantar, cativar e fidelizar uma geração que é altamente conectada, você precisa investir nas plataformas certas, certificando-se de ser ativo e relevante.

Desta forma, abuse dos mecanismos online, que possibilitam a aproximação da sua marca com os Millennials de plantão. Isso pode ser feito, por exemplo, por meio de um blog corporativo constantemente atualizado, pela produção de vídeos interativos, pela formulação de enquetes que estimulem a interação e pela divulgação de promoções que interessem ao público-alvo, por exemplo.

Ofereça conteúdo personalizado

Apenas conhecer as ferramentas mais familiares aos Millennials, mantendo uma rotina de atualização para valer-se das possibilidades de interação, não torna a sua marca automaticamente relevante. Para conquistar espaço na vida e na rotina dessa geração, é preciso ir além: é necessário oferecer conteúdo personalizado.

Uma das características mais marcantes dos Millennials é justamente a valorização do que é único e especial — como se aquilo fosse especificamente desenhado para ele. Desta forma, no intuito de produzir um conteúdo atrativo, certifique-se de priorizar um texto personalizado e aderente às necessidades e aos anseios dos Millennials.

Aposte na comunicação multicanal

Para se relacionar com uma geração superconectada, que tem pleno domínio (e até certa dependência) das novas ferramentas tecnológicas de comunicação, é preciso estar atento à forma com que os Millennials manejam os recursos de que dispõem.

Neste aspecto, a comunicação multicanal vem mostrando sua força. Hoje, a integração das plataformas está modificando a forma com que os indivíduos acessam conteúdos, interagem com marcas e efetivam compras online. Fique atento às possibilidades e aproveite as oportunidades!

Valorize a instantaneidade

Para os Millennials, o “aqui e agora” é uma realidade valiosa. Os indivíduos dessa geração estimam e buscam a instantaneidade na satisfação de seus desejos, no reconhecimento por seus feitos e no acesso a produtos e serviços que almejam.

As marcas, portanto, precisam estar preparadas para atender às demandas dos Millennials com consistência e agilidade, indo ao encontro da satisfação imediata que eles não se cansam de perseguir. Para tanto, é preciso desenvolver uma estrutura organizacional fluida e interativa, capaz de oferecer produtos e serviços de qualidade de forma rápida e eficaz.

Destaque o trabalho da sua equipe

Uma das principais características da geração Millennials é a busca por empregos que tragam satisfação pessoal. Neste aspecto, o trabalho deixou de ser voltado apenas ao objetivo de acumular riqueza, despontando como uma forma de perseguir um propósito de vida relevante.

É justamente por isso que os Millennials admiram as empresas que valorizam seus colaboradores e que mostram constantemente que se importam com a realização pessoal e profissional dos funcionários.

Assim, é importante que a sua marca exponha — por meio de vídeos ou fotos, por exemplo — a filosofia de valorização e incentivo. Uma boa oportunidade é a de motivar seus colaboradores a dar dicas sobre seus produtos; afinal, essa interação com o seu time traz a sensação de proximidade com a organização.

Mostre os valores da empresa

Para conquistar a geração Millennials, é importante lembrar que eles buscam mais do que produtos, mas, também, um relacionamento transparente e valioso com a empresa em que trabalham. Para que uma relação dê certo, portanto, é imprescindível que haja uma identificação mútua de valores.

Vivemos uma época de diversidade, em que as pessoas expõem cada vez mais as suas ideias e buscam o respaldo da sociedade. Neste âmbito, mostrar-se atento(a) às realidades dos consumidores e incentivar a inclusão das minorias é uma maneira de criar uma boa imagem para a sua marca.

Crie e nutra uma relação emocional

Os Millennials são uma geração movida a emoções. Para conquistá-los, a evidenciação do que é genuinamente humano figura como um ótimo caminho para criar laços perenes com as pessoas.

O apoio a causas sociais e ambientais, por sua vez, também são atributos valorizados pelos indivíduos dessa geração, motivando-os a construir a sinergia com a marca e a fortalecer a identificação com produtos e serviços mais conscientes e sustentáveis.

Incentive a experiência do cliente de maneira positiva

Incentivar a experiência positiva do cliente com a sua empresa é sempre um desafio, uma vez que cada perfil possui características e necessidades específicas.

Na tarefa de encantar os Millennials, a preocupação com a melhor experiência de interação, uso e consumo são essenciais, possibilitando que a marca seja reconhecida e lembrada no momento da compra.

Por isso, a empresa deve nutrir forte preocupação com a forma com que se relaciona com seu público-alvo, esforçando-se para fornecer sempre a experiência mais positiva aos consumidores atuais e potenciais.

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Conheça 5 principais feiras do setor de varejo

Frequentar feiras de varejo é fundamental para os empresários que desejam aperfeiçoar seus negócios. Elas são excelentes locais para fazer networking, para conhecer outras companhias e aprender sobre inovações e transformações no mercado.

Com atrações como palestras e exposições, os eventos são muito relevantes, pois proporcionam debates sobre tecnologia e a relação dela com o varejo em diversos âmbitos.

Quais são as inovações, qual é o impacto para os varejistas e como se adequar ao novo modo de fazer comércio? Esses são assuntos quase sempre presentes nas feiras. Pensando nisso, separamos a seguir as 5 principais feiras do setor de varejo para você conhecer!

1. Feira Brasileira do Varejo

A FBV, Feira Brasileira do Varejo, teve sua primeira edição em 2013. Desde então possibilita a reunião de lojistas e fornecedores de várias áreas, como marketing, tecnologia, gestão, comunicação etc.

No evento, as palestras e exposições são voltadas para as lojas de varejo. A feira é organizada pelo Sindilojas Porto Alegre, cidade na qual também é realizada a FBV. Ela é uma ótima oportunidade para o empreendedor que deseja conhecer e firmar parcerias, se inteirar sobre o mercado e suas transformações.

2. VTEX Day

VTEX Day, organizada pela empresa VTEX, é um evento de varejo voltado para vendas multicanal. Ou seja, são as lojas que tem mais de um canal para se comunicar com o consumidor. Por exemplo, uma loja física que também disponibiliza produtos para os clientes por meio de e-commerce, redes sociais e marketplaces.

A VTEX é uma plataforma que dá aos comerciantes a possibilidade de cadastrar os seus produtos na internet, agregar formas de pagamentos, entre outros serviços. Então, os lojistas só precisam se preocupar com a venda.

O evento, realizado pela instituição, tem exposições e palestras sobre inúmeros temas, como gestão e apresentação de cases nacionais e internacionais.

3. Franchising fair

Esta feira é destinada para empresários, empreendedores e pessoas que desejam abrir um negócio franqueado. Ela tem palestras sobre oportunidades de negócio e como escolher a franquia certa, por exemplo.

Os expositores do evento são dos mais variados setores, como estudantil, alimentício, cosméticos etc. 

4. LATAM Retail Show

O Latam Retail Show reúne, na cidade de São Paulo, e-commerces, shopping centers, varejos e franquias de toda a América Latina. O evento surgiu da junção do Fórum de Varejo da América Latina, Retail Real Estate, Redesign, Digitailing e Fórum Internacional de Franquias. Todos esses eram organizados pelo Grupo GS& que decidiu uni-los e fazer um só megaevento.

Empresas de vários setores podem participar, seja do ramo alimentício, de vestuário ou turismo, por exemplo. O show tem diversas palestras que discutem variados temas, como marketing, inovação nas tendências de consumo, business com propósitos e valores etc.

5. National Retail Federation

A principal diferença deste evento para os outros da lista é que ele é realizado em Nova York, nos EUA. Sendo assim, ele pode antecipar o que vai se tornar tendência e influenciar os negócios de varejo no Brasil.

Lá são discutidos também como as marcas estão se reinventando na era digital. A feira ainda é interessante, pois apresenta as últimas tecnologias para os varejistas.

O empresário que decide participar da National Retail Federation poderá se encontrar com outros empreendedores de praticamente qualquer lugar do mundo. O evento pode provocar o surgimento de várias ideias para todos!

Essas são algumas das principais feiras de varejo que reúnem empresários e empreendedores do mundo todo e de diversos setores. Nelas é possível ter ideias, expor seu negócio, debater as mudanças e inovações no mercado.

Sendo assim, participar de feiras de varejo é essencial para quem deseja expandir e melhorar sua empresa. Portanto, o empresário deve escolher bem qual é a certa para seus objetivos!

E você, está pronto para frequentar algum desses eventos? Compartilhe este post com seus amigos nas redes sociais e ajude-os a ficar por dentro desses eventos!

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4 dicas de inovação no varejo para geração de novos negócios

Diante de um mercado cada vez mais dinâmico e de consumidores cada vez mais exigentes, uma questão imperativa tem sido cotidianamente enfrentada pelos gestores envolvidos no comércio: como (e de que forma) é mais adequado e viável investir em inovação no varejo?

Se você ainda tem dúvidas acerca da importância de incorporar novas técnicas e metodologias ao seu ponto de venda, não deixe de ler o conteúdo até o final. Neste post, você entenderá a relevância das inovações varejistas e receberá dicas valiosas para torná-las reais e rentáveis no seu negócio. Preparado? Vamos lá!

Por que é importante apostar em inovação no varejo?

O varejo é um segmento altamente competitivo. Ao se voltar completamente ao consumidor final, atendendo-o de modo contínuo e direto, as empresas do segmento precisam estar sempre atentas às alterações que afetam os desejos, as necessidades e as preferências de consumo de seu público-alvo, captando tendências e esforçando-se para torná-las disponíveis em seus produtos e serviços.

Neste âmbito, a inovação desempenha um papel essencial: a agilidade na incorporação de novas técnicas e tecnologias é determinante para endossar o crescimento e a prosperidade das organizações varejistas.

Somente ao agir proativamente, atendendo com consistência aos mutáveis anseios de consumo, é possível criar e fortalecer uma posição de vanguarda. E não se engane: por mais que você acredite na fidelidade do seu cliente, jamais negligencie a missão de satisfazê-lo — e conte com as inovações para mantê-lo leal à sua marca e ao seu produto!

Quais são as possibilidades para inovar no varejo?

Agora que você já está entendeu a importância de perseguir a inovação no contexto da sua loja, chegou a hora de conhecer algumas dicas estratégicas que favorecem a competitividade e a perenidade do negócio:

1. Automatizar processos

A vitalidade do mercado de consumo não tolera a inércia — e empresas que se acomodam geralmente acabam por enfrentar sérios (e, por vezes, até mesmo fatais) problemas administrativos — e requer a agilidade operacional.

Para simplificar, padronizar e conferir alta performance às rotinas do negócio, a automação de processos é essencial à boa gestão. Entre os benefícios dessa manobra tecnológica, despontam a segurança das informações, a eficiência operacional e credibilidade das transações.

2. Investir na experiência do consumidor

O ponto de venda deve encantar o cliente. Para que isso seja possível, porém, o gestor precisa ter a convicção de que zelar pela aparência da loja e oferecer um atendimento de excelência são condições essenciais à positiva recorrência de compra.

Para proporcionar a melhor experiência de consumo e maximizar as chances de fidelização, é interessante que todos os detalhes do ponto de venda atendam às particularidades do público-alvo — do layout das lojas às formas de pagamento disponíveis.

Se os produtos têm apelo aos jovens, por exemplo, convém apostar em uma loja mais descontraída e oferecer atendimento prático e vastamente multicanal — a julgar pela forte vertente tecnológica dessa geração.

3. Oferecer um cartão presente de marca própria

Os cartões presente de marca própria representam uma inovação no comércio varejista e atendem, de modo direto e eficaz, a uma demanda de consumo cada vez mais evidente: a flexibilização das formas de pagamento.

Ao disponibilizar a modalidade, a loja ganha em competitividade e potencializa seus lucros, uma vez que vai ao encontro das preferências do cliente e pode planejar ações promocionais mais específicas e segmentadas.

4. Apostar no big data

O big data é a grande aposta para viabilizar a alavancagem de negócios. Aos varejistas, a realidade não é diferente: os gestores estão cada vez mais engajados no desafio de utilizar a tecnologia de dados para conquistar e manter seus clientes.

Com o recurso de armazenagem de informações, essa inovação no varejo permite identificar tendências de consumo, tabular sazonalidades e conhecer preferências, por exemplo. A partir disso, é possível valer-se dos dados para formular campanhas e aumentar as vendas.

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5 dicas para avaliar um bom serviço de recarga de celular

Embora as companhias telefônicas estejam acompanhando uma diminuição na participação de planos pré-pagos no Brasil, dois terços dos aparelhos brasileiros ainda utilizam o serviço por crédito.

E como o padrão de consumo nesse caso é de pequenas compras frequentes, implementar um serviço de recarga no varejo é uma excelente opção para aumentar o tíquete médio e fidelizar o cliente.

Mas como contratar o melhor parceiro para oferecer essa solução ao público? Neste artigo, vamos te mostrar 5 dicas para avaliar um bom serviço de recarga de celular:

1. Qualidade do serviço

É claro que você precisa começar a sua pesquisa pela qualidade dos serviços oferecido. O pagamento é rápido e eficiente? Outros clientes dessa empresa têm reclamações quanto à estrutura do sistema? Ele está disponível sempre ou sai do ar constantemente?

Essa busca deve ser feita principalmente por referências. Entre em contato com outras empresas que adotaram cada opção e pergunte sobre sua satisfação com o serviço oferecido.

2. Confiabilidade do serviço

Outra questão a ser abordada em sua pesquisa com as referências é a confiabilidade do sistema e da forma como a transação é feita. O pagamento é feito de forma clara? O cliente sempre recebe o que ele espera? Há muitas reclamações?

A sua empresa não será a responsável pelo sistema, mas é responsável pela entrega ao público. Essa é uma situação delicada para se colocar quando não há confiança no parceiro tecnológico. Nunca feche negócio sem antes ter certeza de que a recarga de celular será transparente com você e com as operadoras.

3. Cobranças e taxas

Grande parte da decisão na hora de contratar um serviço de recarga de celular ficará por conta dessa avaliação, portanto pesquise com cuidado.

Pressione as empresas a deixarem claras todas as taxas e cobranças que envolvem o serviço. Eles têm equipamento próprio ou uma solução por software? Você deve pagar uma mensalidade? Qual é a comissão?

Esse tipo de pergunta definirá o poder de negociação que você terá no futuro, caso a parceria seja lucrativa para as duas partes. Ter noção completa de onde está pisando vai te ajudar a não cair em armadilhas.

4. Praticidade para o cliente na recarga de celular

Para tirar o máximo proveito dessa solução no caixa da loja, é preciso se preocupar também com a experiência de compra do cliente. A máquina é fácil de ser usada? O sistema pode ser integrado com o ERP? É possível fazer a transação por celular?

Essas são as questões que definem a qualidade do serviço no ponto de vista prático. Quanto mais fácil for a recarga, mais lucro você terá no PDV e mais armas de marketing a empresa ganha para atrair e fidelizar.

5. Suporte técnico

Por último, claro, a qualidade de um serviço de recarga está muito ligada à capacidade da empresa contratada de prestar suporte rápido e eficiente. Problemas vão sempre acontecer e você deve escolher o serviço que estiver preparado para lidar com eles.

Vocês têm um plano de ação para crises? Como é feita a segurança do sistema? Contam com um suporte remoto e presencial? Esse é o tipo de pergunta que pode extrair dos entrevistados as melhores informações para um comparativo.

Oferecer a recarga de celular no varejo é uma opção incrível para aumentar o tíquete médio e atrair novos consumidores para dentro da loja. Se a ideia te interessou, comece agora a avaliar o melhor serviço para você. É só questão de fazer as perguntas certas e buscar boas referências.

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Dispositivos móveis: quem compra nesta plataforma?

Assim como o acesso às redes sociais e sites, as compras em lojas virtuais via dispositivos móveis vêm crescendo constantemente. E isso deve-se muito ao enorme e progressivo número de aplicativos que facilitam e agilizam as aquisições, bem como as inovações para facilitar a navegação por meio desses aparelhos.

Conforme pesquisa feita pelo site Zoom em conjunto com a Consumoteca, 76% dos brasileiros compram ou pesquisam mercadorias em smartphones e tablets — e a tendência é que essa porcentagem aumente progressivamente.

Neste post, você vai entender mais sobre esse comportamento, também como e o porquê que o varejo deve se adequar a ele. Continue lendo e confira!

Participação do mobile no e-commerce

A maioria das pessoas no Brasil, como vimos, utiliza a internet para pesquisar antes de comprar algo, mas outro parecer relevante é que 15% das aquisições efetuadas em lojas virtuais são feitas a partir de celulares e tablets, segundo dados da plataforma Paypal em parceria com a Ipsos. Dentro desse total, 10% das transações estão atribuídas aos smartphones.

Além disso, 18% das vendas em e-commerce na Black Friday do ano passado ocorreram em aparelhos mobile, conforme números da empresa Criteo.

Crescimento contínuo das transações em dispositivos móveis

Na mesma pesquisa que citamos acima, Paypal e Ipsos apuraram ainda que a participação do mobile nas operações virtuais tem aumento projetado de 46% entre 2013 e 2016 — esse número, por sinal, supera a média global de 42%.

Isso significa que cada vez mais as pessoas têm optado por acessar a internet e executar ações a partir desse tipo de aparelho. Sendo assim, explorar essa fatia do mercado pode ajudar a aumentar a receita progressivamente.

Praticidade dos aparelhos móveis

A Pagtel, em estudo encomendado à Mobi.life, revelou que o fato de os aparelhos móveis serem práticos é a maior causa de estarem abrangendo grande número de vendas no e-commerce — entre as pessoas entrevistadas, 46% deram essa resposta.

Além da praticidade dos aparelhos, os aplicativos também deixam as ações ainda mais fáceis, intuitivas e rápidas. E a acessibilidade a ambos tem sua quota de participação, pois a maioria dos brasileiros possui smartphone — utilizado durante grande parte do dia e conectado à internet por 3G, 4G ou Wi-Fi.

Adequação do varejo à mudança de comportamento

O comércio precisa acompanhar tendências e movimentos de consumo para não perder clientes e ficar atrás da concorrência. Então, no cenário que estamos acompanhando, os negócios precisam ter em mente a praticidade e outros aspectos positivos para a experiência do usuário.

Veja alguns pontos e recursos que precisam de atenção e merecem destaque nesse processo de adequação:

Responsividade

Sites responsivos são aqueles que se adaptam a diferentes plataformas, mantendo boa navegação, carregamento rápido e configurações de visualização e uso normais.

Um site sem essa qualidade pode repelir o visitante — tanto que na pesquisa encomendada pela Pagtel, 32% dos participantes disseram que têm ressalvas quanto a comprar via mobile por conta de muitas lojas virtuais não serem responsivas.

Aplicativos

Melhor ainda do que um site responsivo é um aplicativo especialmente desenvolvido para tablets e smartphones. Com eles, a navegação é perfeita, as funcionalidades da loja funcionam de fato e a compra é mais rápida.

Interação

Preço e produto não resumem a experiência do consumidor. Seja em um site ou em um app, o visitante precisa ter à sua disposição boas fotos — de preferência com a possibilidade de dar zoom —, formas de avaliar e visualizar outras avaliações, ferramentas de compartilhamento nas redes sociais e simulação de frete.

Benefícios das compras por dispositivos móveis

Depois de adaptar-se ao mundo virtual, agora as lojas têm o desafio de acompanhar a tendência do mobile também. Embora sejam necessárias algumas mudanças para alcançar essa fatia de mercado, é muito interessante para as vendas adequar o negócio.

Isso porque as compras realizadas por dispositivos móveis trazem vantagens para a empresa, e algumas delas são:

Alcance do usuário

Que o celular é utilizado como ferramenta para pesquisas de preço e acesso à internet, já debatemos, mas se o usuário não puder realizar suas compras por ali, as chances de ele esperar para quando for possível usar o desktop para isso são menores.

É mais provável que ele saia da loja e procure por outra que ofereça o mesmo produto, mas com a vantagem de poder adquiri-lo utilizando o meio do qual dispõe daquele momento.

Oferecer ao cliente a oportunidade de finalizar uma compra por aparelho móvel faz com que ele adquira o produto ou serviço imediatamente. Afinal, é mais prático, mais rápido e ele não corre o risco de perder o site ou o produto que visualizou.

Além disso, algumas pessoas utilizam apenas o celular para suas ações na internet, e não mais computadores. Sendo assim, sem oferecer a opção de compra por aparelhos móveis, perde-se uma grande parcela de clientes em potencial. Eles vão preferir a concorrência, que disponibilize aquilo que buscam, o que coloca o seu negócio em segundo plano.

Anúncios em redes sociais

Os dispositivos móveis são muito utilizados para acessar as redes sociais. As pessoas observam seus perfis várias vezes por dia e, sendo assim, investir em anúncios para esse tipo de aparelho traz um excelente resultado.

Os anúncios direcionados para a tecnologia mobile, e que encaminham o usuário para uma página de compra rápida, podem ajudar a aproveitar o momento. Muitas compras são realizadas em função da oportunidade, contribuindo para que ofertas, promoções e preços especiais sejam um atrativo para captar o público que vem dos aparelhos móveis.

Também é possível explorar o imediatismo e trabalhar jogadas de marketing que façam com que as oportunidades sejam únicas e imperdíveis, visando o aumento das vendas.

Interação entre marketing e vendas

Facilitar a compra por meio de dispositivos móveis também pode ser uma estratégia de marketing para o seu negócio. Apesar de muitas empresas já oferecerem esse serviço, aquelas que destacam a facilidade da compra pelo celular podem se tornar as preferidas.

O usuário quer praticidade e rapidez, especialmente aqueles que utilizam mais os aparelhos mobile. Então, se for dito para ele que pode fazer compras facilmente em sua loja, utilizando esse tipo de aparelho, ele não perderá tempo procurando em outros lugares.

Aqui cabe uma boa estratégia de marketing para captar esse público e fidelizá-lo, ao mesmo tempo em que se divulga os diferenciais da empresa. É interessante manter o contato com os clientes, e utilizar as já citadas redes sociais para disparar anúncios e vantagens para quem utiliza esse recurso.

Devido aos números e fatos que vimos neste post, é inegável que os dispositivos móveis têm grande e crescente participação nas vendas pela internet.

Por isso, é fundamental que os empreendimentos do varejo, independentemente de já possuírem lojas virtuais, desenvolvam ferramentas para servir a esse público da forma que ele deseja e de maneira que o fidelize.

Sua empresa já está adaptada para captar essa fatia de mercado? Tem acompanhado as mudanças no comportamento do consumidor? Compartilhe com a gente a sua experiência!

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7 motivos pelos quais você precisa de soluções mobile para seu PDV

Muitos empreendedores se perguntam como podem melhorar a performance e se destacar da concorrência — a resposta para este questionamento pode estar no investimento em soluções mobile para  PDV (ponto de venda).

Com o acesso à internet de alta velocidade facilitado, elas são cada vez mais adotadas no mercado. E um grande ponto positivo dessas soluções é que elas podem servir para negócios dos mais variados portes e a áreas.

Para conhecer as vantagens das soluções mobile, separamos 5 razões pelas quais esse investimento vale a pena para o seu PDV. Confira!

1 – Velocidade e canais de resposta

Dispositivos móveis (smartphones e tablets) costumam ter uma variedade de aplicativos e formatos para a comunicação, como o e-mail, SMS, ligação, chats, Skype e redes sociais. Essa variedade permite tanto ao gestor quanto à equipe ter mais facilidade tanto na hora da comunicação interna quanto ao responder o público e os clientes.

2 – Auxílio no fluxo de informações no PDV

Sistemas de gestão integrada são ótimos parceiros para o seu PDV! Com um bom ERP online, você consegue integrar estoque, vendas em diferentes canais (loja, online, externas), e atendimento ao cliente de forma mais centralizada e dinâmica.

Aliás, essas soluções têm focado em oferecer personalizações para os mais diferentes ramos do varejo. Isso significa que em vez de você ter que se adaptar à ferramenta, ela se adapta ao seu negócio.

3 – Soluções mobile diminuem a papelada

Uma das partes menos interessantes na hora de se administrar um PDV são os papéis. Listas, contas, planilhas, controles — a mesa de trabalho parece estar permanentemente soterrada.

Com soluções mobile, uma parcela significativa da administração do seu empreendimento passa a ser digital. Dessa forma, o tempo gasto para arquivar e cuidar do papel pode ser bem utilizado na gestão, na elaboração de melhores planos e processos para o seu negócio.

4 – Facilidade na gestão de vendedores externos

Quem trabalha com vendedores externos sabe que uma das grandes dificuldades está em acompanhar a produtividade deles no tempo dedicado à sua empresa. Do lado do profissional contratado, estar fora do ambiente de trabalho faz com que o acesso às informações e dados (estoque, preços, promoções, tarefas) seja muitas vezes impossível ou complicado.

Uma solução mobile permite que ambos consigam sanar suas necessidades específicas, diminuindo desgastes e proporcionando um ambiente de maior confiança para a plena realização das atividades, bastando apenas ter um dispositivo móvel com conexão com internet.

5 – Identificação de gargalos

A partir do momento em que a administração passa a acontecer de forma centralizada e dinâmica dentro do seu PDV, fica muito mais simples enxergar os problemas no fluxo de processos internos.

Isso significa, na prática, ver onde você e sua equipe estão perdendo tempo e vendas e até qual setor da sua empresa está precisando mudar algo ou passar por melhorias. Com essas informações em mãos, você pode resolver com facilidade esses problemas e passar a aproveitar o aumento na produtividade e, consequentemente, das vendas.

Diante de tantas vantagens e possibilidades, é possível compreender como as soluções mobile são uma vantagem competitiva para o seu PDV! Por isso, por mais que representem um investimento (tempo, dinheiro, pessoal) grande, vale muito a pena considerá-las para alcançar o sucesso.

Ficou com alguma dúvida ou quer dividir conosco suas experiências e opiniões? Queremos muito ouvir você! Basta usar a área de comentários!

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