Conheça 5 principais feiras do setor de varejo

Frequentar feiras de varejo é fundamental para os empresários que desejam aperfeiçoar seus negócios. Elas são excelentes locais para fazer networking, para conhecer outras companhias e aprender sobre inovações e transformações no mercado.

Com atrações como palestras e exposições, os eventos são muito relevantes, pois proporcionam debates sobre tecnologia e a relação dela com o varejo em diversos âmbitos.

Quais são as inovações, qual é o impacto para os varejistas e como se adequar ao novo modo de fazer comércio? Esses são assuntos quase sempre presentes nas feiras. Pensando nisso, separamos a seguir as 5 principais feiras do setor de varejo para você conhecer!

1. Feira Brasileira do Varejo

A FBV, Feira Brasileira do Varejo, teve sua primeira edição em 2013. Desde então possibilita a reunião de lojistas e fornecedores de várias áreas, como marketing, tecnologia, gestão, comunicação etc.

No evento, as palestras e exposições são voltadas para as lojas de varejo. A feira é organizada pelo Sindilojas Porto Alegre, cidade na qual também é realizada a FBV. Ela é uma ótima oportunidade para o empreendedor que deseja conhecer e firmar parcerias, se inteirar sobre o mercado e suas transformações.

2. VTEX Day

VTEX Day, organizada pela empresa VTEX, é um evento de varejo voltado para vendas multicanal. Ou seja, são as lojas que tem mais de um canal para se comunicar com o consumidor. Por exemplo, uma loja física que também disponibiliza produtos para os clientes por meio de e-commerce, redes sociais e marketplaces.

A VTEX é uma plataforma que dá aos comerciantes a possibilidade de cadastrar os seus produtos na internet, agregar formas de pagamentos, entre outros serviços. Então, os lojistas só precisam se preocupar com a venda.

O evento, realizado pela instituição, tem exposições e palestras sobre inúmeros temas, como gestão e apresentação de cases nacionais e internacionais.

3. Franchising fair

Esta feira é destinada para empresários, empreendedores e pessoas que desejam abrir um negócio franqueado. Ela tem palestras sobre oportunidades de negócio e como escolher a franquia certa, por exemplo.

Os expositores do evento são dos mais variados setores, como estudantil, alimentício, cosméticos etc. 

4. LATAM Retail Show

O Latam Retail Show reúne, na cidade de São Paulo, e-commerces, shopping centers, varejos e franquias de toda a América Latina. O evento surgiu da junção do Fórum de Varejo da América Latina, Retail Real Estate, Redesign, Digitailing e Fórum Internacional de Franquias. Todos esses eram organizados pelo Grupo GS& que decidiu uni-los e fazer um só megaevento.

Empresas de vários setores podem participar, seja do ramo alimentício, de vestuário ou turismo, por exemplo. O show tem diversas palestras que discutem variados temas, como marketing, inovação nas tendências de consumo, business com propósitos e valores etc.

5. National Retail Federation

A principal diferença deste evento para os outros da lista é que ele é realizado em Nova York, nos EUA. Sendo assim, ele pode antecipar o que vai se tornar tendência e influenciar os negócios de varejo no Brasil.

Lá são discutidos também como as marcas estão se reinventando na era digital. A feira ainda é interessante, pois apresenta as últimas tecnologias para os varejistas.

O empresário que decide participar da National Retail Federation poderá se encontrar com outros empreendedores de praticamente qualquer lugar do mundo. O evento pode provocar o surgimento de várias ideias para todos!

Essas são algumas das principais feiras de varejo que reúnem empresários e empreendedores do mundo todo e de diversos setores. Nelas é possível ter ideias, expor seu negócio, debater as mudanças e inovações no mercado.

Sendo assim, participar de feiras de varejo é essencial para quem deseja expandir e melhorar sua empresa. Portanto, o empresário deve escolher bem qual é a certa para seus objetivos!

E você, está pronto para frequentar algum desses eventos? Compartilhe este post com seus amigos nas redes sociais e ajude-os a ficar por dentro desses eventos!

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4 dicas de inovação no varejo para geração de novos negócios

Diante de um mercado cada vez mais dinâmico e de consumidores cada vez mais exigentes, uma questão imperativa tem sido cotidianamente enfrentada pelos gestores envolvidos no comércio: como (e de que forma) é mais adequado e viável investir em inovação no varejo?

Se você ainda tem dúvidas acerca da importância de incorporar novas técnicas e metodologias ao seu ponto de venda, não deixe de ler o conteúdo até o final. Neste post, você entenderá a relevância das inovações varejistas e receberá dicas valiosas para torná-las reais e rentáveis no seu negócio. Preparado? Vamos lá!

Por que é importante apostar em inovação no varejo?

O varejo é um segmento altamente competitivo. Ao se voltar completamente ao consumidor final, atendendo-o de modo contínuo e direto, as empresas do segmento precisam estar sempre atentas às alterações que afetam os desejos, as necessidades e as preferências de consumo de seu público-alvo, captando tendências e esforçando-se para torná-las disponíveis em seus produtos e serviços.

Neste âmbito, a inovação desempenha um papel essencial: a agilidade na incorporação de novas técnicas e tecnologias é determinante para endossar o crescimento e a prosperidade das organizações varejistas.

Somente ao agir proativamente, atendendo com consistência aos mutáveis anseios de consumo, é possível criar e fortalecer uma posição de vanguarda. E não se engane: por mais que você acredite na fidelidade do seu cliente, jamais negligencie a missão de satisfazê-lo — e conte com as inovações para mantê-lo leal à sua marca e ao seu produto!

Quais são as possibilidades para inovar no varejo?

Agora que você já está entendeu a importância de perseguir a inovação no contexto da sua loja, chegou a hora de conhecer algumas dicas estratégicas que favorecem a competitividade e a perenidade do negócio:

1. Automatizar processos

A vitalidade do mercado de consumo não tolera a inércia — e empresas que se acomodam geralmente acabam por enfrentar sérios (e, por vezes, até mesmo fatais) problemas administrativos — e requer a agilidade operacional.

Para simplificar, padronizar e conferir alta performance às rotinas do negócio, a automação de processos é essencial à boa gestão. Entre os benefícios dessa manobra tecnológica, despontam a segurança das informações, a eficiência operacional e credibilidade das transações.

2. Investir na experiência do consumidor

O ponto de venda deve encantar o cliente. Para que isso seja possível, porém, o gestor precisa ter a convicção de que zelar pela aparência da loja e oferecer um atendimento de excelência são condições essenciais à positiva recorrência de compra.

Para proporcionar a melhor experiência de consumo e maximizar as chances de fidelização, é interessante que todos os detalhes do ponto de venda atendam às particularidades do público-alvo — do layout das lojas às formas de pagamento disponíveis.

Se os produtos têm apelo aos jovens, por exemplo, convém apostar em uma loja mais descontraída e oferecer atendimento prático e vastamente multicanal — a julgar pela forte vertente tecnológica dessa geração.

3. Oferecer um cartão presente de marca própria

Os cartões presente de marca própria representam uma inovação no comércio varejista e atendem, de modo direto e eficaz, a uma demanda de consumo cada vez mais evidente: a flexibilização das formas de pagamento.

Ao disponibilizar a modalidade, a loja ganha em competitividade e potencializa seus lucros, uma vez que vai ao encontro das preferências do cliente e pode planejar ações promocionais mais específicas e segmentadas.

4. Apostar no big data

O big data é a grande aposta para viabilizar a alavancagem de negócios. Aos varejistas, a realidade não é diferente: os gestores estão cada vez mais engajados no desafio de utilizar a tecnologia de dados para conquistar e manter seus clientes.

Com o recurso de armazenagem de informações, essa inovação no varejo permite identificar tendências de consumo, tabular sazonalidades e conhecer preferências, por exemplo. A partir disso, é possível valer-se dos dados para formular campanhas e aumentar as vendas.

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5 dicas para avaliar um bom serviço de recarga de celular

Embora as companhias telefônicas estejam acompanhando uma diminuição na participação de planos pré-pagos no Brasil, dois terços dos aparelhos brasileiros ainda utilizam o serviço por crédito.

E como o padrão de consumo nesse caso é de pequenas compras frequentes, implementar um serviço de recarga no varejo é uma excelente opção para aumentar o tíquete médio e fidelizar o cliente.

Mas como contratar o melhor parceiro para oferecer essa solução ao público? Neste artigo, vamos te mostrar 5 dicas para avaliar um bom serviço de recarga de celular:

1. Qualidade do serviço

É claro que você precisa começar a sua pesquisa pela qualidade dos serviços oferecido. O pagamento é rápido e eficiente? Outros clientes dessa empresa têm reclamações quanto à estrutura do sistema? Ele está disponível sempre ou sai do ar constantemente?

Essa busca deve ser feita principalmente por referências. Entre em contato com outras empresas que adotaram cada opção e pergunte sobre sua satisfação com o serviço oferecido.

2. Confiabilidade do serviço

Outra questão a ser abordada em sua pesquisa com as referências é a confiabilidade do sistema e da forma como a transação é feita. O pagamento é feito de forma clara? O cliente sempre recebe o que ele espera? Há muitas reclamações?

A sua empresa não será a responsável pelo sistema, mas é responsável pela entrega ao público. Essa é uma situação delicada para se colocar quando não há confiança no parceiro tecnológico. Nunca feche negócio sem antes ter certeza de que a recarga de celular será transparente com você e com as operadoras.

3. Cobranças e taxas

Grande parte da decisão na hora de contratar um serviço de recarga de celular ficará por conta dessa avaliação, portanto pesquise com cuidado.

Pressione as empresas a deixarem claras todas as taxas e cobranças que envolvem o serviço. Eles têm equipamento próprio ou uma solução por software? Você deve pagar uma mensalidade? Qual é a comissão?

Esse tipo de pergunta definirá o poder de negociação que você terá no futuro, caso a parceria seja lucrativa para as duas partes. Ter noção completa de onde está pisando vai te ajudar a não cair em armadilhas.

4. Praticidade para o cliente na recarga de celular

Para tirar o máximo proveito dessa solução no caixa da loja, é preciso se preocupar também com a experiência de compra do cliente. A máquina é fácil de ser usada? O sistema pode ser integrado com o ERP? É possível fazer a transação por celular?

Essas são as questões que definem a qualidade do serviço no ponto de vista prático. Quanto mais fácil for a recarga, mais lucro você terá no PDV e mais armas de marketing a empresa ganha para atrair e fidelizar.

5. Suporte técnico

Por último, claro, a qualidade de um serviço de recarga está muito ligada à capacidade da empresa contratada de prestar suporte rápido e eficiente. Problemas vão sempre acontecer e você deve escolher o serviço que estiver preparado para lidar com eles.

Vocês têm um plano de ação para crises? Como é feita a segurança do sistema? Contam com um suporte remoto e presencial? Esse é o tipo de pergunta que pode extrair dos entrevistados as melhores informações para um comparativo.

Oferecer a recarga de celular no varejo é uma opção incrível para aumentar o tíquete médio e atrair novos consumidores para dentro da loja. Se a ideia te interessou, comece agora a avaliar o melhor serviço para você. É só questão de fazer as perguntas certas e buscar boas referências.

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Dispositivos móveis: quem compra nesta plataforma?

Assim como o acesso às redes sociais e sites, as compras em lojas virtuais via dispositivos móveis vêm crescendo constantemente. E isso deve-se muito ao enorme e progressivo número de aplicativos que facilitam e agilizam as aquisições, bem como as inovações para facilitar a navegação por meio desses aparelhos.

Conforme pesquisa feita pelo site Zoom em conjunto com a Consumoteca, 76% dos brasileiros compram ou pesquisam mercadorias em smartphones e tablets — e a tendência é que essa porcentagem aumente progressivamente.

Neste post, você vai entender mais sobre esse comportamento, também como e o porquê que o varejo deve se adequar a ele. Continue lendo e confira!

Participação do mobile no e-commerce

A maioria das pessoas no Brasil, como vimos, utiliza a internet para pesquisar antes de comprar algo, mas outro parecer relevante é que 15% das aquisições efetuadas em lojas virtuais são feitas a partir de celulares e tablets, segundo dados da plataforma Paypal em parceria com a Ipsos. Dentro desse total, 10% das transações estão atribuídas aos smartphones.

Além disso, 18% das vendas em e-commerce na Black Friday do ano passado ocorreram em aparelhos mobile, conforme números da empresa Criteo.

Crescimento contínuo das transações em dispositivos móveis

Na mesma pesquisa que citamos acima, Paypal e Ipsos apuraram ainda que a participação do mobile nas operações virtuais tem aumento projetado de 46% entre 2013 e 2016 — esse número, por sinal, supera a média global de 42%.

Isso significa que cada vez mais as pessoas têm optado por acessar a internet e executar ações a partir desse tipo de aparelho. Sendo assim, explorar essa fatia do mercado pode ajudar a aumentar a receita progressivamente.

Praticidade dos aparelhos móveis

A Pagtel, em estudo encomendado à Mobi.life, revelou que o fato de os aparelhos móveis serem práticos é a maior causa de estarem abrangendo grande número de vendas no e-commerce — entre as pessoas entrevistadas, 46% deram essa resposta.

Além da praticidade dos aparelhos, os aplicativos também deixam as ações ainda mais fáceis, intuitivas e rápidas. E a acessibilidade a ambos tem sua quota de participação, pois a maioria dos brasileiros possui smartphone — utilizado durante grande parte do dia e conectado à internet por 3G, 4G ou Wi-Fi.

Adequação do varejo à mudança de comportamento

O comércio precisa acompanhar tendências e movimentos de consumo para não perder clientes e ficar atrás da concorrência. Então, no cenário que estamos acompanhando, os negócios precisam ter em mente a praticidade e outros aspectos positivos para a experiência do usuário.

Veja alguns pontos e recursos que precisam de atenção e merecem destaque nesse processo de adequação:

Responsividade

Sites responsivos são aqueles que se adaptam a diferentes plataformas, mantendo boa navegação, carregamento rápido e configurações de visualização e uso normais.

Um site sem essa qualidade pode repelir o visitante — tanto que na pesquisa encomendada pela Pagtel, 32% dos participantes disseram que têm ressalvas quanto a comprar via mobile por conta de muitas lojas virtuais não serem responsivas.

Aplicativos

Melhor ainda do que um site responsivo é um aplicativo especialmente desenvolvido para tablets e smartphones. Com eles, a navegação é perfeita, as funcionalidades da loja funcionam de fato e a compra é mais rápida.

Interação

Preço e produto não resumem a experiência do consumidor. Seja em um site ou em um app, o visitante precisa ter à sua disposição boas fotos — de preferência com a possibilidade de dar zoom —, formas de avaliar e visualizar outras avaliações, ferramentas de compartilhamento nas redes sociais e simulação de frete.

Benefícios das compras por dispositivos móveis

Depois de adaptar-se ao mundo virtual, agora as lojas têm o desafio de acompanhar a tendência do mobile também. Embora sejam necessárias algumas mudanças para alcançar essa fatia de mercado, é muito interessante para as vendas adequar o negócio.

Isso porque as compras realizadas por dispositivos móveis trazem vantagens para a empresa, e algumas delas são:

Alcance do usuário

Que o celular é utilizado como ferramenta para pesquisas de preço e acesso à internet, já debatemos, mas se o usuário não puder realizar suas compras por ali, as chances de ele esperar para quando for possível usar o desktop para isso são menores.

É mais provável que ele saia da loja e procure por outra que ofereça o mesmo produto, mas com a vantagem de poder adquiri-lo utilizando o meio do qual dispõe daquele momento.

Oferecer ao cliente a oportunidade de finalizar uma compra por aparelho móvel faz com que ele adquira o produto ou serviço imediatamente. Afinal, é mais prático, mais rápido e ele não corre o risco de perder o site ou o produto que visualizou.

Além disso, algumas pessoas utilizam apenas o celular para suas ações na internet, e não mais computadores. Sendo assim, sem oferecer a opção de compra por aparelhos móveis, perde-se uma grande parcela de clientes em potencial. Eles vão preferir a concorrência, que disponibilize aquilo que buscam, o que coloca o seu negócio em segundo plano.

Anúncios em redes sociais

Os dispositivos móveis são muito utilizados para acessar as redes sociais. As pessoas observam seus perfis várias vezes por dia e, sendo assim, investir em anúncios para esse tipo de aparelho traz um excelente resultado.

Os anúncios direcionados para a tecnologia mobile, e que encaminham o usuário para uma página de compra rápida, podem ajudar a aproveitar o momento. Muitas compras são realizadas em função da oportunidade, contribuindo para que ofertas, promoções e preços especiais sejam um atrativo para captar o público que vem dos aparelhos móveis.

Também é possível explorar o imediatismo e trabalhar jogadas de marketing que façam com que as oportunidades sejam únicas e imperdíveis, visando o aumento das vendas.

Interação entre marketing e vendas

Facilitar a compra por meio de dispositivos móveis também pode ser uma estratégia de marketing para o seu negócio. Apesar de muitas empresas já oferecerem esse serviço, aquelas que destacam a facilidade da compra pelo celular podem se tornar as preferidas.

O usuário quer praticidade e rapidez, especialmente aqueles que utilizam mais os aparelhos mobile. Então, se for dito para ele que pode fazer compras facilmente em sua loja, utilizando esse tipo de aparelho, ele não perderá tempo procurando em outros lugares.

Aqui cabe uma boa estratégia de marketing para captar esse público e fidelizá-lo, ao mesmo tempo em que se divulga os diferenciais da empresa. É interessante manter o contato com os clientes, e utilizar as já citadas redes sociais para disparar anúncios e vantagens para quem utiliza esse recurso.

Devido aos números e fatos que vimos neste post, é inegável que os dispositivos móveis têm grande e crescente participação nas vendas pela internet.

Por isso, é fundamental que os empreendimentos do varejo, independentemente de já possuírem lojas virtuais, desenvolvam ferramentas para servir a esse público da forma que ele deseja e de maneira que o fidelize.

Sua empresa já está adaptada para captar essa fatia de mercado? Tem acompanhado as mudanças no comportamento do consumidor? Compartilhe com a gente a sua experiência!

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7 motivos pelos quais você precisa de soluções mobile para seu PDV

Muitos empreendedores se perguntam como podem melhorar a performance e se destacar da concorrência — a resposta para este questionamento pode estar no investimento em soluções mobile para  PDV (ponto de venda).

Com o acesso à internet de alta velocidade facilitado, elas são cada vez mais adotadas no mercado. E um grande ponto positivo dessas soluções é que elas podem servir para negócios dos mais variados portes e a áreas.

Para conhecer as vantagens das soluções mobile, separamos 5 razões pelas quais esse investimento vale a pena para o seu PDV. Confira!

1 – Velocidade e canais de resposta

Dispositivos móveis (smartphones e tablets) costumam ter uma variedade de aplicativos e formatos para a comunicação, como o e-mail, SMS, ligação, chats, Skype e redes sociais. Essa variedade permite tanto ao gestor quanto à equipe ter mais facilidade tanto na hora da comunicação interna quanto ao responder o público e os clientes.

2 – Auxílio no fluxo de informações no PDV

Sistemas de gestão integrada são ótimos parceiros para o seu PDV! Com um bom ERP online, você consegue integrar estoque, vendas em diferentes canais (loja, online, externas), e atendimento ao cliente de forma mais centralizada e dinâmica.

Aliás, essas soluções têm focado em oferecer personalizações para os mais diferentes ramos do varejo. Isso significa que em vez de você ter que se adaptar à ferramenta, ela se adapta ao seu negócio.

3 – Soluções mobile diminuem a papelada

Uma das partes menos interessantes na hora de se administrar um PDV são os papéis. Listas, contas, planilhas, controles — a mesa de trabalho parece estar permanentemente soterrada.

Com soluções mobile, uma parcela significativa da administração do seu empreendimento passa a ser digital. Dessa forma, o tempo gasto para arquivar e cuidar do papel pode ser bem utilizado na gestão, na elaboração de melhores planos e processos para o seu negócio.

4 – Facilidade na gestão de vendedores externos

Quem trabalha com vendedores externos sabe que uma das grandes dificuldades está em acompanhar a produtividade deles no tempo dedicado à sua empresa. Do lado do profissional contratado, estar fora do ambiente de trabalho faz com que o acesso às informações e dados (estoque, preços, promoções, tarefas) seja muitas vezes impossível ou complicado.

Uma solução mobile permite que ambos consigam sanar suas necessidades específicas, diminuindo desgastes e proporcionando um ambiente de maior confiança para a plena realização das atividades, bastando apenas ter um dispositivo móvel com conexão com internet.

5 – Identificação de gargalos

A partir do momento em que a administração passa a acontecer de forma centralizada e dinâmica dentro do seu PDV, fica muito mais simples enxergar os problemas no fluxo de processos internos.

Isso significa, na prática, ver onde você e sua equipe estão perdendo tempo e vendas e até qual setor da sua empresa está precisando mudar algo ou passar por melhorias. Com essas informações em mãos, você pode resolver com facilidade esses problemas e passar a aproveitar o aumento na produtividade e, consequentemente, das vendas.

Diante de tantas vantagens e possibilidades, é possível compreender como as soluções mobile são uma vantagem competitiva para o seu PDV! Por isso, por mais que representem um investimento (tempo, dinheiro, pessoal) grande, vale muito a pena considerá-las para alcançar o sucesso.

Ficou com alguma dúvida ou quer dividir conosco suas experiências e opiniões? Queremos muito ouvir você! Basta usar a área de comentários!

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Saiba como integrar sistemas no varejo

A cada dia as novas tecnologias estão presentes no dia a dia das empresas e dos gestores. Os inúmeros avanços nesse meio têm tornado o gerenciamento dos negócios mais efetivo e eliminado a probabilidade de erros que possam prejudicar o crescimento da empresa e, principalmente, os lucros.

Entre as tendências atuais, a integração de sistemas e processos é uma das principais e tem proporcionado diversos ganhos para as empresas que a aderem. Quando se trata do varejo, integrar sistemas tem se tornado uma necessidade, permitindo a otimização dos processos, que os gerentes monitorem todo o negócio e tenham sempre ao seu alcance informações de vendas e desempenho das filiais.

Levando em consideração essa nova tendência do varejo, vamos mostrar a seguir tudo o que você precisa saber para integrar os sistemas e obter maior controle sobre o seu negócio. Confira!

Conheça todos os processos

Primeiramente, antes de integrar sistemas no varejo, é preciso que os gerentes conheçam todos os processos internos e quais são os sistemas e plataformas utilizados para que eles sejam devidamente desempenhados.

É fundamental que os gestores saibam como funcionam as vendas, processo de abastecimento, como são realizados os pedidos de compra e diversos outros processos internos.

Esse levantamento dos processos internos é fundamental também para que sejam conhecidos os gargalos e pontos de melhora. Somente entendendo o funcionamento do negócio é possível integrá-lo e fazer com que ele funcione de forma rápida, efetiva e confiável.

Formalize os processos

Antes de integrar os sistemas e manter a empresa e as filiais na mesma página é preciso eliminar os gargalos levantados e descrever instruções e processos de modo padrão e que devem ser seguidos por todos. A formalização dos processos deve ser feita apresentando também os responsáveis por cada área e cada trabalho a ser desempenhado.

Ao manter toda a empresa alinhada de forma formal, consegue-se iniciar a integração dos sistemas. Visto que com a criação de um padrão para todo o varejo os inputs e outputs de cada sistema ou de cada processo serão condizentes com outros, garantindo a confiabilidade das informações e assegurando maior produtividade.

Proporcione treinamento aos colaboradores

Obviamente, cada um trabalha de uma forma e utiliza os sistemas da empresa para determinada função. Para que a empresa mantenha o seu pleno funcionamento e que todos os clientes sempre encontrem nas prateleiras o que desejam é essencial que todos os funcionários sejam treinados e orientados.

Ao investir na capacitação dos colaboradores os gerentes aumentam as chances do sucesso do varejo e garantem que todas as filiais trabalhem da mesma forma, assegurando não somente a integração das informações, mas, também, a disseminação da cultura da corporação.

Uso de um sistema ERP

Todos os gerentes que desejam integrar sistemas no varejo não podem deixar de considerar o uso de um sistema ERP, Enterprise Resource Planning, que traduzindo é chamado de sistema de Planejamento dos Recursos da Empresa. O ERP garante que todas as áreas da empresa sejam devidamente integradas, permitindo a troca de informações.

Esse sistema é extremamente útil para os grandes varejistas, visto que ele permite que os dados de todas as filiais possam ser acessados em um único lugar. Por meio desse sistema único os gerentes podem saber em tempo real como estão as finanças, acompanhar o estoque e garantir que os clientes tenham sempre acesso a todos os produtos.

O sistema ERP cumpre perfeitamente o papel de condensar todos os outros sistemas da empresa em uma única plataforma, garantindo maior controle, produtividade e melhores resultados ao negócio.

Aprendeu como integrar sistemas no varejo? Caso tenha ficado alguma dúvida, não deixe de comentar abaixo, faremos o possível para ajudá-lo!

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Futuro da loja física: como a tecnologia redefine o ambiente?

Na atualidade, a tecnologia já é uma realidade em todas as esferas da vida do indivíduo — seja no trabalho, em casa e na execução de atividades rotineiras. Ignorar a ascensão tecnológica, portanto, é fadar-se ao fracasso: e este é, também, o caso do varejo tradicional.

A loja física precisa estar preparada para atender o consumidor em seus anseios por agilidade e praticidade. Para se adequar ao novo panorama de consumo, oferecendo soluções que vão ao encontro das necessidades latentes do público, é preciso entender quais inovações são pertinentes ao varejo.

Neste post, você conhecerá um pouco mais sobre essas as possibilidades. Vamos lá?

Os novos desafios do varejo: como a tecnologia alterou a forma de comprar

Foi-se o tempo em que o consumidor, em função de sua limitada gama de opções, apressava-se em comprar o produto desejado assim que adentrava na loja.

Hoje, a dinâmica de consumo está totalmente diferente: o advento da tecnologia modificou hábitos e remodelou rotinas, forçando as empresas do setor a se adequarem a uma nova realidade para manter as vendas.

A TNS Research International apontou que, desde 2010, mais de 90% dos brasileiros pesquisam na internet antes de comprar qualquer produto ou serviço. E de acordo com um levantamento feito pela Boston Consulting Group (BCG), divulgado em 2016, investigar marcas, produtos e serviços pela internet já representava de 60% a 70% das pesquisas em sites de busca e redes sociais.

Mas, muito embora os números do comércio virtual sejam relevantes, a varejo tradicional ainda é o maior responsável pelo faturamento do setor.

Diante da expressividade dos dados, é impossível ignorar a agressividade da tecnologia. Por isso, as empresas varejistas precisam ser ágeis e proativas na implantação de soluções que ofereçam ao consumidor uma experiência de compra que se assemelhe ao ambiente encontrado na web: simples, rápido e conveniente.

Para servir a esse propósito, cujo êxito pode por certo proporcionar a alavancagem dos negócios, existem inovações voltadas especialmente à loja física. Chegou a hora de modernizar sua operação para conquistar e manter clientes fiéis!

A evolução da loja física: tecnologia para melhorar a experiência do consumidor

Diante das novas demandas de consumo, as lojas que forem capazes de se adaptar com mais velocidade certamente ganharão posições na escala de preferências do cliente. Para isso, é preciso estar atento às tendências para promover a satisfação.

Veja o que já está disponível no mercado para aprimorar a experiência de compra no varejo tradicional:

Sensores e sistemas integrados

As filas do caixa são um verdadeiro incômodo aos consumidores (principalmente os apressados). Para eliminar o problema e proporcionar uma experiência rápida de consumo, o teste com sensores e sistemas integrados são estratégias que vêm se mostrando bastante eficazes: indicam qual produto foi escolhido e debitam o valor correspondente diretamente do cartão de crédito do cliente.

Realidade virtual

Muito aguardada pelos brasileiros, o uso da realidade virtual no cotidiano de consumo está cada vez mais próximo. O intuito é proporcionar uma experiência de compra mais completa, simulando cenários e utilizações de determinados produtos ou serviços.

Robôs e máquinas assistentes

Que tal utilizar a extensa capacidade de armazenamento de um robô para aglutinar todas as informações sobre produtos em estoque, por exemplo? É isso o que essas máquinas se propõem a fazer.

Chega de aguardar longos minutos esperando para saber se aquele modelo de calçado está disponível em tamanho 38, por exemplo.

Interatividade

Na hora de comprar um batom ou uma camisa, variáveis como tom de pele e cor dos cabelos podem influenciar na harmonia final da produção. Não seria ótimo se fosse possível testar, em um simulador, qual seria o resultado da composição do visual valendo-se daquela cor específica? Por meio da interatividade, isso é mais que possível: isso já é real.

Que o futuro da loja física está intrinsecamente ligado à tecnologia, ninguém duvida. Como o seu negócio vai se adequar a este novo panorama? Fique atento às tendências e invista em inovação!

Gostou do conteúdo? Já teve alguma experiência com inovações tecnológicas no ponto de venda? Deixe seu comentário no post e compartilhe-a conosco!

Saiba tudo sobre KPIs de vendas para varejo!

Os KPIs de vendas possuem um papel fundamental na avaliação e desenvolvimento das vendas e dos vendedores de uma empresa.

Eles nada mais são do que indicadores de desempenho usados para mensurar os resultados de venda com base nas metas para esse setor. Em outras palavras, os KPIs ajudam a saber se as expectativas de vendas estão sendo frustradas, cumpridas ou superadas.

Por meio deles, você também pode acompanhar a evolução de produtos, processos comerciais e pessoas em uma campanha de vendas e, com isso, aprimorá-los com ações de otimização.

Dito isso, vamos listar agora os principais KPIs de vendas e mostrar como eles funcionam. Continue acompanhando!

Taxa de conversão

Se tem um indicador que revela a eficiência das suas estratégias de vendas, é a taxa de conversão. Essa métrica mede o aproveitamento das suas negociações em relação às oportunidades geradas.

Por exemplo, se uma de suas lojas recebeu 1.000 clientes em um dia e 30 deles compraram, então sua taxa de conversão foi de 3%.

Acompanhar a variação desse indicador é importante para entender os fatores que impactam nas vendas, como uma abordagem dos vendedores, os preços, as condições financeiras dos clientes etc.

Ticket médio

O ticket médio pode ser medido de diversas maneiras. Você pode calcular tanto o desempenho dos vendedores quanto a contribuição dos clientes.

De todo modo, vamos entender a fórmula pelo viés do vendedor:

Ticket médio = faturamento total em um determinado período / volume de vendas no mesmo período

Agora, pelo lado do consumidor:

Ticket médio = gasto total em compras em um determinado período / quantidade de compras feitas no mesmo período

A primeira fórmula ajuda a entender, em média, o quanto cada vendedor fatura por dia, semana ou mês. Já a segunda pode revelar aqueles clientes que são mais valiosos para a empresa (os que gastam mais devem ser fidelizados).

Custo de aquisição de clientes

O CAC, como esse indicador também é conhecido, mede o quanto sua empresa gasta para gerar uma nova venda. Seu cálculo não tem muito mistério, pois basta dividir o investimento total em marketing, vendas, logística, remuneração de funcionários e em outros fatores que impactam nas vendas pela quantidade de clientes gerados em um período.

No entanto, como estamos avaliando os KPIs de venda, você pode fazer esse cálculo considerando somente os investimentos feitos em marketing e vendas.

Assim, será possível saber se sua empresa tem gastado muito, ou não, para converter um novo cliente. Dessa forma, certos investimentos nesses setores poderão ser otimizados, aumentados ou cortados.

Média de produtos por venda

Para os varejistas, um objetivo em comum é fazer os clientes comprarem um pouco a mais do que planejam, certo?

Por isso a métrica que destacamos neste tópico é boa para avaliar a atratividade do seu mix de produtos, a eficiência da distribuição das ofertas nas gôndolas e o poder de negociação dos vendedores.

Por exemplo, vamos supor que, em um mês, a média era 1,5 produtos por venda. No mês seguinte, após uma mudança de posições das mercadorias na loja, a média subiu para 1,8. Esse é um sinal de que a estratégia deu certo e fez os consumidores agregarem mais valor em suas compras.

Taxa de recompra

Esse indicador é uma das formas de medir o quanto um cliente saiu satisfeito com as experiências de compra anteriores e com a relação com a empresa.

Para calculá-lo, basta tirar o percentual de consumidores que já compraram em uma de suas lojas e retornaram após um tempo para comprar novamente.

Essa métrica permite entender o impacto dos atendimentos, dos preços, das campanhas de marketing e vendas, da qualidade dos produtos e até mesmo do ponto de venda na fidelização de clientes.

Os KPIs de vendas geram mais inteligência para os profissionais que lidam com esse setor. Seus dados e informações servem de base para que os gestores consigam mensurar o desempenho dos seus vendedores. Dessa maneira, será possível a definição de ações corretivas, estratégias mais certeiras e metas mais realistas.

Agora que você conhece a importância dos KPIs de vendas e suas principais métricas, aproveite para compartilhar este post em suas redes sociais!

Saiba como precificar produtos corretamente no varejo

Todo e qualquer negócio, independentemente do seu porte e segmento, precisa aprender como precificar produtos de uma forma correta para alcançar a tão sonhada lucratividade e, assim, se manter competitivo. E em tempos de economia abalada, todo e qualquer cuidado deve ser tomado quando o assunto é o preço do que está sendo vendido.

Ao utilizar todas as ferramentas financeiras e mercadológicas, o empreendedor se mantém competitivo e isso lhe gera boas vantagens diante da acirrada concorrência. Para calcular o preço de um artigo é preciso avaliar os gastos que foram utilizados para produzir o item, qual o modelo de distribuição e a percepção do cliente e do mercado concorrente em relação ao que está sendo disponibilizado.

Apesar de muitos empresários acreditarem que a precificação deve ocorrer apenas no início de suas atividades ou, ainda, no lançamento de um novo item, é preciso pensar que o processo de precificação é dinâmico e, portanto, deve ser constantemente revisado para corrigir custos de produção que aumentaram ou mesmo acompanhar o que o mercado está oferecendo.

Mas você sabe o que é preciso levar em conta no momento da precificação? Não? Acompanhe nossas dicas de hoje, reveja seus processos e aprenda como precificar as suas mercadorias:

Estipule com precisão os custos aplicados

O primeiro passo no processo de precificação é separar os custos fixos, aqueles que a empresa possui independentemente da quantidade vendida, como salários, aluguel, luz, água, dos custos variáveis, que estão diretamente interligados a quantidade produzida, aos itens vendidos ou aos serviços prestados.

Se você não fizer isso, há o risco do faturamento se tornar insuficiente para cobrir todos as despesas. Nesse cenário, o gestor pode inclusive se enganar com o volume de vendas e gerar uma grande confusão, pois mesmo vendendo muito as margens de lucro podem estar tão achatadas que a empresa derrapa, acumula dívidas e acaba no vermelho.

Portanto, após a devida apuração dos custos, você precisa estabelecer uma determinada margem de retorno e o adicionar a estes valores. Ou seja, se um certo produto tem um custo de R$ 200,00 para ser produzido e for decidido que o percentual de markup (índice utilizado para tornar mais justa e condizente a precificação de um produto ou serviço) adequado é de 50%, o valor do produto final deverá ser de R$ 300,00.

Acompanhar os custos operacionais e administrativos é a melhor forma de precificar corretamente os itens vendidos e reduzir gastos desnecessários.

Defina adequadamente a sua margem de lucro

Como dissemos, depois de conhecer os custos aplicados, o gestor precisa fazer um planejamento e definir qual é a margem de lucro que ele deseja ou precisa para garantir a sobrevivência do empreendimento. Essa é uma questão extremamente importante, pois não basta que os valores obtidos sejam suficientes apenas para cobrir os seus custeios.

Se a sua política de preços garante apenas que a empresa não feche as portas, sem proporcionar os ganhos desejados, a estratégia certamente está bastante equivocada.

Conheça os conceitos de lucro. Ele será considerado bruto se você levar em conta apenas os gastos relacionados à execução das atividades. Já para calcular o líquido, você precisa incluir todas as saídas do seu caixa. Ainda assim, não existe uma margem ideal que se aplique a qualquer tipo de organização.

Diante desse contexto, o seu grande desafio é a busca por equilíbrio, visando uma rentabilidade real, atingível e responsável. Mas tenha em mente que, enquanto preços muito baixos danificam as finanças, quantias altas afastam os consumidores e fazem com que as mercadorias acabem encalhando no seu estoque — e não é isso que você quer, certo?

Acompanhe de perto a sua concorrência

Acompanhar a concorrência também ajuda bastante a aprender como precificar produtos do jeito certo. Você deve fazer isso não com o intuito de copiar os processos ou de basear a sua precificação exclusivamente no que os seus adversários fazem, mas sim para ter mais embasamento e propriedade na hora de tomar as suas decisões.

Diante desse contexto, depois de levar todos os seus custos e definir os preços de venda, é hora de averiguar se com esses valores estipulados nos seus cálculos financeiros terão a aceitação que você espera no mercado. Para isso, o quanto as outras empresas do seu segmento estão cobrando por produtos e serviços similares aos seus.

Além disso, considere também os diferenciais que as suas mercadorias oferecem, avaliando quais os preços que você pode cobrar para ter êxito comercial e, então, deslanchar nas suas vendas. Não se esqueça de que, caso você faça mudanças, é preciso fazer as devidas alterações nas planilhas nas quais as suas projeções de itens estão anotadas.

Portanto, acompanhar as despesas operacionais e administrativas dos outros é uma boa forma de ter noção de como anda o mercado e, assim, precificar adequadamente e ser capaz de reduzir valores desnecessários.

É importante que você tenha em mente que o esforço aqui é escoltar o que o mercado está proporcionando, fazendo correções pontuais e renegociando com fornecedores as probabilidades mais viáveis de aquisição, que atendam a dois princípios fundamentais: o de lucratividade e o de competitividade.

Não ignore a situação da economia

Além de acompanhar os seus concorrentes, você não pode deixar de ter olhos atentos para a situação econômica, especialmente em um país suscetível a muitas mudanças como o Brasil. O crescimento do PIB ou uma eventual crise, por exemplo, afeta a forma de consumo dos clientes e você deve levar isso em conta para saber como precificar produtos.

Logicamente, você pode se valorizar com ações de venda e campanhas de marketing, mas isso não faz com que a sua empresa seja imune a conjunturas menos favoráveis.

Essas são estratégias de enfrentamentos pontuais, mas que não mudam a realidade. Portanto, mantenha-se informado e com seus olhos bem abertos. Dessa forma, você já estará preparado para lidar com situações que não estavam previstas e que, normalmente, desestabilizariam o seu negócio.

Fique de olho no valor percebido pelo cliente

No processo de precificação, muitos empreendedores acabam considerando apenas o valor de mercado oferecido pela concorrência e acabam esquecendo que também é indicado ficar atento ao valor percebido pelo cliente — e não estamos falando apenas do quanto ele vai pagar pelo seu produto ou serviço, mas, sim, a relevância dele para o consumidor.

Quando um produto é oferecido com certo diferencial em relação à concorrência, tem uma boa reputação e números expressivos de players atuantes, o resultado pode ser favorecido com preços melhores.

Clientes que reconhecem a qualidade do que está sendo oferecido acabam se tornando clientes fiéis — é isso o que as empresas procuram atualmente: um relacionamento de confiança com o consumidor.

Assim como a precificação feita com base na concorrência, caso o empreendedor desconheça seus custos embutidos na precificação, sérios problemas podem vir a acontecer, como os custos serem maiores que a receita ou ainda não ter recursos para cobri-los.

Conhecer os custos, o mercado concorrente e o valor percebido pelo cliente garantem que você saiba como precificar produtos corretamente, de forma que eles não estejam acima do que o mercado oferece — lembre-se de que isso pode dificultar a venda do seu produto ou serviço.

E aí, gostou do nosso post? Quais são as suas maiores dificuldades na hora de precificar um produto? Compartilhe com a gente a sua experiência e participe do debate!

8 técnicas de vendas para aplicar no varejo

Em um cenário de crise e com um mercado cada vez mais disputado por novas empresas, a preocupação em aumentar o número de vendas é primordial — além de tudo, é preciso ter em mente que o varejo não existe sem vendas.

Por isso, o empresário precisa ser criativo e apostar em técnicas de vendas infalíveis, que não só ajude a ampliar a rentabilidade do negócio, mas também a cativar o cliente.

Interessou-se pelo assunto? Então, continue a leitura e saiba como manter a saúde financeira do seu empreendimento, aumentando o número das vendas. Colocando em práticas estas ações, o sucesso é garantido. Veja só:

1. Cross-sell

O vendedor precisa estar atento aos sinais que o cliente apresenta no momento de compra. Saber ouvir é fundamental para identificar novas necessidades que, muitas vezes, nem mesmo o consumidor sabe ainda que tem. É importante sondar o que o leva a comprar determinado produto para descobrir algo que possa ser oferecido a mais.

Essa é uma técnica de venda conhecida como cross-selling ou venda cruzada. Acontece quando a pessoa entra na loja para comprar algo e acaba levando outros produtos para completar a sua necessidade.

Isso é muito comum em postos de gasolina. Por exemplo, quando você vai abastecer o carro e o frentista pergunta se você já checou o nível de óleo no motor, ou se precisa trocar as paletas do limpador de para-brisa.

Mas não confunda: venda cruzada não tem nada a ver com “empurrar” produtos que o cliente não precisa. O segredo é realizar uma venda consultiva, tentando identificar o real motivo e a forma como o consumidor utiliza determinado item.

2. Facilite a decisão de compra

Um dos principais motivos das perdas de compra no varejo é o excesso de produtos expostos. Isso mesmo! Ao contrário do que muitos pensam, encher a prateleira faz com que o cliente demore mais tempo para avaliar as opções. Pior ainda é quando não há nenhum critério para alocação dos produtos.

A solução para esse tipo de situação é organizar os itens em categorias que possibilitem ao consumidor encontrar facilmente o que precisa. Portanto, categorize os produtos de acordo com as características ou necessidades que atendem. Exemplo: no caso de roupas, separe as masculinas das femininas e as de adulto das infantis.

Cuide também para que a precificação esteja facilmente visível. Muitas pessoas se sentem constrangidas em levar um produto até o caixa e ter que deixá-lo para trás por causa do preço — preferindo, dessa forma, não pegar algo que não tenha o preço informado.

3. Fortaleça o seu relacionamento com o cliente

O ambiente de varejo proporciona uma experiência fundamental para a fidelização dos consumidores: o relacionamento interpessoal. Ali, os clientes expõem uma parte de suas vidas e suas necessidades, enquanto o varejista ajuda dando sugestões de produtos.

Nesse contexto, tenha um cuidado especial em fazer não penas clientes, mas principalmente clientes fidelizados e que se importam com a sua marca.

Estimule o diálogo com seu cliente e lembre-se que as pessoas adoram se sentir únicas. Pergunte o nome do cliente e procure repeti-lo algumas vezes durante a conversa. Você terá mais facilidade em lembrar seu nome nas outras vezes em que ele voltar à loja, reforçando a relação de amizade e exclusividade.

Mas, em hipótese alguma, ultrapasse os limites ou force a barra. A relação tem que surgir naturalmente. Para facilitar o processo, seja sempre cordial — afinal, educação é bem-vinda em qualquer contexto. Aos poucos, será possível conquistar a confiança do público e em questão de tempo nascerá um elo honesto, marcado pelo respeito mútuo.

4. Conheça o seu produto

Estamos em uma época em que as pessoas são cada vez mais bem informadas. Tudo o que se precisa saber sobre produtos e soluções estão facilmente disponíveis aos consumidores, bastando apenas uma pesquisa simples em algum site de busca.

Portanto, é inadmissível que vendedores não conheçam a fundo o que estão vendendo. Além de detalhes técnicos, é fundamental entender as experiências de consumo e a forma como o cliente final os utiliza.

O vendedor precisa conhecer 100% sobre as soluções que vende assim como as informações sobre a empresa que trabalha — dessa forma, ele vai estar pronto para responder a qualquer questionamento.

Pense bem: como o cliente terá segurança em fechar o negócio, sendo que o próprio vendedor não sabe informar sobre o produto? Perceba, neste contexto, que dominar bem as particularidades dos itens é pré-requisito para aqueles que querem alavancar o setor de vendas.

5. Entenda o cliente e apresente valor ao seu produto ou serviço

A sustentabilidade do varejo passa pela fidelização de clientes — saiba desde já que é mais barato manter um comprador ativo do que buscar novos consumidores. O atendimento precisa estar focado no comportamento das pessoas, buscando entender o ponto de vista do consumidor antes de oferecer qualquer coisa a ele.

Tanto o empresário quanto a equipe precisam se colocar no lugar do cliente para entender suas necessidades e expectativas em relação aos produtos e serviços. Dessa forma, será possível tornar a experiência de compra ainda mais exclusiva, atendendo assim às expectativas do consumidor.

6. Invista em marketing

Ter um setor de vendas alinhado ao marketing é a fórmula exata para o sucesso. O ideal, nesse cenário, é elaborar campanhas efetivas, capazes de transmitir os valores e a mensagem da marca para o público, criando assim uma identificação.

A integração entre o segmento de vendas e de marketing conseguirá gerar resultados expressivos para a empresa, trabalhando, por exemplo, com reposicionamento da marca no mercado.

Lembre-se de que o sucesso de uma organização está diretamente ligado ao marketing. Afinal, de nada adianta contar com uma infraestrutura impecável, um atendimento de destaque e produtos de qualidade, mas não saber como atrair o público, onde anunciar, quais os preços praticar e outros fatores que interferem diretamente no processo de vendas.

7. Amplie o mix de produtos

Outra alternativa viável é expandir o mix de produtos fornecidos. Isso não significa que a empresa terá que mudar o público-alvo. Pois, é possível, sim, expandir os itens e serviços oferecidos, sem necessariamente alterar a estratégia.

O mais indicado é oferecer produtos que complementem o foco inicial da empresa. Por exemplo, uma loja de roupa masculina pode expandir o mix de produtos acrescentando itens que compõem o visual do homem, como cintos, gravatas e sapatos.

Acha que é só? Saiba, então, que também é válido disponibilizar cuecas, meias e tudo aquilo que faz parte do universo masculino.

Ao ampliar a variedade de produtos, a empresa conseguirá atender melhor os seus clientes — uma vez que apresentará mais soluções para as demandas. Esse fator culminará também no aumento das vendas.

8. Seja flexível

Negociar é uma arte que envolve persuasão e muito jogo de cintura. Afinal, o vendedor precisa saber o momento exato de avançar na venda, assim como é necessário saber ceder.

Para fechar o negócio, é preciso ser flexível, chegando a um consenso que seja benéfico para ambas as partes. Por isso, deve-se adotar uma postura mais leve, garantindo, assim, a efetivação da compra.

Caso não seja possível abaixar o preço, por exemplo, mostre ao cliente que existe a possibilidade de estender o prazo de pagamento, aumentando o número de parcelas. Isto é: deixe claro que a negociação está aberta.

A melhor forma de driblar a crise é melhorando as técnicas de vendas para gerar mais negócios. Isso é possível revendo seus processos internos e reestruturando suas estratégias. Siga nossas dicas e observe os resultados alcançados!

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