9 dicas para aumentar as vendas no seu varejo!

Acreditamos que todo dono de loja tem como foco principal alcançar o sucesso. Por conta disso, o aumento das vendas no varejo acaba figurando no topo da lista de preocupações desse empreendedor.

No entanto, para não ter que lidar com esse tipo de problema, é preciso utilizar as estratégias certas, que garantam a boa saúde dos negócios, principalmente em médio e longo prazo.

Por essa razão, nosso post de hoje vai oferecer 9 dicas práticas para turbinar as vendas sem abrir mão da qualidade no funcionamento do seu estabelecimento. Quer conhecê-las? Vamos lá!

Como aumentar as vendas no varejo?

Para o leigo, a proposta parece simples: preço baixo = mais vendas. Só que o verdadeiro empreendedor sabe que não é bem assim que as coisas funcionam. É preciso estar atento a todo o universo que cerca o seu estabelecimento para, somente assim, poder oferecer não apenas um preço convidativo, mas também garantir a subsistência do negócio.

Nossas dicas para aumentar as vendas no varejo são bem práticas e objetivas, passando por diversos setores, para fazer com que tudo possa funcionar de forma satisfatória e em conjunto.

1. Otimizar a gestão do tempo

Vamos começar com um dos pensamentos mais populares dos seres humanos: querer que o dia tenha mais do que 24 horas. A grande questão é que o dia poderia ter 1200 horas e continuar “não dando tempo” de fazer tudo o que é necessário.

Para poder aproveitar o tempo da melhor maneira possível é preciso aprender a ser organizado, mapear e conhecer muito bem os processos que envolvem seu negócio — para, assim, encontrar e sanar os gargalos e problemas dentro da loja.

Ao fazer essa faxina interna e conseguir gerenciar melhor o seu tempo, você vai aprender a coordenar melhor as ações de cada membro da sua equipe, planejar os próximos passos e medir os resultados das ações, de modo a ser capaz de modificar o que não está dando certo.

2. Melhorar a captação de pedidos

Já considerou como funciona a jornada do cliente no seu negócio? Perceba como as pessoas se comportam e analise o que a sua loja pode fazer para ajudá-las a tomar decisões de compra de forma mais rápida e objetiva.

Isso pode significar uma equipe de vendas mais atenta ao visitante (voltaremos a esse tema daqui a pouco), um layout do espaço (virtual ou físico) mais claro, informações (preço, marca, pagamento) bem destacadas e caixas com sistema rápido.

3. Organizar a gestão financeira

Lá no início do post falamos que preço baixo não é garantia de sucesso. A verdade é que é imprescindível investir em boas soluções para uma gestão financeira eficaz. É necessário conhecer o perfil do seu cliente, os competidores diretos e indiretos, os fornecedores, a sazonalidade do negócio e os compromissos indispensáveis.

Estando ciente de todas essas questões, você estará pronto para criar uma estratégia que permita que seu estabelecimento consiga não apenas pagar as contas, mas dar o devido retorno de investimento.

4. Investir nos recursos humanos

Sua equipe é seu bem mais precioso — e saiba que ela pode ser uma ótima fonte para aumentar as vendas no varejo! Invista em transformá-los em profissionais cada vez melhores, seja por meio da valorização das suas capacidades ou da adoção de treinamentos motivacionais.

Mais do que fazer com que eles “vistam a camisa”, é preciso transformá-los em fãs e defensores do seu negócio.

5. Aplicar uma estratégia de merchandising

O merchandising é um conjunto de técnicas de exposição e ambientação utilizadas no ponto de venda para aumentar o desejo dos clientes pelos produtos, estimulando a venda.

Por meio dessa estratégia, as mercadorias ganham um destaque especial aos olhos do público, cujo cérebro passa a operar em modo inconsciente. Não à toa, a maior parte das compras que fazemos no dia a dia não são planejadas: acontecem por impulso.

Existem vários princípios de merchandising que você pode utilizar para destacar seus produtos no PDV, como:

  • crie vitrines atrativas e com poucas mercadorias em destaque. A apresentação de muitos produtos de uma vez acaba dissipando a atenção, de modo que o cliente vê tudo, mas não enxerga nada de maneira especial;

  • organize o layout da sua loja de maneira estratégica, para que o cliente circule o máximo possível e tenha contato com diversos tipos de mercadoria;

  • para comprar mais, o cliente precisa se sentir bem dentro do estabelecimento. Viabilize corredores amplos, ventilação, sinalização adequada de mercadorias e aromas diferenciados para garantir uma experiência de compra confortável e estimulante;

  • utilize displays, ilhas e outros recursos oferecidos pelos fornecedores para aumentar o interesse por produtos. Mas cuidado com excesso de informação: em merchandising, menos é sempre mais! Encontre o equilíbrio perfeito para conquistar a atenção do cliente com maestria!

6. Explorar possibilidades das redes sociais

As ferramentas de marketing digital não podem faltar na estratégia de divulgação das lojas de varejo: elas representam uma das formas mais assertivas de contato com o consumidor e o investimento pode ser otimizado conforme a disponibilidade de verba.

Uma boa forma de começar é criando perfis em redes sociais, como Facebook e Instagram. Estude o comportamento do seu cliente nos canais digitais e adeque o conteúdo publicado conforme suas preferências e necessidades.

Nesses canais, a divulgação de promoções com imagens de mercadorias pode ser muito útil para atrair clientes, mas cuidado para não fazer excesso de postagens com esse formato e intenção: o ideal é variar o conteúdo, publicando também frases de impacto, vídeos com tutoriais de uso dos seus produtos e outras dicas relacionadas à sua área de atuação.

7. Adotar a cultura do up selling e do cross selling

Você já ouviu falar nesses termos? São técnicas de venda que sugerem ao cliente levar sempre algo a mais do que o planejado, como se eles estivesse sendo beneficiado com essa ação.

No caso do up selling, são oferecidos recursos adicionais ao produto central. Em lanchonetes de fast food, por exemplo, essa estratégia é muito comum: os atendentes sempre sugerem ingredientes adicionais por um preço promocional.

Já no cross selling, o vendedor indica mercadorias complementares, técnica muito eficiente no varejo de roupas, por exemplo. Com o discurso certo, é possível vender looks completos, não somente peças individuais.

Para fazer bom uso dessas técnicas, é importante que o vendedor aprenda a investigar as preferências do cliente de forma sutil, bem como mapear e roteirizar todas as oportunidades com potencial de venda adicional.

8. Diversificar canais de venda

A sobrevivência das lojas de varejo na era digital depende da diversificação dos canais de venda. Que tal investir em e-commerce e dedicar-se aos seus clientes no universo mobile (smartphones e tablets), com a elaboração de aplicativos que ajudem a fechar cada vez mais negócios?

9. Aposte em cartões pré-pago

Outra possibilidade que vem ganhando espaço é a solução dos cartões pré-pagos. Além de poder ser adotada por qualquer tipo de varejo, eles são uma ótima forma de aumentar o ticket médio de venda, já que muitas pessoas acabam gastando mais do que o valor carregado. Vale a pena conhecer e apostar nessa possibilidade o quanto antes!

O indicado é que você se dedique a encontrar sempre soluções que ajudem a captar e reter a clientela, fazendo com que a sua marca se destaque e seja sempre a primeira opção na hora de fechar negócio!

Gostou das nossas dicas para aumentar as vendas no varejo e tem outras boas ideias que já ajudaram seu negócio? Deixe um comentário e conte pra nós. Você também pode ajudar outros vendedores a crescerem ainda mais!

Neuromarketing: razão ou a emoção? Descubra o que vende mais!

O neuromarketing é uma realidade. No mercado moderno, e principalmente no segmento varejista, a união de duas áreas de conhecimento — neste caso, a medicina e o marketing — abre novos caminhos para que as empresas lancem mão de técnicas eficientes para conquistar e fidelizar clientes, melhorando seus resultados de modo sustentável.

Se você ainda tem dúvidas a respeito do tema, não deixe de ler este conteúdo até o final. No post, você vai entender um pouco mais sobre o conceito, sobre os empregos da técnica como motivadora de compra e, claro, como novas experiências podem alavancar as vendas. Razão ou emoção? Descubra a seguir! Boa leitura.

O que é neuromarketing?

O precursor do neuromarketing é Gerald Zaltman, médico e pesquisador de Harvard. A fim de obter informações mais científicas e exatas a respeito das preferências de compra, aprofundando hábitos e necessidades individuais, Zaltman empreendeu estudos que contemplaram as engrenagens do cérebro diante da decisão de adquirir determinado produto ou serviço.

Na prática, o neuromarketing pontua que esse processo não é lógico e racional. Ou seja: optar por um item específico aciona atividades cerebrais que estão intimamente ligadas ao resgate de memórias, fortalecendo a importância das emoções na decisão de compra.

Quando se fala em neuromarketing, portanto, recorre-se ao conhecimento que delimita as três áreas do cérebro:    

  • reptiliano, que está ligado ao instinto de sobrevivência e é acionado por meio de emoções primitivas, como raiva e medo;    

  • límbico, que lida com emoções complexas, ativando as reações proporcionadas pelos cinco sentidos;

  • neocórtex, que encabeça o raciocínio e controla o aspecto social.

Dessa forma, é válido pontuar que a decisão de compra, ao envolver essas três áreas, toma uma forma bastante peculiar: muito embora haja a predominância do aspecto emocional, a racionalização da aquisição, via neocórtex, embute a percepção de que a compra foi efetuada com base na lógica e consciência.

Como aplicar os conceitos de neuromarketing no seu negócio?

Amparadas pelas descobertas do neuromarketing, as empresas contemporâneas vêm buscando novas formas de atrair, conquistar e reter seus consumidores. Desde então, o acúmulo de vivências tem gerado uma série de insights a respeito do que funciona, construindo uma inteligência acerca das ativações emocionais no processo de venda.

Na prática, o neuromarketing pode ser encontrado em comerciais de TV, anúncios online e em experiências no ponto de venda. Para aplicá-lo no seu negócio, extraindo resultados positivos, certifique-se de estimular os sentidos e as memórias do consumidor, ativando sensações e lembranças que fortalecem aspectos emocionais e favorecem a decisão positiva de compra.

Entre as estratégias comumente utilizadas, destacam-se, por exemplo, o apelo aos sentidos (principalmente ao olfato, com fragrâncias atrativas), o emprego da psicologia das cores e a valorização do ancoramento social.

Quais experiências podem motivar a decisão de compra?

Agora que você já entendeu o destaque do neuromarketing no mercado moderno, por que não conhecer algumas das táticas que podem ser eficientes para aumentar a conversão de compra do seu negócio?

No ponto de venda, a utilização de cartões com conteúdos diversos proporciona a valorização da experiência, diretamente ligada ao resgate de sensações e emoções — que, por sua vez, são propulsores de compra.

Ao oferecer um cartão diferenciado, zelando pelas características do público-alvo, é possível ativar áreas cerebrais que se ligam a memórias e a preferências de perfil. Cartões pré-pagos de jogos, ingressos e cursos, por exemplo, são ótimas oportunidades de envolver o cliente e conduzi-lo a uma experiência que vai além da lógica.

Afinal, conforme já ressaltamos, o neuromarketing assevera que, para além da razão, é justamente a emoção que nos faz optar por determinado produto ou serviço. Aposte nisso!

Acredita que as suas vendas podem ser positivamente impactadas por estratégias de neuromarketing? Entre em contato com a gente e saiba como podemos ajudá-lo!

7 maneiras de tornar uma loja virtual mais atrativa

Já não é novidade que o mercado do comércio eletrônico tem crescido cada vez mais, em contramão a crise econômica brasileira. Prova disso, é o crescimento nominal do setor de 7,5% em relação ao mesmo período em 2016, de acordo com o relatório Webshoppers.

Porém, os bons resultados do e-commerce interferem diretamente no aumento da concorrência. Ora, se o setor tem faturado tanto, é natural que mais empresas invistam nas vendas online. E como a internet possibilita uma pesquisa mais facilitada para o consumidor, a competição é ainda mais incisiva do que no comércio tradicional.

Por causa disso, mesmo que o seu negócio já tenha se estabelecido, é fundamental estar atento às novas demandas do público e do mercado em geral, de forma que sua loja virtual seja atrativa diante de tantas opções. Quer saber como fazer isso? Confira nossas dicas!

1. Conheça seu público profundamente

Não basta fazer uma pesquisa e usar os mesmos resultados para sempre. O público muda com o tempo e sua loja virtual precisa estar atenta a essas alterações para conseguir criar estratégias que continuem a cativar as pessoas. E não estamos falando apenas para visitar o seu site, mas também para que sejam (ou continuem a ser) clientes fiéis.

Uma boa forma de conhecer bem o público e, consequentemente, fazer ações mais direcionadas e assertivas, é a criação de personas.

Basicamente, a persona é a representação fictícia do seu cliente ideal, baseada em dados mais realistas sobre suas características e comportamento. Assim, você consegue conhecer mais profundamente o seu público com informações como as suas necessidades, objetivos, desafios, histórias pessoais e até mesmo quem tem interferência no processo de compra do seu cliente.

2. Faça promoções

Se uma pessoa visita a sua loja virtual e pesquisa produtos específicos, muito provavelmente ela já sabe o que quer/precisa. E que tal você oferecer um atrativo especial para ela fechar negócio? As promoções são fortes aliadas para aumentar as vendas, mesmo que seu site já seja conhecido.

Você pode aproveitar a sazonalidade do seu negócio ou ainda criar promoções em épocas de baixa. Se possível, é interessante também conceder frete grátis nas compras acima de um determinado valor, o que pode, inclusive, aumentar o tíquete médio das vendas.

Outra boa dica é disponibilizar descontos progressivos. Suponhamos que você tenha uma livraria virtual, a cada novo livro, maior será o desconto dado ao cliente. Por exemplo: 2 livros 5% de desconto, 3 livros 10% de desconto, 4 livros 15%, e assim sucessivamente.

3. Divulgue sua loja virtual

Independentemente do seu tamanho, divulgar é essencial. E nada melhor do que divulgar sua loja virtual exatamente onde ela está inserida: na internet com o marketing digital.

Além do marketing digital ter como uma de suas vantagens o baixo custo, se comparado com mídias tradicionais, como a televisão e o rádio, é também uma estratégia muito assertiva.

Isso porque as campanhas, geralmente, possuem muitos recursos de segmentação, possibilitando que sua mensagem chegue apenas para os usuários que realmente podem se interessar pelo seu produto/serviço.

Há uma série de canais e ferramentas para você criar sua estratégia virtual, como as campanhas pagas nas redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter etc), aplicativos para smartphones e anúncios em mecanismos de pesquisa (Google e Yahoo!)

Nesse momento, o ideal é entender sobre cada uma das opções disponíveis e analisar qual delas têm mais relação com a sua marca, público e objetivos.

4. Ofereça diferentes formas de pagamento

A variedade pode ser uma arma poderosa para tornar sua loja virtual mais atrativa. Em vez de ter apenas o básico, como dinheiro, cartão e boleto, que tal investir em diferentes possibilidades?

Os cartões-presentes, por exemplo, são ótimos para aqueles que estão em dúvida do que presentear um amigo. Desse modo, facilita a vida do seu cliente nessas situações e permite que o presenteado escolha exatamente o que quer ganhar. Sem contar que é mais uma pessoa que passa a conhecer a sua loja, podendo se tornar um novo cliente.

Além dos cartões-presentes, há outras opções diferentes de pagamento, como os cupons promocionais, cartões digitais etc.

O importante é pesquisar e descobrir novas oportunidades que ajudem a sua loja virtual a se destacar e a atrair novos clientes e vendas.

5. Cuide da segurança

Um dos pontos principais quando falamos em loja virtual é o quesito segurança. É preciso ter um cuidado extra para que seus clientes se sintam seguros para comprar no seu site.

Lembre-se de que seus clientes vão fornecer informações sigilosas (como o número do cartão de crédito) e dados pessoais, e sempre surgem novas modalidades de golpes, até mesmo envolvendo a emissão de boletos bancários falsos.

Uma das maneiras de proteger sua loja contra possíveis fraudes, é com o Certificado Digital SSL — serviço que garante que os dados de seus clientes sejam armazenados de forma segura e sigilosa.

6. Atente-se aos prazos de entrega

As compras online costumam gerar uma grande ansiedade no cliente. Ao contrário da venda in loco, ele vai precisar esperar para concluir o seu processo.

Isso significa que você deve sempre estar atento para não atrasar no envio e, até mesmo, criar um sistema de avisos que ajudem o consumidor a saber que o seu produto já está a caminho.

Uma boa ideia utilizando o prazo de entrega a seu favor é surpreendendo seu cliente positivamente. Para isso, analise a possibilidade de entregar o item antes do estimado, proporcionando uma satisfação ainda maior com a rapidez do envio.

7. Ofereça uma boa experiência ao usuário

De forma bem resumida, a experiência do usuário consiste nas sensações que uma pessoa sente ao usar um produto ou serviço.

Como estamos falando da sua loja virtual, nesse caso a experiência do usuário está associada ao conjunto de emoções tidas quando ele navega pelo seu site, ou seja, se o cliente encontra facilmente o que está buscando, se as informações são claras, se o design é atrativo etc.

Para isso, listamos abaixo alguns aspectos importantes relacionados à experiência do usuário:

  1. o conteúdo deve ser útil e interessante para o público;

  2. o layout deve ser responsivo para que se adapte a qualquer dispositivo móvel (celular ou tablet);

  3. o carregamento das páginas deve ser rápido;

  4. a identidade visual da empresa deve estar presente por meio das cores e imagens, de maneira coerente e que facilite a leitura e compreensão das informações.

Agora que você já descobriu algumas maneiras para atrair mais clientes para a sua loja virtual, que tal continuar a sua visita aqui no blog e descobrir mais informações para melhorar as suas vendas? Aprenda aqui 6 dicas de como elaborar promoções para crianças no Natal!

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Cartão pré-pago: uma solução para economizar no IOF

Você sabia que existe uma maneira de economizar utilizando o cartão pré-pago? Ao optar por essa modalidade de transação, não acontece a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incide sobre os cartões de débito, crédito e saques — e quando ela acontece, é menos onerosa.

Só para você ter uma ideia, a porcentagem do imposto é de 6,38%, índice que pode fazer uma boa diferença caso as compras atinjam um valor elevado. Por isso, vamos mostrar neste post as vantagens do cartão pré-pago.

Venha com a gente e economize em sua próxima compra seja em uma viagem ou para presentear alguém querido!

Tenha mais segurança nas transações

Além de economizar com o IOF, a compra do cartão pré-pago é uma forma de aumentar a segurança, já que você deixará de circular com dinheiro em espécie na bolsa, evitando possíveis transtornos, como perdas, furtos ou roubos.

Sabendo-se que esses cartões são aceitos em vários tipos de estabelecimentos, de lanchonetes a lojas de departamentos, é possível utilizá-los em diferentes momentos, inclusive para realizar as compras tão sonhadas.

Afinal, ele é aceito em qualquer lugar que tenha as maquininhas da Visa, Mastercard ou American Express. Além disso, compras online, no exterior, também podem ser efetuadas por meio desse cartão.

Outro ponto positivo é que você pode consultar o saldo online e ainda cadastrar uma senha para tornar o uso mais seguro nas transações comerciais.

Em caso de furto ou perda, basta entrar em contato com a central de atendimento que fará o bloqueio imediato. A empresa enviará um novo cartão em um período de 7 a 10 dias, sem custos, e mantendo o seu saldo.

Adquira um cartão pré-pago sem dores de cabeça

Com IOF bem menor em comparação aos cartões de crédito e débito, o pré-pago pode ser adquirido no Brasil em vários estabelecimentos comerciais.

Já a aquisição no exterior, onde não existe a cobrança do imposto, a compra também é bem simples. Basta inserir os valores fixos solicitados pelas bandeiras, de US$ 500 para Visa e Mastercard e US$ 1.000 para o American Express.

No momento da definição da bandeira, não são exigidas informações burocráticas, como endereço do país de origem ou documentações pessoais — tudo é muito rápido.

Apesar de existir uma taxa de 5,95 dólares para os cartões das bandeiras Master e Visa, além de US$ 3,95 na escolha do American, a economia nas compras é considerável, já que o IOF que incide nos cartões de crédito e débito gira em torno de 63,80 dólares.

Dessa maneira, o valor economizado, cerca de 50 dólares, pode ser muito bem utilizado em momentos de lazer, como para pagar uma entrada de show musical, teatro, jogo esportivo, enfim, é possível direcionar o dinheiro para o seu bem-estar.

Conheça os momentos em que o IOF incide

A economia total com o IOF ao optar pelo cartão pré-pago só acontece se você inserir os créditos no exterior.

Mesmo existindo a opção de creditar o seu cartão pela internet, se a transação for feita no Brasil, o IOF será cobrado. Com isso, a compra do cartão precisa ser feita nos Estados Unidos e em dinheiro.

Também não é possível realizar saques com o cartão pré-pago e nem recarregá-lo. Dessa forma, é importante você planejar os seus gastos, mantendo uma média de consumo para não exceder os créditos disponíveis.

E você, já utilizou um cartão pré-pago para economizar IOF? Se interessa pelo assunto? Então assine a nossa newsletter e fique sempre bem informado!

 

Desbancarização: qual o comportamento de compra desse público?

A tecnologia está mudando a forma com que as pessoas vivem e é claro que isso reflete também na maneira como elas se relacionam com o dinheiro.

No Brasil não é diferente. A desbancarização é um termo que vem ganhando força por aqui e está exigindo do varejo uma nova postura para acompanhar esse movimento e aproveitar as oportunidades que estão surgindo.

Mas como o público desbancarizado se comporta? Este artigo vai ajudá-lo a responder a essa pergunta:

O que é a desbancarização

Falar em público desbancarizado não é uma novidade, pois é a realidade de milhões de brasileiros. São pessoas que possuem alguma renda, mas não têm nenhum vínculo com instituições financeiras tradicionais, por algum destes dois motivos:

  • por circunstância: muitos são desbancarizados por não conseguirem acesso a esse tipo de serviço, seja por dificuldade financeira ou pendências de crédito e pagamento de dívidas;

  • por opção: outras pessoas são desbancarizadas por opção própria, para evitar tarifas e juros altos e ter mais liberdade para controlar seu dinheiro.

Esse segundo item é a chave para entender um novo mercado. Mesmo que uma faixa da população esteja desde sempre afastada dos bancos, hoje a desbancarização é uma opção vantajosa para um público que está buscando ativamente essa condição.

E essa escolha não é feita ao acaso. Essa tendência está acompanhando uma maior educação financeira do público, mudança nos hábitos de compra e o crescimento das startups de tecnologia financeira, as chamadas fintechs.

O comportamento do desbancarizado

Portanto, vamos falar um pouco mais sobre esse novo público que está escolhendo não ter conta em bancos tradicionais. Para todo o varejo, além de entender seu perfil, é importante aprender como se comporta uma pessoa que abdica das instituições financeiras:

Na hora de receber

A grande maioria das pessoas com trabalhos tradicionais, de carteira assinada, ainda está presa à sua conta por questões burocráticas em relação ao salário. Mas não só essa resistência está cedendo como a quantidade de empregos integrais está diminuindo no nosso mercado.

Os desbancarizados são geralmente profissionais liberais, autônomos, freelancers e terceirizados. Como recebem por trabalho, não sentem necessidade de manter uma conta com taxas altas de manutenção e cartões com anuidade.

Essas pessoas preferem ter liberdade para movimentar seu dinheiro caso encontrem uma solução mais vantajosa para seu perfil financeiro, seja para guardar, gastar ou investir.

Na hora de comprar

Os desbancarizados têm hábitos de compra um pouco diferentes do que se tornou a cultura do brasileiro. Saem as parcelas intermináveis e entram o crédito reduzido, pagamentos à vista e os cartões pré-pagos.

É um público que hoje compra muito mais por meio da internet, pesquisa bastante e tenta juntar boa parte do valor antes de fazer a compra. Além disso, também prefere presentear com vales de lojas e participar de programas de fidelização que deem vantagens em compras futuras.

Na hora de investir

A busca por vantagens financeiras e maior liberdade para controlar seu dinheiro é o que move o público que opta por ser desbancarizado. As fintechs estão crescendo em ritmo impressionante no Brasil para atender a essa demanda por receita, compra e investimentos.

É comum para essas pessoas usar várias soluções simultaneamente, para tirar o melhor proveito de cada aspecto de sua própria saúde financeira. Um exemplo é usar cartão pré-pago em uma loja, ter um cartão de crédito de uma fintech, enquanto investe seu dinheiro em outro e mantém uma quarta solução para garantir um seguro.

Essa liberdade é muito importante para o público desbancarizado. Um varejo que deseja atingi-lo precisa entender e se adaptar a esse comportamento.

As fintechs que vêm se destacando em tempos de desbancarização

O comportamento desse público vem sendo acompanhado de perto por empresas que buscam seu espaço. É por isso que várias fintechs surgem toda semana e até os grandes bancos tradicionais estão tentando uma fatia desse mercado. Veja alguns dos exemplos de startups que fazem sucesso:

Nubank

O Nubank talvez seja o maior caso de sucesso entre as fintechs que atuam no Brasil. Ela oferece um cartão de crédito livre de anuidade e totalmente controlado pelo aplicativo. Vem conquistando os desbancarizados por oferecer uma solução simples, como permitir que o usuário pague antecipadamente um boleto para liberar mais crédito no cartão.

ContaSuper

Adquirida pelo Santander, a ContaSuper é uma fintech que oferece as funcionalidades de uma conta-corrente sem as taxas e o vínculo de um contrato tradicional em um banco grande.

Acesso

A Acesso também oferece uma opção de cartão de crédito livre das taxas e do contrato de um banco. Seu foco é na personalização para o cliente e em parcerias com o varejo, de modo que os dois lados tenham vantagens.

A opção dos cartões pré-pagos

O número de empresas do varejo e de serviços que oferecem cartões pré-pagos só aumenta depois desse novo movimento de desbancarização. É uma forma eficiente e rentável de atingir esse público.

Veja as vantagens que elas estão conseguindo ao adotar a solução:

Aumento do ticket médio de compra

O cartão pré-pago exclusivo de um varejo estimula o consumidor a gastar mais, preferindo reunir suas compras todas em um lugar.

Além disso, existem as compras por impulso que podem ser convertidas dentro do estabelecimento quando o cliente foi comprar um outro produto.

Garantia de fluxo financeiro

O próprio nome diz: pré-pago. Além de atingir o público desbancarizado, o cartão que ele compra já foi convertido em dinheiro para o varejo, independentemente de o quê ou quando ele trocar seu crédito por produto. Essa é uma forma eficiente de antecipar receitas.

Programa de fidelização do cliente

Uma das características desse novo público desbancarizado é que ele gosta de ser mimado. O cartão pré-pago é uma forma de estreitar esse relacionamento com um produto personalizado, um atendimento exclusivo e vantagens especiais, além de poder ser utilizado como um cartão fidelidade para o varejo. 

A desbancarização vem se tornando sinônimo de controle e liberdade financeira, e cada dia mais pessoas optam por abandonar os contratos tradicionais com seus bancos.

E o seu varejo, está pronto para abraçar essa oportunidade e atingir um novo público? Se você quer continuar estudando sobre o assunto, é hora de ler este artigo sobre como o público desbancarizado aquece o mercado brasileiro!

Vale presente como incentivo: uma oportunidade de parceria

Todo fim de ano costuma acontecer a mesma coisa: grande parte dos colaboradores de inúmeras empresas fica de olho na participação nos lucros e resultados, sem falar no pagamento do 13º salário.

No entanto, além desses benefícios, muitas corporações estão encontrando no vale presente de incentivo uma excelente oportunidade para motivar os funcionários — e eles não precisam ser utilizados apenas neste período do ano.

Os ganhos atingem todos os setores da empresa, pois o reflexo na melhoria da produtividade é bem visível após o incremento de um benefício como esse.

Para ajudá-lo a entender melhor como funciona esse tipo de parceria, as utilizações e o fechamento de contratos, vamos esmiuçar muito bem o assunto neste post. Interessado? Então, continue lendo!

O que é o vale presente de incentivo?

Trata-se de um cartão pré-pago em que as empresas podem depositar valores mensais e referentes às compras em lojas de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, grandes varejistas, enfim, as possibilidades são muitas.

Podem ser oferecidos nas festas de fim de ano, sorteados ou até mesmo direcionados para quem bateu as metas preestabelecidas.

Também é uma ótima oportunidade para redes de hipermercados ou de outros ramos de atuação firmarem parcerias com as empresas, podendo, inclusive, destinar descontos por meio do número de adesões.

Dessa maneira, a sua organização poderia inserir, por exemplo, créditos de R$ 1.000 em sorteios para compras no fim de ano em uma rede varejista, colaborando imensamente para que as festas dos colaboradores premiados sejam inesquecíveis.

Valores menores podem ser inseridos na distribuição geral, como vale-compras no valor de R$ 50 ou R$ 100. Entretanto, busque ser o mais justo possível na distribuição dos créditos.

A opção também contribui para movimentar a economia, pois muita gente pode gastar mais do que o valor disponibilizado no vale presente de incentivo, pagando a diferença.

No entanto, é preciso uma boa negociação entre o setor de Recursos Humanos com outras empresas na hora de fechar o negócio, como veremos a seguir.

Como o cartão pode motivar o colaborador?

Primeiramente, o vale presente de incentivo pode ser personalizado, com temas e estampas relacionadas à campanha, como Natal, aniversário da empresa, enfim, de acordo com o momento especial.

Isso estreita o relacionamento entre os profissionais e a corporação, aumentando o bem-estar e também a motivação ao longo das tarefas diárias.

Ao destinar esse benefício ao trabalhador, é importante o setor de RH passar todas as informações, como a rede de aceitação, o valor dos créditos, direitos e deveres de cada funcionário, com o objetivo de manter a transparência em todo o processo. Fora isso, é importante uma negociação afiada com as empresas parceiras para evitar transtornos.

Quais os benefícios para o colaborador?

Neste tópico, vamos relacionar alguns benefícios que o vale presente de incentivo proporciona para a equipe. Os mais evidentes são de ordem financeira, o que na verdade nunca é um benefício em si, afinal, o dinheiro é apenas um meio de conseguir algo que represente um valor significativo, o que constitui o primeiro item de nossa lista.

Liberdade de escolha

Temos diferentes avaliações sobre o que é importante e tem valor real. Para alguns, pode ser uma viagem, para outros, é passar mais tempo com os filhos, e assim por diante.

A maioria das alternativas de benefício concedidas pelas empresas é condicionada, ou seja, não pode ser escolhida de acordo com a preferência do colaborador. Por mais que muitas delas possam ter sido negociadas e algumas sejam realmente atrativas, com o vale presente é diferente.

Em outras palavras, quando o próprio beneficiário escolhe o que mais o agrada, o preço que foi pago é inferior ao que ele recebe, pois valoriza aquele bem. Já quando não tem essa opção, o ganho pode ser insignificante, mesmo que o preço tenha sido alto.

Segurança

Como a transação não envolve dinheiro, existe uma segurança a mais para o usuário. Devido ao aumento dos índices de violência, muitos colaboradores tendem a valorizar essa possibilidade.

Importante mencionar que, embora o benefício direto seja para o trabalhador, a empresa também deve se preocupar com esse fator, principalmente nos casos em que tem responsabilidade legal sobre isso.

Melhoria da produtividade

Esse pode parecer um benefício direto e exclusivo para a empresa, mas é extremamente importante para o colaborador, ainda que não seja claro para a maioria de nós.

A produtividade é a maior garantia de estabilidade no setor privado. O colaborador que produz mais tem mais valor para a empresa e gera mais recursos para o seu caixa, que são essenciais para garantir a saúde financeira da organização e, consequentemente, os benefícios concedidos.

Melhoria do bem-estar e da qualidade de vida

Esses são dois benefícios especiais para a maioria das pessoas nos dias de hoje. Muitos mudam de cidade e de emprego em função deles.

Em alguma medida todos os benefícios contribuem para ambos, uma vez que permitem usufruir mais conforto, saúde ou outro ganho que o prêmio ofereça.

Mas no caso dos vale presente alguns dos benefícios acima ajudam a contribuir ainda mais, principalmente o da liberdade de escolha, pois ninguém pode decidir melhor pelas próprias necessidades do que a própria pessoa.

Da mesma forma, o aumento da segurança e a melhora da produtividade também contribuem para o bem-estar de qualquer ser humano.

Ganho social

Muitos brasileiros ainda não têm acesso a uma conta bancária. Os motivos para isso normalmente estão relacionados ao crédito, em função do patamar de renda ou dívidas. Além disso, muitos brasileiro estão fazendo a opção por não utilizar os bancos, ao menos os tradicionais, esse fenômeno é chamado de desbancarização.

Quais dicas o RH deve seguir na parceria?

Uma boa orientação é buscar empresas idôneas, com vários anos no mercado e que tenham unidades próximas das residências dos funcionários ou qualidade garantida nas compras online.

Analise bem o contrato, busque descontos e, principalmente, peça uma visita pessoal para os consultores da empresa de cartões para esclarecerem todas as dúvidas dos colaboradores.

Investigue na internet a rede que sua empresa pretende fechar negócio para observar se há alguma denúncia de irregularidades ou problemas com o serviço prestado — busque informações em fontes seguras.

Se possível, entre em contato com o Banco Central, responsável pela regulação, supervisão e autorização das empresas de cartões de presente para saber se está tudo dentro da legislação.

Veja ainda se há um serviço de atendimento ao consumidor para auxiliar os funcionários, caso ocorram possíveis queixas. No mais, é presentear os trabalhadores, contribuindo para melhorar as avaliações internas em relação à empresa.

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Saiba por que investir em um cartão presente marca própria para o varejo

Você quer atrair e fidelizar clientes, ao mesmo tempo em que pretende oferecer crédito com pouquíssima burocracia e condições especiais de pagamento, que incluam prazos generosos e grande número de parcelas? Então, você precisa adotar um cartão presente com marca própria para o seu varejo.

A estratégia que alia marketing com condições de pagamento é a queridinha da maior parte das varejistas multinacionais, como GAP, Macy’s e Bloomingdale’s, desde pelo menos meados do século passado.

Os cartões de marca própria também já conquistaram adeptos entre as grandes marcas brasileiras do varejo, como C&A, Renner, Cobasi, Extra Hipermercados etc.

A premissa do cartão é a de garantir crédito a clientes que não poderiam comprar à vista boa parte dos itens vendidos na loja. Munido de crédito, a ideia é que o cliente volte mais vezes às compras e compre ainda mais do que havia planejado inicialmente. Quanto mais comprar, mais vantagens e prêmios ele terá.

Existem alguns tipos de cartões de marcas próprias no mercado. Destacamos abaixo os 3 tipos principais e mais utilizados no varejo:

Cartão presente

Alguma vez você foi convidado para um aniversário, casamento ou formatura e não sabia o que dar de presente? Fique tranquilo, você não foi o único a passar por essa situação. Muitas pessoas gostam de dar presentes, mas nem sempre é fácil saber o que comprar.

Foi pensando nessas pessoas que o comércio criou um tipo específico de cartão de marca própria: é o cartão presente. Esse cartão nada mais é do que uma espécie de crédito ao portador.

Funciona assim: em vez do cliente comprar um presente para alguém, ele vai até a loja e adquire alguns créditos, digamos, R$ 50. Esses créditos ficam registrados no cartão. Em seguida, o cliente presenteia seu amigo com o próprio cartão presente.

Depois, é só a pessoa presenteada ir até a loja e escolher qualquer mercadoria dentro do valor registrado. Simples, não é mesmo?

O cartão presente de marca própria permite que os créditos sejam utilizados apenas na troca de produtos e serviços do mesmo estabelecimento que emitiu o cartão. Dessa forma, não se corre o risco de ver o dinheiro sendo utilizado em outros locais.

Em geral, os cartões são simples. Muitas vezes de plástico com uma faixa magnética ou série de números para registrar o valor. Com as lojas online em crescimento, o cartão presente virtual também está ganhando espaço.

Pode ser enviado por e-mail, SMS ou para aplicativos mobile. É uma opção extremamente prática e que agrada principalmente às gerações mais novas de consumidores.

Cartão fidelidade

Como o próprio nome diz, cartão fidelidade tem como principal objetivo o de fidelizar o cliente, de fazê-lo voltar com frequência e realizar mais compras na loja. É uma opção que ficou famosa com a adesão das companhias aéreas, mas também é largamente utilizada pelo varejo.

Para fidelizar o cliente, o estabelecimento comercial cria uma espécie de prêmio. Quanto mais o cliente consumir, mais pontos acumula no cartão. Depois de atingir uma pontuação mínima (determinada pelo próprio comerciante), o consumidor poderá trocá-la por algum produto ou serviço da loja.

Vamos ilustrar com o caso de um supermercado. Sempre que passar as compras no caixa, o consumidor ganha pontos que são registrados no cartão. Quando atinge, por exemplo, 500 pontos, o cliente poderá trocá-los por algum produto da loja, como ferro de passar ou um teclado de computador.

Isso é uma grande vantagem para o cliente. Perceba que ele adquiriu um novo produto sem precisar pagar um centavo por isso. Tudo o que precisou para acumular pontos foi fazer compras com frequência no mesmo estabelecimento. Na prática, o cliente foi fidelizado pelo supermercado.

O cartão fidelidade, portanto, é uma excelente opção para quem busca aumentar a recorrência dos clientes.

Cartão de crédito

O cartão de crédito de marca própria no varejo se parece muito com o cartão de crédito usado no dia a dia. A ideia é oferecer ao consumidor opções de pagamentos flexíveis, vantajosas e com condições que caibam no orçamento do cliente.

Para o cliente, o cartão de crédito pode ser uma excelente alternativa. O consumidor terá acesso a crédito sem burocracia e de maneira mais ágil do que nos bancos. Além disso, os estabelecimentos oferecem preços e promoções especiais para quem efetua o pagamento com o cartão da loja.

Junto com o cartão, vêm muitos outros benefícios para o cliente. Entre eles, destaque para acesso a serviços diferenciados, como seguros e programas de capitalizações, além de uma pontuação maior do que a praticada quando o cliente usa apenas o cartão fidelidade.

Para o lojista, conceder todos esses benefícios por meio do cartão dá mais segurança financeira e, ainda, incentiva que o consumidor faça compras com mais frequência. Outra grande vantagem é no custo para manter o cartão.

O lojista tem taxas menores com o cartão próprio se comparadas às taxas dos cartões tradicionais, aplicadas pelo mercado. Isso significa aumento imediato da margem do comerciante.

Quem pode ter um cartão marca própria?

A decisão sobre ter um cartão com marca própria e qual tipo se encaixa melhor aos interesses da empresa dependerão da análise e das expectativas do varejista. Qualquer empresa, de qualquer porte, pode ter um cartão próprio, com segurança e praticidade.

Se você acredita que chegou a hora de adotar essa estratégia para a sua empresa, destacamos abaixo as principais vantagens de adotar o cartão de marca própria.

Conquiste novos clientes

Por serem mais restritos, circulando apenas em uma pequena parcela do mercado varejista, os cartões de crédito de marca própria exigem menos garantias de seus titulares do que cartões de crédito tradicionais de bancos ou instituições financeiras.

Dessa maneira, pessoas que não estavam incluídas no mercado do crédito por não cumprirem critérios, como comprovação de renda mensal mínima, passam a compor a clientela de seu varejo. E, como esse grupo populacional possui menos opções para compra do que o público em geral, o cartão de crédito os tornará clientes fiéis.

Um case de sucesso que ilustra bem essa estratégia é o do Magazine Luiza, que foi capaz de tornar brasileiros de classe D e E em grandes e fiéis compradores por meio da política de créditos do cartão.

Além de atrair um público que antes estava praticamente excluído, os cartões com muitos benefícios embutidos também ajudam a atrair clientes que só compravam em outros estabelecimentos.

Oferecer prazos mais vantajosos e preços especiais para quem usa cartão é um excelente atrativo para trazer novos consumidores. Enquanto os concorrentes utilizam métodos tradicionais para vender, seja diferente: inove, saia na frente e ofereça uma opção extra para os clientes. Consumidores adoram novidades, principalmente quando os beneficiam.

Faça os clientes voltarem

As condições exclusivas de pagamento e de prazo oferecidas por meio do cartão de crédito de marca própria funcionam como um grande atrativo para clientes que, de outra maneira, optariam por não fazer gastos em dados momentos ou em lojas em que eles não gozam de tais vantagens. Graças ao crédito, eles sentem a segurança de que serão capazes de pagar as dívidas.

Por sentirem-se amparados com todos os benefícios oferecidos pelo cartão de crédito, a tendência é que o consumidor aumente a frequência na loja. Afinal, tem certeza de que lá poderá realizar as compras que precisa.

Lógica parecida funciona para o cartão fidelidade, que gera estímulos para que o cliente prefira a sua loja em detrimento de concorrentes que vendam produtos semelhantes, mas que não ofereçam prêmios e vantagens de acordo com o volume de compras e gastos.

Porém, é importante que o lojista tenha a consciência de que é preciso evidenciar os benefícios do cartão. Muitos consumidores não percebem valor no serviço, pois acreditam que os pontos não se convertem em trocas por produtos de qualidade.

Outra opção de uso para o cartão fidelidade é conceder descontos importantes. Quem tem o cartão fidelidade, paga menos pelos produtos. Essa estratégia é muito utilizada por grandes varejistas do setor de farmácia, por exemplo. Ao identificar uma redução imediata no preço, o cliente entende rapidamente o valor de ter o cartão e de se manter fiel à loja.

Já o cartão presente faz com que o próprio cliente traga mais um potencial comprador para a loja. É comum que a pessoa que recebeu um cartão presente da sua loja não se satisfaça apenas com o valor do cartão e acabe gastando mais. Além disso, o presente, em muitos casos, atrai algum consumidor que ainda não conhecia a loja.

Aumente o ticket médio de compra

Ticket médio de compra é o quanto será gasto, em média, por um cliente na loja — uma empresa varejista de sucesso precisa conseguir aumentar constantemente seu ticket médio.

Uma das melhores maneiras de conseguir isso é por meio de um cartão de crédito de marca própria. Se o cliente sente-se confortável com as condições de pagamento, ele tenderá a aumentar o volume de dinheiro gasto na loja. Por conta disso, cartões de marca própria são bons promotores de compras por impulso.

O cartão presente também tem papel importante no aumento do ticket médio, como citado anteriormente. Quem ganha um cartão pré-pago de presente, na maioria dos casos, acaba consumindo mais do que o valor creditado no cartão. Para entender melhor essa questão, vamos lançar mão de um exemplo.

Uma pessoa ganhou de presente do amigo um cartão de R$ 40. Quando foi à loja percebeu que a camiseta que gostou está por R$ 50. Então, ele utiliza todo o crédito do presente e paga mais R$ 10 para ter a camiseta. Além de conquistar mais um cliente, o varejista aumentou o ticket.

Outra vantagem do cartão presente é que em cerca de 10% dos casos os cartões ficam com um valor residual, ou seja, o portador não gasta todo o crédito. Na verdade, efetua uma compra com valor menor do que o creditado. Esse dinheiro, após o vencimento do prazo de uso do cartão, entra como margem para o varejista.

Fortaleça sua marca com o cartão marca própria

Oferecer um cartão de marca própria vai muito além de aumentar as vendas ou a frequência do cliente na sua loja. O cartão ajuda a elevar a percepção que o consumidor tem da própria marca, da empresa na qual é cliente.

Por isso, um cartão de marca própria se tornou uma maneira eficiente de fazer o nome da sua empresa circular pelo mercado, entre a população e de se tornar conhecido por um número cada vez maior de pessoas.

Um cartão de crédito com boas condições de pagamento, vantagens e prêmios de acordo com o volume de compras são capazes de gerar um marketing positivo espontâneo nos círculos sociais dos clientes. Clientes satisfeitos tornam-se “embaixadores” da marca e vão contar para amigos e familiares dos benefícios de usar o cartão.

Algo parecido ocorre com o cartão presente. Esse cartão funciona também como uma peça de divulgação. Afinal, um consumidor da sua loja pode presentear um amigo que nunca foi até o estabelecimento ou nem sequer conhecia a sua loja. Então, você terá uma grande chance de conquistar mais um cliente.

Quando for trocar o cartão pelo produto, será uma bela oportunidade de mostrar a ele todos os benefícios do seu estabelecimento. Se tudo der certo, ele voltará outras vezes.

Conheça seus clientes

Ao longo do tempo, conforme o comprador use reiteradas vezes o cartão da sua loja, o padrão de gastos de cada cliente ficará evidente para você. Que tipo de produtos ele prefere? Quanto pode gastar por mês? Quais os gostos e necessidades dessa pessoa? Esse banco de dados é extremamente valioso e compõe o que o mercado tem chamado de Big Data.

A partir dessa enxurrada de informações privilegiadas, você será capaz de determinar o perfil de sua clientela e até mesmo de personalizar algumas das suas ações de marketing — como enviar e-mails com ofertas e promoções específicas que terão grande probabilidade de se converterem em vendas — para ir ao encontro dos interesses e necessidades do seu público.

Hoje, a venda direcionada é, junto com o apelo do marketing nas redes sociais ou as vendas multicanais, uma das estratégias mais vencedoras e modernas dos grandes varejistas mundiais. A novidade está chegando com força ao Brasil e a sua empresa deve aproveitar para investir nessa tendência.

Enfrente a crise econômica

Com a crise econômica que se instalou no Brasil, o acesso ao crédito tornou-se mais restritivo e muitas famílias reduziram o poder de consumo.

Quando um varejista oferece o cartão de marca própria, dá aos clientes uma grande oportunidade de continuar consumindo. Esse crédito mantém as vendas do varejo em bons patamares e evita quedas na receita.

Porém, é importante que o varejista também seja mais cuidadoso na liberação do crédito. Em tempos de crise, a inadimplência tende a crescer provocada pelo desemprego em massa. Para evitar esse cenário, não deixe de dar crédito, apenas aumente a cautela e monitore com atenção as métricas de inadimplência.

O crédito próprio ajudou muitos varejistas a manter os níveis de vendas em plena crise econômica.

Tenha um cartão próprio, mesmo se você for um pequeno varejista

Os cartões de marcas próprias chegaram por meio dos grandes varejistas, mas não se restringem apenas a esse mercado. Com a evolução da tecnologia e o surgimento de vários serviços, os cartões passaram a ficar ao alcance também dos pequenos e médios comerciantes.

Isso vale para qualquer uma das três opções: cartão presente, fidelidade e crédito. O mercado oferece várias alternativas para atender os mais variados públicos. Pesquise bem e veja qual se encaixa melhor no seu perfil e na sua demanda.

Lembre-se de que você poderá vivenciar no seu pequeno negócio todas as vantagens que os grandes varejistas têm nos cartões. Entre elas, fidelizar os clientes, oferecer opções diferenciadas de pagamento e atrair consumidores de baixa renda.

Ganhe com cartões temáticos

Uma dinâmica bastante útil para varejistas é mudar o visual dos cartões de tempos em tempos. O objetivo nesse caso é potencializar a sazonalidade ou atender o cliente em alguma necessidade específica.

Você pode, por exemplo, criar um cartão pré-pago como um Vale DVD. Nada mais é do que um cartão presente com uma cara diferenciada para atingir o público que consome muitos filmes e músicas.

Além disso, podem ser criados vale fralda, vale vinho, vale chocolate e muitos outros. Customizar a aparência e o foco dos cartões atrai clientes e aumenta o consumo.

Em relação aos cartões de crédito próprio, também é possível mudar a aparência para conquistar consumidores. Cartões temáticos podem ser ligados a alguma causa, loja ou instituição. Digamos, por exemplo, que as compras feitas por um determinado cartão ajudam a manter uma organização não governamental (ONG).

É bom para a ONG, é bom para o consumidor, é bom para você. Então, pense bastante nas opções que o seu varejo tem de criar cartões personalizados. Isso gera reconhecimento e engajamento com a marca.

Venda para consumidores do Google e Netflix

Alguns serviços de conteúdo, como Google Play e Netflix, criaram uma alternativa para alcançar brasileiros que sonhavam em acessar essas tecnologias, mas não conseguiam por não terem cartão de crédito nem de débito.

Visando atingir o público desbancarizado (sem acesso aos serviços bancários), as empresas passaram a oferecer cartões pré-pagos. A estratégia é muito simples: em vez de usar cartão de crédito para acessar os serviços, o consumidor vai a uma loja e compra um cartão pré-pago. O pagamento pode ser realizado em dinheiro ou cheque.

Com o cartão em mãos, o usuário acessa a Google Play e fica livre para baixar algum aplicativo dentro do valor adquirido — o mesmo vale para a Netflix. Em vez de pagar a mensalidade, o usuário adquire créditos e assiste ao conteúdo por tempo determinado.

A boa notícia é que Google e Netflix vendem esses cartões por meio de varejistas. Então, essa é uma excelente chance de atrair um público novo para o seu estabelecimento. Ao oferecer os cartões, você tem novos produtos à disposição dos clientes e melhora a experiência de compra.

Atraia consumidores de parceiros comerciais

Quem disponibiliza um cartão fidelidade para um cliente atrai consumidores de outras empresas. Como isso é possível? Simples! Em geral, os varejistas não criam seu próprio programa de fidelidade. O mais comum é participarem de sistemas maiores, mais robustos e que abrigam muitas outras empresas.

Dessa forma, quando um cliente faz uma compra na empresa X, estará acumulando pontos que também valem para a empresa Y. É uma excelente estratégia e que pode ser boa para o seu negócio.

Imagine um consumidor da sua loja que adora viajar e que sempre busca as melhores promoções de passagens. Se ele souber que os pontos que acumula ao comprar na sua loja podem ajudá-lo a conseguir um ticket aéreo a um preço menor, com certeza vai ficar feliz.

Em vez de fazer as compras em uma loja que não oferece um cartão fidelidade, vai preferir gastar no seu estabelecimento.

Por isso, é muito importante definir bem qual é o programa de fidelidade que você irá escolher. Caso decida-se por um plano com vários parceiros, lembre-se de deixar isso bem claro ao cliente.

Faça o cliente compreender que, ao consumir na sua loja, ele ganhará pontos que poderão ser utilizados para muitos outros fins, de acordo com a vontade dele. É mais valor agregado ao cliente, e ele precisa saber disso.

Melhore a experiência de compra

Oferecer diferentes alternativas de cartões para o seu público é uma excelente maneira de melhorar a experiência dos consumidores na jornada de compra. Os cartões criam novas formas de pagamento, novas interações com a loja e dão acesso a produtos que antes o público não tinha.

Essa experiência positiva reforça a marca junto ao consumidor, gera mais engajamento e aumenta o nível de satisfação. Com clientes satisfeitos, a loja vende mais e melhor.

Acredita que o cartão de marca própria é o caminho para o seu varejo? Saiba que a implementação do sistema é simples e bastante tecnológica. Então, não perca tempo para adotar a ferramenta!

Agora que você já aprendeu por que investir em um cartão marca própria, quer modernizar ainda mais os seus negócios e não sabe como? Que tal aprender um pouco mais sobre vendas em dispositivos móveis, como celulares? Assine agora a nossa newsletter e fique por dentro de dicas e novidades!

 

Cartão presente e ICMS: entenda essa relação

A adoção de cartões pré-pagos em vários setores do varejo se tornou uma solução perfeita para o mercado brasileiro, que vem aumentando em muito o faturamento com novas opções de pagamento nos pontos de venda.

Um dos carros-chefe dessa tendência é o vale-presente ou cartão presente, que facilita para o consumidor na hora comprar e para a loja na hora de faturar.

Você sabia que não precisa pagar ICMS nesse tipo de transação? Hoje, nós vamos te explicar a relação entre cartão presente e ICMS. Confira:

Cartão presente: as vantagens que ele traz

O cartão presente pode ser encontrado em todo tipo de varejo pela comodidade que traz aos consumidores e por ser uma oportunidade de aumentar as vendas da loja.

Essas são as duas principais vantagens de adotar a solução:

Aumento de vendas em datas comemorativas

As principais datas comemorativas, como Natal, Páscoa e Dia das mães, dos Pais e das Crianças são conhecidas pela corrida até as lojas para presentear muitas pessoas ao mesmo tempo (família, amigos, conhecidos, colegas de trabalho).

A grande vantagem do cartão presente para o consumidor é aliviar o medo de presentear errado. Às vezes uma pessoa não conhece muito bem o gosto do chefe, mas sabe que ele frequenta uma determinada loja ou consome uma determinada marca.

O cartão presente é a melhor forma de mostrar carinho sem medo de decepcionar ou até ofender com a sua escolha, dependendo de quem está presenteando.

Atração de novos clientes

E esta característica do cartão presente é sua principal vantagem para o varejo. Ele é uma excelente ferramenta de marketing, porque não só divulga seus produtos como efetivamente atrai os consumidores para dentro da loja.

Muitos cartões presente são dados por clientes fidelizados para amigos ou parentes que nunca compraram naquele varejo. Além de ganhar pela venda do próprio cartão, a empresa ganha uma oportunidade de ouro para conquistar um novo consumidor.

Cartão presente e ICMS: entenda a relação

Se você está cogitando adotar os cartões e não tem certeza do ganho para o seu negócio, essa é uma informação que vai fazer você se decidir! Muitos gerentes em varejos não sabem, mas não há incidência de ICMS na compra de um cartão presente.

Isto acontece porque o cartão presente não é considerado um produto, mas uma troca de moeda circulante por um título ao portador. Nesse caso, a operação não resulta em circulação de mercadoria, é apenas uma transação financeira.

Essa é uma preocupação recorrente de gerentes financeiros por imaginarem que adotando a solução do vale-presente, estarão pagando o mesmo imposto duas vezes. O que acontece, na verdade, é que o ICMS só será cobrado quando o crédito do cartão for de fato usado para comprar um produto.

O cartão presente caiu no gosto dos consumidores brasileiros e se tornou uma solução incrível para aumentar o faturamento e atrair novos clientes. Quem sabe não é o que a sua empresa precisa para vender mais?

E agora que você sabe como funciona a relação entre cartão presente e ICMS, assine a nossa newsletter para receber mais dicas como essa diretamente no seu e-mail!

Como diversificar o mix de produtos no varejo sem investir muito

Atualmente, ter um bom preço a oferecer não é o suficiente para o sucesso nas vendas. Do mesmo modo, no que diz respeito à satisfação e retenção dos clientes, tão importante quanto o atendimento é o mix de produtos que um varejo apresenta.

Empresas que possuem um mix muito limitado podem perder em volume de vendas e no retorno de alguns clientes, que buscam outros lugares com maior oferta de itens.

No post de hoje, vamos falar sobre a importância de diversificar o mix de produtos no varejo e como isso pode ser feito sem que, necessariamente, seja preciso investir muito. Confira:

Qual é a importância de diversificar o mix de produtos?

Principalmente no varejo, a variedade do mix de produtos é importante devido a vários fatores. Dentre os principais, podemos citar:

Aumento do ticket de vendas

Além de comprar o necessário, o cliente acaba tendo uma grande variedade de outros itens à disposição. Isso pode fazer com que ele se lembre de algo que precisava comprar ou então decide comprar mais alguma coisa só pelo fato de saber que ela está disponível naquele momento.

Dessa forma, uma das principais vantagens — e importância — da variedade do mix de produtos é elevar o ticket de vendas, que, por consequência, aumenta o faturamento da empresa.

Maior lucratividade

Aumentar o mix de produtos, principalmente com itens que possuem uma boa margem de lucro, contribui para que a lucratividade também seja aumentada.

Aumento da satisfação dos clientes

Oferecer uma grande variedade de produtos — que também possuem preços variados dentro de suas categorias — ajuda a fazer com que eles se sintam cada vez mais satisfeitos com a oferta.

Dessa forma, é bem provável que ele consiga satisfazer suas necessidades de compra no mesmo local, com faixas de preço variadas, contribuindo para a fidelização e retenção desse cliente.

Como diversificar o mix no varejo sem investir muito?

Algumas ações simples, de baixo custo, podem ser adotadas na hora de diversificar o mix de produtos ofertados no seu empreendimento. Veja, a seguir, algumas delas:

Oferta de recarga de celular

A recarga de celular é um serviço bastante procurado — principalmente em razão daquelas que utilizam smartphones e desejam manter o pacote de dados ativos.

Dessa forma, o cliente pode até entrar na sua loja procurando apenas pela recarga de celular a princípio, no entanto, ao ver a quantidade de produtos que você oferece, pode se interessar por algum outro item, aumentando o ticket médio de vendas.

Vale presente

Nesse caso, é possível oferecer o vale presente tanto da marca própria, quanto de conteúdos diversos — com a vantagem de necessitar de baixo investimento para deixar essa estratégia disponível no seu negócio.

Assim como no caso da recarga de celulares, o vale presente pode contribuir com o aumento do ticket de vendas, uma vez que o cliente que vai realizar a troca pode acabar se interessando por outros produtos disponíveis. Além disso, alcança novos clientes, que também podem se interessar e se tornar um cliente da sua loja.

Cupom promocional

A ideia é parecida com a do vale presente. Aumentar o portfólio de produtos e alcançar novos clientes, além de buscar aumentar o ticket médio de vendas da empresa.

Treinamento da equipe de vendedores

Esbanjar um mix de produtos diversificados e bem planejados não adianta de nada se a equipe de vendedores não estiver devidamente preparada para interagir com os clientes.

Contar com colaboradores que não conhecem o perfil da loja, ou que não sabem apresentar os produtos pode fadar o negócio ao fracasso.

Por isso, a empresa deve oferecer treinamentos e capacitações, não somente na fase inicial de admissão do vendedor, mas sempre que houver uma mudança de coleção ou um aumento do mix de produtos.

Adequação às necessidades do cliente

É importante ter em mente que o aumento do mix de produtos no varejo deve levar em consideração as necessidades do cliente, e não a ocupação de espaços nas prateleiras.

Assim sendo, antes de determinar os produtos que serão comercializados, é preciso se assegurar que o preço está bom para os consumidores, e se existe, de fato, demanda para as novas opções de produtos lançadas no mercado.

Parcerias com fornecedores

Qualquer comércio deve ter fornecedores em que possa confiar, e isso é especialmente importante ao se diversificar a oferta de produtos.

Para garantir que o mix de produtos tenha qualidade e não deixe o consumidor a desejar, é preciso investir nas relações com os fornecedores, criando uma relação de genuína parceria.

Com isso, o fabricante ou produtor, em vez de se preocupar apenas com o seu sucesso, estará empenhado no êxito do lojista, tendo em vista a relação “ganha-ganha” que foi estabelecida.

Gestão de estoque

A gestão de estoque, talvez, seja a parte mais difícil quando se fala em diversificar o mix de produtos no varejo.

É importante substituir todos aqueles itens que apresentam pouca saída, que não oferecem muita procura, ou aqueles completamente parados no estoque.

Um bom levantamento é indispensável para identificar quais os produtos e marcas são mais aceitos pelos clientes e, principalmente, quais estão mais alinhados com a filosofia do estabelecimento

Esse último aspecto é muito importante, afinal, não se deve mover esforços a fim de atrair um público que não agregará valor ao negócio.

Ainda quando se trata da gestão de estoque é preciso estar atento aos custos, pois um grande volume de produtos tende a causar um aumento significativo nas despesas da empresa.

É por isso que o equilíbrio é uma palavra-chave, ou seja, a companhia deve evitar ao máximo manter um estoque muito grande por um longo período. O ideal é realizar a análise de quais são os produtos mais vendidos e aqueles cujo lucro não justifica custos envolvidos.

Enfim, como regra, a estratégia básica deve ser a de focar nos produtos de maior aceitação por parte dos consumidores.

Desse modo, além do aumento nas vendas, a tendência é que os clientes certos — atraídos pelos produtos certos — farão mais compras, seduzidos pela gama de produtos já consomem ou que podem passar a consumir.

Como podemos ver, é possível diversificar o mix de produtos do varejo sem que para isso seja necessário investir uma grande quantidade de dinheiro. Além disso, essa ação possui um impacto considerável em termos de faturamento e contribui para que os resultados sejam alavancados.

O que achou desse post? Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco e fique por dentro das soluções que temos a oferecer!

Como otimizar os processos de cartão pré-pago de marca própria

O ramo de varejo é um dos mais concorridos em todo o mercado. Desde os pequenos estabelecimentos de bairro até as grandes redes de lojas, todos estão sempre procurando diferenciais para atrair mais clientes e aumentar o rendimento médio.

Porém, depois de expandir e abrir algumas novas lojas a questão não é mais o alcance, mas sim a eficiência. Uma das técnicas que tem ganhado bastante força neste quesito é o cartão de marca própria.

No post de hoje, veremos como otimizar os processos que envolvem esse recurso e entenderemos mais sobre as suas vantagens para o seu negócio. Acompanhe!

Eduque o seu público sobre o que é o cartão de marca própria

Essa ferramenta é, basicamente, um cartão com crédito pré-pago que é disponibilizado pelo próprio estabelecimento. A forma mais conhecida de uso é para presentear, mas ele pode ser utilizado de diversas maneiras como por exemplo por pessoas que precisam enviar um funcionário para fazer compras no supermercado, mas não quer dar o cartão do banco e senha pessoal ou por empresas que tem como benefício a cesta de alimentos e ao invés de dar a cesta física, disponibiliza um valor no cartão pré-pago para que o próprio funcionário possa escolher o que comprar no supermercado.  

Isso deve ser divulgado para o seu público-alvo, a fim de que eles possam entender melhor e confiar na sua utilização.

Para comprar o cartão pré-pago, o cliente não precisa de nenhuma comprovação de crédito, o que é um facilitador para pessoas que não possuem contas bancárias. 

É uma ótima estratégia de fidelização e ferramenta para aumentar o ticket médio de cada cliente sem correr um grande risco ou ter que criar mudanças estruturais muito significativas.

E são várias as formas de otimizar o sistema de cartão pré-pago de marca própria que podem ser aplicadas no dia a dia da empresa.

Ofereça benefícios para os clientes mais fiéis

Programas de fidelidade já são utilizados em praticamente todas as redes de varejo por um bom motivo. Além de estimularem o aumento do ticket médio de cada cliente, contribuem para crescer o número de compras ao longo do tempo.

O cartão pré-pago pode ser utilizado como uma importante ferramenta na sua estratégia de fidelização sendo utilizado para acumular crédito para o cliente em cada compra realizada. 

Eles também garantem a proximidade com os clientes, já que o cartão só pode ser utilizado na própria rede.

Equilíbrio nas relações de crédito

Um dos maiores receios do varejo ao oferecer crédito a um cliente é a inadimplência. Com a crise financeira e a consequente redução do poder aquisitivo, muitas pessoas não conseguiram pagar suas dívidas de compras, o que deixou muitos lojistas no prejuízo.

Com o cartão pré-pago de marca própria este problema não existe já que o varejo recebe antes do cliente fazer a compra, o que significa zero inadimplência e dinheiro no caixa antes mesmo da baixa no estoque. 

Tenha variantes do mesmo cartão

Cartões presente pré-pagos podem ser tematizados de acordo com uma campanha ou necessidade específica do seu público. 

Temas como chá de fraldas, chá de cozinha, natal, dia das mães etc costumam fazer sucesso entre os clientes pois se tornam personalizados para a ocasião. Praticamente qualquer pessoa que não saiba o que comprar para presentear alguém pode recorrer ao cartão de marca própria da loja e ter acesso a qualquer um dos produtos.

Isso evita os longos períodos de dúvida sobre o que enviar, facilitando a decisão de compra. E mesmo que o cartão não seja utilizado, a loja já terá recebido o valor.

Crie promoções exclusivas para o cartão

Se você quer que mais pessoas usem o seu cartão de marca própria, terá que fazer algo para chamar a atenção delas para esse recurso. A solução mais comum em tais casos é colocar promoções exclusivas para clientes que utilizarem o cartão da loja como forma de pagamento.

Pequenos descontos, créditos cumulativos, algum produto de brinde: tudo isso contribui para estimular a utilização do cartão.

Avalie se deve terceirizar ou assumir a administração do cartão

O cartão de marca própria não é uma exclusividade das grandes franquias. Médias empresas, com apenas algumas lojas, também podem obter esse benefício. Porém, de acordo com a estrutura da loja e do seu BackOffice, pode ser ou não uma vantagem administrar o sistema por conta própria.

Se sua rede conta com uma central de informações, aparatos tecnológicos necessários e recursos para investir em uma área para isso, assumir a responsabilidade pela administração do cartão pode ser uma alternativa.

Porém, se não há um escritório central nem uma equipe preparada, o serviço terceirizado pode representar a melhor relação custo-benefício diante da qualidade oferecida.

Reduza o custo de uso do cartão de marca própria

Uma das principais qualidades de qualquer ferramenta de aceleração de vendas é o seu custo. É sempre promissor ver que o rendimento das lojas está aumentando, mas se o método utilizado para conseguir tal resultado representa um custo muito alto para a empresa, então ele não é tão vantajoso quanto aparenta.

Por isso, o ideal é reduzir ao máximo o custo de manutenção e utilização do cartão. Por exemplo, reduzindo a burocracia em sua emissão e liberação, terceirizando esse serviço ou buscando um sistema mais barato para cumprir suas metas.

Leve em consideração todos os tipos de clientes

Diferente de um cartão tradicional, não é necessário ter uma conta para adquirir um cartão de loja, o que amplia consideravelmente o número de clientes que você pode ter.

Agora que você sabe como aplicar o cartão de marca própria, é hora de se preparar para alavancar as vendas.

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